quarta-feira, dezembro 24, 2025

Governo paga R$ 1,26 bilhão do orçamento secreto mesmo após extinção pelo STF

Publicado em 24 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet


Acusado de envolvimento em homícídio de farmacêutico em Aracaju é preso

 Suspeitos confundiram as vítimas com desafetos

(Foto: SSP)

Um homem investigado pelo homicídio que vitimou um farmacêutico, de 46 anos, no bairro Ponto Novo, foi preso nesta terça-feira, 23. A informação foi divulgada pela Secretária de Segurança Pública (SSP).

De acordo com Policia Civil, o suspeito teria atuado como condutor da motocicleta utilizada na ação criminosa. As apurações indicam que a motivação do crime decorreu do fato de os autores terem confundido as vítimas com desafetos, no contexto de disputas territoriais relacionadas ao tráfico de entorpecentes e a homicídios envolvendo os investigados.

O homicídio ocorreu no último dia 18, quando ocupantes de uma motocicleta efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra um veículo onde estavam as vítimas. O farmacêutico morreu no local, e outras duas pessoas ficaram feridas. Entre os feridos está o filho da vítima fatal, um adolescente de 16 anos, que permanece internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com quadro de paraplegia em decorrência dos disparos.

Com informações da SSP

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Nem tudo que se publica é verdade: jornalismo, interesses políticos e a continuidade do golpe


Nem tudo que se publica é verdade: jornalismo, interesses políticos e a continuidade do golpe


Por José Montalvão


Vivemos tempos em que a informação circula em velocidade maior do que a responsabilidade. Nem tudo o que se escreve, se publica ou se compartilha pode — ou deve — ser tratado como verdade absoluta. Parte do jornalismo brasileiro, especialmente aquele alinhado a interesses políticos e econômicos, tem abandonado um dos seus pilares fundamentais: a apuração rigorosa dos fatos, baseada em provas documentais, dados verificáveis e compromisso com a verdade.

Há jornalistas e veículos que publicam “linhas noticiosas” sem checagem adequada, transformando suposições em manchetes, insinuações em acusações e narrativas interessadas em fatos consumados. Isso não é jornalismo: é militância disfarçada de notícia. E esse fenômeno não ocorre por acaso.

Estamos às vésperas de novos ciclos eleitorais, e é ingenuidade acreditar que o golpe contra a democracia foi completamente derrotado. Ele não foi. Apenas mudou de forma. Hoje, o ataque não se dá mais apenas por tanques ou quarteladas, mas por meio da desinformação, da manipulação da opinião pública e da tentativa constante de deslegitimar instituições que ainda resistem.

Nesse cenário, muitos políticos estão literalmente “na corda bamba”. O chamado orçamento secreto — um dos maiores escândalos de desvio e apropriação indevida de recursos públicos da história recente — ainda não revelou todos os seus culpados. O que se sabe é que, quando essa caixa-preta for completamente aberta, muitos nomes graúdos da política e do empresariado nacional virão à tona. E isso assusta.

Não é coincidência que, ao mesmo tempo, pipocam escândalos envolvendo deputados, senadores e grandes empresários, sempre relacionados a corrupção, favorecimento ilícito, tráfico de influência e uso indevido do dinheiro público. Diante disso, cria-se uma estratégia clássica: desviar o foco.

Vale tudo para confundir a opinião pública — até transformar um par de havaianas em cortina de fumaça. Enquanto a sociedade discute banalidades ou escândalos fabricados, os verdadeiros crimes seguem sendo empurrados para debaixo do tapete.

É nesse contexto que se intensificam os ataques ao ministro Alexandre de Moraes e ao ministro Flávio Dino. O objetivo é claro: desestabilizar o Judiciário, enfraquecer quem enfrenta o golpismo e abrir caminho para a impunidade. Não se trata de críticas técnicas ou jurídicas legítimas, mas de uma ofensiva política travestida de indignação moral.

