quarta-feira, outubro 15, 2025

Desembargador Jutahy Júnior reclama de apoio eleitoral público a Rotondano no TJ-BA; presidente da Corte rebate

 Foto: Reprodução

Desembargador Jatahy Fonseca Júnior15 de outubro de 2025 | 10:45

Desembargador Jutahy Júnior reclama de apoio eleitoral público a Rotondano no TJ-BA; presidente da Corte rebate

exclusivas

A sessão do Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), nesta quarta-feira (15), foi marcada por uma reclamação pública do desembargador Jatahy Fonseca Júnior que se manifestou estar insatisfeito com o clima eleitoral que se encontra a Corte nas vésperas da eleição. A fala do magistrado foi direcionada ao desembargador José Edivaldo Rotondano que, para Jutahy, estaria recebendo apoio de outros desembargadores de forma pública.

A chateação de Jutahy Júnior ocorreu logo após a presidente Cynthia Resende parabenizar o desembargador Rotondano pelos seus trabalhos. Os dois são postulantes à Presidência da Corte para o próximo biênio. O desembargador Jatahy chamou atenção da menção e citou exemplos de gestões produtivas no Tribunal, como o trabalho da desembargadora Ivone Bessa à frente da Primeira Turma Criminal, a quem classificou como uma presidente competente e dedicada. O desembargador também mencionou os resultados obtidos durante sua atuação na Universidade Corporativa do Judiciário (Unicorp), que promoveu cerca de mil ações e criou quase 95 mil vagas em cursos e capacitações, em parceria com instituições como a FGV e a UFBA.

Em resposta, a presidente do TJ-BA esclareceu que os cumprimentos feitos ao desembargador Jatahy Rotondano, também conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), referem-se ao apoio que ele tem oferecido ao Tribunal em nível nacional, e não a manifestações de preferência eleitoral.

O magistrado ainda aproveitou para propor uma solução relacionada à distribuição de cargos no Tribunal. “Existe um cargo, tem um FG sobrando nos 20 gabinetes das câmaras criminais. Vossa senhoria nos permitindo indicar mais um, o décimo não precisa. Eu acho que todos têm consciência disso. Na Câmara Criminal o décimo não precisa”, afirmou.

A presidente Cynthia pediu para que o assunto fosse tratado em outro momento pelos desembargares, mas apontou que a proposta de Jutahy teria que ser apresentada por projeto de lei.

Política Livre

Messias segue como favorito mesmo depois de jantar de Lula com ministros do STF

 Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Jorge Messias15 de outubro de 2025 | 11:20

Messias segue como favorito mesmo depois de jantar de Lula com ministros do STF

brasil

O advogado-geral da União, Jorge Messias, segue como o franco favorito para substituir Luís Roberto Barroso no STF (Supremo Tribunal Federal), mesmo depois de Lula ter ouvido de ministros da Corte, na terça (14), que o nome da preferência de parte dos integrantes do tribunal é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

De acordo com um dos presentes ao jantar que Lula ofereceu para quatro ministros do tribunal _Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino _ e para integrantes de seu governo, o presidente deixou claro que sua escolha já está praticamente sacramentada.

Se Pacheco fosse o escolhido, diz o mesmo ministro à coluna, Lula teria feito ontem mesmo o anúncio pois estava diante do grupo de magistrados que já manifestou preferência por ele.

Como não fez isso, o presidente sinalizou que o nome é outro _no caso, o de Messias, aposta o mesmo ministro que conversou com a coluna.

Segundo relatos de outros convidados, Lula ouviu com atenção a ponderação dos ministros convidados para o jantar.

Sem citar o nome de Pacheco, eles afirmaram que seria aconselhável o presidente escolher um nome que agregasse, que defendesse o tribunal e que tivesse firmes compromissos democráticos. Disseram ainda que um nome “fraco” debilitaria a Corte neste momento histórico de tantos desafios.

Depois disso, Lula afirmou que já estava “definindo” o nome e que os magistrados poderiam ficar “tranquilos”. “Será uma boa escolha. Vocês vão gostar”, afirmou ainda, segundo relatos.

No entendimento de alguns dos presentes, “o presidente ouviu as características que os ministros entendem ser necessárias para o cargo, e respondeu que o nome praticamente já escolhido por ele vai ao encontro dessas qualidades”.

