terça-feira, janeiro 24, 2017

A podre politicagem de Jeremoabo.

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CRONOLOGIA POLÍTICA (JEREMOABO) – Espedito Lima
Você que andou discutindo, xingando, ameaçando, caluniando, difamando, destratando seu pai, sua mãe, seu filho, seu genro, nora, sogra, tio, sobrinho, cunhado, primo e amigos, nos anteriores e principalmente no pleito passado (2016), por causa de partidos políticos e/ou candidatos, em todas as esferas; em nossa cidade/município – Jeremoabo; veja abaixo, a cronologia política, nele e dele nesses últimos 28 (vinte e oito) anos - 08 (oito)- eleições,
1988
CANDIDATOS A PREFEITO E VICE:
Prefeito - CEL. VALADARES
Vice – ANTONIO TABAQUEIRO
Obs: indicados e apoiados pelo Prefeito José Lourenço de Carvalho “Deda de Zacarias”
Prefeito – JOAO FERREIRA
Vice - MIRANDA
1992 
Prefeito – TISTA DE DEDA
Vice - DR. ZÉ LUIZ
OBS: indicados e apoiados por Deda, pai de Tista
Prefeito – LULA DE DALVINHO
Vice – DR. SPENCER
Obs: indicados e apoiados por João Ferreira, Prefeito à época
Prefeito – MIRANDA
Vice – DR. TEREZA
1996
Prefeito – TISTA DE DEDA
Vice – CINHO DE JOÃOZINHO
Obs: indicados e apoiados por Lula de Dalvinho e Dr. Spencer
Prefeito – JOÃO FERREIRA
Vice - MIRANDA
2000
Prefeito – TISTA DE DEDA
Vice - CINHO DE JOÃOZINHO
Prefeito – JOÃO FERREIRA
Vice - LENALDO
2004
PREFEITO - DR. SPENCER
Vice - JOÃO FERREIRA
Prefeito – LULA DE DALVINHO
Vice – DR. ZÉ LUIZ
Obs: indicados e apoiados por Tista de Deda
2008
Prefeito – TISTA DE DEDA
Vice - PEDRINHO DE JOÃO FERREIRA
Prefeito – DERI DO PALOMA
Vice - MARCO DANTAS
2012
Prefeita – ANABEL DE TISTA
Vice - JANETE
 Obs: indicada e apoiada por Tista, Lula e Pedrinho
Prefeito – DERI DO PALOMA
Vice – NAIARA
Prefeito – OTÁVIO FARIAS
Vice – PAULO (INHO) DE MARICA
2016
Prefeita – ANABEL DE TISTA
Vice - DALVA DE JOÃO FERREIRA
Obs: indicada e apoiada por Tista e Pedrinho
Prefeito – DERI DO PALOMA
Vice - LULA DE DALVINHO
Prefeito – ZÉ LEÃO
Vice – SAULO DE NUCA (Lucas)
FONTE: memória pessoal
Obs: caso tenha ocorrido algum equívoco, pedimos desculpas e, de já, aceitamos a correção, com o devido agradecimento.
Exposta, portanto, a cronologia, faça um levantamento/pesquisa sobre as razões que levaram nossos líderes e representantes se comportarem de tal maneira; mudarem de partido e posição tantas vezes. Mas, de já, antes da conclusão, podemos antecipar uma pergunta: procederam dessa forma visando simplesmente os desejos do eleitor, buscando única e exclusivamente o bem e o progresso de sua cidade e município? Ou por interesse pessoal, de grupos ou de está somente no e com o poder?
Por último, para que não possamos ir mais distante, responda: vale a pena procedermos da forma como figurada no primeiro parágrafo?
Temos o direito e a liberdade, assegurados pela democracia, se é que ela existe verdadeiramente na prática, de torcermos para um partido e seus candidatos “nossos”; empunharmos a bandeira deles, participarmos de reuniões, passeatas, carreatas, comícios, com naturalidade; todavia, nos comportando descente, respeitosa, civilizada e educadamente. Este deve ser, no mínimo, o princípio básico, para todos nós, eleitores; caso contrário, estamos fadados a sermos considerados meros seres irracionais.
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Nota da redação deste Blog ´- 

“Os políticos são o reflexo da sociedade”.


