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MESTRE SABARÁ, AOS 91 ANOS, EMOCIONA ITABUNA NA PRIMEIRA NOITE DA FLICACAU.
A noite de abertura da festa literária foi coroada com uma apresentação antológica do Trio Jazz Sabará.
A abertura da Flicacau nesta quinta-feira (27), no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, Sul da Bahia, terminou com um dos momentos mais intensos do Espaço Jorge Amado. Aos 91 anos, Mestre Sabará marcou a primeira noite da Festa Literária da Região Cacaueira com uma apresentação carregada de emoção.
O Trio Jazz interpretou sucessos como "Garota de Ipanema" e "New York, New York", entregando ao público uma apresentação marcada pela vitalidade e pela história de uma vida inteira dedicada à música.
Ao final, Sabará compartilhou palavras que tocaram a plateia. "Eu tenho 91 anos de idade. Desde os 15 estou com a bateria, andando por esse mundo afora, por várias cidades desse Brasil e até mesmo em outros países", contou.
"A gente se emociona sempre, nunca parece que a coisa vai ficar simples. Mas não é qualquer hora que a gente encontra um aplauso como esse", complementou, visivelmente comovido.
O mestre relembrou sua trajetória em Itabuna: "Aqui nessa cidade eu tive a oportunidade de fundar conjuntos musicais e montar um curso de bateria. Daqui saíram músicos que hoje estão em seis países. Ver esses artistas pelo mundo, saídos da nossa escolinha, é a minha maior alegria".
Antes de deixar o palco, finalizou: "Tenho no meu coração todos vocês. Muito obrigado por tudo".
A noite foi encerrada com a apresentação de Juacy Ypsilone e Banda, que manteve o clima festivo e fechou o primeiro dia em tom de celebração.
ATRAÇÃO INTERNACIONAL.
A FLICACAU segue nesta sexta-feira (28) com mesas e debates nos diversos espaços do evento. Às 17h, no Espaço Jorge Amado, o destaque é o bate-papo “Fogo, mata e água: queimando para além das palavras”, com Wesley Correia e a atração internacional Arelis Uribe, mediado pela comunicadora Aracelly Romão.
Já às 19h, ocorre a mesa “A lavoura cacaueira: criadora de riquezas, histórias e preservação”, com Ruy Póvoas, Moema Midlej e Nilton Cruz.
A Estação Juventudes, a Flicauzinha, a Bahia Literária e a Casa dos/das Autores e Autoras Baianas também recebem uma série de atividades ao longo do dia, todas abertas ao público.
COLETIVO E EDITORAS
Com o tema Verde que te quero livro: contando a história da mata que nos sustenta, a Festa Literária da Região Cacaueira também é um espaço de colaboração com os coletivos e editoras independentes que fazem a literatura produzida na Bahia viajar Brasil afora: Editora Tertúlias, Editora Teatro Popular de Ilhéus, Editora Via Litterarum, Vixe Bahia Literária e Editora Mondrongo.
Na quinta-feira 27, além do público em geral, o Centro de Cultura Adonias Filho recebeu estudantes das escolas municipais Flávio Simões Costa, Luiz Viana, Tereza Cristina Ribeiro Estrela, Milton Rodolfo de Souza Machado, Caic Jorge Amado, Professor Everaldo Cardoso e João Mangabinha Filho.
A Festa tem parceria com a Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna AACRRI, para a coleta seletiva ao evento.
Programação completa disponível no Instagram (@flicacau).
A Flicacau tem patrocínio do Governo do Estado. É contemplada também pelo Projeto Bahia Literária, iniciativa da Fundação Pedro Calmon FPC, unidade vinculada à Secretaria de Cultura SecultBA e da Secretaria Estadual de Educação SEC. Conta com o apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação SEDUC e da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania FICC.
Realização: Seneh Comunicação & Projetos.
Assessoria de Imprensa: Pedro Afonso Caires e Silva.
Divulgação: Fábio Costa Pinto jornalista Mtb 33.166/RJ

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder venezuelano Nicolás Maduro tiveram uma conversa por telefone na semana passada, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (28) pelo The New York Times. A interlocução ocorreu em meio à maior mobilização militar dos EUA na América Latina em décadas, com reforço de tropas, aeronaves e navios em uma operação oficialmente voltada ao combate ao tráfico de drogas, mas que também pressiona o governo venezuelano.
De acordo com o jornal, o telefonema ocorreu no fim da semana passada e foi confirmado por autoridades americanas sob condição de anonimato. Durante a conversa, Trump e Maduro discutiram a possibilidade de uma visita do líder venezuelano aos Estados Unidos e até um encontro presencial entre os dois. Maduro é procurado por agências antidrogas americanas, que o acusam de integrar um suposto esquema de narcotráfico — acusações que ele nega.
Fontes próximas ao regime venezuelano disseram ao NYT que não há qualquer visita programada. Maduro esteve nos Estados Unidos apenas três vezes desde que assumiu o poder, sempre para discursar na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York (2014, 2015 e 2018). A última visita de um presidente venezuelano ao país para uma reunião bilateral ocorreu em 1999, quando Hugo Chávez encontrou Bill Clinton.