Dois interlocutores próximos de Lula afirmam que a escolha deve ser a que apontam como “óbvia”. Ou seja, Messias deve ser o indicado.

Embora façam campanha para Pacheco, os ministros presentes ao jantar não vetam o nome de Messias para o STF.

O ministro Cristiano Zanin, por exemplo, é amigo de ambos e não se engajou em nenhuma das candidaturas.

Mônica Bergamo/Folhapress

Oportunidade, limites e desafios de um novo plano de paz no Oriente Médio


A reconstrução de Gaza pode levar não meses, mas décadas

Pedro do Coutto

O plano de Donald Trump para alcançar primeiro um cessar-fogo e, em seguida, a paz no Oriente Médio representa a mais recente tentativa de romper um ciclo de hostilidade que atravessa gerações. A iniciativa, anunciada em meio a uma das mais longas e devastadoras crises entre Israel e Hamas, conseguiu um primeiro êxito: interromper o fogo e abrir espaço para diálogo.

A reação internacional foi, em geral, positiva. Líderes de diferentes nações reconheceram o valor do gesto, ainda que saibam que silenciar as armas não significa alcançar a paz. A interrupção da violência, nesse contexto, é apenas um ponto de partida – necessário, mas insuficiente – para enfrentar um problema que é, antes de tudo, estrutural, político e histórico.

DISPUTAS – A história da região mostra que cessar-fogos já foram obtidos antes, e quase sempre ruíram diante de disputas territoriais, da ausência de confiança mútua e da falta de um plano duradouro de reconstrução. É esse o segundo desafio do projeto de Trump: transformar o acordo temporário em uma estratégia de reconstrução econômica, política e institucional para Gaza e Cisjordânia.

Segundo estimativas do Banco Mundial e das Nações Unidas, o custo total de reconstrução de Gaza pode ultrapassar 50 bilhões de dólares, e apenas os três primeiros anos demandariam mais de 20 bilhões. Isso envolve não apenas reconstruir prédios e infraestrutura, mas restabelecer o tecido social dilacerado por décadas de guerra, pobreza e deslocamento forçado.

O problema, contudo, não se resume ao dinheiro. É preciso decidir quem reconstruirá, sob quais condições e com que tipo de governança. Os desafios são tão práticos quanto simbólicos. O entulho que cobre Gaza – estimado em dezenas de milhões de toneladas – levará anos para ser removido.

DESCONFIANÇA – A infraestrutura básica, como água, energia e saúde, está em colapso. A cada esforço humanitário, há uma desconfiança política: os palestinos temem que o plano sirva para consolidar o controle israelense; Israel teme que a reconstrução reforce grupos extremistas.

Nesse labirinto de desconfianças, é essencial garantir transparência, supervisão internacional e participação local. Nenhum plano terá legitimidade se ignorar a voz dos palestinos.

Há, no entanto, um precedente histórico que merece ser lembrado. Em 1947, foi um brasileiro – o diplomata Oswaldo Aranha – quem presidiu a Assembleia Geral da ONU responsável por aprovar o plano de partilha da Palestina, que previa a criação de dois Estados: um judeu e outro árabe.

MAPA DO MUNDO –  Naquele momento, Aranha conseguiu, com habilidade diplomática, adiar votações, negociar votos e conduzir uma decisão que mudaria o mapa do mundo. Desde então, o Brasil abre todas as assembleias da ONU em homenagem a essa liderança, lembrando que a diplomacia pode, sim, ter papel transformador quando há coragem e equilíbrio.

O desafio de Trump, agora, é provar que um líder pode ir além do gesto simbólico e concretizar uma paz que nem mesmo o século XXI conseguiu construir. Ainda que o plano tenha conseguido apoio inicial, ele enfrenta uma realidade política fragmentada.

O Hamas continua controlando parte de Gaza; a Autoridade Palestina tenta recuperar legitimidade; Israel vive divisões internas e desconfia de qualquer proposta que limite seu poder de segurança. Além disso, atores externos – como Irã, Turquia, Egito e Qatar – têm interesses distintos e, muitas vezes, conflitantes. A paz no Oriente Médio, portanto, nunca depende de dois lados, mas de uma constelação de forças.

