domingo, novembro 23, 2025

Gastos travados revelam descoordenação nacional na segurança pública



Partidos terão R$ 6,4 bilhões públicos em 2026, maior bolada da história


Charge do cazo (Arquivo do Google)

Vanilson Oliveira
Correio Braziliense

Os partidos políticos brasileiros terão em 2026, cerca de R$ 6,4 bilhões à disposição para manter suas atividades diárias e também para serem usados nas campanhas eleitorais. O montante reúne recursos do Fundo Partidário, que é repassado todos os meses, e do Fundo Eleitoral, que é distribuído apenas em ano eleitoral, além dos rendimentos de aplicações financeiras feitas pelos partidos.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2018, o Fundo Eleitoral que era R$ 1,7 bilhão passou para R$ 5 bilhões em 2024. Para 2026, os partidos contarão com a soma dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral, que formam o total de repasses públicos previstos para o ano.

FINANCIAMENTO –  Entre janeiro e agosto, segundo dados do TSE, as legendas já receberam R$ 3,2 bilhões do Fundo Partidário, destinado à manutenção mensal das estruturas partidárias. A esse montante será acrescido o Fundo Eleitoral, estimado pelo Congresso em R$ 3,2 bilhões, que será distribuído apenas no próximo ano para financiar as campanhas.

O montante maior ficará com os partidos PT, PL, PSD, MDB e União Brasil, que têm as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado. De acordo com a legislação, a distribuição dos valores ocorre também de acordo com o desempenho dos partidos nas eleições anteriores.

INVESTIMENTOS – Além dos repasses oficiais, os partidos costumam fazer investimentos financeiros com os valores depositados em suas contas, o que gera altos rendimentos. As aplicações estão previstas em lei.

A distribuição do Fundo Eleitoral segue percentuais fixados em lei: 48% são destinados aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara dos Deputados, 35% conforme a representação no Senado, 15% para as siglas que alcançaram a cláusula de desempenho e 2% são divididos igualmente entre todos os partidos registrados no país.

sábado, novembro 22, 2025

Dino marca sessão extra da 1ª Turma do STF na segunda-feira para referendar prisão de Bolsonaro

 

Dino marca sessão extra da 1ª Turma do STF na segunda-feira para referendar prisão de Bolsonaro

Por Marcelo Rocha/Folhapress

22/11/2025 às 15:00

Atualizado em 22/11/2025 às 17:01

Foto: Rosinei Coutinho/Arquivo/STF

Imagem de Dino marca sessão extra da 1ª Turma do STF na segunda-feira para referendar prisão de Bolsonaro

Flávio Dino

A pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma da corte, marcou para segunda-feira (24) a realização de sessão extraordinária do colegiado responsável pela trama golpista para referendar a ordem de prisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A análise será feita no plenário virtual do tribunal, sistema em que os ministros inserem votos sem a realização de debate. A sessão será das 8h às 20h.

Na manhã desde sábado (22), por determinação de Moraes, a Polícia Federal prendeu Bolsonaro preventivamente sob a justificativa de garantir a ordem pública. Uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho dele, para a noite deste sábado, motivou a decisão. O ex-presidente estava em regime domiciliar desde 4 de agosto.

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Leia a íntegra da decisão de Alexandre de Moraes manda prender Bolsonaro a pedido da Polícia Federal

Por JB JURÍDICO
redacao@jb.com.br

Publicado em 22/11/2025 às 06:40

Alterado em 22/11/2025 às 09:19


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                  Bolsonaro planejava fugir, alega Moraes Foto: reprodução


O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente neste sábado (22), por solicitação da Polícia Federal, conforme nota oficial.

A Polícia Federal informou que Bolsonaro foi detido por volta das 6h e levado à Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala especial destinada às autoridades.

Segundo a publicação da polícia, se trata de medida preventiva e não de cumprimento de pena, determinada para garantir a ordem pública.

A Polícia Federal apontou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).



Nesta sexta-feira (21) a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que a pena pela condenação relacionada à trama golpista fosse cumprida em regime domiciliar. O pedido foi acompanhado de laudos médicos atualizados apresentados ao Supremo. Os advogados argumentaram que Bolsonaro não deveria ser encaminhado ao regime fechado em presídio, citando razões humanitárias e seu estado de saúde.

Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, o ex-presidente aguarda a análise dos embargos pela Primeira Turma do STF.

Prisão domiciliar do ex-presidente
Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto de 2025, medida decretada pelo ministro Alexandre de Moraes por descumprimento de medidas cautelares.

Moraes afirmou que ele usou redes sociais de aliados, incluindo de seus três filhos parlamentares, para incentivar ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoiar intervenção estrangeira no Judiciário. (com Sputnik Brasil)

Risco de fuga

Moraes apontou "risco de fuga" e disse que a manifestação seria uma tentativa de utilizar apoiadores para "obstruir a fiscalização das medidas cautelares" contra o ex-mandatário.

"Rememoro que o réu, conforme apurado nestes autos, planejou, durante a investigação que posteriormente resultou na sua condenação, a fuga para a embaixada da Argentina, por meio de solicitação de asilo político", ressaltou o ministro.

Na última sexta (21), Flávio havia divulgado um vídeo em que pedia uma vigília de apoiadores para ocupar o acesso ao condomínio do ex-presidente em Brasília. "Com a sua força, a força do povo, a gente vai reagir e resgatar o Brasil desse cativeiro", declarou o senador.

Moraes ainda apontou uma "violação" na tornozeleira eletrônica de Bolsonaro à 0h08 deste sábado, o que teria como objetivo "garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho". (com Ansa)

CLIQUE AQUI PARA LER A ÍNTEGRA DA DECISÃO DE ALEXANDRE DE MORAES QUE MANDA PRENDER O EX-PRESIDENTE BOLSONARO 

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