sexta-feira, dezembro 19, 2025

A fraude do INSS vai invadir 2026

 

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Arte: Marcelo Chello

Já é quase Natal e a Polícia Federal segue trabalhando atrás dos fraudadores que passaram a mão nos aposentados do INSS. Pegaram até senador — e não qualquer senador, mas um vice-líder do governo Lula e um aliado do presidente do Senado. Lula diz que vão pegar quem tiver que pegar, inclusive o filho dele, se estiver metido nisso. E tem mais por hoje: Lula também garantiu que vai vetar o projeto de lei que reduz a pena de Bolsonaro. E o Hugo Motta, que passou a mão no mandato do Dudu Bolsonaro e do Alexandre Ramagem? Mas não se enganem: Dudu segue podendo se candidatar, BRASEW. Vem ler.

A treta é a seguinte: Weverton é senador pelo PDT do Maranhão, é vice-líder do governo no Senado, é aliado de Alcolumbre, é o relator do processo de aprovação de Jorge Messias para o Supremo (indicado de Lula), é relator do projeto para mudar a lei do impeachment. Ou seja, Weverton não é um qualquer no Senado. E ele foi hoje alvo da Polícia Federal por suspeita de fazer parte do esquema que desviou dinheiro dos aposentados do INSS. Mais do que isso: ele seria um sócio oculto do esquema. O supremo André Mendonça avaliou que há fortes indícios contra o senador, mas ponderou que seria drástico demais concordar com a prisão. Aí, permitiu somente uma busca e apreensão.

Enquanto isso, no Planalto, Lula recebeu os jornalistas e está mais candidato do que nunca. Quando questionado sobre as suspeitas de que seu filho teria ligações com o povo da fraude do INSS, ele já saiu dizendo que foi o governo dele que investigou e garantiu que, se o filho estiver metido nisso, vai ser investigado como todo mundo. Mas na CPI, Lulinha já teve sorte e a base do governo conseguiu evitar que ele sequer fosse ouvido em depoimento. E fato é também que foi no governo de Lula que os valores dos desvios estouraram, diga-se de passagem.

É, BRASEW, a fraude do INSS parece que será uma herança para 2026.

A entrevista

E eis que, enfim, Lula resolveu dar uma entrevista coletiva para jornalistas. Vamos ao resumitcho.

  1. Lula disse que tudo o que precisava ser aprovado no Congresso já foi aprovado. E que o projeto para reduzir jornada de trabalho precisa vir dos sindicatos.

  2. Lula garantiu que vai vetar o projeto de lei que reduz as penas do povo do 8 de janeiro.

  3. Lula deu a entender que vai dar mais tempo para a Europa entregar o acordo com o Mercosul, antes de desistir de vez.

  4. Lula botou dúvidas sobre os motivos de Estados Unidos e Venezuela estarem brigando. Não parece ser pelo fim do governo do ditador Maduro.

  5. Lula disse que não é possível alguém da envergadura de Haddad sair do Ministério da Fazenda e ir pra casa. Haddad disse que vai deixar o ministério para fazer a campanha de Lula, mas que não quer ser candidato.

  6. Lula garantiu que, no seu governo, os Correios não serão privatizados de jeito nenhum, mas que também não pode admitir prejuízo. Prometeu um choque de gestão, falou em transformá-lo em companhia de economia mista (com capital privado) e até em parceria com empresas privadas.

  7. Lula disse que o governo tem problema de comunicação para as eleições porque fez coisa demais, e daí é difícil escolher. Claro, claro.

Enquanto isso, no Congresso...

Assim como Lula diz não saber qual é a agenda de Maduro e Trump nessa possível guerra em torno da Venezuela, a gente não consegue saber direito os passos dos manda-chuvas do Congresso. A novidade hoje foi Hugo Motta, o atual dono da Câmara frigorífica, que resolveu cassar os mandatos de Dudu Bolsonaro e Alexandre Ramagem só com uma mera decisão da mesa diretora.

