domingo, dezembro 21, 2025

Colisão entre quatro veículos deixa um morto e 12 feridos na BR-235

 Acidente ocorreu na noite desta sexta-feira, 19

(Foto: reprodução/redes)

Um grave acidente registrado no início da noite desta sexta-feira, 19, deixou uma pessoa morta e 12 feridas na BR-235, no município de Laranjeiras, em Sergipe. A ocorrência foi registrada por volta das 18h40, no km 23 da rodovia, e mobilizou diversas equipes de resgate e segurança.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o sinistro foi uma colisão frontal envolvendo quatro veículos, que trafegavam nos dois sentidos da via. Com o impacto, uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Outras 12 pessoas ficaram feridas e receberam atendimento das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros.

A PRF esteve no local para controlar o tráfego, realizar os levantamentos necessários e apurar as circunstâncias do acidente. O Instituto Médico Legal (IML) também foi acionado. Por causa acidente, o trânsito ficou interditado e foi totalmente liberado apenas por volta das 22h.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nota informando sobre o atendimento às vítimas encaminhadas para a rede hospitalar. Segundo a SES, quatro pacientes deram entrada no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse).

De acordo com a nota, o paciente A. S., de 20 anos, foi avaliado pelas equipes de Cirurgia Geral, Ortopedia e Traumatologia, realizou exames e permanece internado, sob cuidados das especialidades de Ortopedia e Bucomaxilofacial.

O paciente L. S. S., de 41 anos, também passou por avaliação das equipes de Cirurgia Geral e Ortopedia, realizou exames e segue internado, com indicação de procedimento cirúrgico.

Já o paciente D. S., de 40 anos, encontra-se na ala vermelha da unidade. Ele foi avaliado pelas equipes de Neurocirurgia, Ortopedia e Traumatologia, além de Cirurgia Geral, realizou exames complementares e continua sendo acompanhado pela equipe multidisciplinar do Huse.

O quarto paciente, L. C. O., de 40 anos, realizou tomografia computadorizada de crânio e exames radiográficos, sendo avaliado pelas equipes de Bucomaxilofacial, Cirurgia Geral, Neurocirurgia e Neurologia. Após exames e reavaliações, ele recebeu alta hospitalar.

Com informações da PRF e da SES

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A Verdade Não se Cala, a Imprensa Não se Intimida e a Justiça Não Pode Proteger Ímprobos

 

                                Foto Divulgação


A Verdade Não se Cala, a Imprensa Não se Intimida e a Justiça Não Pode Proteger Ímprobos

Em pleno período natalino — quando valores como verdade, justiça e responsabilidade deveriam falar mais alto — causa indignação constatar que ainda há quem tente transformar o Poder Judiciário em instrumento de censura, intimidação e blindagem de interesses escusos. Trata-se de uma distorção grave do Estado Democrático de Direito.

A Constituição Federal é clara, objetiva e inegociável: a liberdade de expressão e de informação é um direito fundamental, e a censura prévia é proibida no Brasil. Nenhuma autoridade, por mais poderosa que seja, pode impedir a divulgação de fatos, denúncias ou questionamentos de interesse público sob o pretexto de “preservar a imagem” de alguém.

A Justiça não existe para limpar reputações nem para apagar a realidade. Seu papel é apurar fatos, garantir o contraditório e a ampla defesa, julgar provas e aplicar a lei. Quando a Justiça passa a ser usada para silenciar a imprensa ou impedir denúncias, deixa de cumprir sua função constitucional e passa a flertar perigosamente com o autoritarismo.

É preciso dizer sem rodeios: a Justiça não pode — e não deve — proteger ímprobos. Quem comete atos ilícitos, pratica corrupção ou se vale do poder para benefício próprio deve responder por seus atos, e não ser blindado por decisões que tentam esconder a sujeira sob o tapete institucional. O Judiciário não foi criado para servir de escudo a maus agentes públicos.

Justiça Julga, Imprensa Informa

A função da Justiça é julgar; a da imprensa é informar. São funções distintas e indispensáveis à democracia. Nenhum tribunal tem poder para reescrever fatos, apagar denúncias ou controlar a memória coletiva. E, sobretudo, ninguém consegue calar a imprensa quando ela cumpre seu dever de informar a sociedade.

