O FENÔMENO DO SUPERENDIVIDAMENTO NO ORDENAMENTO JURÍDICO
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20 Pages
2018, Vianna Sapiens
O FENÔMENO DO SUPERENDIVIDAMENTO NO ORDENAMENTO JURÍDICO
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2018, Vianna Sapiens
RESUMO Ocorre, atualmente, em todos os países, o fenômeno do "superendividamento", situação essa em que a pessoa física detém dívida superior à sua renda e/ou patrimônio, sendo o objetivo deste trabalho demonstrar que a concessão indiscriminada do crédito pelas instituições financeiras, a vulnerabilidade do consumidor brasileiro e a maior circulação de bens de consumo, no passado, está relacionada com o atual superendividamento dos consumidores, apontando instrumentos, em nosso ordenamento jurídico, capazes de proteger, minimamente, a dignidade de todo aquele que estiver nesta condição dramática, utilizando-se, para isso, de uma pesquisa descritiva, aplicada e documental (com emprego da lição de doutrinadores e legislação concernente ao assunto).
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‘Lógico que que não ia ficar no Brasil’, afirmou Ramalho
Rafaela Gama
O Globo
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) afirmou que está “seguro” nos Estados Unidos com a “anuência do governo americano” e que deixou o Brasil para que suas filhas não o vissem ser preso. O comentário foi feito em entrevista ao programa Conversa Timeline, no YouTube, apresentado pelo blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, também foragido da Justiça brasileira desde 2021.
— É lógico que eu não ia ficar no Brasil, com as minhas filhas me vendo ser preso sem ter cometido crime nenhum e sofrendo diante de uma ditadura — disse. — Hoje estou seguro aqui [nos Estados Unidos] com anuência do governo americano. Essa perseguição contra mim é grave, a gente só vai tomar ciência e dos porquês disso ao longo do tempo.
“ABRAÇADO” – Durante a entrevista, Ramagem também afirmou que via uma equivalência entre a situação de Bolsonaro no Brasil e o que aconteceu com o presidente Donald Trump e, por isso, disse que tem sido “abraçado” em solo americano.
O parlamentar teria deixado o país em setembro, mesmo mês em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisou a ação penal contra os réus do chamado “núcleo crucial” da trama golpista. Ao final do julgamento, ele foi condenado a 16 anos de prisão.
A fuga para os Estados Unidos teria acontecido após ele apresentar um atestado médico na Câmara dos Deputados para um período de 9 de setembro a 12 de dezembro. De acordo com informações da TV Globo, a Polícia Federal (PF) apura se ele atravessou a fronteira de carro a partir de Boa Vista e, a partir daí, se deslocou para os EUA.
PRISÃO – A informação veio à tona na última quinta-feira, poucos dias antes de sua condenação transitar em julgado e se tornar definitiva, uma vez que o ministro Alexandre de Moraes poderá analisar os recursos finais apresentados pela defesa a partir desta segunda-feira. Após tomar conhecimento da fuga, o magistrado determinou a prisão do deputado na última sexta-feira.
A saída do país também foi comentada pela mulher dele, a delegada de Polícia Civil Rebeca Ramagem. Em um post em suas redes sociais neste domingo, ela mostrou o momento que chegou no território americano com as filhas de avião e encontra o marido no aeroporto, sem dar detalhes de como entrou no país. Na publicação, ela também conta que a ida foi uma decisão para que todos continuassem unidos e afirma que o deputado está diante de uma “perseguição política desumana”.
Por UOL/Folhapress
24/11/2025 às 07:23
Atualizado em 24/11/2025 às 11:14
Foto: Lula Marques/Arquivo/Agência Brasil
Alexandre Ramagem
Após fugir do Brasil, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) afirmou estar "seguro" nos Estados Unidos com a "anuência" do governo de Donald Trump.
Ramagem falou sobre a fuga pela primeira vez. "Hoje estou seguro aqui, com a anuência e o conhecimento do governo americano", disse neste sábado (22) em entrevista ao Conversa Timeline, programa comandado pelo blogueiro Allan dos Santos, também foragido da Justiça brasileira desde 2021.
O deputado disse ser vítima de "grave perseguição" e criticou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. "É lógico que eu não ia ficar no Brasil, com as minhas filhas me vendo ser preso sem ter cometido crime algum e sofrendo diante de uma ditadura", declarou.
O parlamentar disse ter sido "abraçado" pelo governo Trump. Também afirmou que a prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) foi a "conclusão de toda essa canalhice" e "consumação de toda a perseguição política".
