terça-feira, novembro 18, 2025

Presidente da CPMI do INSS pede suspensão por seis meses da cobrança de consignado

 

Presidente da CPMI do INSS pede suspensão por seis meses da cobrança de consignado

Por Levy Teles, Estadão Conteúdo

17/11/2025 às 18:20

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado/Arquivo

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG)

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), quer que se avalie a suspensão por seis meses da cobrança em operações de empréstimo consignado do INSS. O senador disse nesta segunda-feira, 17, que vai encaminhar aos órgãos competentes, como o Banco Central, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o INSS, todas as informações preliminares que a CPMI já identificou sobre irregularidades.

"Aposentado pagando por empréstimo que não fez. Conta aberta sem autorização. Adiantamento compulsório. Renda destruída. Por isso recomendo que seja avaliada a suspensão temporária de 180 dias nos consignados. Durante esses 180 dias, os bancos não poderão descontar nenhuma parcela no benefício. É proteção, não privilégio", escreveu Viana em publicação na rede social X.

Em outra publicação em rede social, Viana disse que o pedido de pausa por 180 dias é uma "medida de proteção".

"É apenas uma pausa emergencial para proteger quem está sendo prejudicado por fraudes. É uma medida de proteção, não de punição. É justiça com quem trabalhou a vida inteira. E a CPMI seguirá firme até corrigir todas essas irregularidades", disse.

Como mostrou o Estadão em setembro, o relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que pretende investigar suspeitas relacionadas a empréstimos consignados oferecido por bancos.

Segundo ele, as fraudes com consignados podem chegar a R$ 70 bilhões, caso o montante de adesões não autorizadas feitas por associações de aposentados tenha sido replicado por bancos. O valor é dez vezes maior que o rombo mapeado até agora com as associações, entre 2016 e 2025.

Tanto Gaspar quanto Viana pretendem direcionar o foco para o consignado na próxima fase da CPMI, que terá início no próximo ano.

PL Antifacção chega à votação na Câmara com texto indefinido após alterações de Derrite

 

PL Antifacção chega à votação na Câmara com texto indefinido após alterações de Derrite

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em suas redes sociais que o PL Antifacção será votado nesta terça-feira

Por Carolina Linhares, Raquel Lopes e Victoria Azevedo/Folhapress

18/11/2025 às 06:40

Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmara

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Hugo Motta

O projeto de lei Antifacção chega à votação na Câmara dos Deputados com o texto ainda indefinido, já que o relator Guilherme Derrite (PP-SP) trabalha em uma quinta versão do parecer, após ter desagradado ao governo Lula (PT) e à oposição da direita com as alterações que promoveu até agora na proposta enviada ao Congresso pelo Poder Executivo.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em suas redes sociais que o PL Antifacção será votado nesta terça-feira (18), como ele já havia determinado após o adiamento da análise pelo plenário na semana passada.

Como mostrou a Folha, aliados de Lula trabalham com a ideia de votar a matéria e superar a pauta, o que vai depender do novo texto apresentado por Derrite, enquanto a oposição pede mais tempo e tenta explorar o desgaste da esquerda na área da segurança pública.

Durante a tarde, antes da votação, está marcada uma reunião entre Motta, Derrite e líderes partidários. Por isso, é esperado que o relator divulgue seu novo parecer até esse encontro, para que os deputados possam discutir o texto.

Em entrevista à Rádio BandNews FM nesta segunda, Motta afirmou que o relatório está sendo construído e lapidado, além de defender a escolha de Derrite como relator. A avaliação geral na Câmara é a de que o secretário da Segurança do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) cometeu erros e perdeu força política.

"Seu relatório já foi alterado algumas vezes e será quantas vezes for necessário para que o texto possa ser construído da melhor forma possível", disse.

"Derrite fará um apanhado e as mudanças necessárias em seu relatório para atender aos pleitos que são justos do governo e dos partidos, porque o compromisso da Câmara é com acerto no relatório. Não temos compromisso com o erro. [...] Não temos que agradar a um polo ou outro do ponto de vista político", afirmou ainda o presidente da Câmara.

"Por isso confio que o relatório amanhã terá apoio amplo no plenário para sua aprovação", completou.

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), também se manifestou nesta segunda e defendeu que Motta retire Derrite da relatoria por entender que ele criou "uma confusão" depois de apresentar quatro versões de seu parecer, como noticiou a coluna Painel, da Folha.