Na semana passada, Huguito botou o Plenário da Câmara para votar a cassação dos mandatos de Glauber Braga e Carla Carabina Zambelli. E o que aconteceu? Nenhum dos dois foi cassado. Mas, no caso de Zambelli, havia uma decisão do Supremo e Huguito já tinha que ter carimbado o fim do mandato da deputada sem votação nenhuma do plenário. Huguito ficou mal na foto com o Supremo e agora resolveu cassar Dudu e Ramagem.

Mas Dudu pode se candidatar

A decisão de Huguito no caso de Dudu Bolsonaro foi, no fim das contas, boa para o filho 02. É que, como ele foi cassado pelo número de faltas e não por questão ética, ele poderá se candidatar nas próximas eleições, segundo me conta um experiente advogado eleitoral. Mas claro que o Supremo pode condenar Dudu, e daí ele poderá ficar inelegível. Já Ramagem não pode se candidatar porque está foragido, e, quando voltar ao Brasil, vai direto para a prisão para cumprir a pena do golpe do 8 de janeiro.

O Dudu disse que foi bom:

“Cassaram meu mandato exatamente por eu ter feito o que meus eleitores esperam de mim. Para mim, o que fica é uma medalha de honra. Não é a perda de um mandato. Eu tenho certeza de que essa história ainda não acabou.”

Sei não se os eleitores do Dudu queriam mesmo que ele fizesse essa trapalhada toda que fez nos States contra o Brasil. Ele não ajudou o pai, que foi condenado de qualquer jeito, e ainda deixou Lula como um candidato mais forte. Mas se ele achou bom, tá ótimo.

E, finalmente, amanhã é sexta!!!

Nota de pesar pelo falecimento de José Gomes de Araújo, o Zezinho do INPS

 

                                                         Foto Divulgação

Nota de pesar pelo falecimento de José Gomes de Araújo, o Zezinho do INPS

Foi com profundo pesar que tomei conhecimento, na manhã desta sexta-feira, do falecimento do meu ex-colega do INPS, José Gomes de Araújo, carinhosamente conhecido por todos como Zezinho do INPS.

Natural da cidade de Água Branca, em Alagoas, Zezinho nasceu em 4 de setembro de 1943. Ainda jovem, aos 19 anos de idade, mudou-se para Paulo Afonso, cidade que adotou como sua terra e à qual dedicou grande parte de sua vida pessoal, profissional e política.

Concluiu o 1º grau completo e construiu uma trajetória marcada pelo serviço público e pelo compromisso com a coletividade. Foi Funcionário Público Federal, atuando no antigo INPS, onde conquistou o respeito de colegas e da população pela seriedade, simplicidade e espírito público.

Na vida familiar, foi um homem dedicado. Casado com Maria das Graças, deixa dois filhos, além de um legado de valores, dignidade e responsabilidade.

Zezinho do INPS também escreveu seu nome na história política de Paulo Afonso ao exercer, de forma expressiva, sete mandatos como Vereador na Câmara Municipal, fato que por si só demonstra a confiança reiterada que o povo depositou em sua atuação parlamentar. Sua trajetória política foi marcada pela proximidade com a população, pelo diálogo e pela defesa dos interesses do município.

Sua partida deixa um vazio irreparável entre familiares, amigos, ex-colegas de trabalho e todos aqueles que conviveram com sua presença firme, serena e respeitosa. Fica, contudo, o exemplo de uma vida dedicada ao serviço público, à família e à comunidade.

