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Por Redação
20/11/2025 às 12:18
Foto: Lula Marques/Arquivo/Agência Brasil
Alexandre Ramagem
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixou Brasília de maneira discreta, apresentando dois atestados médicos que, segundo servidores da Câmara, não chamaram atenção por serem comuns entre parlamentares. Nos bastidores, a avaliação é de que ele cumpriu os protocolos formais e conseguiu manter a ausência praticamente invisível, sem levantar suspeitas dentro da Casa. A informação é da CNN.
A situação só veio à tona após reportagem do portal PlatôBR revelar que Ramagem estava fora do país, hospedado em um condomínio de luxo em Miami. A partir daí, a Câmara iniciou uma força-tarefa para entender em que condições ele havia deixado o Brasil. Ficou constatado que não havia qualquer autorização de missão oficial que justificasse a viagem, restando apenas os atestados que cobriam o período de setembro a dezembro.
O que mais surpreendeu servidores foi o fato de Ramagem ter participado de votações remotamente, o que manteve sua atividade parlamentar regular e contribuiu para que sua ausência não fosse percebida. As informações preliminares reforçam a hipótese de que o parlamentar, condenado por envolvimento na trama golpista, saiu “de fininho” enquanto cumpria formalidades suficientes para não levantar alertas internos.
Por Victoria Azevedo, Folhapress
20/11/2025 às 15:15
Foto: Ricardo Stuckert/PR/Arquivo
O presidente Lula (PT) e o ministro da AGU, Jorge Messias, recém-indicado à uma vaga ao STF
O ministro da AGU (Advocacia-Geral da União) Jorge Messias agradeceu nesta quinta (20) a indicação do presidente Lula para ocupar uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) e as orações e manifestações de apoio recebidas, e afirmou que retribuirá com "dedicação, integridade e zelo institucional".
"Uma vez aprovado pelo Senado, comprometo-me a retribuir essa confiança com dedicação, integridade e zelo institucional", disse nas redes sociais Messias, que é evangélico.
O chefe da AGU se reuniu com o presidente na manhã desta quarta (20) no Palácio da Alvorada, em Brasília, antes de Lula viajar para agenda em São Paulo. Ele foi indicado para vaga aberta com a saída do ministro Luís Roberto Barroso.
Alvo de resistência do Senado, que preferia a indicação do ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Messias afirmou ainda nas redes sociais que buscará demonstrar aos senadores que possui os "requisitos constitucionais necessários ao exercício desta elevada missão de Estado".
"Reafirmo meu compromisso com a Constituição da República, com o Estado democrático de Direito e com a Justiça brasileira, em especial, com os relevantes deveres e responsabilidades da magistratura nacional", escreveu.
A decisão de Lula em indicar Messias contraria uma ala importante da corte, composta pelos ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes, e também o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre tinha demonstrado preferência pelo nome de Pacheco, um de seus aliados mais próximos.
Cabe ao Senado aprovar a indicação do presidente para o STF, e para isso é necessário o apoio mínimo de 41 dos 81 senadores, em votação secreta. Integrantes do governo reconhecem que o nome de Messias enfrenta resistências no Senado, mas dizem acreditar que agora, já oficializada a indicação, começarão as conversas individuais com os parlamentares.
O presidente da República também se pronunciou nas redes sociais nesta quarta após a oficialização da indicação e compartilhou uma foto ao lado do aliado. "Faço essa indicação na certeza de que Messias seguirá cumprindo seu papel na defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito no STF, como tem feito em toda a sua vida pública", escreveu.
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TCE-RJ alertou para o risco de investimento de quase R$ 1 bilhão
Iander Porcella
Estadão
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), mirou o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), no caso do Banco Master e decidiu pedir à Polícia Federal (PF) que investigue um aporte do Rioprevidência na instituição financeira. “Agora vão começar a estourar as conexões do Banco Master com os planos de previdência dos Estados. O caso do Rio é escandaloso, é caso de polícia, não aguenta maia hora de uma investigação da Polícia Federal”, disse o petista à Coluna do Estadão.
