sexta-feira, novembro 14, 2025

Inflação e juros - Trump Acabou! - O Retorno da Farda à Política e muito mais....

 

Inflação e juros

13/11/2025 Por 

Caso ‘Lula 3’ houvesse recuperado as metas de inflação de antes de Temer/Bolsonaro, teríamos intervalo aceitável ao crescimento dos preços entre 3% e 6%. Nos próximos dias 9 e 10 de dezembro será realizada a última reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM) de 2025. Ela será oitava oportunidade em que o colegiado se reúne … Ler mais

Trump Acabou! Rússia e China Destroem Sua Ameaça de Guerra Enquanto o Poder dos EUA Desaba

13/11/2025 Por 

Rússia e China acabam de virar o jogo contra Trump, e o analista Pepe Escobar afirma que é o fim das manobras militares dos EUA. Ele explica como o império americano admitiu suas fraquezas diante de Putin e Xi e agora busca descarregar sua fúria sobre uma Venezuela considerada “mais fraca”. Isso pode ser um … Ler mais

Retorno da interferência dos EUA reacende disputa sobre soberania latino-americana

13/11/2025 Por 

Análises recentes indicam que Washington retoma diretrizes da Doutrina Monroe no governo Trump, ampliando tensões na região. 247 – A ofensiva diplomática e militar dos Estados Unidos na América Latina voltou ao centro das análises geopolíticas. Reportagem publicada pela RT Brasil aponta para uma reaproximação explícita do governo norte-americano — sob a liderança do presidente dos Estados Unidos, … Ler mais

Tarifaço de Trump gera inflação nos EUA, enquanto Brasil diversifica mercados

13/11/2025 Por 

Impacto das sobretaxas provoca inflação interna e pressiona Washington, enquanto abre novas oportunidades ao Brasil. 247 – A guinada protecionista adotada por Washington começa a cobrar seu preço. O tarifaço imposto pelo governo norte-americano já se reflete na alta dos preços de itens essenciais, como café e carne bovina, e provoca distorções que abrem brechas comerciais … Ler mais

O Retorno da Farda à Política: a engrenagem militar na eleição de 2026

13/11/2025 Por 

A ADESG, o Clube Militar e a velha doutrina de segurança nacional reaparecem como pilares de uma operação silenciosa para manter o poder político nas mãos das elites fardadas, agora sob a máscara da “ordem” e da “segurança”. Nas sombras dos almoços de confraternização e das palestras sobre “estratégia e defesa”, renasce a velha aliança … Ler mais

Doutrina Trump anuncia um Vietnã na Venezuela

13/11/2025 Por 

O cerco militar à Venezuela repete a lógica das guerras preventivas do século XX. Mas, no século XXI, o espetáculo é tão importante quanto o alvo. O cerco à Venezuela revela a nova face da Doutrina Monroe — rebatizada pelo professor Richard D. Wolff como ‘Doutrina Trump’ — e anuncia um ciclo de intervenção política … Ler mais

A célere decadência política, moral e física de Trump

13/11/2025 Por 

Escândalos, colapsos de popularidade e sinais de fragilidade expõem a rápida erosão política e pessoal de Trump. Um dos mitos mais explorados pelo MAGA e pelo chamado QAnon é o de que o presidente Trump estaria travando uma guerra contra uma rede mundial de pedófilos e de “adoradores de Satanás”. Segundo esse mito, essa rede … Ler mais

Venezuela reforça defesa integral diante da guerra multiforme dos Estados Unidos

13/11/2025 Por 

Em visita à Comuna General Rafael Urdaneta, Nicolás Maduro afirma que o país vive seu maior nível de preparação militar e institucional. 247 – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o país alcançou “um nível de preparação que nunca antes havia tido” para enfrentar agressões externas, em especial a ofensiva psicológica, militar e comunicacional … Ler mais

Clã Bolsonaro tem maior rejeição entre todos os candidatos para 2026

13/11/2025 Por 

Jair, Michelle e Eduardo Bolsonaro têm os maiores índices de rejeição entre potenciais candidatos a presidente. 247 – A mais recente pesquisa Genial/Quaest revela que o clã Bolsonaro enfrenta os maiores índices de rejeição entre todos os nomes avaliados para a eleição presidencial de 2026. Os dados mostram que Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro (PL) e … Ler mais

Trump sanciona lei que encerra o mais longo shutdown da história dos EUA

13/11/2025 Por 

Presidente aprova acordo que garante financiamento federal até 2026 e restabelece funcionamento completo do governo após 43 dias de paralisação. 247 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou na noite desta quarta-feira (12) o projeto de lei que garante o financiamento federal até 30 de janeiro de 2026, encerrando o mais longo shutdown da história do … Ler mais