CENTRO DA DIPLOMACIA – O mérito de Trump foi recolocar o tema no centro da diplomacia global e reunir apoios improváveis, mas a continuidade do processo exigirá algo raro na política internacional: paciência.

A reconstrução de Gaza e a criação de uma governança legítima podem levar não meses, mas décadas. O cessar-fogo atual é uma conquista, mas frágil como vidro. Qualquer novo ataque, bloqueio ou retaliação pode reacender as chamas. Por isso, o plano precisa de sustentação multilateral e de mecanismos de monitoramento que garantam que os compromissos sejam cumpridos.

É indispensável combinar segurança e reconstrução, justiça e pragmatismo, e entender que o “ideal” de paz absoluta talvez nunca se concretize — mas que é possível construir, aos poucos, uma normalidade possível.

PROCESSO – Trump, ao propor “começar de um ponto”, acerta na percepção de que a paz não surge de um decreto, mas de um processo. Assim como Oswaldo Aranha, em 1947, compreendeu que era preciso dar o primeiro passo, ainda que imperfeito, o atual plano reconhece que não há solução mágica em 24 horas para um conflito que já dura mais de 70 anos.

O que se pode fazer é inaugurar um ciclo, mesmo que longo, de reconstrução, justiça e esperança. No fundo, a paz não nasce de ideais, mas de compromissos — e talvez o maior mérito de Trump, desta vez, seja reconhecer que é possível negociar o impossível.


PL questiona legitimidade de gabinete para Janja e tenta derrubar decreto de Lula


PL tenta conter protagonismo da primeira-dama no governo

Bela Megale
O Globo

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, apresentou um projeto de decreto legislativo para derrubar o trecho de uma medida adotada pelo governo Lula que beneficia a primeira-dama, Janja da Silva. O texto, publicado em agosto, amplia o acesso da primeira-dama aos serviços prestados pelo Gabinete Pessoal da Presidência da República.

No documento, Sóstenes alega que o objetivo do decreto que altera a estrutura da Presidência seria “promover a imagem” de Janja junto ao “eleitorado da esquerda”. O líder do PL afirma que a primeira-dama “não concorreu a qualquer cargo e, muito menos, foi eleita ou autorizada pela Constituição Federal ou por qualquer lei em sentido estrito a ter verba, funcionários públicos à sua disposição e, o pior, representar o chefe do Executivo em atividades de caráter cultural, social ou cerimonial”.

SERVIÇOS – O Gabinete Pessoal da Presidência, ao qual Janja passou a ter acesso, realiza serviços como organização de agendas, cerimonial, formulação de pronunciamentos, entre outras atividades.

Janja conta com uma estrutura de assessores desde que Lula assumiu a Presidência, mesmo sem ocupar cargo público. Ela já manifestou publicamente o desejo de ter um gabinete e defendeu a proposta em entrevista ao GLOBO, em 2023:

— A primeira-dama dos Estados Unidos tem um gabinete oficial. Ela tem agenda, tem protagonismo e ninguém questiona isso. Por que o Brasil questiona? Por que aqui tudo parece mais difícil? — disse.


Apagão geral das emendas

 

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Arte: Marcelo Chello

A Polícia Federal foi atrás do deputado federal Dal Barreto, por autorização do Supremo, por causa de emendas. A Polícia, a cada dia, chega a um caso novo de emendas envolvendo crime organizado. O Supremo Dino vai fazer audiência pública na semana que vem para saber se a galera está cumprindo os acordos de transparência das emendas. O governo Lula mandou o recado de que vai vetar o cronograma das emendas sem rediscutir taxação dos BBBs, bancos, bets e bilionários. Segura essa: em dia de apagão de energia, é o apagão das emendas que está tomando conta do noticiário.

A treta é a seguinte: a emenda parlamentar nada mais é do que o dinheiro público liberado do orçamento do governo para ser usado por deputados e senadores. O uso desse orçamento pelos parlamentares para fazer um hospital em sua região, mandar asfaltar uma estrada, comprar equipamentos agrícolas para as cidades que os elegeram, é muito legítimo. E essa parte ainda existe, e o governo é obrigado, todo ano, a liberar esse dinheiro (mas escolhe a data da liberação e usa isso para negociar com o Congresso).

