terça-feira, janeiro 27, 2026

Fúria divina contra golpistas bolsonaristas viraliza nas redes sociais

 em 27 jan, 2026 2:57

   Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
      “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

                                      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

https://x.com/BlogdoNoblat

Salmos 18: 13-14

  1. Dos céus trovejou o Senhor,

e ressoou a voz do Altíssimo.

  1. Atirou as suas flechas e dispersou os inimigos; com os seus raios os fez bater em retirada.

 https://x.com/freilorrane

 A Bíblia utiliza raios e tempestades como metáforas da justiça divina e, em algumas passagens, como instrumentos de julgamento contra os ímpios.

https://x.com/pravda_br

 Êxodo 20: 7. Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

 https://x.com/LeonardoBoff

Os fatos nunca são só fatos. Eles também são sinais, como todos os poetas afirmam. Que um raio caiu sobre a manifestação do Nikolas e feriu gente, é um sinal que deve ser interpretado: o céu ou o Criador não está gostando deste tipo de  protesto, cobrando liberdade a criminosos.

O Nikolas e os bolsonaristas que tanto falam em Deus, saibam entender o que significou um raio que caiu sobre tantos enganados pela falsa liderança de Nikolas. O raio expressa que Deus não é indiferente ao que aqui se passa. Ele não estava nessa caminhada. Veio um sinal. Outros virão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

https://x.com/g_vgouvea

Êxodo 20:7:

“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”.

A passagem enfatiza que quem desrespeitar ou usar o nome do Senhor de forma leviana, não ficará impune.

https://x.com/PedroRonchi2

 Bolsonaristas oraram para Bolsonaro ser reeleito. Não foi. Oraram para não ser condenado. Foi condenado. Oraram para não ser preso. Foi preso. Oraram para não passar mal. Passou mal e caiu da cama. Oraram pela caminhada do Nikolas. Caiu tempestade e foram atingidos por raio.

https://x.com/Pr_AlexandreGon

“Por isso, assim diz o Soberano, o Senhor: Na minha ira permitirei o estouro de um vento violento, e na minha indignação chuva de pedra e um aguaceiro torrencial cairão com ímpeto destruidor. Despedaçarei o muro que vocês caiaram e o arrasarei para que se desnudem os seus alicerces. Quando ele cair, vocês serão destruídos com ele; e saberão que eu sou o Senhor” Ezequiel 13:13, 14


 

 

 

 

 

 

 

 

 

https://x.com/finc0

Em Brasília, o bolsonarismo foi surpreendido por um raio… o pedagógico Deus olhou e pensou: “Já avisei. Quem brinca com a verdade, tropeça na própria mentira.” Não foi castigo divino, foi curto-circuito de ideias. Não caiu do céu: veio do choque entre ignorância e realidade.

https://x.com/trbotelho

O que vimos em Brasília é retrato do extremismo e da ignorância. Nikolas, um dos deputados que mais vota contra o povo, convoca para um ato, em meio a tempestade. As pessoas como zumbis comparecem. A pauta: acorda Brasil. Resultado: 72 pessoas feridas com raio! O fanatismo mata…    

 

  Enquanto isso num reino bem distante: O Cacheado subiu no telhado, gritou e ninguém ouviu, ao invés de descer continuou no telhado esperando a chuva aparecer. Nem que a “Vaca Tussa” a voz do Cacheado será ouvida por todo reino…Quem lembra do Bobo da corte João Biliu que caiu no ostracismo depois de adorar o mito de barro…

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/furia-divina-contra-golpistas-bolsonaristas-viraliza-nas-redes-sociais/



Nota da Redação Deste Blog - Entre a Fé, o Fanatismo e o Uso Político de Deus

A Bíblia, de fato, recorre a raios, trovões e tempestades como metáforas da justiça divina e, em algumas passagens, como instrumentos simbólicos de julgamento contra os ímpios. Mas é justamente aí que mora o perigo: confundir metáfora teológica com realidade física e usar fenômenos naturais como “provas” de aprovação ou reprovação divina para fins políticos.

Quando um raio atinge uma manifestação, isso é, antes de tudo, um fenômeno da natureza — comum em períodos de instabilidade climática, sobretudo em áreas abertas, com grande concentração de pessoas e equipamentos metálicos. Transformar esse fato em “sinal de Deus” contra ou a favor de alguém é uma tentação antiga do fanatismo religioso e político: a de instrumentalizar o sagrado para legitimar narrativas humanas.

O problema não é a fé. O problema é o uso da fé como ferramenta de manipulação. Fariseus modernos, travestidos de líderes morais, invocam o nome de Deus para enganar os “pobres de espírito”, prometem milagres vindos até de pneus e vendem ilusões como se fossem revelações divinas. Isso não é cristianismo; é charlatanismo com verniz bíblico.

Quando Nikolas bradou: “Deus, se eu estiver errado, me manda um sinal”, ele fez algo extremamente perigoso: colocou Deus a serviço da própria vaidade política. Quem é qualquer mortal — pecador como todos nós — para exigir sinais do Criador? Essa postura não é humildade; é arrogância disfarçada de devoção.

Mas é igualmente temerário afirmar que o raio foi “o sinal”. Nem tudo precisa ser lido como mensagem do céu. Os fatos não são apenas sinais: eles são, muitas vezes, apenas fatos. E quando forçamos interpretações místicas sobre eventos naturais, caímos no mesmo erro dos falsos profetas que Jesus combateu: usar Deus como argumento para sustentar interesses próprios.

O que, sim, merece interpretação moral é o conteúdo do protesto: pedir “liberdade” para criminosos condenados, atacar instituições, desacreditar a democracia e mobilizar multidões com base em desinformação e messianismo político. Isso não tem nada de cristão. Isso é idolatria política.

Deus não é cabo eleitoral de ninguém. Não marcha em carreatas ideológicas. Não abençoa mentira, intolerância nem culto à personalidade. Quem usa o nome de Deus para justificar injustiças e enganar gente simples com promessas de salvação política está mais perto dos fariseus do que de Cristo.

Se há um “sinal” a ser lido em tudo isso, não vem do céu em forma de raio. Vem da razão e da ética: o Brasil precisa menos de fanatismo, menos de líderes que exploram a fé alheia e mais de responsabilidade, verdade e respeito à vida e às instituições.

Deus não é indiferente ao que aqui se passa. Mas também não é refém de discursos oportunistas. E quem insiste em transformar religião em palanque político, mais cedo ou mais tarde, terá de responder — não a um raio, mas à própria consciência e à história.


 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

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