🔔 Imprensa erra ao repetir que direita quer mais rigor contra o crime

 

Imprensa erra ao repetir que direita quer mais rigor

contra o crime

Quando o assunto é segurança pública, o populismo de direita sempre ganha. E a imprensa tem um papel importante nisso, repaginado e intensificado pelas redes sociais. Primeiro, ao contrapor o combate à criminalidade à defesa dos direitos humanos, que seriam uma bandeira de esquerda, mais “frouxa” no combate aos “bandidos”; depois ao disseminar a falsa ideia de que violência policial e encarceramento sem garantias legais em presídios desumanos significariam rigor contra o crime; por fim, mas não menos importante, ao deixar fora do debate questões como o envolvimento de boa parte das polícias e de políticos com o crime organizado.

O noticiário acerca do debate sobre o PL Antifacção enviado pelo governo ao Congresso - e “roubado” pela direita - mostra claramente essa distorção. Os sucessivos pareceres do relator Guilherme Derrite (PL-SP), exonerado temporariamente pelo governador Tarcísio de Freitas apenas para habilitá-lo a cumprir esse papel, são apresentados como uma disputa entre o projeto do governo, que seria “mais brando”, ou “água com açúcar” nas palavras destacadas do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, em contraponto a governadores e parlamentares de direita que seriam “linha dura” contra o crime. 

Mas não é isso que as divergências entre PL do governo e os pareceres de Derrite mostram.

Quase sempre colocados no pé das notícias, os argumentos do governo contra o que agora, em sua quarta versão, é chamado de Marco Legal do Combate ao Crime Organizado - e deve ser votado na semana que vem - podem ser resumidos em quatro pontos: a tipificação do crime; a sobreposição com outras legislações; o enfraquecimento do poder da Polícia Federal na investigação das facções criminosas; e o confisco dos bens do crime organizado, que pela proposta do governo seria feito já na fase de investigações, e de acordo com o relator só ocorreria depois do trânsito em julgado

Isso, depois de Derrite ter sido obrigado a recuar de dois pontos que seriam desastrosos para o combate do crime organizado: o primeiro seria equiparar às facções a organizações terroristas, uma definição totalmente inadequada, inconstitucional e que expunha o país à interferência estrangeira (vide o combate ao “narcoterrorismo” de Donald Trump); e, o segundo, retirar da Polícia Federal a atribuição constitucional de investigar crimes federais - caso das facções e milícias, em seguida substituído pela obrigatoriedade de avisar as polícias estaduais das investigações em curso.

 A PF reagiu com força - e aí contou com o apoio de boa parte da imprensa - e as tentativas de Derrite de deixar as raposas cuidando do galinheiro em total liberdade fracassaram. Imagine o que teria sido do caso Marielle se a PF avisasse a Polícia Civil do RJ que entre os investigados como mandantes estavam patronos da milícias - como os irmãos Brazão - e o então chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa?

Ou se em vez de operações como a Carbono Oculto, da PF, que apreendeu mais de 6 bilhões de reais do crime organizado e chegou aos fundos de investimento e fintechs da Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, a gente pudesse contar apenas com massacres como o perpetrado pelas autoridades do Rio Janeiro no Complexo da Penha e do Alemão, mais sangrentos do que eficazes para combater o crime organizado? 

Derrite foi obrigado a reformular mais uma vez o projeto em substituição ao enviado pelo governo, mantendo as competências da PF e limitando-se a abocanhar uma parte dos recursos federais para as polícias estaduais, mas manteve a proteção dos bens dos chefes do crime até que a sentença tenha transitado em julgado. Alguém pode explicar que rigor contra o crime justifica essa preocupação do relator?

Em compensação ao alívio proporcionado aos chefões do crime, o tal do “rigor” foi direcionado aos peixes pequenos. Pela proposta do relator, todos os acusados de ligação com facções criminosas teriam a mesma faixa de pena - de 20 a 40 anos - sem diferenciar o papel e o grau de envolvimento de cada um (ou seja, comandantes e soldados do crime teriam a mesma punição); além de exigir o cumprimento de 85% da pena em regime fechado, sem prever nenhum tipo de mecanismo para evitar a reincidência e o recrutamento feito pelas facções dentro dos presídios - quase uma necessidade de sobrevivência para os presos no atual regime carcerário.

No livro, “A Pauta é uma Arma de Combate”, a jornalista e acadêmica Fabiana Morais questiona a pretensa objetividade da imprensa desnudando alguns de seus expedientes, como as falsas equivalências, a seleção de fontes (privilegiando os que detém o poder) e a exclusão de vozes e de fatores estruturais de nossa realidade, como o racismo, das notícias, distorcendo por completo a informação. 

