domingo, outubro 19, 2025

No PSDB, Ciro Gomes é um forte candidato ao governo do Ceará

Publicado em 19 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Ciro Gomes deve se filiar no PSDB na quarta-feira | Política | Valor  Econômico

Ciro Gomes estava sendo disputado por PP e União Brasil

Renata Souza
CNN Brasil

O presidente estadual do PSDB no Ceará, Ozires Pontes, que também é prefeito do município de Massapê, anunciou por meio das redes sociais a filiação do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes ao partido.

“O PSDB está em festa porque eu estou aqui anunciando oficialmente a filiação do ex-prefeito de Fortaleza, do ex-governador do estado do Ceará, do ex-ministro Ciro Ferreira Gomes ao PSDB”, afirmou Ozires em vídeo publicado em seu Instagram.

QUARTA-FEIRA – Segundo o prefeito, Ciro será recebido no partido em um evento na próxima quarta-feira (22).

“Na próxima quarta-feira, às 9h40 da manhã, no hotel Mareiro, da Beira Mar, vamos lá receber com uma salva de palmas, um abraço bem caloroso, o nosso ex-governador e futuro governador do Ceará, Ciro Ferreira Gomes”, detalhou.

Na gravação, Ozires diz que o ex-senador Tasso Jereissati foi o “principal responsável” por convencer Ciro a escolher o PSDB. Como mostrou a CNN Brasil, Ciro estaria avaliando convites feitos por legendas como PSDB, PP e União Brasil.

CANDIDATURA – O líder estadual da sigla ainda afirmou que, em breve, o ex-ministro anunciará sua intenção de disputar o governo do Ceará nas próximas eleições.

“Em poucos dias, ou em poucos meses, o próprio Ciro Gomes vai estar anunciando a candidatura dele ao governo do estado do Ceará. O Ceará quer Ciro de novo”, disse.

Ciro governou o estado anteriormente, entre 1991 e 1994, pelo PSDB.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Ciro e Tarso são grandes amigos e excelentes políticos. Tarso faz falta ao Senado, pela experiência e seriedade. Ciro também faz falta, mas precisa aprender a não ofender os adversários com acusações até verdadeiras, mas que não consegue provar.  Tem perdido tantas causas de indenização na justiça que está perto da falência pessoal. Apenas isso. (C.N.)

Em 134 anos, o Supremo teve só três mulheres e nenhuma ministra negra

Publicado em 19 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Entidades cobram que Lula nomeie uma mulher para a vaga

Geovanna Hora
Estadão

Após o anúncio da antecipação da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a ser pressionado por entidades e artistas, como a cantora Anitta, para indicar uma mulher para a vaga.

Ao longo de 134 anos de história, o STF já teve 172 ministros. No entanto, entre eles, apenas três eram mulheres – e nenhuma delas era negra. A primeira mulher ministra do STF foi Ellen Gracie, nomeada por Fernando Henrique Cardoso em 2000 para a vaga decorrente da aposentadoria do ministro Luiz Octavio Pires e Albuquerque Gallotti. Ela também foi a primeira mulher a presidir a Corte, entre 2006 e 2008.

APOSENTADORIA –  Única mulher na composição atual, a ministra Cármen Lúcia foi nomeada por Lula para a vaga aberta devido a aposentadoria do ministro Nelson Jobim em 2006. Ela deve se aposentar até 2029, quando completará 75 anos.

Após a aposentadoria de Ellen Gracie em 2011, a presidente Dilma Rousseff escolheu a ministra Rosa Weber para integrar a Corte. Essa foi a última vez que uma mulher foi indicada para o STF. Ela se aposentou em 2023 e foi substituída pelo ministro Flávio Dino, nomeado por Lula.

Entidades da sociedade civil têm feito pressão para que uma mulher ocupe a vaga deixada por Barroso. Em uma carta conjunta, as organizações Fórum Justiça, Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos e Plataforma Justa afirmaram que “não é por falta de excelentes nomes de mulheres que Lula deixará de indicar uma ministra para a Suprema Corte”.

POSSÍVEIS CANDIDATAS – Elas também listaram nomes de 13 possíveis candidatas. Entre as sugestões, há mulheres que já ocupam cargos de destaque, como a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, e a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edilene Lobo.