"Diante de um relatório que acumula erros conceituais, vícios constitucionais, insegurança jurídica, impacto financeiro severo, não há conciliação possível. A única solução responsável é adiar a votação e trocar imediatamente o relator", escreveu em suas redes.

É possível que aliados do governo apresentem emendas e destaques durante a votação para que o texto fique mais parecido com o original. Do outro lado, a oposição também pretende usar os mesmos instrumentos para modificar a proposta e tentar aprovar a equiparação das facções aos terroristas, algo de que Derrite acabou desistindo, apesar de ser uma bandeira do bolsonarismo.

Na entrevista, Motta disse não ver necessidade de alteração na Lei Antiterrorismo, uma vez que as penas previstas no PL Antifacção são maiores (de 20 a 40 anos de prisão). Além disso, o presidente da Câmara apontou que a sugestão da direita pode trazer riscos para a soberania e investimentos estrangeiros.

Motta afirmou ainda que a Câmara está focada em respostas práticas para crimes como domínio de cidades, obstrução de vias e novo cangaço.

Também nesta segunda, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que a proposta de Derrite carece de técnica legislativa, sendo uma tentativa de criar do nada uma lei sem fundamentos técnicos.

O ministro reconhece que, devido à falta de maioria do governo no Congresso, a perspectiva de emplacar o projeto original do Executivo é pequena. Diante disso, a solução seria repudiar um projeto impróprio ou então começar a discutir ponto a ponto eventuais emendas.

O ministro enfatiza que o governo federal precisa de instrumentos legais, como a PEC da Segurança, que deve ser votada até o fim do ano, e o PL Antifacção para enfrentar a criminalidade, especialmente diante da falência dos governos estaduais nesse combate.

"A segurança não é um calcanhar de Aquiles da esquerda nem do atual governo, é de todos os governadores. Eu desafio quem estiver nos assistindo a apontar um estado que tenha sido bem-sucedido na luta contra o crime organizado", afirmou em evento do site Jota.

Lewandowski argumenta que a responsabilidade tem sido deslocada de forma equivocada para a União, apesar de o governo federal não ter competência constitucional para enfrentar crimes comuns, como roubos, furtos, bloqueios de vias ou violência urbana.

Motta, por sua vez, buscou responder a críticas do governo ao projeto, ressaltando que as prerrogativas e o financiamento da Polícia Federal serão mantidos. Quanto ao confisco de bens das organizações criminosas somente após o trânsito em julgado, o presidente da Câmara afirmou que colocou integrantes do Ministério da Fazenda em contato com Derrite para discutir esse ponto, após ter falado com o ministro Fernando Haddad (PT).

Na semana passada, após o governo argumentar que o relator pretendia diminuir o papel da Polícia Federal, algo que Derrite nega, o deputado recuou e acabou acatando parte das demandas do Executivo.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, no entanto, aponta uma série de problemas no texto, que poderia retirar mais de R$ 360 milhões ao ano de fundos federais de combate ao crime e redirecioná-los para governos estaduais.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou nesta segunda que não há um acordo entre senadores e deputados acerca do texto a ser votado e falou que é preciso tratar o projeto sem "usar como elemento de disputa eleitoral".

Ele também disse ainda que o vaivém de Derrite com diferentes versões do parecer é uma "verdadeira metamorfose ambulante". "O melhor projeto sairá na hora que as pessoas, nós da classe política, não quiserem usar isso como elemento de disputa eleitoral. Enquanto virar disputa eleitoral é difícil sair projeto bom. Ficar apontando o dedo não vai levar a lugar nenhum", disse.

Jaques afirmou ainda que avalia ser possível retomar o conteúdo do texto enviado originalmente pelo governo federal. "É possível. O texto que foi mandado é equilibrado, chama a composição com todo mundo. É preciso parar de vender uma ilusão: se quiser endurecer com as facções, e tem que endurecer, não precisa ficar caracterizada como terrorista."

Mendonça acusa STF de ativismo judicial e desafia maioria da Corte


Mendonça sugere que juiz gere paz, não caos

Samuel Lima
O Globo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegou nesta segunda-feira, 17, que colegas da Corte agem com ativismo judicial em alguns casos e defendem a prática. A fala ocorreu durante almoço com empresários organizado pelo grupo Lide, em São Paulo.