Em um país em que a polícia e a política estão infiltradas pelo crime organizado, em que a violência mata preferencialmente jovens negros e pobres, e com um sistema carcerário desqualificado - o que está na própria origem e das facções e se traduz em altos índices de reincidência - o jornalismo só tem valor se não aderir a respostas simples, eivadas de preconceitos, a pretexto de satisfazer o desejo legítimo de segurança da população. Do contrário, está apenas jogando água no moinho da extrema direita, que utiliza o medo como capital político, explorado nas redes sociais. 

PF aponta que ex-presidente do INSS recebia propina mensal de R$ 250 mil em esquema

 

PF aponta que ex-presidente do INSS recebia propina mensal de R$ 250 mil em esquema

Por Constança Rezende, Folhapress

13/11/2025 às 18:17

Foto: Lula Marques/ Agência Braasil/Arquivo

Imagem de PF aponta que ex-presidente do INSS recebia propina mensal de R$ 250 mil em esquema

O presidente afastado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Alessandro Stefanutto

A Polícia Federal apontou que o ex-presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) Alessandro Stefanutto recebia R$ 250 mil mensais, quando comandava o órgão, no esquema de descontos ilegais de aposentadorias.

Segundo a decisão sigilosa do André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou a sua prisão nesta quinta-feira (13), há indícios de que Stefanutto exerceu papel de facilitador institucional do grupo criminoso dentro do INSS, primeiro como procurador-chefe, depois, como presidente do órgão.

"Ele utilizou sua influência na alta administração pública para garantir a continuidade da fraude em massa, que gerou R$ 708 milhões em receita ilícita, confirmando sua posição como uma das principais engrenagens da organização criminosa", disse a PF.

Segundo as investigações, o pagamento de valores indevidos aos altos gestores do INSS era necessário porque, sem o apoio deles, seria impossível continuar com uma fraude de tamanha magnitude, que envolvia mais de 600 mil vítimas e gerava milhares de reclamações judiciais e administrativas

"Em síntese, sua conduta viabilizou juridicamente o esquema fraudulento, conferindo aparência de legalidade a operações ilícitas, mediante o uso da posição pública de destaque que ocupava no INSS", diz a decisão.

Desses repasses, segundo a polícia, quase a totalidade dos valores foram pagos entre junho de 2023 e setembro de 2024 (à exceção de um pagamento de R$ 250 mil realizado em outubro de 2022).

As investigações da PF também apontaram que Stefanutto avaliava e aprovava a manutenção dos convênios entre o INSS e da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares), mesmo após alertas técnicos sobre inconsistências nas listas de filiados e indícios de falsificação de autorizações de desconto.

Além disso, autorizava o processamento de cadastros de filiação encaminhados pela Conafer sem observância dos critérios legais e sem checagem da manifestação de vontade dos beneficiários.

Ainda de acordo com as investigações, Stefanutto recebia pagamentos mensais provenientes de empresas vinculadas ao operador financeiro Cícero Marcelino de Souza Santos, disfarçados como honorários de consultoria ou assessoria técnica e utilizava influência institucional para manter a execução dos atos criminosos.

Stefanutto foi preso nesta quinta-feira (13), na nova fase da Operação Sem Desconto, que apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões, em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União).

Procurada, a defesa de Stefanutto afirmou que não teve acesso ao teor da decisão que decretou a prisão dele e que trata-se de uma detenção "completamente ilegal, uma vez que Stefanutto não tem causado nenhum tipo de embaraço à apuração, colaborando desde o início com o trabalho de investigação".

A defesa também disse que irá buscar as informações que fundamentaram a decisão para tomar as providências necessárias e que segue confiante, diante dos fatos, de que comprovará a inocência dele ao final dos procedimentos relacionados ao caso.

Politica Livre


Nota da Redação deste Blog - 

INSS: Um Campo Fértil Para Improbidades Desde o Funrural até os Escândalos Atuais

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), órgão essencial para garantir direitos previdenciários a milhões de brasileiros, infelizmente carrega uma longa história marcada por improbidades e corrupção. Essa chaga não nasceu agora — ela tem raízes profundas, que remontam aos tempos do antigo Funrural.

Foi justamente ali que se abriu a primeira brecha: os cargos eram ocupados por indicações políticas, transformando postos estratégicos em verdadeiros “cabides de emprego” para cabos eleitorais. O mérito ficava em segundo plano, enquanto interesses particulares se sobrepunham ao interesse público.