Neste momento de dor, manifesto meus mais sinceros sentimentos à família enlutada, desejando que Deus conceda conforto, força e resignação para enfrentar essa perda. Que José Gomes de Araújo, o eterno Zezinho do INPS, descanse em paz e tenha sua memória sempre honrada por aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Funcionários fantasmas e o uso criminoso do FUNDEB: um escândalo que exige resposta imediata em Coronel João Sá

 

Nota da redação deste Blog -  Funcionários fantasmas e o uso criminoso do FUNDEB: um escândalo que exige resposta imediata em Coronel João Sá


Imoralidade, ilegalidade e o retrato da impunidade

No meu entendimento, essa suposta prática de amparar e adotar “fantasmas” é imoral, ilegal e configura, em tese, ato criminoso condenável sob todos os aspectos. Trata-se de um ataque direto à educação pública, que já sofre com falta de estrutura, salários defasados, carência de profissionais e ausência de investimentos reais.

No entanto, é preciso dizer algo ainda mais incômodo: esses são apenas os “fantasminhas”. Os fantasmas grandes, os verdadeiramente poderosos, seguem à solta, blindados pela impunidade, protegidos por estruturas políticas que se retroalimentam. São exatamente aqueles que deveriam ser os primeiros a dar exemplo, mas que, ao contrário, se aproveitam do cargo para cometer ilegalidades.

O caso de Coronel João Sá não pode ser tratado como mais uma denúncia esquecida no tempo. A sociedade exige respostas, os órgãos de controle precisam agir com rigor e o Ministério Público deve ir até as últimas consequências. Educação não é moeda de troca, FUNDEB não é caixa político e cargo público não é favor pessoal.

Silenciar diante disso é ser cúmplice. Denunciar é um dever.

 

De Guarda a Polícia Municipal: O Caminho da Modernização em Jeremoabo

 

                                                     Foto Divulgação

De Guarda a Polícia Municipal: O Caminho da Modernização em Jeremoabo

Em um diálogo recente e produtivo com o presidente da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, Neguinho de Lié, um tema de vanguarda na segurança pública municipal ganhou destaque: a transformação da nomenclatura da Guarda Municipal para Polícia Municipal.

A inspiração vem da capital sergipana, onde a Câmara de Aracaju aprovou o Projeto de Lei Complementar nº 04/2025. A iniciativa, que já reverbera em todo o Nordeste, despertou o interesse de Neguinho de Lié, que vê na medida um passo fundamental para o fortalecimento da identidade e a valorização dos agentes de segurança de Jeremoabo.

O Exemplo de Aracaju: Reconhecimento e Identidade

A mudança aprovada em Aracaju não altera a estrutura funcional ou as competências, que continuam regidas pela Lei Federal nº 13.022/2014 (Estatuto Geral das Guardas Municipais). No entanto, o impacto simbólico e institucional é imenso.

Como bem destacou o secretário de Segurança de Aracaju, André David, trata-se de um reconhecimento aos "guerreiros que estão nas ruas combatendo a criminalidade". Ao adotar o nome de Polícia Municipal, a instituição assume sua face real: uma força de segurança de proximidade, preventiva e comunitária, essencial para a proteção do cidadão.

O Respaldo Jurídico: O STF e a Constituição

O presidente Neguinho de Lié pontuou que a proposta para Jeremoabo encontra sólido respaldo jurídico. O Supremo Tribunal Federal (STF) já consolidou o entendimento de que as Guardas Municipais integram o sistema de segurança pública. Mais do que isso, a corte reconheceu que o policiamento preventivo realizado por essas instituições é plenamente constitucional.

Mudar o nome para Polícia Municipal é, portanto, adequar a legislação local à realidade jurídica do país e ao cotidiano das ruas.

Visão para Jeremoabo: Incentivo e Valorização

Neguinho de Lié pretende levar essa sugestão aos seus pares na Câmara e ao prefeito Tista de Deda. Para o presidente do Legislativo jeremoabense, a medida é um "incentivo direto para a guarda".

Por que essa mudança é importante para Jeremoabo?

  • Fortalecimento Institucional: Eleva a moral da categoria, que passa a ter sua autoridade e função policial reconhecidas nominalmente.

  • Clareza para o Cidadão: Facilita a identificação da força de segurança pela população, aproximando os agentes da comunidade.

  • Modernização da Gestão: Alinha Jeremoabo às capitais e cidades que buscam uma gestão de segurança pública mais integrada e profissional.

