quarta-feira, novembro 19, 2025

Antifacção passa na Câmara e acirra disputa entre Planalto, Centrão e aliados de Derrite



Investigadores veem simulação na venda do Master para facilitar fuga de Vorcaro

Publicado em 19 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Grupo mexicano anuncia a compra das operações da Motiva nos aeroportos do Brasil

 Grupo mexicano anuncia a compra das operações da Motiva nos aeroportos do Brasil

O anúncio foi feito hoje ao ministro do MPor, Silvio Costa Filho, que ressaltou o fortalecimento do mercado da aviação brasileira
 

Grupo mexicano vai ampliar relações comerciais entre Brasil e México e fortalecer turismo de negócios e de lazer - Foto: Aeroporto Confins/Divulgação


O grupo mexicano Aeropuerto de Cancún, subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR), anunciou nesta terça-feira (18) ao ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a aquisição da operação da Motiva (ex-CCR) no Brasil, que administra 17 aeroportos no país, em nove estados, incluindo o aeroporto de Confins (MG) e o aeroporto de São Luís (MA). A operação tem valor total de R$ 5 bilhões e envolve ativos em outros países da América Latina. A empresa mexicana possui ampla experiência em gestão aeroportuária. O grupo, atualmente, opera nove aeroportos no México e outros sete na América Latina.


“A vinda de um player mexicano vai ampliar as relações comerciais entre Brasil e México e fortalecer o turismo de negócios e de lazer entre os dois países. Nós estamos falando da maior transação aeroportuária em curso no mundo”, afirmou o ministro. “O investimento de R$ 5 bilhões por uma operadora internacional no Brasil é uma demonstração de confiança no crescimento da aviação no país”, acrescentou.


“Esses novos investimentos dialogam com a agenda do Ministério de Portos e Aeroportos de buscar a ampliação de novas concessões no Brasil. Nós estamos vivenciando o maior volume de investimentos da história em infraestrutura do setor aeroportuário. Nesses últimos dois anos e meio do governo Lula, já incluímos quase 30 milhões de passageiros a mais na aviação brasileira, o que é fruto do crescimento econômico e do turismo no Brasil”, acrescentou o ministro.


O ministro evidenciou a possibilidade de ampliação dos voos entre os dois países e de incremento do turismo de lazer e de negócios. Pela posição geográfica estratégica dos dois países da América Latina, ao sul e ao norte, Brasil e México podem ser hubs aeroportuários, com conexão entre Estados Unidos e os países sul-americanos.


A operação representa ainda maior dinamismo e diversidade para o setor aeroportuário brasileiro, que passará a ter outro operador estrangeiro. A aquisição reflete também, na opinião do ministro, a atratividade do setor de transporte aéreo nacional, valorizando os ativos brasileiros e criando novas oportunidades de negócio para outros aeroportos no país.


Neste ano, de janeiro a setembro, foram registrados 1.375 voos entre os dois países, uma alta de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, e 253 mil passageiros transportados, com crescimento de 15,4% frente a 2024.


Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Nova Lei de Licitações: especialista aponta “zonas cinzentas” que ainda permitem fraudes

Rosana Rife Marquezini Paulo rosana.rife@m2comunicacao.com.br

 

Mesmo com mais transparência e planejamento, a Lei 14.133 ainda abre espaço para sigilo excessivo, manipulação de ferramentas tecnológicas e direcionamento de editais

 

No ano passado, mais de 25 mil processos de contratações públicas, que somaram R$ 550 bilhões, foram analisados pela AGU; ainda assim, a Lei 14.133/2021, que substituiu a antiga Lei de Licitações com a promessa de modernizar o sistema, reduzir fraudes e ampliar a transparência nas compras públicas, ainda deixa brechas que permitem manobras e irregularidades, destaca Ricardo Dias, advogado especialista em Licitações e sócio do Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados (CNFLaw) .

 

“Embora a nova lei tenha reforçado tanto o planejamento quanto a transparência, dificultando as fraudes e ampliando o alcance de novas ferramentas de detecção infelizmente ainda existem certas zonas cinzentas na atual lei que podem dar margem a ocorrência de fraudes”, explica o especialista.

 

As principais ‘zonas cinzentas’ estão relacionadas ao planejamento inadequado da contratação, o uso de licitações sigilosas sem justificativa, a interpretação flexível das modalidades de contratação e a manipulação de ferramentas tecnológicas.

 

“O sigilo do orçamento deve ser fundamentado para garantir economicidade e não para encobrir preços superfaturados ou negociações ilícitas. A falta de justificativa clara pode permitir valores acima do mercado ou direcionamento da contratação”, informa Ricardo Dias.