Se uma denúncia for falsa, a lei oferece meios legítimos de reparação. Mas impedir previamente a divulgação, censurar conteúdos ou intimidar jornalistas é inadmissível. Isso não protege a democracia — ao contrário, a enfraquece.

A absolvição nos autos não garante absolvição moral perante a opinião pública. A reputação não se reconstrói por sentença, mas por conduta, transparência e respeito à coisa pública. A opinião pública não se aniquila por decisão judicial.

A imprensa livre incomoda, fiscaliza, denuncia e expõe verdades que muitos preferem ocultar. E é exatamente por isso que ela é essencial. Onde se tenta calar a imprensa, proteger ímprobos e intimidar quem denuncia, o que está em jogo não é apenas uma reportagem, mas a própria democracia.

A verdade pode até ser combatida, atacada ou contestada. Mas não se apaga. A imprensa não se cala. E a Justiça, para ser justa, não pode jamais se prestar ao papel de proteger os que agem à margem da lei.

Pressionado, Hugo Motta enfrenta crise de autoridade e tenta recompor poder na Câmara



Não dá para esconder que o Brasil é um país injusto, imundo e cretino

Publicado em 20 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

Sorriso Pensante-Ivan Cabral - charges e cartuns: Charge: Salário x Fim do mês

Charge do Ivan Cabral (Sorriso Pensante) l

Vicente Limongi Netto

Orçamento para 2026 será de 6.5 trilhões de reais. Para as emendas parlamentares dos gulosos e esfomeados engomados serão destinados 61 bilhões de reais. Já o salário mínimo, para milhões de brasileiros que ralam e insistem em sobreviver, com famílias e dívidas, aumentará míseros 165 reais. Passará a ser 1.621 reais. 

Diante do quadro desigual e injusto, não há como esconder que o Brasil é mesmo um país injusto, imundo e cretino.

AMOR NATALINO – Sensibilizada com o natal, a Tv-Globo tem divulgado fotos de famílias brasileiras. Unidas e felizes. Aparecem na tela geralmente depois da anual e tradicional mensagem de boas festas da emissora.  Este ano a Globo incluiu familiares das atrizes e atores, além de jornalistas e narradores esportivos.

Aproveitando a boa sacada de amor no coração, a Globo, atendendo a pedidos, também começará a mostrar fotos e imagens de amigos inseparáveis. De uma vida inteira.

Como por exemplo, Arthur Lira comemorando com Renan Calheiros e Glauber Braga; Lula e Bolsonaro, vestidos de Papai Noel, juntos, distribuindo brinquedos na acolhedora Vila da Penha.

E MAIS – Hugo Motta com Ramagem e Eduardo Bolsonaro; Ministros Toffoli e Alexandre de Moraes, com a mulher, brindando a chegada do ano novo com o chefão do Banco Master.

Também o deputado petista Paulo Pimenta com o deputado Zé Trovão, do PL, que Pimenta costuma chamar de “Zé Chuvinha”, os dois brindando com champanhe o sucesso da CPMI do INSS que envolve Lulinha.

Por fim, Silas Malafaia presenteando o ministro Alexandre de Moraes com uma Bíblia, depois de chamar Xandão de “falastrão que engana o povo”.

Oportunismo Escancarado e a Velha Regra do “Rei Posto, Rei Morto”

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Oportunismo Escancarado e a Velha Regra do “Rei Posto, Rei Morto”

Em conversa com um de nossos colaboradores, emergiu um episódio que traduz, com perfeição incômoda, a face mais atrasada e nociva da política praticada em Jeremoabo na gestão passada. Um caso que dispensa rodeios e exige ser dito com todas as letras.

Houve, sim, um oportunista que, valendo-se do cargo que ocupava, exigiu do então prefeito a nomeação da esposa e do irmão, ambos sem concurso público, em flagrante afronta à Constituição e aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade. E pior: conseguiu. Usou o poder como moeda de troca e tratou a máquina pública como extensão dos próprios interesses familiares.