A reportagem também aponta que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, participou da ligação. Rubio é um dos principais defensores de uma linha dura contra governos de esquerda na região e apoia uma intervenção militar na Venezuela.
Ainda nesta sexta-feira, o Washington Post publicou que o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, teria dado uma ordem verbal para “matar todos” os homens suspeitos de tráfico de drogas durante o primeiro ataque americano contra uma embarcação no Caribe neste ano.
Por Constança Rezende/Folhapress
28/11/2025 às 12:52
Foto: Ton Molina/Arquivo/STF
Alexandre de Moraes
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes votou para condenar cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal acusados de omissão nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
O julgamento começou, nesta sexta-feira (28), no plenário virtual da corte e vai até o dia 5 de dezembro. O caso é analisado pela Primeira Turma do tribunal.
Moraes considerou que os militares cometeram os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Ele propôs penas de 16 anos aos réus, o que inclui 13 anos e seis meses de reclusão, dois anos e seis meses de detenção, 100 dias-multa (cada dia multa no valor de um terço do salário-mínimo) e a perda de cargos públicos.
Moraes considerou que cometeram estes crimes o então comandante-geral da PM-DF Fábio Augusto Vieira, o ex-subcomandante-geral Klepter Rosa e três coronéis (Jorge Eduardo Barreto Naime, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos).
No entanto, ele votou para absolver dois militares que também foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o major Flávio Silvestre de Alencar e o tenente Rafael Pereira Martins.
Segundo a PGR, apesar de terem meios para evitar os ataques e a depredação na Praça dos Três Poderes, a cúpula da PMDF se omitiu. Os sete réus estão em liberdade provisória e utilizam tornozeleiras eletrônicas.
Em seu voto, Moraes afirmou que os militares aderiram a propósitos criminosos direcionados a uma tentativa de ruptura institucional, que acarretaria a abolição do Estado democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente eleito.
"Cabe destacar, ainda, que a horda criminosa golpista atuava desde a proclamação do resultado das eleições gerais de 2022, em intento organizado que procedeu em escalada de violência até culminar no lamentável episódio do início de janeiro deste ano", disse.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, os policiais aderiram subjetivamente às ações delitivas dos golpistas que depredaram as sedes dos três Poderes, em vez de agirem para evitar a destruição dos prédios públicos.
A denúncia também narrou que a PMDF tinha informantes ou policiais infiltrados nos movimentos de insurgência popular, inclusive nos acampamentos em frente ao quartel-general do Exército, que municiaram os oficiais com informações frequentes e imagens, evidenciando a necessidade de ação preventiva para impedir os atos delituosos.
Politica Livre
Por Redação
28/11/2025 às 17:49
Foto: Divulgação
Na sessão desta terça-feira (25), os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia acataram denúncia apresentada contra o ex-prefeito de Barra do Mendes, Armênio Sodré Nunes, em razão da criação de despesas fictícias em contratos da prefeitura, utilizando os nomes dos próprios denunciantes como supostos credores, com o objetivo de desviar recursos públicos. Diante da grave irregularidade, a conselheira Aline Peixoto, relatora do processo, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual contra o gestor, para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa.
Foi determinado também o ressarcimento aos cofres municipais de R$162.559,00, com recursos pessoais do ex-prefeito, relativa aos processos de pagamentos identificados sem a comprovação de recebimento pelos credores e com fortes evidências de fraudes nas assinaturas. E aplicada multa de R$2 mil.
De acordo com a denúncia, a Prefeitura de Barra do Mendes teria utilizado assinaturas falsificadas para simular a celebração de contratos de prestações de serviços de despesas fictícias, cujos pagamentos ocorreram sem conhecimento dos credores – autores da denúncia – com o objetivo de “camuflar o desvio de recursos públicos”. Inclusive, alguns desses contratos (no valor total de R$8.930,00) foram firmados em nome de pessoas já falecidas.
Para a conselheira Aline Peixoto, a análise realizada nos contratos e documentos de despesas deixou evidente a responsabilidade do gestor por não ter indicado e nomeado um fiscal responsável pelo acompanhamento da execução dos serviços contratados, e por ter delegado essa atribuição a agente incapaz de exercer de forma adequada e regular a referida função – no caso, a tesoureira do município, Regina Gomes de Souza, a conferente, Maria Rosa Rocha Nunes Sodré, e a controladora, Telma Barreto Oliveira, que também estão envolvidas nos procedimentos irregulares denunciado, vez que suas assinaturas constam nos documentos de despesas analisados.
Além disso, a relatoria destacou que gestor não adotou medidas eficazes para apuração das irregularidades, a exemplo de denúncia à Polícia Civil e ao Ministério Público Estadual, para abertura de inquérito, a fim de elucidar os fatos de forma clara e objetiva. Cabe recurso da decisão.
Foto Divulgação Por José Montalvão A cada dia que passa, fica mais evidente que quem deseja assumir um cargo públic...