quinta-feira, dezembro 25, 2025

Pensamento apocalíptico originou a crença em Jesus humano e divino


Os 5 grupos seguidores de JESUS - Planetta Cristão

Jesus Cristo é visto como ser humano e como ser divino

Reinaldo José Lopes
Folha

É óbvio que muita coisa aconteceu entre a primeira formulação clara do monoteísmo judaico (um só Deus) no fim do exílio na Babilônia (séculos 6º a.C. e 5º a.C.) e o ministério público de Jesus até mais ou menos o ano 30 d.C.

Mas talvez seja possível resumir esses séculos todos citando dois fatores: 1) a continuidade do domínio imperial sobre a comunidade judaica; 2) a frustração das expectativas proféticas.

TERRA OCUPADA – Ao longo de 500 anos, o antigo território israelita ficou sob domínio persa, depois se submeteu ao conquistador macedônio Alexandre, o Grande e passou os séculos seguintes sendo disputado por duas dinastias de seus sucessores, sediadas no Egito e na Síria, até cair, por fim, nas garras de Roma.

Uma forma tênue de independência política judaica existiu por menos de um século (de 141 a.C. a 63 a.C.) quando a família sacerdotal dos Asmoneus ou Macabeus organizou uma revolta bem-sucedida, mas isso já era memória distante quando Jesus nasceu.

Textos tardios da Bíblia Hebraica e outros que não entraram em seu cânone (a lista de livros bíblicos oficiais) continuavam a ser produzidos. Eram obras que tinham de lidar com o fato de que as promessas de paz perpétua e universal e da restauração do trono do rei David, feitas pelos profetas mais antigos, não tinham se realizado. 

FÉ JUDAICA – Os judeus estavam cada vez mais integrados a um mundo cosmopolita de língua grega que, em muitos casos, enxergava com desprezo e hostilidade sua fé ancestral. Uma das reações foi a criação da linguagem apocalíptica (em grego, “Revelação”).

Com cenas aparentemente fantasiosas que o saudoso Dale Martin, professor de Novo Testamento da Universidade Yale (EUA), já comparou a “Star Wars”, as narrativas apocalípticas apresentam uma linguagem cifrada e simbólica sobre a conflagração cósmica definitiva entre a luz e as trevas.

Seu grande exemplo na Bíblia Hebraica é o livro de Daniel, provavelmente escrito no início da revolta dos Macabeus.

DRAGÕES E BATALHAS – Além do simbolismo exuberante, com monstros, dragões e grandes batalhas, os textos apocalípticos se caracterizam também pela presença de seres benfazejos e poderosos, intermediários entre Deus e o povo perseguido de Israel.

Muitos deles são anjos, que recebem de Iahweh (agora quase sempre chamado de “o Senhor”) uma posição semelhante à de vice-rei ou segundo em comando. Mas o livro de Daniel introduz uma figura mais misteriosa, “um Filho de Homem”, que receberia das mãos de Deus o poder supremo e um reino eterno no fim dos tempos. “Filho de Homem”, na tradição hebraica, significava originalmente apenas “ser humano”.

Mas a expressão fomentou em alguns círculos judaicos a ideia de que se tratava de outra classe de ser sobrenatural vindouro. E passaria a designar o próprio Jesus.

Melhor negócio atualmente no Brasil é ser “dono” de partido político


UMA CHARGE CADA VEZ MAIS ATUAL…

Charge do Ivan Cabral (Sorriso Pensante)

Roberto Nascimento

Há muitos exemplos da desagregação política de importantes nações, quando perdem o líder que as conduzia. Basta lembrar o marechal Josip Tito e o caso da Iugoslávia, um país que simplesmente não existe mais.

Quando ele morreu, a unidade nacional foi rompida. Houve uma guerra civil violenta. Surgiram, então, sete países independentes: Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia do Norte, Montenegro, Sérvia e, parcialmente reconhecido, o Kosovo.

AQUI NO BRASIL – O PTB era fortíssimo com Getúlio. Sem ele o Partido foi minguando, depois fundiu-se com o Patriota e hoje não existe mais.

A UDN era Carlos Lacerda. Sem ele, até tentaram recriá-la, mas fracassou.

