quarta-feira, outubro 15, 2025

Dallagnol pode cair graças ao Trump?

 

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07:02 (há 3 horas)
para mim

Quarta-feira, 15 de outubro de 2025

A extrema direita brasileira comemorou quando Trump começou a questionar os acordos da Lava Jato nos Estados Unidos. Acharam que era um golpe contra Lula. Mas estão delirando, como de costume.


Enquanto Dallagnol celebra o silêncio das instituições brasileiras, uma investigação do Departamento de Justiça americano pode trazer à tona tudo o que a imprensa e o STF daqui fingem não ver: cooperação irregular entre promotores brasileiros e americanos, possíveis confissões mantidas em sigilo, violações de procedimentos legais.


A Vaza Jato já documentou tudo isso, mas as instituições brasileiras preferiram fazer de conta que não viram nada.


Se Trump mexer nessa ferida, quem pode ser exposto não é Lula — é Dallagnol. E dessa vez, a documentação americana pode impedir que varram para baixo do tapete.


E o Brasil todo ficará sabendo, o que o Intercept Brasil já denuncia desde 2019: que a “maior operação anticorrupção do país” foi construída sobre muitas irregularidades.

Se essa investigação avançar, documentos americanos podem confirmar

o que a Vaza Jato já mostrou: cooperação ilegal, sigilos e abusos de poder.


Enquanto a mídia finge que nada aconteceu, o Intercept Brasil segue

expondo o que eles querem manter enterrado.


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os verdadeiros corruptos.

Dia do Professor: Arquitetos do Futuro em um Mar de Contradições

 

                                 Foto Divulgação

Dia do Professor: Arquitetos do Futuro em um Mar de Contradições

O dia 15 de Outubro é mais que um feriado; é o momento de reconhecer a fundação do saber no Brasil, que remonta ao decreto imperial de 1827. O Dia do Professor, oficializado em 1963, celebra a missão de quem se dedica à construção de uma nação através do conhecimento.

O professor é o verdadeiro arquiteto do intelecto, o farol que guia o raciocínio e o amparo emocional para o futuro. São mestres na arte de educar, dedicando suas vidas à causa maior da transmissão de saber e do desenvolvimento humano. Nesta data, nossa gratidão se volta não só aos que estão em atividade, mas também à memória dos eternos mestres que formaram gerações.

O Contrasssenso da Valorização

No entanto, a celebração não pode ignorar a injustiça histórica imposta a estes profissionais. É um contrassenso gritante que reflete uma profunda crise de prioridades na sociedade:

  • Como o arquiteto do futuro de uma cidade pode ganhar menos que um vereador?

  • Como um professor universitário, que molda líderes e pensadores, pode ter um salário inferior ao de um deputado?

Esta dissonância de valores mostra que, embora a sociedade reconheça a importância do professor, ela falha miseravelmente em remunerar sua dedicação de forma digna.

Guerreiros do Conhecimento

Apesar da valorização insuficiente e do reconhecimento tardio, os professores persistem. Eles são guerreiros do conhecimento que não abandonam sua missão.

Nesta data, reconhecemos a paciência em explicar a teoria complexa, a paixão que acende a curiosidade e a mão firme que orienta. Aos professores – ativos, aposentados e aqueles que vivem apenas em nossa memória afetiva – nosso mais profundo e sincero agradecimento. Sua dedicação é o alicerce sobre o qual toda a sociedade se ergue.


,

.  José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado — Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública
Estudioso do Direito e Comentarista Político
Proprietário do Blog “DeDeMontalvão” — Matrícula ABI: C-002025

A guerra não acabou! O que acabou foi a Palestina, que entregou 53% de Gaza

Publicado em 15 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Trump pede indulto para Netanyahu em ações judiciais abertas em Israel | Jornal de Brasília

Trump e Netanyahu comemoram a tomada de 53% de Gaza

Carlos Newton

Entramos na Era Trump. É uma viagem programada pelos especialistas norte-americanos em marketing político, que são os mais avançados do mundo. Para eles, a derrota de Donald Trump na eleição de 2020 foi totalmente inesperada, um verdadeiro ponto fora da curva, porque a estratégia política era acertadíssima e o lema “Fazer a América Grande de Novo” continuava funcionando.