Enquanto o governo estava de pé, sobravam exigências, cobranças e conveniências pessoais. Agora, com o fim da gestão e com as contas das improbidades administrativas começando a chegar ao ex-prefeito, reina o silêncio. Nenhuma solidariedade, nenhum gesto, nenhuma tentativa de ajudar aquele que foi pressionado e explorado politicamente.

Por uma questão mínima de coerência — para não falar em gratidão — seria razoável esperar que quem tanto se beneficiou do poder também assumisse alguma responsabilidade diante das consequências que hoje se impõem. Mas a prática mostra outra realidade: aplica-se, com rigor, a velha e cruel máxima da política menor — “rei posto, rei morto”.

Esse tipo de comportamento não revela apenas ingratidão pessoal. Revela caráter. Revela uma cultura política onde princípios não existem, a ética é descartável e a lealdade dura exatamente o tempo da conveniência. Quando o poder acaba, acaba também a coragem de aparecer.

Jeremoabo paga caro por esse modelo. O desrespeito ao concurso público, o uso indevido de cargos e a normalização da improbidade administrativa corroem a confiança da população e atrasam o município. Não se trata de um caso isolado, mas de um retrato fiel de como interesses pessoais foram colocados acima do interesse coletivo.

O poder passa. Os cargos mudam. Mas os atos permanecem. E, cedo ou tarde, a conta chega — para quem praticou, para quem exigiu e para quem se beneficiou.

Na política dos oportunistas, o rei morre assim que perde o trono. Na vida real, porém, as responsabilidades não prescrevem com o fim do mandato. Elas apenas começam a ser cobradas.

sábado, dezembro 20, 2025

Silêncio da PGR diante de decisões de Toffoli tensiona investigação do Banco Master


PGR diz que não se manifestouporque o processo é sigiloso

Malu Gaspar
O Globo

Um detalhe tem chamado a atenção dos envolvidos nas investigações sobre a fraude do Banco Master: o silêncio da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre as decisões do relator Dias Toffoli no caso. Além de avocar para si a condução do caso, Toffoli ainda reforçou o sigilo das investigações, o que provocou mal-estar tanto na Polícia Federal (PF) como no Ministério Público. Mas, apesar de o próprio Toffoli ter pedido à PGR para se manifestar no caso, o procurador-geral, Paulo Gonet, segue inerte.

“O silêncio de Gonet é eloquente”, diz um subprocurador-geral da República ouvido reservadamente. Gonet tem como marca centralizar os processos e agir lentamente. Nesse caso, já faz alguns dias que ele recebeu o processo para manifestação (como o processo tramita sob sigilo máximo, não é possível saber exatamente quando isso ocorreu).

CAUTELA – “No melhor cenário, Gonet pode estar igual ao PM do esquadrão antibomba que age bem cautelosamente para fazer a coisa certa”, diz o subprocurador. Procurada, a assessoria da PGR informou que “não vai se manifestar porque o processo é sigiloso”.

Tanto Toffoli quanto Gonet já participaram de eventos com patrocínio do Banco Master. Em abril do ano passado, os dois compareceram ao I Fórum Jurídico Brasil de Ideias, organizado por uma empresária bolsonarista que já criticou “cidadãos de toga” e o “canetaço” do Supremo Tribunal Federal.

Além de Toffoli e Gonet, também participaram do evento os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes – cuja mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, foi contratada pelo Master com a previsão de pagamento de R$ 129 milhões ao longo de três anos, conforme revelou o blog.

VOTAÇÃO APERTADA – Em novembro, Gonet ganhou mais dois anos à frente da PGR na votação mais apertada no Senado Federal de um procurador-geral da República desde a redemocratização – foram 45 votos favoráveis (apenas quatro a mais que os exigidos pela Constituição) e 26 contra. O resultado ficou abaixo da projeção do relator da indicação de Gonet, senador Omar Aziz (PSD-AM), de 48 a 52 votos favoráveis.

Na última segunda-feira, Toffoli autorizou a retomada da investigação sobre as fraudes do Banco Master, determinando que as oitivas da PF com os investigados ocorressem “por videoconferência ou presencialmente em uma das salas de audiência localizadas nesta Suprema Corte, devendo ser gravadas e acompanhadas pelos magistrados auxiliares” de seu gabinete.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, tudo dominado. (C.N.)