 

Outro ponto crítico é o planejamento inadequado da contratação, etapa que deveria ser o pilar do processo. O advogado alerta que quando essa fase é mal-conduzida, abre-se caminho para contratações que não atendem ao interesse público. “Se o planejamento é feito de forma inadequada na fase preparatória, pode levar à seleção de soluções que desviam a finalidade da licitação”, informa.

 

A lei também incentiva o uso do Portal Nacional de Compras Públicas (PNCP), ampliando o rastreio de informações e cruzamento de dados. Entretanto, o especialista adverte que até as ferramentas tecnológicas podem ser manipuladas: “Existe o risco de preenchimento de dados falsos ou ocultação de informações dentro do próprio sistema”.

O especialista destaca ainda alguns sinais de alerta que podem indicar fraude em licitações. “Propostas apresentadas com preços muito semelhantes. Alternância regular de empresas vencedoras em licitações. Empresas sem capacidade técnica ou financeira real participando de modo suspeito e uso de grupos de mensagens (como WhatsApp) para combinar resultados”, destaca.

 

Para Ricardo Dias, o combate às irregularidades exige fiscalização contínua e maturidade institucional. Mesmo com a tipificação de crimes como cartel e conluio, “a detecção ainda depende da capacidade de fiscalização e do monitoramento de dados de mercado”.

 

 

Confira as principais brechas da lei

Excesso de Sigilo: a Lei 14.133/2021 permite o sigilo do orçamento estimado, mas a base para esse sigilo deve ser devidamente fundamentada para garantir a economicidade, e não para encobrir preços superfaturados ou negociações ilícitas.

 

Planejamento Deficiente: a lei enfatiza o planejamento, contudo se feito de forma inadequado na fase preparatória pode levar à seleção de soluções que não atendem ao interesse público ou ao desvio da finalidade da licitação, como em casos de "fuga do planejamento".

 

Manipulação de Ferramentas Tecnológicas: embora a lei preveja a utilização de ferramentas como o Portal Nacional das Compras Públicas (PNCP) para aumentar a transparência e detectar fraudes, existem riscos de que essas mesmas ferramentas sejam manipuladas por meio do preenchimento de dados falsos ou pela ocultação de informações.

 

Flexibilização na Escolha da Modalidade: a nova lei estabelece modalidades de licitação (Pregão, Concorrência, Concurso, Leilão e Diálogo Competitivo). O uso inadequado ou a escolha equivocada de uma modalidade, como a utilização do diálogo competitivo para contratar algo que poderia ser feito por Pregão, pode caracterizar fraude.

 

Cartéis e Conluio: embora a Lei 14.133/2021 tenha tipificado crimes de cartel e conluio entre licitantes, a sua aplicação ainda depende da fiscalização e da capacidade de detecção de informações no mercado. A manipulação de propostas, mesmo com os novos mecanismos de segurança, continua sendo uma prática a ser combatida.

 

Conheça os tipos mais comuns de fraudes

 

Cartéis: reunião de empresas que combinam suas propostas para manipular o resultado da licitação, criando a falsa impressão de uma disputa acirrada.

 

Direcionamento de editais: A manipulação dos critérios e exigências no edital para que apenas um ou poucos fornecedores consigam cumprir os requisitos, favorecendo-os.

 

Conluio e propinas: pacto entre empresas licitantes e agentes públicos para dividir valores, definir vencedores e eliminar concorrentes, muitas vezes com o pagamento de propinas.

 

Empresas laranjas: empresas sem capacidade real para participar da licitação atuando em nome de outras, simulando concorrência quando, na verdade, há um conluio por trás.

 

Falsificação de documento: a apresentação de documentos falsos ou adulterados para comprovar regularidade fiscal, capacidade técnica ou financeira.

 

Sobrepreço/superfaturamento: propostas com preços significativamente acima do valor de mercado, que não têm justificativa plausível e lesam o orçamento público.

 

Afastamento de licitantes: ações para impedir que empresas concorrentes participem do processo licitatório, como a violação de sigilo, a divulgação indevida de informações, ou a criação de barreiras artificiais.

 

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Ricardo Dias

 

 

Fonte: Ricardo Dias, advogado especialista em Licitações e sócio do Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados (CNFLaw)

 

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O escândalo número 3477 da Faria Lima

 

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Arte: Marcelo Chello

Um banco liquidado. Um buraco bilionário. Um banqueiro preso. Mais um escândalo da Faria Lima. Mas o que queremos? Queremos saber quem são os políticos preocupados com o efeito do rombo do Banco Master e a prisão de Daniel Vorcaro. E como nós queremos saber disso? Lendo a Tixa!!!! Vem que a news de hoje está no modo roteiro banqueiro pop forasteiro preso no raio-x do aeroporto.