0 MDB perdeu força política com a morte do líder Ulysses Guimarães. E o PSDB virou um partido nanico, com a aposentadoria de FHC e a morte de Franco Montoro e Mario Covas.

SALADA PODRE – Hoje existe uma salada partidária sem ideologia e sem projeto de país, que servem apenas para enriquecer os donos dos partidos.

O MDB livrou de Michel Temer, o chefe do chamado quadrilhão, mas outros partidos estão dominados, como o PL de Valdemar Costa Neto, o PP de Ciro Nogueira, o PSD recriado por Gilberto Kassab, o União Brasil de Antônio Rueda e o Republicanos de Marcos Pereira, que representa Edir Macedo, da Igreja Univeral.

CENTRÃO – Essa fragmentação partidária, reunida sob o codinome de Centrão, não tem como dar certo para o país.

No entanto, no que se relaciona à vida financeira desses dirigentes partidários, eles estão no melhor dos mundos, como diria Voltaire.

O país que se dane, o que eles querem é o dinheiro do Fundo Partidário, do Fundo Eleitoral e das emendas parlamentares.  Ser dono de partido, com ou sem mandato parlamentar, é um verdadeiro negócio da China.

A inflação que fecha na conta, mas não fecha no bolso do trabalhador


Charge do André Félix (Arquivo do Google)

Pedro do Coutto

O governo anuncia, com otimismo, que a inflação deve encerrar o ano em 4,4% e projeta um cenário ainda mais benigno para 2026. No papel, o número soa como alívio. Na vida real, porém, ele encontra resistência.

É difícil aceitar essa taxa como tradução fiel do que ocorreu ao longo do ano, quando os preços — sobretudo dos alimentos — subiram muito além do que a média oficial sugere. A sensação cotidiana é a de que o custo de vida avançou mais rápido do que as estatísticas conseguem captar.

DESCOMPASSO – Parte desse descompasso está na forma como a inflação é medida. No caso dos alimentos, o levantamento considera, em muitos casos, os preços mínimos praticados no mercado, e não a média efetivamente paga pelo consumidor. Essa diferença técnica, legítima do ponto de vista metodológico, produz um efeito político e social relevante: a inflação pode parecer controlada nos indicadores, enquanto continua pressionando o orçamento das famílias, especialmente das que gastam a maior parte da renda com itens básicos.

Não se trata de negar que houve algum arrefecimento em determinados momentos. De fato, o aumento não foi explosivo. Mas também está longe de ter sido irrelevante. O problema é que, quando se anuncia uma compensação ou uma desaceleração, o consumidor percebe que, no dia seguinte, os preços continuam subindo — ou, no mínimo, não recuam. A inflação sentida é cumulativa, persistente e pouco sensível às boas notícias oficiais.

DESCONFIANÇA – Esse desalinhamento entre números e percepção corrói a confiança. A política econômica pode até cumprir a meta, mas a legitimidade dessa conquista depende de algo mais simples e mais difícil ao mesmo tempo: fazer com que o cidadão comum reconheça o resultado no supermercado, na feira, no restaurante popular. Quando isso não acontece, o discurso técnico soa distante, quase abstrato.

Há ainda um elemento estrutural que não pode ser ignorado. Mesmo variações aparentemente pequenas pesam mais sobre quem tem menos. Um aumento modesto nos alimentos tem impacto desproporcional sobre as famílias de baixa renda, para as quais a comida não é um item entre outros, mas o centro do orçamento doméstico. A média estatística dilui essas desigualdades; o cotidiano, não.

DESAFIO – Projetar uma inflação menor em 2026 é desejável e necessário. Mas o desafio real não é apenas cumprir um número dentro da meta. É alinhar a política de preços, a comunicação governamental e a experiência concreta da população. Sem isso, a inflação continuará sendo, ao mesmo tempo, um sucesso técnico e um fracasso perceptivo.

No fim das contas, controlar a inflação não pode ser apenas um exercício contábil. Precisa ser, sobretudo, um compromisso com a vida real — aquela que não fecha balanço, mas precisa fechar o mês.