Sobre o episódio envolvendo o contrato da advogada, esposa do ministro Alexandre de Moraes, diversos juristas já se manifestaram de forma responsável: pode-se até discutir eventual imoralidade sob a ótica política ou ética, mas não há ilegalidade comprovada. Mais importante ainda: não existe qualquer prova concreta, documental ou jurídica que demonstre que Alexandre de Moraes — ou o próprio presidente do Banco Central — tenha praticado atos não republicanos.

O que existe, até agora, são falácias, ilações e narrativas construídas sem provas. O objetivo não é esclarecer fatos, mas manter viva a chama do golpe, desacreditar instituições e, sobretudo, livrar da responsabilização aqueles que se beneficiaram do orçamento secreto e de outros esquemas de corrupção.

De arbitrariedades, o Brasil já tem exemplos suficientes. A Lava Jato, hoje amplamente questionada e desmoralizada por suas práticas ilegais, seletivas e politicamente orientadas, é prova de que o combate à corrupção não pode ser feito à margem da lei. Não se combate crime cometendo crimes. Não se defende a democracia atacando o Estado de Direito.

Mais do que nunca, é preciso senso crítico, cautela e responsabilidade. Questionar é saudável. Criticar é legítimo. Mas acusar sem provas, publicar sem apurar e condenar sem fatos é colaborar, consciente ou inconscientemente, com aqueles que nunca aceitaram a democracia e seguem tentando solapá-la por dentro.

A verdade pode até ser atacada diariamente, mas ela continua sendo o maior inimigo dos corruptos e dos golpistas. E é justamente por isso que tentam, a todo custo, distorcê-la.

terça-feira, dezembro 23, 2025

Quando a eficiência não impede a barbárie


Por José Montalvão

A que ponto chegamos como sociedade? A pergunta ecoa com força diante de mais um episódio que expõe a insegurança, a desumanidade e a barbárie que insistem em se repetir, mesmo em estados que, como Sergipe, contam com uma polícia reconhecidamente eficiente e comprometida.

Um jovem pai de família foi brutalmente assassinado. Seu filho, menor de 16 anos, foi alvejado e sobreviveu por pouco. O “crime” cometido por ambos? Nenhum. Foram confundidos com um traficante. Uma confusão que custou uma vida, deixou outra marcada para sempre e destruiu uma família inteira.

Esse tipo de tragédia revela uma ferida profunda: a banalização da vida. Quando o erro se torna fatal, não estamos apenas diante de uma falha operacional, mas de um colapso ético, social e humano. Não se trata de atacar a instituição policial como um todo — até porque Sergipe tem, sim, forças de segurança que trabalham e arriscam a própria vida diariamente —, mas de reconhecer que eficiência não pode ser medida apenas por estatísticas, prisões ou apreensões. Eficiência verdadeira também passa por preservar vidas inocentes.

O problema vai além da polícia. Ele nasce em um contexto de violência estrutural, de estigmatização de jovens, sobretudo os pobres, que passam a ser vistos como suspeitos por padrão. Um cenário onde a aparência, o local onde se vive ou a simples presença na rua pode ser suficiente para uma sentença sem julgamento.

É inadmissível que um pai seja morto diante do filho. É revoltante que um adolescente carregue no corpo e na memória as marcas de um erro que não cometeu. Isso não pode ser tratado como “fatalidade”, nem resolvido com notas oficiais frias ou discursos protocolares.

Casos como esse exigem investigação rigorosa, transparência absoluta e responsabilização, doa a quem doer. Exigem também reflexão profunda sobre protocolos, abordagens, preparo psicológico e, sobretudo, sobre a cultura da violência que vai se naturalizando aos poucos.

A sociedade sergipana — e brasileira — não pode se acostumar com a morte injusta. Não pode aceitar que famílias sejam destruídas em nome de uma suposta guerra onde inocentes pagam o preço mais alto.