A pressão também é feita por artistas. Anita usou as redes sociais, na terça-feira, 14, para afirmar que tem certeza de que “existem mulheres qualificadas para o cargo no nosso País onde a maioria da população é mulher”. “Compartilho com toda esperança”, escreveu em seus stories do Instagram.

No entanto, os principais cotados para o cargo são todos homens, como o advogado-geral da União, Jorge Messias, o senador Rodrigo Pacheco(PSD-MG), o ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, e o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Carvalho.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Essa estatística é bobagem. A que realmente interessa é a seguinte pergunta, que não quer calar: Entre os 170 ministros, quantos tinham notório saber e reputação ilibada? Se você responder “só o Toffoli e o Moraes, ganha um fim de semana na aprazível praia de Guantánamo, em Cuba. (C.N.)


Eduardo Bolsonaro abre guerra contra aliados e isola ainda mais a direita

Publicado em 19 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Corrida ao trono: indefinição de Bolsonaro paralisa alianças e acirra disputa nas direitas


Justiça condena ex-chefe da Funai de Bolsonaro por perseguição a servidores

Publicado em 19 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Jornalistas independentes enfrenta intimidação por denunciar crimes de autoridades no DF.

 


Nota da Redação Deste Blog -   A Nova Censura: Quando Denunciar Vira Crime e a Imprensa Paga o Preço da Verdade



Por José Montalvão – Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog DeDeMontalvão – Matrícula ABI C-002025

Enquanto em Jeremoabo o jornalismo independente luta para sobreviver, o ato de denunciar improbidades e abuso de função pública se transformou numa temeridade. A inversão de valores chegou ao ponto de que o repórter é quem paga a conta — não pelo que disse, mas pelo que o acusado imaginou que ele quis dizer. Querem implantar uma nova modalidade de censura: o comércio das indenizações, em que o poder e o dinheiro se unem para calar a voz de quem ousa questionar a ilegalidade.

A lógica perversa é simples: denunciar virou ofensa, fiscalizar virou afronta, e informar tornou-se um crime. O sistema, que deveria proteger o cidadão e a verdade, agora serve para blindar corruptos e intimidar jornalistas. O que está em curso é uma tentativa de institucionalizar o medo, travestido de processo judicial.

Esse cenário não se restringe à realidade local. Em Brasília, o coração político do país, a situação não é diferente. Jornalistas independentes vivem sob constante ameaça, enfrentando processos, retaliações e constrangimentos apenas por cumprirem o papel de informar. Em um caso emblemático, um delegado e um agente da Polícia Civil perseguem um jornalista que teve a ousadia de noticiar a condenação do próprio delegado. É o Estado utilizando seu aparato para intimidar quem denuncia os abusos do poder.

A liberdade de imprensa, consagrada pela Constituição Federal como pilar da democracia e instrumento essencial de fiscalização, está sendo corroída de forma silenciosa. Quando o repórter passa a ser o réu, e o corrupto o ofendido, a balança da Justiça se desequilibra perigosamente.

É neste ambiente de medo que se tenta silenciar os poucos que ainda ousam dar nome aos bois, apontar irregularidades e cobrar responsabilidade. Mas é justamente nesses momentos que o papel da imprensa independente se torna ainda mais necessário. Ela é a última trincheira entre o abuso e a impunidade, entre a verdade e a versão fabricada pelos poderosos.

Enquanto grandes veículos se calam ou se curvam ao poder político e econômico, os pequenos blogs e comunicadores locais seguem firmes, mesmo com parcos recursos, fazendo o que os gigantes muitas vezes não têm coragem de fazer: expor o que está errado.

Denunciar irregularidades, hoje, é um ato de coragem e resistência. A imprensa independente não precisa de aplausos, mas de respeito e proteção — porque sem ela, a corrupção se eterniza, a verdade se apaga e a democracia se torna apenas uma palavra bonita em discursos oficiais.

“Quando o poder teme a palavra, é sinal de que a verdade está próxima.”

Em Jeremoabo, essa realidade se manifesta de forma cruel. Blogs e comunicadores independentes que ousam questionar os "poderes"  sofrem processos, ameaças e tentativas de censura, como se o direito de informar fosse privilégio de poucos. Querem calar as vozes livres para manter o silêncio conveniente das irregularidades. Mas a verdade tem um poder que nenhuma multa, sentença ou intimidação pode apagar. Por mais que tentem sufocar a imprensa livre, sempre haverá quem escreva, denuncie e lute em nome da transparência e da justiça.



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