O problema é que o Congresso, ao longo do tempo, começou a mandar dinheiro para todo lado sem transparência. Tinha deputado eleito por um estado mandando emenda para outro estado. A Polícia começou a descobrir desvios de dinheiro. Surgiram indícios de corrupção e até uso das emendas parlamentares para lavar dinheiro do crime organizado. Vai vendo, BRASEW. (Você sabia que a gente manda as notícias também pela comunidade da Tixa no WhatsApp? É só entrar na comunidade aqui.)

O Orçamento Secreto

Há anos, o Supremo tem embates com os parlamentares por conta das ditas emendas. Desde os tempos do orçamento secreto. Ainda no tempo da suprema Rosa Weber, o Supremo fechou acordo para proibir esse tal orçamento secreto. Ok, acabou aquele orçamento secreto.

Mas aí os deputados e senadores deram um jeitinho e criaram novos tipos de emendas que acabam sendo usadas também sem transparência. A mais nova dessa modalidade é a emenda Pix. Aí o Supremo Dino disse que não ia dar mais pra continuar com a farra porque os indícios eram fortes de que as obras só ficavam no papel. Fechou acordo com o Congresso, com o governo, com todo mundo, e agora, de tempos em tempos, precisa fazer audiências, pedir fiscalização do Tribunal de Contas da União porque continua uma festa danada.

Como funciona essa festa? Por exemplo, um deputado manda o dinheiro público da emenda para uma prefeitura, sem um projeto específico, e sabe Deus o que acontece com o dinheiro. Ou manda para uma ONG que promete que vai usar o dinheiro para o bem geral da Nação. Mas usa para o próprio bem de seus gestores. Resumindo: o orçamento secreto só mudou de nome, mas continua secreto.

A PEC da Blindagem

Para tentar tirar o Dino e o Supremo do caminho, foi que os parlamentares tentaram fazer passar a PEC da Blindagem, lembra? Aquela que blindaria os congressistas de serem até mesmo investigados. Não deu certo.

Outro detalhe: as emendas se tornaram uma parte relevante do orçamento livre do governo, mas sob o comando dos congressistas. Isso significa o quê? Que o governo fica na mão do Congresso. Mas, ao mesmo tempo, o governo também ainda tem certo poder. Veja o que aconteceu com a queda da Medida Provisória do IOF, que ia aplicar impostos sobre movimentações financeiras, fintechs e bets.

O que aconteceu? A Câmara derrubou, e agora o governo Lula ameaça barrar o cronograma de liberação das emendas para o ano que vem. São R$ 7,5 bilhões. E por que esse cronograma é importante? Porque, se o governo não liberar no primeiro semestre, não dá tempo de os políticos fazerem obras para ganhar votos (com as tais obras legítimas, por exemplo).

Overclean

Só sei que, no meio dessa confusão, a Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira mandados de busca e apreensão contra o deputado federal Dal Barreto (União Brasil-BA), por conta da Operação Overclean, que investiga o quê? Desvio de dinheiro público das emendas parlamentares e fraudes em licitações. Essa operação pega o União Brasil da Bahia e licitações relacionadas às coletas de lixo por diversos estados do País.

No caso de Dal Barreto, descobriu-se até que postos de gasolina do nobre deputado teriam recebido emendas Pix enviadas por outros parlamentares.

Já teve fase dessa operação que bateu no irmão do deputado Elmar Nascimento (que também é do União Brasil, também lá da Bahia). Pegou também o primo do Elmar.

Para os perdidos. Elmar, para quem não lembra, era dado como sendo o candidato do Arthur Lira, nosso Arthurzito, para ser presidente da Câmara. No fim, Arthurzito foi de Hugo Motta.

Por falar em Lira

O governo começou a fazer uma limpa no pessoal que ocupava cargos indicados por partidos que derrubaram a Medida Provisória do IOF. Mas, porém, todavia, entretanto, contudo, o presidente da Caixa, nomeado por Arthurzito, não foi embora. Mesmo com o partido de Arthurzito, o PP, tendo sido responsável por parte da derrubada da MP. E por que isso aconteceu? Porque é o Arthurzito, né, BRASEW? Ele segue mandando na Câmara frigorífica. Mas tem um rolê técnico também nessa história. Arthurzito não estava na sessão que derrubou a Medida Provisória. Olha que espertinho. Quem não estava foi perdoado pelo governo. Já pensou perder a presidência da Caixa, Arthurzito?