Em discurso de Natal, Lula antecipa bandeiras da campanha de 2026

Vereador Zé Miúdo e o alerta que não pode ser ignorado


Há um ditado popular bastante conhecido que diz: “conselho e água benta só se dá a quem pede”. Ainda assim, há momentos em que o silêncio se torna conivência, e o alerta, mesmo não solicitado, passa a ser um dever cívico. A política, sobretudo no exercício de um mandato eletivo, exige atenção redobrada aos limites legais e institucionais.

Vereador Zé Miúdo, de forma talvez inadvertida e sem aparente má-fé, o senhor vem se expondo de maneira preocupante. Ao fazer publicações e vídeos nas redes sociais afirmando que pratica assistencialismo, acaba colocando o próprio mandato em situação delicada, quase como se estivesse sendo colocado em “leilão público”.

É importante lembrar — e isso não é opinião, mas previsão legal — que o assistencialismo, quando praticado por agente público fora dos parâmetros da lei e da política pública institucional, pode ser caracterizado como ato de improbidade administrativa. As consequências são graves: perda do mandato, suspensão dos direitos políticos e inelegibilidade por anos. Trata-se de um risco real, concreto e plenamente conhecido pelos órgãos de controle.

O mais preocupante é que, ao divulgar tais ações, o próprio vereador acaba oferecendo provas contra si mesmo. Quando esses fatos chegam ao conhecimento do Ministério Público, não há espaço para proteção política, acordos de bastidores ou solidariedade de ocasião. A apuração passa a ser obrigatória. Basta uma denúncia — de qualquer cidadão ou até de um colega de Câmara — para que o procedimento seja instaurado, com desdobramentos muitas vezes irreversíveis.

É preciso ter clareza: o papel do vereador não é substituir o Executivo nem agir como benfeitor individual, mas fiscalizar, legislar e defender políticas públicas estruturantes, que beneficiem a coletividade de forma legal, impessoal e transparente.

Portanto, o alerta é feito com responsabilidade: observe com cuidado o que está sendo feito e, principalmente, o que está sendo divulgado. A Justiça pode até ser cega, mas quando decide enxergar, enxerga tudo — e sem distinção de nomes, cargos ou intenções.

Cuidar do mandato é, antes de tudo, respeitar a lei.

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Acusações sem provas e o jornalismo que insiste em não aprender

 Caso envolvendo Alexandre de Moraes expõe a repetição de métodos que marcaram a cobertura da Lava Jato e custaram reputações sem o devido lastro factual

                                         Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF


A recente publicação que sugere uma suposta interferência do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes junto ao Banco Central segue um roteiro já conhecido do público brasileiro: insinuações graves, ausência de provas concretas e forte impacto político imediato. Até o momento, não foram apresentados documentos, registros ou evidências objetivas que sustentem a acusação.

Tanto Alexandre de Moraes quanto o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foram categóricos ao desmentir a narrativa. Ambos afirmaram que a reunião citada teve como pauta exclusiva a Lei Magnitsky, tema de natureza institucional e internacional, sem qualquer relação com o Banco Master ou com processos de supervisão financeira. A Febraban e o próprio Banco Central reforçaram, em notas oficiais, a autonomia técnica da autoridade monetária e a inexistência de interferência externa.

O episódio reacende um debate que o país conhece bem: o modelo de jornalismo baseado em vazamentos seletivos, fontes anônimas e ilações, amplamente utilizado durante a operação Lava Jato. Naquele período, acusações publicadas sem o devido contraditório ou comprovação ajudaram a moldar narrativas que, mais tarde, ruíram nos tribunais, mas não antes de causar danos profundos a reputações, à política e à própria credibilidade da imprensa.

Questionar autoridades é dever do jornalismo. Substituir provas por conjecturas, não. Quando veículos de grande alcance optam por publicar suspeitas sem lastro factual, deslocam o debate do campo da informação para o da especulação – e contribuem para a erosão da confiança pública.

O caso envolvendo Alexandre de Moraes não é apenas sobre um ministro ou uma reunião institucional. É sobre a necessidade urgente de rever práticas jornalísticas que confundem denúncia com insinuação e investigação com narrativa pré-construída. Um jornalismo comprometido com a democracia precisa aprender com seus próprios erros – especialmente aqueles cometidos em capítulos recentes da história brasileira.