Em outubro, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) alertou para o risco de um investimento de quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Master. Após a notificação da Corte, o Rioprevidência se manifestou e negou irregularidades.
INVESTIMENTOS – “O valor efetivamente investido foi de aproximadamente R$ 960 milhões, em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master S.A., e a operação segue regular, adimplente e plenamente enquadrada nos parâmetros legais e prudenciais”, afirmou o fundo de previdência estadual, em nota.
Castro é hoje um dos principais desafetos do governo Lula. Desde a operação contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, no final de outubro, o governador do Rio tem feito uma série de críticas à atuação da gestão petista na segurança pública, tema que virou embate político entre governo e oposição.
CASO MASTER – A PF prendeu o dono do Master, Daniel Vorcaro, no Aeroporto de Guarulhos, por volta das 22h desta segunda-feira, 17. A corporação identificou risco de o empresário fugir do País. Ele iria embarcar em um jatinho particular rumo ao exterior. Outro preso na operação foi Augusto Lima, sócio do Master. Diretores da empresa também foram detidos pela PF.
Nesta terça-feira, 18, o Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A medida aconteceu menos de um dia após o Grupo Fictor ter indicado o interesse em comprar a instituição.
A Operação Compliance Zero investiga supostos crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa, dentre outros. Investigadores detectaram suspeitas da emissão de títulos de crédito falsos pelo banco Master. Esses títulos teriam sido vendidos ao BRB e, após a fiscalização do Banco Central, foram substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
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Publicado em 19 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Deputada sugere que Carlos se candidate por um estado do Norte
Deu na Folha
Alvo de críticas da família Bolsonaro, a deputada estadual Ana Campagnolo (PL-SC) sugere que o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) seja candidato ao Senado por Rondônia, Acre ou Roraima no ano que vem. Seria uma forma, diz ela, de resolver a crise na direita de Santa Catarina criada após o anúncio da intenção de Carlos de buscar um mandato de senador pelo estado.
Ao criticar a intenção, Campagnolo entrou na mira do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), do próprio Carlos e de outras pessoas próximas da família, que a acusaram de ingratidão e até traição. “Poderia se resolver tranquilamente [o impasse] se o Carlos optasse por um estado que precisa mais dele, como Rondônia, Acre ou Roraima, onde o presidente Bolsonaro teve muitos votos e o estado carece de lideranças”, diz ela.
IRREDUTÍVEL – “Mas essa iniciativa em favor do Brasil precisa partir do próprio Carlos, que acredito que tem um bom coração e pensará no melhor para todos”, acrescenta. O filho do presidente, no entanto, não dá sinais de que vá mudar de ideia e escolher outro estado.
Conservadora e declaradamente antifeminista, Campagnolo sempre foi uma das mais fiéis bolsonaristas catarinenses, até expor sua divergência quanto à “importação” de Carlos, que ocupará o lugar de políticos do estado na chapa ao Senado. Ela diz acreditar que a situação será superada, sobretudo com Eduardo Bolsonaro, que tem dirigido as críticas mais duras a ela.
“Fiquei triste de pensar que poderia perder a amizade do Eduardo, mas não creio que isso acontecerá. Acredito que ele mantém o mesmo carinho por mim que tenho por ele, e tudo vai se ajeitar em breve”, afirmou.
“EM CASA” – Ela também nega que pense em sair do PL, em razão da crise. “Sou presidente do PL Mulher em Santa Catarina e continuo trabalhando incansavelmente por mais filiações e para termos candidatas cada vez mais fortes no nosso partido. Eu me sinto em casa no PL e tenho a confiança dos líderes partidários”, disse.
Campagnolo diz que não tem externado essas opiniões por interesse próprio, pois deve disputar novo mandato de deputada estadual em 2026. “Não é uma questão pessoal para mim. É uma questão de princípios, em defesa do meu estado”, afirma.
A Narrativa Do Combate À Corrupção Interpretada Nos Textos Dos Estudantes De Uma Escola Pública Valdimir Pereira Reis 2020, Práxis Ed...