— Tem que ter lei, tem que aplicar a lei. O grande problema é compreender que cabe ao Judiciário dar a última palavra e criar os próprios marcos limitadores — declarou o ministro.

MARCO CIVIL – Em seguida, deu como exemplo o julgamento sobre a responsabilidade das redes sociais frente ao Marco Civil da Internet, concluído em junho deste ano. Por maioria, o Supremo decidiu pela inconstitucionalidade de um artigo, de modo a exigir uma atuação preventiva mesmo sem notificação da Justiça em conteúdos graves, como pornografia infantil, terrorismo e crimes contra o Estado de Direito.

— Com a devida vênia da maioria que se formou, na própria decisão do Marco Civil da Internet, nós criamos restrições sem lei. Isso se chama ativismo judicial. E os próprios colegas têm defendido esse ativismo. Eu não defendo — disse ele.

O ministro fez as declarações nesta segunda do Almoço Empresarial Lide, em São Paulo. O encontro reuniu empresários, executivos e autoridades para discutir temas ligados à segurança jurídica e ao ambiente de negócios no Brasil.

LIVRE INICIATIVA – Mendonça procurou se apresentar no evento como um ministro equilibrado, que apoia a livre iniciativa e que não gosta de dar opiniões políticas. Em mais de um momento, contudo, fez acenos aos empresários, como ao dizer que, no Brasil, eles seriam “heróis que amanhecem o dia já devendo praticamente um terço do seu faturamento a um sócio oculto, que é o Estado”.

Indicado por Jair Bolsonaro (PL), numa vaga prometida pelo ex-presidente como sendo de um ministro “terrivelmente evangélico”, Mendonça foi celebrado por convidados como o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), e o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), como um defensor dos “valores da família”, em uma referência politizada no meio conservador.

REFORMA ADMINISTRATIVA – Ao final do evento, quando perguntado sobre os benefícios que gozam os membros do Judiciário, o ministro declarou ser favorável a uma revisão na reforma administrativa. As críticas incidem, principalmente, sobre os penduricalhos, auxílios e indenizações de toda ordem que resultam em supersalários de juízes e promotores do Ministério Público, acima do teto salarial equivalente aos ganhos de um juiz do STF.

— Há uma preocupação, posso lhe dizer isso, por parte do Supremo Tribunal com essa escala de benefícios financeiros que estão sendo distribuídos em instituições de Justiça como um todo. A gente tem que ter um nível de normalidade.

“GANHAR BEM” – Segundo ele, os magistrados e promotores precisam “ganhar bem”, porque há grande responsabilidade e risco na atividade. Além de custos altos, por exemplo, com educação privada para a classe média, da qual eles fariam parte.

— Nós, em tese, integramos uma classe média, então, a gente tem que procurar um plano de saúde diferente, uma escola com custo. Isso acaba impactando muito a questão salarial, mas, ao mesmo tempo, precisamos ter um teto mais respeitoso e mais respeitado.

Brasil espera resposta dos EUA para fechar acordo provisório ainda este mês


Vieira diz que espera resposta sobre um ‘mapa do caminho’

Deu no G1

Após a revogação parcial do tarifaço de café, carne, banana e outros produtos agrícolas, agora o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, aguarda uma resposta dos Estados Unidos sobre um “mapa do caminho” para orientar as negociações bilaterais destinadas a solucionar as pendências comerciais entre os dois países.

O Brasil busca derrubar o tarifaço de 50% imposto pelos EUA a uma série de produtos do Brasil. Vieira se encontrou duas vezes com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, durante o G7 no Canadá, na última quarta-feira (12), e uma vez em Washington, capital dos EUA na quinta-feira(13). Após a reunião, Vieira falou com a imprensa. Segundo o chanceler, Rubio demonstrou interesse pessoal — e do governo dos EUA — em avançar rapidamente nas tratativas com o Brasil.

REUNIÃO VIRTUAL – O ministro explicou que, em 4 de novembro, houve uma reunião virtual de alto nível entre autoridades do Itamaraty, do Ministério da Fazenda e do MDIC com suas contrapartes dos EUA. Nessa reunião, o Brasil apresentou uma resposta detalhada à lista de temas que Washington havia enviado em 16 de outubro.