Só sei que a notícia que corria entre a imprensa é de que Lira teria avisado Gleisi Narizinho que era bom ter muita calma nessa hora porque sempre dá para reconstruir algumas relações.

Bom, talvez por isso Haddad, nosso Fernandinho Cabelo e ministro da Fazenda, tenha dito que, nesta quarta, eles vão começar a trabalhar em um cardápio de medidas como alternativa à MP que caiu:

“Já recebi de vários parlamentares acenos no sentido de corrigir o que aconteceu. Vamos buscar alternativas ao que aconteceu, porque, de fato, a chamada taxação dos BBBs só é injusta na cabeça de pessoas desinformadas sobre o que está acontecendo no Brasil.”

Então, tá.

A dose da anistia

Davi Alcolumbre, a estrelinha-mor do Senado, que é do União Brasil, disse que só está no aguardo do contato do Paulinho da Força para falar do PL da Anistia, que foi reduzido ao PL da Dosimetria. O que já se comenta é que não vai ter mais PL nenhum. Subiu no telhado.

Apagão real

Se você estava dormindo (literalmente), nem viu que teve um apagão bem grande no Brasil. Apagão de energia mesmo, darling. Adorei a calma da explicação do ministro das Minas e Energia, o Xandinho, também conhecido como Alexandre Silveira. Ele disse que não tem nada a ver com os apagões de 2001 e 2021 porque “o problema não é falta de energia, é um problema na infraestrutura”.

Oi? Só eu fiquei nervosa com esse tal probleminha de infraestrutura? Segundo as primeiras explicações, pegou fogo em uma subestação no Paraná e aí o sistema agiu para não ficar sobrecarregado. Como o sistema elétrico brasileiro é todo interligado, podem acontecer apagões em grandes áreas. Mesmo assim, fiquei nervosa com esse problema de infraestrutura que faz faltar energia de Norte a Sul do País. A propósito, não teve um apagão também lá por 2010 ou 2011?

Bessias supremo

A campanha por Jorge Messias para o Supremo está grande. Vários e vários artigos dizendo como seria um gesto de Lula para os evangélicos escolher o Messias. Teve até pastor bolsonarista falando bem do Messias. Para quem é perdido como eu, Messias é hoje Advogado-Geral da União e ficou conhecido como Bessias quando a Dilma ligou para Lula para dizer que o Bessias ia levar os documentos para ele assinar e ser ministro. E, no fim, o Lula não virou ministro, não ganhou o foro privilegiado e acabou preso pelo Moro, o Serginho que hoje é senador.

Gonet livra Dudu

O procurador nada amigo-geral da República, Paulo Gonet, entendeu que não cabe a deputados pedir a prisão do Dudu Bolsonaro. O pedido foi feito por deputados do PT e PSOL por conta da viagem de Dudu para fazer lobby contra o Brasil nos States. Agora a decisão está nas mãos do Xandão.

Trumpices

Donald J. Trump disse que vai liberar US$ 20 bilhões para o Milei na Argentina, mas só se ele ganhar as eleições. E tem eleição na Argentina este ano, Tixa? Tem, mas não é para presidente, é para o Legislativo.

E o acordo de paz está cambaleando
E o acordo de paz do Trump, que na verdade é um cessar-fogo, está sob ameaça. O Hamas não consegue entregar os corpos dos reféns que foram mortos ao longo dos últimos dois anos. Eles já tinham dito que seria difícil encontrar os corpos. Mas Israel não quis saber e anunciou que vai reduzir pela metade o fluxo de ajuda para o território palestino até que o Hamas cumpra com o acordo. Vai vendo, BRASEW.

Censura
E a mais nova do Trump, nos Estados Unidos, é exigir da imprensa que não noticie questões do Ministério da Defesa sem autorização, sob pena de perder as credenciais de imprensa. Nem a Fox News, canal notadamente trumpista e onde o ministro da Defesa era comentarista antes de ser ministro, aceitou as novas regras.

A imprensa que lute.

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