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Presidente da Câmara de Jeremoabo cita pontos importantes de 2025

 


Presidente da Câmara de Jeremoabo faz balanço de 2025 e aponta caminhos para 2026

Em diálogo conosco, o presidente da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, Neguinho de Lié, fez uma avaliação criteriosa do primeiro ano à frente do Legislativo municipal. Segundo ele, 2025 se encerra como um período de resultados concretos, amadurecimento institucional e importantes avanços na legislação, com destaque para a valorização dos servidores e a construção de bases sólidas para uma atuação ainda mais participativa em 2026.

Ao longo do ano, a Câmara manteve uma agenda intensa de trabalhos. Sessões ordinárias, especiais e solenes, além de audiências públicas e espaços de fala popular, contribuíram para aproximar o Parlamento da sociedade e fortalecer o papel democrático da Casa. Para Neguinho de Lié, esse conjunto de ações ajudou a consolidar o Legislativo como um ambiente aberto, plural e atento às demandas reais da população jeremoabense.

O presidente ressaltou que o diálogo permanente foi um dos pilares da sua gestão. Mesmo diante da diversidade de opiniões e posições políticas, a condução dos trabalhos priorizou o respeito institucional e a busca pelo interesse coletivo. Essa postura, segundo ele, foi fundamental para garantir a tramitação e aprovação de matérias relevantes para o município.

Outro ponto enfatizado no balanço foi a atenção dada aos servidores da Câmara. A gestão apostou na valorização humana e profissional como instrumento de eficiência administrativa. Para Neguinho de Lié, investir nos servidores é investir diretamente na qualidade dos serviços prestados ao cidadão, na organização interna e na celeridade dos processos legislativos.

Como todo primeiro ano de gestão, 2025 também apresentou desafios. A necessidade de conciliar diferentes visões políticas exigiu equilíbrio, maturidade e compromisso da Mesa Diretora, dos vereadores e das comissões permanentes. Ainda assim, o presidente avalia que o saldo foi positivo, justamente pela capacidade de diálogo e cooperação construída ao longo do período.

Olhando para o futuro, Neguinho de Lié afirmou que 2026 surge com grandes expectativas. A meta é avançar na modernização do Legislativo, ampliar os mecanismos de transparência e estimular ainda mais a participação popular nas decisões da Casa, reforçando o papel fiscalizador e legislativo da Câmara em benefício do desenvolvimento de Jeremoabo.

Ao final da conversa, o presidente deixou uma mensagem de agradecimento e esperança: reforçou a confiança no trabalho conjunto entre servidores, vereadores e população, desejando um Natal de paz e um Ano Novo de renovação, compromisso público e avanços para todo o município.

Luto no Sertão de Jeremoabo: Adeus ao Vereador Dedé de Manoel de Pedrinho


O Sertão de Jeremoabo amanheceu mais silencioso com a triste notícia do falecimento do ex-vereador Manoel José Souza Gama, carinhosamente conhecido como Dedé de Manoel de Pedrinho. Nascido em 24 de agosto de 1959, Dedé faleceu à 1h da manhã, no ano de 2025, vítima de um enfarte, deixando uma lacuna profunda na vida pública e no coração do povo jeremoabense.

Homem simples, de fala direta e presença constante junto à população, Dedé construiu sua trajetória política ancorado no compromisso com o Sertão e com as causas do homem do campo. Sua atuação como vereador foi marcada pela proximidade com as comunidades, pela escuta atenta e pela defesa firme dos interesses coletivos, características que lhe renderam respeito e reconhecimento.

O velório acontece na Câmara de Vereadores de Jeremoabo, espaço que tantas vezes foi palco de sua dedicação ao serviço público. O sepultamento será realizado hoje, às 16h, no Cemitério da SECOF, reunindo familiares, amigos, colegas e admiradores para a última despedida.

Neste momento de dor, Jeremoabo se une em solidariedade aos familiares e amigos, reconhecendo a contribuição de Dedé de Manoel de Pedrinho para a história política e social do município. Que a fé conforte os corações enlutados e que o legado de trabalho e simplicidade deixado por ele permaneça como exemplo.