Enquanto a barbárie continuar encontrando justificativas, todos estaremos em risco. Porque quando a vida perde valor, ninguém está realmente seguro.

Abra o Link e assista esse vídeo:

https://g1.globo.com/se/sergipe/videos-setv-2-edicao/video/suspeito-de-envolvimento-na-morte-de-farmaceutico-em-aracaju-e-preso-14203825.ghtml

Rovai: Episódio Xandão e Galípolo revela novo golpe em curso

 Editor-chefe da Fórum analisa o que está por trás de matérias sobre conversa entre ministro e presidente do BC

Por: Júlia MottaPublicado: 23/12/2025 - às 14h33| 3 min de leitura

 Alexandre de Moraes e Gabriel Galípolo. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil e Marcelo Camargo/Agência Brasil



As especulações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre uma possível interferência do magistrado sobre o caso do Banco Master revelam um novo golpe em curso, afirma o editor-chefe da FórumRenato Rovai. 


Na edição do Fala, Rovai desta terça-feira (23), Rovai critica a matéria publicada pela colunista Malu Gaspar no jornal O Globo em que ela afirma que, através de relatos ouvidos por pessoas que souberam de informações por terceiros, Moraes teria pedido para o BC aprovar a compra do Master pelo BRB. 

Rovai também criticou jornalistas, principalmente do campo progressista, que “entraram na piração de uma “não-apuração” e reproduziram a matéria sem checar as informações.



Eu sou muito sério quando se trata de criticar colegas jornalistas, mas essa é uma reportagem que coloca um ministro do Supremo e o presidente do Banco Central num crime, sem uma fonte de on, com uma apuração de ‘ouvir dizer na Faria Lima’

Eu preciso ser cuidadoso. Não dá para acreditar que jornalistas que defendem a democracia, ou que assim se colocam, engulam isso e saem verbalizando ‘precisamos tomar cuidado com o Xandão’. Claro que sim, tem que desconfiar de todo mundo, jornalismo é isso. 

No entanto, Rovai alerta para o que está por trás das informações divulgadas. “Ontem o Merval estava falando de impeachment. Será que as pessoas não sabem ler nas entrelinhas o que está em jogo nesse país?”.

É disso que se trata: é uma operação para anistiar os caras que o Alexandre de Moraes prendeu, incluindo as Forças Armadas e parte do Supremo. É fazer isso e limpar a área para uma candidatura Tarcísio. É entregar pro Bolsonaro a prisão domiciliar e falar ‘agora vamos com Tarcísio’, todo mundo junto contra o Lula. É isso que está por trás.

O Alexandre de Moraes está no alvo porque a mulher dele tem um contrato com o Banco Master? Ela fez alguma coisa errada para conseguir este contrato? Ele pode estar mascarando alguma lavagem de dinheiro? Alguma operação de tráfico de influência? Pesquise. Pede CPI. Faz o que tem que fazer, mas não cai nessa esparrela, de ficar falando que tem gente de esquerda defendendo o Xandão. Lógico, e vai defender quem numa situação dessa?

Eles querem impeachment de Alexandre de Moraes pra depois fazer impeachment de Flávio Dino, pra depois mandar Bolsonaro pra casa, pra depois poder ganhar a eleição com Tarcísio e transformar isso aqui num grande território dos Estados Unidos. Será que não deu para perceber? Será que somos tão inocentes assim.?


Moraes e Galípolo confirmam reuniões, mas sem tocar no caso Master

 



Gilmar Mendes sai em defesa de Moraes e Toffoli após revelações sobre vínculos com o Banco Master


JEREMOABO PERDE PARTE DE SUA HISTÓRIA COM ABANDONO DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS

 JEREMOABO PERDE PARTE DE SUA HISTÓRIA COM ABANDONO DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS

Fonte: JV PORTAL / JEREMOABO TV

RP: 9291/BA

Pintura como era o Casarão da Família Cel João Sá "Manoel de Chico"

Jeremoabo assiste, há anos, à destruição silenciosa de patrimônios históricos de grande relevância cultural, diante da omissão de representantes dos poderes Executivo e Legislativo do Município. Bens que guardam a memória, a identidade e a história do povo Jeremoabense vêm sendo deixados ao abandono, sem ações concretas de preservação, restauração ou proteção legal. 