Um Passo para o Futuro

A intenção de Neguinho de Lié sinaliza uma legislatura atenta às inovações administrativas que trazem benefícios diretos aos servidores e à sociedade. Transformar a Guarda em Polícia Municipal de Jeremoabo não é apenas uma troca de palavras, mas um ato de respeito a quem dedica a vida a proteger o patrimônio e as pessoas do nosso município.

Se a segurança pública é prioridade, o reconhecimento de quem a faz na ponta é o primeiro passo para o sucesso.

NOTA DE PESAR – Pablo Vinícius Dias de Freitas (1979 – 2025)

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A morte de um amigo é sempre um episódio doloroso e profundamente marcante na vida de qualquer pessoa. Quando essa partida acontece de forma inesperada, a dor se torna ainda mais difícil de ser compreendida e aceita.

É com imenso pesar e profunda consternação que registro o falecimento do meu grande amigo Pablo Vinícius Dias de Freitas, ocorrido no dia 18 de dezembro de 2025, aos 46 anos. Farmacêutico dedicado, servidor público lotado na Prefeitura de Indiaroba e residente em Aracaju, Pablo foi um profissional exemplar e, acima de tudo, um ser humano extraordinário, cuja amizade, simplicidade e generosidade marcaram todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Nascido em 06 de dezembro de 1979, Pablo era filho de José Hercílio Freitas, Superintendente aposentado do Banco do Nordeste, e de Fausta Dias de Freitas, irmão de Daniela Dias e Paloma Dias. Sua partida repentina nos pegou de surpresa e deixou um vazio imensurável em nossos corações.

Neste momento de dor profunda, quero expressar minha solidariedade a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho. Que as lembranças dos bons momentos vividos ao seu lado permaneçam vivas para sempre, como forma de eternizar sua presença entre nós.

Rogamos a Deus que receba Pablo em Sua infinita misericórdia, concedendo-lhe descanso e paz eterna, e que derrame conforto, força e serenidade sobre sua família, para que possam enfrentar essa perda irreparável.

Pablo deixará saudades, mas também um legado de amizade, respeito e humanidade que jamais será esquecido.



4 dos 5 senadores do PSB votaram a favor da redução de penas para Bolsonaro

 

4 dos 5 senadores do PSB votaram a favor da redução de penas para Bolsonaro

Cid Gomes (CE) afirma ter votado com consciência e critica a polarização no país

Por Danielle Brant/Folhapress

18/12/2025 às 18:35

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Imagem de 4 dos 5 senadores do PSB votaram a favor da redução de penas para Bolsonaro

Plenário do Senado

Quatro dos cinco senadores que integram a bancada do PSB no Senado votaram a favor do projeto que reduz penas a condenados pelo 8 de Janeiro e beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro. O posicionamento diverge da Câmara, em que apenas 1 dos 13 deputados do partido apoiou a medida.

Foram favoráveis ao projeto Cid Gomes (CE), Chico Rodrigues (RR), Flávio Arns (PR) e Jorge Kajuru (GO).

À reportagem, Cid Gomes afirma ter votado com sua consciência e diz discordar do "clima de polarização em que tudo que se vai votar é a tese do bem contra a tese do mal". "A minha avaliação é de que se cometeu exageros, por conta de uma lei nova que nunca tinha sido utilizada pelo Judiciário", continua.

Ele cita como exemplo apoiadores de Bolsonaro que participaram do 8 de Janeiro e foram condenados a penas elevadas. "Eu sinceramente não acho que seja razoável. Isso não se aplica, na minha avaliação, para quem liderou, para quem financiou, para quem planejou", complementa.

"Essa tentativa de maniqueísmo, me perdoe, mas o Brasil está sofrendo muito por conta dessa coisa inconsequente, em que um vive do outro, né?", diz. "E o Brasil precisa virar a página dos dois, a meu juízo".