"Você já parou para pensar a respeito desta frase?
Os políticos corruptos são o reflexo de uma sociedade que a maioria faria o mesmo se ocupasse cargos públicos?
Você já comparou seu salário com o de um político?
Antes de compararmos a sociedade e os “representantes do povo”, vamos lembrar de quanto ganham os políticos.
Pense Nisso!"

A Forma Nojenta e Podre de Usar a Política.

Para reflexão:
Desta relação acima mencionada de politiqueiros que foram eleitos , só Lula e somente Lula de Dalvinho saiu limpo, o restante todos ímprobos e fichas sujas, alguns tornaram-se inelegíveis, outros estão com representações por improbidades em andamento, e outros estão respondendo por processos que não terminam nunca. 

Antes de entrar no mérito do tema, procurei o significado dessas palavras e os que melhor se enquadram são os seguintes:
Política = arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa).
Politicagem = política de interesses pessoais, de troca de favores, ou de realizações insignificantes.
Em outras palavras, Politicagem é usar a política de forma NOJENTA E PODRE.
Creio que 100%, eu disse 100%, das administrações públicas do país sofrem desse mal. Em algumas as coisas são “bem feitas”, ninguém fica sabendo. Em outras fazem de forma escancarada e o povo…Ahh e o povo que se lixe.
O negócio se tornou tão comum, estamos tão habituados a ver mutretas, conchavos, corrupção que começamos a perder a capacidade de diferenciar a Política da Politicagem. Tornou-se parte da nossa cultura. Em cidades menores isto é muito mais evidente.
As alianças ou acordos políticos são feitos não na possibilidade de uma melhor governabilidade, mas sim na capacidade que esse ou aquele indivíduo tem em captar eleitores (votos), não importando os meios que se utilizam. Entrar em acordo com partidos políticos adversários para melhor poder governar o município é fazer Política, trocar apoio político por dinheiro, votos, secretarias ou cargos públicos é Politicagem.
Tem muita gente boa dentro da política, cheia de novas idéias e vontade de trabalhar. Mas infelizmente esses ficam sozinhos, são sempre a minoria. É a chamada Pólica(gem) do mais forte: Ou você vem comigo e joga o jogo ou vai ter as suas “asinhas cortadas” e tchau tchau reeleição.

Mas um dia a minoria pode ser tornar maioria. Não é possível que alguns políticos perdurem por tanto tempo em seus cargos. Os caras são dinossauros. Fazem a sua Política(gem) da mesma forma há anos. O Coronelismo esta presente em todas as esferas públicas, desde o Senado até a Câmara de Vereadores da sua cidade. Cabe a nós eleitores tentar mudar essa história.(https://loucuraracional.wordpress.com/category/forma-nojenta-e-podre-de-usar-a-politica/)

"O indivíduo que consegue burlar a censura grupal e introduzir nela uma significativa mudança de valores adquire o poder de influenciar a História, daí o dizer-se que ‘os poetas são profetas’. Explica-se, assim, o medo que os governos autoritários e ditatoriais tem da elite cultural a a perseguição política acirrada que os representantes da cultura tem sofrido através dos séculos – por exemplo, queima de livros e de sábios nas fogueiras da Inquisição, acusados de bruxaria e de pacto com o demônio.
Os povos evoluem através de mudanças significativas em sua cultura e as mudanças acontecem rapidamente quando o clima político é de liberdade; caso contrário demora apenas mais uma pouquinho, o tempo de o pensamento, que é livre, romper os grilhões da intolerância." (http://www.qdivertido.com.br/verartigo.php?codigo=57).

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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