Em 2020, Donald manteve o slogan, mas faltaram-lhe votos para superar Joe Biden, porque os republicanos pouco tinham feito para fortalecer a América no primeiro mandato.

Não havia o complemento necessário a exibir na campanha de reeleição em termos de “Grande de novo”, e surgiram muitas matérias escandalosas envolvendo Trump e roubando-lhe indispensáveis votos dos conservadores.

PROMESSAS A CUMPRIR – Quatro anos depois, em 2024, a campanha dos republicanos novamente encheu-se de grandes promessas, em termos econômicos, sociais e até militares.

Trump então anunciou que terminaria de construir o muro entre os Estados Unidos e o México — promessa que repete desde 2016. Além disso, disse que promoveria a maior deportação do mundo, expulsando todos os imigrantes ilegais. Na economia, prometeu aumentar as tarifas sobre importações, incrementar a produção de energia americana e reduzir imposto de rendas de setores trabalhistas.

A busca por votos também o levou a fazer promessas para públicos específicos, incluindo a eliminação de impostos de renda em alguns setores. Mas era tudo conversa fiada. Ao final de seu primeiro ano de  governo, no mandato atual, já se vê que Trump manteve a regra de cumprir poucas promessas, pois praticamente limitou-se ao tarifaço.

É SORTUDO – Trump não tem educação nem caráter. Em compensação, exibe uma sorte de fazer inveja ao personagem Gastão, o primo do Pato Donald. Seu tarifaço, por exemplo, agrada ao eleitor americano, mas pode ser um tiro no pé, caso motive a aproximação do grupo Brics e da União Europeia, e tudo indica que isso vai acontecer, com o agravamento da tensão comercial entre China e Estados Unidos, em crise que se iniciou semana passada.

O caso de Gaza é semelhante. No momento, parece uma vitória milagrosa. Mais para frente ficará claro que os dirigentes palestinos fizeram um acordo Caracu altamente lesivo para os interesses de seu povo.

Quem vai pagar os US$ 40 bilhões e os juros para reconstruir a cidade? Trump e seus amigos vão liderar o consórcio de empreiteiros? Em que século será enfim formado o Estado palestino, com governo próprio?

INGENUIDADE – É preciso ser muito ingênuo para acreditar em Trump e em Netanyahu. Sozinhos ou juntos, isso não interessa, são cidadãos eternamente suspeitos.

Como aceitar essa estratégia diplomática de trucidar os inimigos indefesos, bombardeando até escolas, hospitais e unidades internacionais de assistência médica e social, para depois devolver os escombros a eles, visando a cobrar generosos juros pelos gastos de reconstrução?

Das 216 nações existentes no mundo, apenas 99 têm PIB superior a US$ 40 bilhões. Os outros 117 países estão abaixo desse valor.

Antes da guerra, a chamada Palestina, formada pela Faixa de Gaza e pela Cisjordânia, tinha PIB de apenas US$ 19 bilhões. E agora, aonde vai arranjar US$ 40 bilhões para reconstruir Gaza, sem falar nos juros que serão cobrados?

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P.S.
 – Desculpem a franqueza. A gente vê o carnaval na mídia, os festejos de criminosos como Trump e Netanyahu, que não são Mahatma Gandhi nem Nelson Mandela… E logo percebe que não foi a guerra que acabou. Na verdade, a própria Palestina é que não existe mais. Era um dos países de maior crescimento no mundo e hoje existem apenas escombros. Israel não tem mais o que destruir, precisa gastar menos em armas para poder organizar a ocupação de 53% das terras de Gaza, que agora passam a integrar o território de Israel, até que haja a independência da Palestina na terra do nunca jamais. (C.N.).

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