Apenas Ana Paula Lobato, presidente do PSB no Maranhão e ex-suplente do ministro Flávio Dino (STF), votou contra a proposta. Ela diz respeitar a decisão dos colegas, mas critica o projeto.

"A mudança nas regras de cálculo das penas passa a valer para todo o sistema penal e pode beneficiar, além dos condenados pelos atos de 8 de janeiro, pessoas condenadas por crimes graves", diz. "Reduzir o peso das penas enfraquece o combate à criminalidade e transmite à sociedade a mensagem de que crimes graves podem ter consequências menores".

Na Câmara, o deputado Jonas Donizette (SP), próximo líder do PSB na Casa, foi favorável ao projeto. O atual líder do PSB na Câmara, Pedro Campos (PE), foi um dos autores de um mandado de segurança que buscava suspender a tramitação do projeto, depois que uma emenda de redação que, segundo governistas, muda o mérito da proposta foi aprovada no Senado.

A estratégia foi usada para impedir o retorno do projeto à Câmara dos Deputados, enviando a proposta direto para sanção ou veto do presidente Lula (PT).

Politica Livre

Aliados do governo criticam Jaques Wagner por articulação da votação do PL da Dosimetria: "Farsa"

 

Aliados do governo criticam Jaques Wagner por articulação da votação do PL da Dosimetria: "Farsa"

Por Política Livre

18/12/2025 às 18:39

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

Imagem de Aliados do governo criticam Jaques Wagner por articulação da votação do PL da Dosimetria: "Farsa"

A articulação do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), para viabilizar a votação do chamado Projeto de Lei da Dosimetria gerou forte reação dentro da própria base governista, sobretudo entre parlamentares do PT e aliados históricos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O episódio evidenciou divergências internas sobre a condução política no Congresso e expôs desconforto no Palácio do Planalto.

O projeto, aprovado pelo Plenário do Senado por ampla maioria, altera critérios para a fixação de penas e inclui dispositivos que podem beneficiar condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. 

A controvérsia teve início após Wagner admitir que articulou um acordo para permitir a votação do projeto, em meio à negociação para destravar pautas de interesse do governo federal. A estratégia foi interpretada por integrantes da base como uma concessão indevida à oposição.

Diante das críticas, o senador Jaques Wagner reagiu publicamente. “Lamentável é nos rendermos ao debate raso e superficial. É despachar divergências de governo por rede social”, afirmou, ao rebater manifestações de aliados que questionaram sua condução no Senado.

Um dos mais duros críticos foi o senador Renan Calheiros (MDB-AL), aliado do governo, que se recusou a participar da votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Renan afirmou que houve uma tentativa de troca política envolvendo o avanço do PL da Dosimetria e projetos econômicos de interesse do Executivo.

“Eu não vou participar aqui de farsa nenhuma para possibilitar a votação desta matéria para que o governo aprecie outra matéria logo mais à tarde”, disse. Segundo ele, o líder do governo teria argumentado que concordaria com a votação do PL para viabilizar, em seguida, a análise de propostas que aumentam alíquotas de apostas eletrônicas e fintechs. “Isso é uma farsa e eu não concordo com isso”, reforçou.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também criticou duramente a condução do tema. Para ela, a forma como o projeto avançou no Senado contrariou a orientação oficial do governo, que sempre se posicionou contra a proposta.

“A redução das penas dos golpistas é um desrespeito à decisão do STF e um grave retrocesso na legislação que protege a democracia”, escreveu a ministra. Em seguida, completou: “A condução desse tema pela liderança do governo no Senado foi um erro lamentável”.

Gleisi ainda adiantou que o presidente Lula vetará o projeto, reafirmando que o Planalto não compactua com qualquer iniciativa que relativize punições a crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Hoje (18), o próprio presidente Lula se manifestou dizendo que não passou por ele qualquer articulação para colocar em pauta o projeto. O chefe do poder executivo antecipou que irá vetar a proposta "assim que chegar em sua mesa". 

Politica Livre

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