Com o passar dos governos, essa prática foi se aprofundando. O que era um desvio pontual se tornou um vício administrativo, alimentando um ecossistema perfeito para fraudes, manipulações de processos, vendas de facilidades e toda sorte de aventuras criminosas envolvendo recursos previdenciários.

O ápice desse desequilíbrio moral ocorreu no governo Collor, quando as portas das nomeações políticas se escancararam de vez. O INSS, em vez de ser um órgão técnico e blindado, se converteu em terreno fértil para agentes inescrupulosos que viram na vulnerabilidade administrativa a chance de enriquecer às custas de um sistema criado para proteger o povo.

Não surpreende que, ao longo dos anos, o país tenha assistido a:

  • Superintendentes presos,

  • Ministros algemados e adornados com tornozeleiras,

  • Operações da Polícia Federal revelando esquemas que se estendiam por diversos estados,

  • E um rastro de prejuízo bilionário que acaba recaindo sobre o contribuinte honesto.

Hoje, quando a Polícia Federal decide aprofundar investigações, o que se descobre não é novidade para quem acompanha a realidade da máquina pública: a lista de corruptos cresce e quase sempre envolve agentes políticos. Porque, onde há aparelhamento, há influência indevida. E onde há influência indevida, há risco de fraude.

O que deveria ser um órgão técnico, responsável e respeitado, tornou-se — em muitos períodos — um laboratório de escândalos, sustentado por indicações políticas que deveriam ter ficado no passado.

O Brasil só terá um INSS forte, confiável e eficiente quando o critério único para nomeações for técnica, competência e moralidade, e não acordos partidários ou favores eleitorais. A Previdência Social precisa deixar de ser moeda política e voltar a ser o que sempre deveria ter sido: um patrimônio do povo brasileiro.(José Montalvão)

PF cita fortes indícios de que esquema do INSS estava em 'pleno funcionamento' na gestão Bolsonaro

PF cita fortes indícios de que esquema do INSS estava em 'pleno funcionamento' na gestão Bolsonaro

Por Constança Rezende, Folhapress

13/11/2025 às 19:46

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de PF cita fortes indícios de que esquema do INSS estava em 'pleno funcionamento' na gestão Bolsonaro

José Carlos Oliveira, quando era presidente do INSS, em 2021

Mensagens interceptadas pela Polícia Federal mostram "fortes indícios" de que o esquema criminoso de descontos em aposentadorias, envolvendo José Carlos Oliveira, ex-presidente do INSS, estava "em pleno funcionamento" no período em que ele era ministro do Trabalho e Previdência de Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o documento obtido pela Folha, Oliveira (que mudou seu nome para Ahmed Mohamad Oliveira por motivos religiosos), foi estratégico para о esquema, "haja vista que sua atuação foi decisiva para o funcionamento e blindagem da fraude da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares)".

Segundo decisão sigilosa do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), obtida pela Folha, Oliveira ocupou os mais altos cargos da administração pública em matéria previdenciária no Brasil, "o que permitiu à organização criminosa manter e expandir o esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas".

A defesa de Oliveira foi procurada, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.

Dentre as principais condutas ilícitas atribuídas a Oliveira pela polícia está o recebimento de propinas de empresas de fachada operadas pelo empresário Cícero Marcelino de Souza Santos, apontado como o operador financeiro do grupo.

Os pagamentos, segundo a PF, eram feitos por meio de pessoas interpostas e registradas em planilhas de prestação de contas apreendidas pelo órgão.

A investigação também aponta haver mensagens de WhatsApp de agradecimento de Oliveira a Cícero após receber valores indevidos. Uma planilha de fevereiro de 2023 registrou o pagamento de R$ 100 mil a "São Paulo Yasser", e a polícia recordou que Oliveira alterou seu nome, e tinha como apelido "Yasser" e "São Paulo", "reforçando o vínculo entre ele e os repasses".

Ainda quando era diretor de benefícios do INSS, em julho de 2021, Oliveira autorizou o desbloqueio e repasse de R$ 15,3 milhões à Conafer, mesmo sem a comprovação das filiações exigidas pelo ACT (Acordo de Cooperação Técnica), segundo a PF.

De acordo com a polícia, essa liberação foi feita em desacordo com o regulamento interno e sem exigir documentos comprobatórios, o que possibilitou que a confederação retomasse e ampliasse a fraude de descontos em massa em 30 listas fraudulentas, que incluíram descontos em mais de 650 mil benefícios previdenciários.

Oliveira foi alvo de buscas e uma decisão para que use tornozeleira eletrônica, em decisão do STF desta quinta-feira (13).

Politica Livre 

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