O Brasil está em risco

 


 O Brasil está em risco.

Luiz Otavio Cavalcanti.

 

O Congresso brasileiro foi privatizado, ontem. Deixou de ser a Casa do povo. Passou a ser nicho de interesses particulares dos deputados. Uma espécie de varejo eleitoral.

Porque aprovou uma verba de 61 bilhões para emendas de parlamentares. 21% maior do que a verba deste ano. Tirando dinheiro do vale gás e do pé de meia. Quer dizer, tirou dinheiro de quem precisa de auxílio para comer. E de quem precisa de dinheiro para continuar estudando depois do segundo grau.

A verba eleitoral dos deputados é maior do que a verba de todos os projetos do PAC para 2026. Quer dizer, reeleger deputado passa a ser a prioridade das prioridades. Mais relevante do que os projetos sociais e de infraestrutura que vão ser executados próximo ano.

Isto não acontece por acaso. É um processo. De desmoralização política. Desmoralização que começou com irregularidades na presidência da Câmara, gestão do deputado Eduardo Cunha (2015-16). Processado, preso e condenado. Que perdeu o mandato.

Com a eleição de Jair Bolsonaro para presidente, o discurso anti sistema tomou conta do ambiente político. Os valores políticos foram diminuídos. Em favor de palavras e ações que tornavam a política uma atividade menor. Com isso, a dupla Arthur Lira, na presidencia da Câmara, e Ciro Nogueira, na Casa Civil de Bolsonaro, passaram a mandar na República. E, aí, nasceram as emendas secretas. E a hipertrofia de recursos para os deputados.

As consequências foram de duas ordens: destinação de dinheiro público para projetos municipais dos deputados descaracterizando o planejamento nacional. E criação de uma casta de deputados que manobra o poder na Casa, forçando o governo a aumentar o valor das emendas. A corrupção, hj, é uma evidência apontada pelo TCU e pela Política Federal.

Mas, há uma terceira consequência: a única instância capaz de se opor a este mau uso do dinheiro público é o Supremo Tribunal Federal. Foro dos deputados federais. Para manter o esquema de privilégios e corrupção de emendas secretas, os deputados passam a atacar o Supremo. Por sua vez, no Supremo, pelo menos dois ministros estão expostos em atos de legalidade e/ou moralidade duvidosa.

Resultado: há um ambiente de desmoralização de instituições no país. A ponto de o senador Alessandro Vieira dizer em entrevista que há um movimento de abafa na República. Para evitar que chegue ao conhecimento público atos de corrupção que poderão estar acontecendo nos três Poderes.

Quais são os atos de corrupção ? No Executivo, a farra do INSS. Na Câmara, a esbórnia das emendas secretas. No Judiciário, o trem da alegria de remunerações que alcançam cem mil reais mensais e o segredo do processo do Banco Master.  A suspeita mais recente de corrupção atinge o líder do PL, Partido de Bolsonaro. Que mantem 400 mil reais em casa.

O país vive um momento grave. Porque não há uma liderança moral capaz de botar ordem na política. Não há um Ulysses Guimarães, um Mario Covas, um Celio Borja. Está na hora de os parlamentares, que não concordam com este cenário, se unirem em torno de duas iniciativas:

1 Alterar a legislação para conferir transparência aos recursos orçamentários, extinguindo as emendas secretas;

2 Responsabilizar os deputados que cometem atos de corrupção, eliminando a vergonha de um corporativismo que nivela por baixo os membros do Parlamento.

Jeremoabo Avança na Segurança Pública e Articula Instalação de Companhia Independente da Polícia Militar

                                                Foto Divulgação


A segurança pública de Jeremoabo entra em um novo patamar de prioridade e planejamento estratégico.

O prefeito Tista de Deda assumiu o compromisso de doar uma área estratégica do município para viabilizar a instalação de uma Companhia Independente da Polícia Militar, uma medida que representa um avanço histórico para a segurança local e regional.

A proposta prevê ampliação do efetivo policial, chegada de novas viaturas, fortalecimento dos serviços de inteligência e melhores condições operacionais para as forças de segurança, beneficiando não apenas Jeremoabo, mas todo o território da região nordeste da Bahia.