LLeia matéria completa abrindo o LINK: 

https://blogportaljv.blogspot.com/2025/12/jeremoabo-perde-parte-de-sua-historia.html?m=1

Nota da Redação Deste Blog - Só muda de opinião quem tem opinião


Por José Montalvão


Costuma-se dizer que mudar de ideia é sinal de fraqueza. Discordo. Na verdade, só muda de opinião quem tem opinião formada. Quem reflete, aprende. Quem aprende, evolui. Mudar de posição, quando feito à luz do conhecimento e da maturidade, é um dos maiores sinais de inteligência que um ser humano pode demonstrar.

Por isso, faço aqui um exercício público de revisão de pensamento. Não condeno mais, de forma isolada, o prefeito e os vereadores pelo abandono do patrimônio histórico, como fiz em outros momentos. A responsabilidade é mais ampla, mais profunda e, sobretudo, coletiva. Ela envolve gestores, legisladores e também a população, de maneira geral.

O patrimônio histórico é, de fato, uma das áreas mais complexas da gestão pública. Raramente há consenso. O que para uns é memória, identidade e valor cultural, para outros é entrave ao desenvolvimento, gasto excessivo ou peso financeiro. Essa divergência de percepções torna qualquer decisão um campo minado de críticas e incompreensões.

Existem vários fatores que alimentam essa complexidade.

Primeiro, os interesses conflitantes. Um imóvel histórico pode ser visto como um tesouro cultural ou, ao mesmo tempo, como um obstáculo para obras, investimentos ou modernização urbana. Em muitos casos, preservar significa renunciar ao lucro imediato.

Segundo, o valor subjetivo da história. O que hoje parece sem importância pode, amanhã, ser reconhecido como símbolo de uma época. A história não é estática; ela é reinterpretada conforme a sociedade amadurece — ou não.

Terceiro, a questão financeira. Manter um patrimônio histórico custa caro. Há limitações legais, exigências técnicas e pouca compensação aos proprietários ou ao poder público. Sem políticas claras e recursos específicos, preservar vira um desafio quase impossível.

Nesse contexto, uma frase precisa ecoa com força:
“Povo que não tem cultura não defende sua história, nem seus imóveis culturais.”

Essa afirmação não é ofensiva, é um alerta. A cultura é a base da identidade de um povo. Quando ela é frágil, a ligação emocional com o passado se rompe. E, sem vínculo emocional, não há defesa, não há luta, não há preservação.

O patrimônio cultural representa a memória coletiva. Ele conta quem fomos, como vivemos, quais erros cometemos e quais conquistas alcançamos. Abandoná-lo é aceitar o esquecimento. É permitir que a história seja apagada, distorcida ou simplesmente ignorada.

A falta de educação patrimonial é outro fator determinante. Não se preserva aquilo que não se conhece. Sem educação, o cidadão não entende o valor simbólico, histórico e social de um bem cultural. Passa por ele todos os dias sem enxergá-lo. E o que não é visto, não é defendido.

Por fim, há uma verdade dura, porém necessária:
um país, um estado ou um município que não valoriza sua história e sua cultura caminha para um futuro vazio, sem identidade, sem memória e condenado a repetir erros que poderiam ter sido evitados.

Portanto, mais do que apontar culpados, é hora de assumir responsabilidades. Preservar o patrimônio histórico não é tarefa exclusiva do gestor, nem do vereador, nem do historiador. É um dever coletivo. Enquanto não entendermos isso, continuaremos perdendo pedaços da nossa própria história — e, junto com eles, parte da nossa alma.

Mudar de opinião, nesse caso, não é recuar.
É avançar.

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