quinta-feira, outubro 30, 2014

Triste Jeremoabo

Hoje fui informado que em Jeremoabo aprovaram (Câmara de Vereadores) o empréstimo JUMBO para que a prefeita "anabel" usasse e abusasse como bem lhe aprouver. A unica coisa que posso dizer é:




"O prefeito terá que agir no campo nacional para encontrar uma forma de criar o partido que dará sequência ao moribundo DEM."
>> http://goo.gl/RRZrcp
O avô do DEM, portanto da mesma linhagem, nasceu como ARENA por arte do Ato Institucional -2, promulgado em 1965 pela nascente ditadura militar, que destroçou o sistema pluripartid&aac
BAHIANOTICIAS.COM.BR|POR NAVEGARTE
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Palácio do Planalto amanhece com faixas pedindo "Impeachment" e acusando "Fraude Eleitoral" http://bit.ly/1nSJelq
Um movimento ‘Fora, Dilma!’ iniciado nas redes sociais promete infernizar a vida da presidente Dilma e do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro José Antonio Dias Toffoli.O g...
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Auditoria de Ilhéus investiga beneficiários irregulares do Bolsa Família

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Rombo nas contas do DF.
Governo proíbe corta gastos com servidores. Só a ponta do iceberg de R$ 1,3 bi em dívidas http://bit.ly/1p5Lbfe
Começou a vir à tona no Distrito Federal o tamanho do rombo nos cofres e a crise de caixa que espera o governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB).O...
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A se acreditar nas estatísticas, o Brasil é um dos países menos corruptos do planeta. Você acredita nisso?

Ricardo Noblat

De duas, uma. Ou a corrupção que grassa no Brasil não ultrapassa nossas fronteiras ou ultrapassa, sim, mas os poderes encarregados de combatê-la estão pouco se lixando para isso.
Dilma Rousseff atravessou os dois turnos da recente eleição presidencial empenhada em convencer os brasileiros que seu governo, e os dois anteriores de Lula, sempre travaram o bom combate contra a corrupção.
Segundo o novo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a Convenção de Combate ao Suborno de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações de Negócios Internacionais, na verdade falta ao Brasil vontade política para aplicar de forma eficaz os progressos de sua legislação contra a corrupção transnacional.
O número de inquéritos sobre esse tipo de corrupção foi considerado extremamente baixo por Patrick Moulette, chefe da Divisão Anticorrupção do OCDE. Nos últimos 15 anos, houve 14 casos suspeitos, apenas cinco inquéritos, três deles ainda em curso, e nenhuma condenação. Jamais um indivíduo foi condenado no Brasil por corrupção transnacional.
- Não estamos falando de corrupção em nível doméstico, mas, sim, transnacional, ou seja, a corrupção de empresas quando concluem contratos no exterior. Não sei se todos os brasileiros são conscientes de que grandes empresas possam recorrer à corrupção para vencer concorrências públicas no exterior -  observa Moulette.
Os repórteres Edson Sardinha e Rodolfo Torres do site O Congresso em Foco conferiram em novembro de 2013 que das 548 mil pessoas que superlotavam os presídios do país, somente 722 lá estavam acusadas de corrupção. Isso equivale a 0,1% do total de presos.
O nível de honestidade do Brasil é um exemplo para os demais países. Ou o de desleixo com a corrupção é um péssimo exemplo.
Cadê a Polícia Federal que Dilma considera um órgão de governo e não de Estado? E que obedece às ordens dela quando investiga? Onde está sua eficiência tão louvada pelo PT?
Corrupção custa caro  (Foto: Arquivo Google)Corrupção custa caro (Imagem: Arquivo Google)
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quarta-feira, 29, que a decisão da Justiça italiana tomada ontem de rejeitar a extradição do...
DIARIODOPODER.COM.BR

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Ex-servidor do TRE é alvo de ação de improbidade administrativa do MPF


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Lobão é chamado a explicar a venda de 51% das ações das Celg à Eletrobrás




COMEÇOU A TEMPORADA DE DERROTAS DE DILMA


Carlos Chagas











RENAN IRONIZA GILBERTO CARVALHO E PREVÊ DERROTA DE DILMA

Deu no iG





















Confira a redação dada pelo Congresso à MP que amplia prazo do Refis e desonera folha


Banco Central eleva taxa de juros para 11,25%


O grande desafio de Dilma: reinventar-se, por Ricardo Noblat
A presidente que governou quatro anos sem dar bola para interlocutores terá de mudar. Ou não governará.
Noblat comenta sobre o maior desafio que a presidente reeleita enfrentará
YOUTUBE.COM

STF adia mais uma vez decisão sobre 'desaposentação'

DE PIMENTA




Máquina






PGR aprova afastamento de desembargadores do TJ-BA

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que...
VEJA.ABRIL.COM.BR




SARNEY NEGA VOTO EM AÉCIO: "SÓRDIDA MONTAGEM"

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34 min · 
Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro entra em vigor no próximo sábado. http://glo.bo/1sJo7Ob












Collor aconselha Dilma: ‘saiba ouvir o Parlamento’

Foto: Sheyla Leal/ Agência Senado (14/04/2014):





Alves critica julgamento de parlamentares pelo STF

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Gaspari concorda com Renan sobre referendo

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Constantino faz novo terrorismo: fraude na urna

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João:"o poder subiu à cabeça" de Jackson

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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