Neste domingo (23), a esposa do deputado, Rebeca Ramagem, postou um vídeo nas redes sociais sobre a fuga do marido para os Estados Unidos. No vídeo, o deputado aparece recebendo a família em um aeroporto.
Rebeca disse que chegou aos Estados Unidos há uma semana. "Desembarquei com minhas filhas nos EUA com um único propósito: proteger a minha família", escreveu. Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal e é considerado foragido.
"Temos enfrentado uma perseguição política desumana", diz o post. Rebeca afirmou que não há garantia de justiça imparcial no Brasil e alegou que o marido é vítima de lawfare —a instrumentalização do sistema judicial contra adversários políticos.
"Iniciamos agora uma nova jornada —e, como sempre, seguiremos unidos! Mantemos a esperança de um dia voltar a um Brasil onde a escolha político-ideológica não seja tratada como crime, e onde a liberdade de pensar e expressar ideias não se torne motivo de condenação", disse.
Ramagem fugiu para os EUA em setembro. Uma reportagem publicada pelo site PlatôBR mostrou o deputado em um condomínio de luxo de Miami com a esposa. Moraes decretou a prisão do parlamentar, condenado no processo da trama golpista, após pedido da Polícia Federal.
Ele saiu do país clandestinamente. Segundo apurou a colunista do UOL Carla Araújo, a investigação da PF aponta que o deputado teria deixado o Brasil por Boa Vista, capital de Roraima, e seguido para os Estados Unidos provavelmente pela Venezuela ou Guiana.
A Câmara dos Deputados informou que não autorizou missão do parlamentar no exterior. Segundo a Casa, ele apresentou atestados médicos de 9 de setembro a 8 de outubro e de 13 de outubro a 12 de dezembro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda não se manifestou sobre o assunto.
PoliticaLivre
Por Mônica Bergamo/Folhapress
24/11/2025 às 08:39
Foto: Reprodução/Arquivo
Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas
O protagonismo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em episódios que justificaram a prisão do pai, Jair Bolsonaro, enfraquece a pretensão dele de ser candidato a Presidente da República e fortalece, portanto, o nome de Tarcísio de Freitas na corrida para ser ungido o candidato da direita em 2026.
A conclusão é de bolsonaristas alinhados com o ex-presidente. Para eles, o enfraquecimento da família Bolsonaro automaticamente fortalece as pretensões do governador de São Paulo, que passa a ser novamente visto pelos alinhados mais à direita como opção mais viável para derrotar Lula no próximo ano.
De acordo com essa análise, Flávio estava ladeira acima nas negociações e conversas que poderiam habilitá-lo ao pleito, e agora está posicionado ladeira abaixo por erros que teriam exposto inabilidade e até mesmo ingenuidade de sua parte no episódio da prisão do ex-presidente.
O primeiro deles: chamar apoiadores de Bolsonaro para uma vigília perto da casa do pai dias antes da prisão que já se avizinhava —o STF (Supremo Tribunal Federal) termina nesta semana o julgamento de embargos de réus da trama golpista, e as sentenças passarão a ser executadas. Ou seja, os condenados serão presos.
O tom do chamamento foi entendido como afronta ao Judiciário pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. E Flávio teria entrado definitivamente na mira do magistrado.
Na decisão pela prisão de Bolsonaro, no sábado (22), Moraes chamou as atitudes de Flávio e de "patéticas", e disse que ele, com a vigília, pretenderia "reeditar acampamentos golpistas e causar caos social no Brasil", "insultando a Justiça de seu pais" e ignorando suas responsabilidades como senador.
Um outro erro que teve grande repercussão: na vigília, Flávio permitiu que um religioso de esquerda discursasse, afirmando na cara dele, e diante do público que lá estava, que orava para que "os que abrem covas caiam nelas", para serem julgados, "como o seu pai, que abriu 700 mil covas na pandemia".
As demonstrações de inabilidade complicam a situação do filho do presidente, que é o nome mais forte da família para ser candidato a Presidente ou, no mínimo, a vice.
Os filhos de Bolsonaro não abriram até agora mão de ter o sobrenome deles na cédula, garantindo influência sobre o numeroso eleitorado fiel ao pai.
Líderes do Centrão tentam afastá-los sob o argumento de que o sobrenome espanta eleitores moderados —Bolsonaro tem 60% de rejeição, de acordo com pesquisas divulgadas recentemente.
Politica Livre
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