
Bolsonaro disse que o Brasil está “condenado a ser cristão”
Bruna Lima
Metrópoles
A Marcha para Jesus, que acontece na tarde desde sábado (13/8) no Rio de Janeiro, se tornou um comício de Jair Bolsonaro e seus candidatos no estado. Os pastores organizadores, entre outros, foram Silas Malafaia e Cláudio Duarte.
O trio elétrico principal, que transporta seis pastores do Conselho de Pastores do Rio de Janeiro (Comerj) é o trio de Bolsonaro, Cláudio Castro e seus candidatos. Antes da fala do presidente, um dos pastores puxou “mito”.
EM PLENA CAMPANHA – Entre os candidatos, estavam presentes Max Guilherme, Hélio Negão, Thiago Gagliasso, Sóstenes Cavalcante, Major Fabiana e Waldir Ferraz. Clarissa Garotinho, candidata ao Senado pelo União Brasil, também estava no trio, sem se desgrudar da primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Durante a marcha, Malafaia e Duarte oraram quatro vezes por Bolsonaro e Castro. Michelle orou uma vez pelo “avivamento” da nação. O trio estava cercado de bandeiras do Brasil.
O público presente carregava bandeiras do Brasil, algumas pessoas usavam blusas de Bolsonaro e santinhos de candidatos bolsonaristas estavam sendo distribuídos.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Já era esperado que os evangélicos pentecostais evoluíssem para chegar ao poder ao Brasil. O escolhido foi o bispo Marcelo Crivella, mas fracassou redondamente. Bolsonaro então sacou o lance e foi em frente. Em 2016, viajou com os filhos para Israel, para ser batizado pelo pastor Everaldo Pereira nas águas turvas do Rio Jordão. O pastor era criador e dono do PSC, ao qual Bolsonaro se filiou, mas percebeu o oportunismo do capitão e lhe negou a legenda para a candidatura a presidente em 2018. Bolsonaro saiu atrás de um partido, tentou o Patriota, não deu certo, na undécima hora arranjou o esquálido PSL, levou a facada e se tornou o primeiro pentecostal a ser presidente, tipo Viúva Porcina, pois nunca foi evangélico nem aqui nem na China. E vida que segue, diria João Saldanha. (C.N.)