Publicado em 24 de abril de 2026 por Tribuna da Internet
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A desembargador Eva simboliza o próprio retrato do Inferno
Vicente Limongi Netto
O troféu indecoroso de porta-estandarte da estupidez nacional pertence a uma desembargadora do Tribunal de Justiça do Pará, Eva do Amaral Coelho. A despudorada juíza Eva cobriu a consciência nacional de vergonha ao reclamar do salário líquido de março de 91.211,82 reais.
Para a infame magistrada, a redução dos penduricalhos para magistrados, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), significa a volta da escravidão.
ABISSAL IGNORÂNCIA – A nação indignada repudiou a abissal ignorância da desprezível togada. Eva do Amaral deslustra ainda mais o Judiciário, ultimamente atravessando inferno astral sem precedente.
Diaristas e trabalhadores em geral não ganham, trabalhando durante anos, o salário da patética e chorona desembargadora. A desonra tomou conta do Brasil. Acabou o pudor, a esperança de dias melhores. A escória togada ajuda a arrastar o Brasil para o ralo da imundície social.
Esta Eva precisa ser expulsa do Paraíso e purgar suas penas no inferno.
APENAS NO ZOO – Passaram sem festas os 66 anos de Brasília. Mas a data não ficou totalmente em branco. O amplo zoológico foi de graça. O brasiliense viu hienas e abutres e lembrou de Ibaneis Rocha, Paulo Henrique Costa e Daniel Vorcaro, que destruíram o Banco Regional de Brasília.
A população também se divertiu com os pavões de cauda aberta, recordando as figuras de Alexandre de Moraes, Dias Toffoly, Flávio Dino e Gilmar Mendes.
As éguas, burros, cavalos, jumentos e cobras venenosas representaram políticos, especialmente do PT, do Centrão e do Partido Liberal. O show de palhaços homenageou crianças, em particular e o povo, em geral, que desde sempre vem fazendo papel de palhaço.