A treta é a seguinte. O Banco Master, de repente, não mais do que de repente, virou um banco bilionário. Para vocês terem uma ideia, estima-se que 1,6 milhão de pessoas tinham os CDBs do banco e o rombo da liquidação agora ficaria em uns 50 bi. A grande propaganda do banco para conquistar clientes era que todo mundo podia comprar os títulos, que pagavam os melhores juros do mercado, porque, se o banco quebrasse, o FGC garantia. O FGC é um fundo que garante, de fato, as operações até um valor de 250 mil por pessoa. Se o banco quebra, a pessoa recebe de volta até esse limite.

Mas a bicicleta do Master começou a querer ficar difícil de pedalar. Eis que, do nada, o senador Ciro Nogueira — sim, o Nogueirão do Centrão, ex-ministro de Bolsonaro — lança a ideia de se aumentar por lei a garantia do FGC. Assim, as pessoas poderiam botar mais dinheiro com seguro FGC. Os bancos se ligaram do rolê e não deixaram acontecer.

O pessoal do mercado começou a desconfiar que a conta não fechava porque o Master estava cheio de crédito de empresas que não pareciam assim tão boas. E começaram a surgir reportagens contando como empréstimos estavam garantidos por ativos que não valiam o que o Master dizia valer.

Eis que, neste ano, Daniel Vorcaro surge todo poderoso, anunciando um negócio bilionário com o BRB, que é o banco estatal de Brasília. Uma espécie de fusão em que Daniel ainda ficaria como presidente do Conselho. Logo se especulou que era uma operação de salvamento, disfarçada de operação chique do mercado financeiro. E quem comanda o BRB? O governo do Distrito Federal, com o governador Ibaneis, do Centrão.

Mas foi a maior confusão, porque tinha que ter pedido autorização da Assembleia Legislativa e tals. Quando ficou claro que era uma operação de salvamento, logo se questionou: como o Banco Central do Roberto Campos Neto (o ex-gostosão geral da República e bolsonarista) deixou isso correr debaixo do seu nariz?

Só sei que o Banco Central, já na versão Galípolo (indicado por Lula), não aprovou a operação. Hoje, a imprensa publicou que a operação da Polícia Federal aconteceu porque foram investigar essa história de BRB e Master e descobriram operações falsas que levaram a uma transferência de 12 bi para o Master. Até um executivo do BRB também foi preso hoje. Maior rolo, né, BRASEW?

E ainda tem mais. O governador do Rio, Cláudio Castro, do partido do Bolsonaro, também apareceu hoje no noticiário. Eis que o Rio Previdência (fundo de pensão dos servidores do estado do Rio de Janeiro) aplicou bilhões em fundos do Master neste ano. Quando todo mundo já tinha quase certeza de que algo muito errado pairava sobre a baleia do Master. E é bem provável que o fundo de pensão perca o dinheiro. E olha que, em outubro, o Tribunal de Contas do Estado tinha avisado que era melhor tirar o dinheiro do Master.

Mas só tem Centrão e bolsonarista nessa história? Not. Um outro sócio de Vorcaro, Antônio Lima (que também foi preso hoje), operava uma parte de crédito consignado, que recentemente tinha sido desmembrada do Master. E o BC tinha aprovado essa operação. Eis que esse Antônio é truta do povo do PT da Bahia. Leia-se: o governo do Rui Costa, que atualmente é o quê? Ministro da Casa Civil do Lula. E Jacques Wagner, senador e líder do PT no Senado. Ahã. Isso daí mesmo. O negócio do Antônio deslanchou por conta de umas mudanças que o governo do PT fez e, depois, ele virou sócio do Master. O tal Antônio também foi preso. Aliás, ele é casado com Flávia Peres, que, antes do casamento, atendia pelo nome de Flávia Arruda e foi ministra de quem? Do Bolsonaro. Se joga, meu amor!