Que Deus conforte os familiares e amigos. Descanse em paz, Dedé.

quarta-feira, dezembro 24, 2025

2025 se despede, 2026 se anuncia: Jeremoabo vive um novo tempo sob a gestão de Tista de Deda



Por José Montalvão


O ano de 2025 caminha para o seu encerramento deixando para Jeremoabo mais do que números e relatórios administrativos. Deixa, sobretudo, sinais concretos de reconstrução, organização e esperança. No primeiro ano à frente da Prefeitura, o prefeito Tista de Deda vem apresentando à população um balanço responsável e realista da sua gestão, destacando avanços importantes e, ao mesmo tempo, reconhecendo os muitos desafios ainda existentes.

Não se tratou de um discurso triunfalista, mas de uma prestação de contas baseada em ações. Obras retomadas, investimentos na saúde, melhorias na educação e reorganização administrativa marcaram esse primeiro ciclo de governo. Segundo o gestor, 2025 foi um ano de muito trabalho, enfrentamento de problemas herdados e decisões difíceis, mas necessárias.

A expectativa para 2026 é ainda maior. Com orçamento próprio fortalecido e parcerias com os governos Federal e Estadual, a Prefeitura pretende ampliar significativamente os benefícios à população jeremoabense. O prefeito foi claro ao afirmar que os recursos da gestão serão colocados “em campo”, com foco em resultados concretos para toda a cidade, da sede à zona rural.

Entre as metas anunciadas está o início da construção de unidades habitacionais, um passo fundamental para reduzir o déficit de moradia e garantir dignidade a muitas famílias. Na saúde, os avanços já são visíveis: melhoria no atendimento hospitalar, regularização da distribuição de medicamentos e ampliação do acesso inclusive nos postos da zona rural, algo historicamente negligenciado em gestões anteriores.

No entanto, a administração não fecha os olhos para os problemas urgentes. A mobilidade urbana é um dos principais desafios a serem enfrentados, assim como a continuidade da recuperação das estradas vicinais e a busca de soluções definitivas para o abastecimento de água na zona rural, uma das maiores dores da população.

Desde a posse, o prefeito tem reafirmado um conceito que vem se tornando marca da gestão: uma administração inconformada, inquieta e ativa. Inconformada com o atraso, inquieta diante dos problemas e ativa na busca de soluções. Uma gestão que não adia decisões, não transfere responsabilidades e não aceita empurrar dificuldades para o futuro.

Respeito ao cidadão, escuta ativa das reclamações e aprendizado a partir delas fazem parte desse novo modelo administrativo. Da mesma forma, há um compromisso público de repudiar sobrepreços, superfaturamentos, calotes e a velha cultura da impontualidade e do descaso com o dinheiro público.

A proposta é clara: construir uma administração criativa, inovadora, preocupada com o presente, mas atenta às necessidades do futuro. Uma gestão que compreende que os problemas existem, mas que eles são sempre menores do que a vontade política de resolvê-los.

Apesar do pouco tempo de governo, e de uma situação inicial extremamente difícil encontrada, os primeiros passos já foram dados. A estrada começou a ser trilhada. E essa sensação, como bem define o próprio gestor, é positiva e encorajadora.

Jeremoabo ainda tem muito a fazer, mas agora tem direção, planejamento e compromisso. A confiança depositada pela população começa a ser retribuída com trabalho, seriedade e dedicação. Porque, como ensina a prática política responsável, a incompetência é uma forma de reacionarismo — e esta gestão se afirma como progressista, comprometida e fiel aos compromissos assumidos com o cidadão.

2025 se despede.
2026 se anuncia.
E Jeremoabo segue, com esperança, no caminho da transformação.

"A corrupção no Judiciário e o caso dos magistrados aposentados pelo Conselho Nacional de Justiça (2008-2017)." by Moisés Lazzaretti Vieira

 

A corrupção no Judiciário e o caso dos magistrados aposentados pelo Conselho Nacional de Justiça (2008-2017).
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Author Photo Moisés Lazzaretti Vieira
2019, Dissertação (Mestrado em Ciência Política). Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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