A solicitação para a criação da Companhia Independente já foi apresentada ao governador Jerônimo Rodrigues, destacando o papel estratégico de Jeremoabo no mapa da segurança pública regional e a necessidade de uma estrutura mais robusta e permanente no município.

Nesta semana, o prefeito esteve reunido com o Coronel Daniel Figueiredo, comandante da Região Nordeste, e com o Major Thiago Carvalho, comandante da Rondesp Nordeste e Capitão Campos, para a vistoria técnica da área que está em estudo para doação. 

A reunião contou ainda com a presença do presidente da Câmara Municipal, Neguinho de Lié, reforçando a união institucional entre Executivo e Legislativo em torno de uma pauta considerada prioritária para a população.

Para o prefeito Tista de Deda:

“Segurança não se faz apenas com discurso. Se constrói com decisão, estrutura e planejamento. Nosso compromisso é criar condições reais para que Jeremoabo tenha mais policiais, mais viaturas e mais inteligência atuando diariamente, garantindo proteção e tranquilidade para o nosso povo.”

A gestão municipal segue conduzindo os estudos técnicos e institucionais necessários, reafirmando o compromisso de garantir mais investimentos em segurança pública e consolidar Jeremoabo como referência regional em proteção, presença policial e cuidado com a vida.


Nota da Redação Deste Blog - Segurança como Prioridade: Jeremoabo Avança com Articulação para Companhia Independente da PM


Por José Montalvão

O prefeito de Jeremoabo, Tista de Deda, vem demonstrando, na prática, que as promessas de campanha não ficaram apenas no discurso. Com o apoio da Câmara de Vereadores, sob a presidência de Neguinho de Lié, a atual gestão tem avançado de forma gradual, porém consistente, nas áreas consideradas prioritárias: educação, saúde e segurança pública.

No campo da segurança, um passo importante começa a se desenhar. Em articulação direta com o governador Jerônimo Rodrigues, o prefeito trabalha para viabilizar a instalação de uma Companhia Independente da Polícia Militar em Jeremoabo. Para tornar esse projeto realidade, Tista de Deda assumiu um compromisso concreto e estratégico: a doação de uma área do município, em local adequado, para possibilitar a implantação da unidade.

A importância de uma Companhia Independente da PM vai muito além da simbologia institucional. Na prática, ela representa mais autonomia administrativa, maior efetivo policial, melhor estrutura operacional e respostas mais rápidas às ocorrências. Diferente de um simples destacamento subordinado a outro município, a companhia independente coloca Jeremoabo em um novo patamar dentro da política de segurança pública do Estado.

Os benefícios não se limitam apenas ao município. Jeremoabo é polo regional e atende uma vasta área com comunidades rurais extensas e municípios vizinhos que também dependem da atuação da Polícia Militar. Com a companhia instalada, toda a região circunvizinha será impactada positivamente, com reforço no policiamento ostensivo, maior capacidade de prevenção ao crime e melhor integração com outras forças de segurança.

Além disso, a presença de uma Companhia Independente contribui diretamente para a sensação de segurança da população, fator essencial para o desenvolvimento econômico, atração de investimentos, fortalecimento do comércio local e melhoria da qualidade de vida. Segurança pública eficiente é base para que educação e saúde também funcionem de forma plena.

A iniciativa mostra uma gestão que compreende que governar exige planejamento, articulação política e decisões concretas. Ao assumir o compromisso de doar a área e buscar a parceria com o Governo do Estado, o prefeito Tista de Deda sinaliza que Jeremoabo não quer mais soluções paliativas, mas sim estruturas permanentes e duradouras.

Se concretizada, a Companhia Independente da Polícia Militar será um marco histórico para Jeremoabo, reafirmando que, quando Executivo, Legislativo e Governo do Estado caminham juntos, quem ganha é a população.

NOTA DE PESAR

É com profundo pesar que comunico o falecimento de Zélia Nolasco, ocorrido na data de hoje.

O sepultamento será realizado amanhã, dia 21/12, às 10h, no Cemitério Colina da Saudade.

Zélia Nolasco foi esposa do desembargador José Nolasco, já falecido, e deixa saudades entre familiares, amigos e todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento de dor e luto.

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