A cereja do roteiro

Mais de repente ainda, eis que ontem o Daniel Vorcaro anunciou que a Ficto e uns fundos árabes iam pagar 3 bi pelo Master. Fi WHAT??? Ninguém sabia quem era esse Ficto. A notícia que tinha era que era uma fintech que recentemente tinha sofrido um ataque hacker no seu sistema de Pix. Hoje soube-se que a Polícia desconfia que Vorcaro criou uma cortina de fumaça com essa história para tentar fugir. Ele foi preso no aeroporto de Guarulhos, onde pretendia embarcar em um jatinho com destino a Malta. Seu advogado jura que ele não ia fugir coisa nenhuma e estava apenas indo a Dubai para fechar o negócio com os árabes. No mercado financeiro, a fofoca é que o dinheiro do Ficto seria do próprio Daniel. Sim, darling, o mercadinho adora uma fofoca e diz que o dinheiro dele está lá fora.

E saímos da notícia de uma venda bilionária ontem à noite para o Banco Central liquidando o banco hoje cedo, enquanto a operação da PF ainda rolava. E agora, um aposentado do BC foi nomeado o interventor dessa treta, para ver o que vai dar para resgatar de grana para pagar funcionários, impostos e credores do Master.

Adiós, Pacheco?

O presidente Lula deixou a imprensa saber hoje que ele chamou Pacheco, o Rodrigo mais alto do Senado, pra dizer que não tem jeito e Messias será o indicado a ministro supremo. Mas que queria que Pacheco fosse candidato a governador. Nosso Rodrigo mais alto agradeceu e disse que vai voltar a ser advogado mesmo. Isso se o Messias conseguir ser aprovado no Senado.

Xandão bonzinho

E não é que o Xandão absolveu hoje um general, o Esthevam Theophilo, das acusações de golpe, dizendo que as provas não foram contundentes? Esse Esthevam é aquele chefe dos kids pretos que a denúncia do Ministério Público dizia que teria se colocado à disposição de Bolsonaro mesmo com seu chefe dizendo que não ia ter golpe.

Mas os outros kids pretos foram condenados, em especial aqueles do plano Copa 2022, que foram para a casa do Xandão para aniquilá-lo, mas, como o chefão do Exército não aprovou o golpe, acabaram se dispersando.

Derrite, a novela

E adivinha: Derrite (o secretário de Segurança Pública do Tarcísio que se ausentou do cargo para voltar a ser deputado federal e relatar o PL Antifacção) apresentou a sexta versão do seu relatório sobre o projeto. Entre tretas e mais tretas, finalmente o rolê foi votado e aprovado na Câmara frigorífica, agora à noite. Huguito Motta não quis saber das críticas do governo e dos pedidos para adiar e colocou na roda. Gleisi Narizinho estrilou com Derrite e chamou de “lambança legislativa”. E agora, a treta segue para o Senado.

Trumpices

E lá nos States, a Câmara dos Deputados aprovou, por uma lavada de 427 votos contra 1, um projeto de lei que obriga o Departamento de Justiça a divulgar todos os arquivos do caso do pedófilo Jeffrey Epstein. Agora o rolê segue para o Senado de lá.

Mas Trump segue sendo Trump. Dias atrás, vazaram os e-mails do Epstein dizendo que o presidente sabia das garotas. O Orange, que antes estava caladinho sobre seu apoio para divulgação dos documentos, resolveu fazer do limão uma limonada e declarou que apoiava a tal votação do projeto para divulgar tudo. E bota limonada nisso: quando foi questionado por uma repórter da Bloomberg sobre essa treta, Trump disse que sabia das garotas, sim… sabia delas com o Bill Clinton (o ex-presidente) e com o ex-presidente de Harvard. Ah, e pra não fugir ao costume, atacou a jornalista, mulher, mandando ela ficar quieta e chamando-a de “porquinha”.

Alá, meu bom Alá

Por falar em Trump sendo Trump, hoje ele recebeu na Casa Branca o ditador da Arábia Saudita, ou melhor, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, aquele acusado justamente pelos Estados Unidos de ser o mandante da morte do jornalista do Washington Post, em 2018.

Adivinha? Uma jornalista da ABC News foi justamente perguntar sobre esse caso. Trump virou um bicho, disse que o Salmão não sabia de nada, que a jornalista estava envergonhando o país, e que a licença da ABC deveria ser cassada. Ah, e claro, para não perder o costume, silenciou a repórter mulher.

Nota nada aleatória. Trump recebeu com toda pompa e circunstância o Salmão. Honras militares, jantar de gala e tudo mais. Coisa que nenhum chefe de Estado teve até agora no governo do Orange. Será porque o árabe vai colocar 600 bi de doletas nos EUA? Ou será porque Trump vai vender caças F-35 para o Salmão (te cuida, Bibi Netanyahu, de Israel)? Ou será ainda porque a family do Trump tem uns negócios das Arábias, na Arábia?

Chega, BRASEW!


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