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Rede estadual da Bahia registra cerca de 500 notas acima de 900 na redação do Enem 2025

 

Carlismo e Magalhismo: distinção conceitual, periodização histórica e fundamentos teóricos da reprodução do poder político na Bahia | Por Carlos Augusto

 


Delegada é presa em São Paulo suspeita de ligação com PCC

 

Por JB POLÍCIA
redacao@jb.com.br

Publicado em 16/01/2026 às 08:38

Alterado em 16/01/2026 às 10:04


                               A delegada Layla Lima Ayub Foto: reprodução


O Ministério Público de São Paulo (MPSP) faz, nesta manhã de sexta-feira (16) a Operação Serpens, para investigar o envolvimento de uma delegada de polícia suspeita de ter envolvimento com a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela está presa.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, e dois mandados de prisão temporária.

Segundo informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada que não teve o nome revelado mantinha ligação pessoal e profissional com integrantes do PCC. Ela usava seu cargo de maneira irregular em audiências de custódia de presos da facção criminosa.

Junto do MPSP nesta ação estão também o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo e Gaeco do Pará. (com Agência Brasil)

Quatro universidades da Bahia atingem nota máxima em Medicina no Enamed 2025

 

Quatro universidades da Bahia atingem nota máxima em Medicina no Enamed 2025

Por Ronne Oliveira

Quatro universidades da Bahia atingem nota máxima em Medicina no Enamed 2025
Foto montagem: Reprodução / Bahia Notícias

O Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes de Medicina (Enamed 2025) nesta segunda-feira (19), revelando um cenário curioso na educação médica baiana. Enquanto quatro instituições do estado alcançaram a nota máxima (conceito 5), todas no interior baiano.

 

As instituições que atingiram a excelência com nota 5 foram a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus; a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), ambas em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. E por fim a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Paulo Afonso.

 

Ao todo, 26 instituições de ensino Superior foram avaliadas no estado: 4 obtiveram a nota máxima (5), 6 ficaram com nota 4, 3 receberam nota 3 (satisfatória) e quase metade, ou seja, 12 das avaliadas ficaram abaixo da média (nota 2 - 1), indicando que a maior concentração está nas faixas intermediária e baixa de avaliação.

 

Confira o resultado das baianas:

Made with Flourish • Create a table

 

Por outro lado, o estado registrou um volume significativo de cursos com conceito 2, incluindo unidades de grandes grupos educacionais e centros universitários em cidades como Barreiras, Eunápolis, Salvador, Lauro de Freitas, Vitória da ConquistaTeixeira de FreitasAlagoinhasItabunaJacobinaIrecê Juazeiro.

 

Em declaração, o atual ministro da Educação, Camilo Santana, confirmou que o MEC aplicará penalidades aos cursos com notas 1 ou 2. Instituições que persistirem abaixo da média por mais de uma avaliação podem enfrentar o fechamento dos cursos. 

 

Os dados são divulgados como um grande alerta para diversas instituições de ensino, inclusive federativas, como na Universidade federal do Sul da Bahia (Ufsb) que obteve um desempenho baixo, justamente no mesmo dia em que milhões de baianos escolhem seus cursos de graduação no Sisu 2026. 

Bahia ganha mais de 7 mil novos Agentes de Saúde e de Endemias após diplomação

 

Bahia ganha mais de 7 mil novos Agentes de Saúde e de Endemias após diplomação
Foto: Grax Medina/MS

A Bahia recebeu mais de 7 mil novos profissionais dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE). Desses foram diplomados 5.131 ACS e 2.568 ACE. A cerimônia de formatura e diplomação dos novos membros ocorreu na última semana. 

 

A iniciativa faz parte do Mais Saúde com Agente. O programa teve o objetivo de oferecer formação de nível técnico aos ACS e ACE de todo o país. A formação foi desenvolvida em formato híbrido, com 40% da carga horária realizada em Ensino a Distância (EaD) e 60% em atividades práticas nos próprios territórios de atuação.

 

Segundo o Ministério da Saúde, para garantir a qualidade do processo educativo, o programa contou com tutores responsáveis por mediar debates e orientar disciplinas no ambiente virtual, além de preceptores – trabalhadores das redes municipais – que acompanharam de perto as atividades desenvolvidas pelos agentes nos serviços e comunidades.

 

A estrutura formativa contou com uma integração inédita entre ACS e ACE, fortalecendo o trabalho conjunto e estimulando debates, ações educativas e práticas que ampliam o olhar crítico e o escopo de atuação dos profissionais. O resultado faz parte da ideia de qualificação do cuidado prestado à população e no fortalecimento das redes locais de saúde.

 

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, destacou o impacto do programa na educação em saúde.

 

“No Brasil, 80% da formação técnica é ofertada por instituições privadas. Imaginem se, além de todo o trabalho que os agentes já realizam no dia a dia, ainda tivessem que pagar por essa formação. Hoje, com mais de 110 mil novos técnicos do SUS, conseguimos inverter essa lógica com investimento público na educação."

 

Além do avanço técnico, o programa tem importante impacto social. Grande parte dos agentes é formada por mulheres e pessoas negras, parcela da população historicamente sujeita a maiores barreiras de acesso e permanência em cursos de formação. 

 

Segundo a presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (CONACS), Ilda Angélica Correia, esse é um momento histórico e que valoriza esses profissionais nos estados e no país.

 

“É uma manhã histórica para a nossa categoria aqui em Salvador. Receber este presente do Ministério da Saúde representa um avanço significativo no nosso percurso educacional e profissional e, para nós, uma demonstração de valorização dos ACS e ACE. O governo federal e o Ministério da Saúde reconhecem a importância do profissional de gestão de endemias, que leva educação, prevenção e promoção da saúde às famílias brasileiras”, destacou a presidente do CONACS.

 

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