“Apresentamos nossas propostas para a solução das questões. Agora estamos esperando que eles nos respondam”, disse Vieira. Rubio disse que resposta deve vir “muito rapidamente”

ANÁLISE – Vieira relatou que Marco Rubio afirmou que os EUA estão analisando o documento brasileiro e devem responder ainda no início desta semana. Segundo o chanceler, Rubio expressou a intenção do governo americano de resolver rapidamente as pendências bilaterais.

De acordo com Vieira, Rubio mencionou comentários do presidente Donald Trump, que disse ter gostado muito da reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Malásia e manifestou vontade de avançar na solução das questões comerciais.

Vieira afirmou que os dois lados querem concluir até o fim deste mês — ou, no máximo, no início do próximo — um acordo provisório que crie um “mapa do caminho” para as negociações.

INTERESSE AMERICANO – Esse roteiro deverá guiar as discussões por um a dois anos, até a conclusão de um acordo abrangente.

“É uma demonstração do interesse do governo americano em solucionar as questões pendentes e de se aproximar do Brasil”, disse o ministro.

Questionado sobre o fim das tarifas especiais sobre outras exportações brasileiras, Vieira explicou que, nos encontros com Rubio, discutiu apenas o marco geral da negociação e o governo Trump ainda não sinalizou os próximos passos.


Assembleia e câmaras municipais vão virar palanques eleitorais

 Adiberto de Souza

em 17 nov, 2025 7:41

Diferente do que ocorre hoje, quando deputados estaduais e vereadores usam as sessões plenárias para discutir os problemas da sociedade, a partir do próximo ano as tribunas da Assembleia e das câmaras municipais serão transformadas em palanques eleitorais. Aquele espaço parlamentar será usado para discursos políticos dos deputados e vereadores candidatos a cargos eletivos nas eleições de 2026.  Até o pleito, portanto, a maioria dos pronunciamentos proferidos na Assembleia e nas câmaras será de autoelogio aos oradores e de críticas aos concorrentes destes. O uso da tribuna para fazer campanha deveria ser proibido, pois ao transformá-la em palanque eleitoral o legislador beneficia-se da imunidade parlamentar e se utiliza da estrutura do legislativo para amplificar suas ideias, numa concorrência desleal com os adversários sem mandatos que não dispõem de um espaço público para contestar os possíveis ataques e propagar suas ideias. Creindeuspai!

Conflito em debate

A Prefeitura de Aracaju promove, às 19 horas de hoje, uma audiência pública para discutir o Projeto de Lei Complementar que trata sobre o desmembramento simplificado de municípios visando solucionar conflitos territoriais como o existente entre Aracaju e São Cristóvão. O debate está agendado para a sede da Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Professora Guiomar Conceição Brito dos Santos, no bairro Mosqueiro, Zona de Expansão. Favorável ao projeto em tramitação na Câmara Federal, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (PL), garante que decisões importantes precisam ouvir o povo. Aff Maria!

Viola de boca

E a classe política sergipana segue prometendo mundos e fundos à população. O governo e quase toda a bancada federal se revezam nas promessas mirabolantes. Ora anunciam a chegada de inúmeras empresas no estado, depois juram que a construção do imaginário Canal de Xingó é coisa pra pouco tempo, Et Cetera e tal. Ao anunciar obras faraônicas, a classe política evita discutir as alternativas concretas para tirar Sergipe do atraso. No fundo, esse festival de promessas inviáveis objetiva esconder a incapacidade de nossos representantes. É como diz o ditado popular: viola de boca todo mundo toca. Home vôte!

Fafen gera empregos

O senador Rogério Carvalho (PT) se reuniu com o presidente da Engeman, Mário Beltrão, e com o diretor Job Medeiros para discutir os avanços na retomada da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe. Localizada em Laranjeiras, a Fafen está em processo de reativação, representando a geração de empregos, desenvolvimento regional e redução da dependência brasileira de fertilizantes. O diretor Job Medeiros informou ao senador que dos 350 profissionais contratados para atuar na Fafen, 92% são sergipanos, residentes em sua maioria nas cidades no entorno da fábrica. Ah, bom!

Política no Pré-Caju

A classe política aproveitou o Pré-Caju 2025 para trocar figurinhas sobre as eleições de 2026. Um dos camarotes mais frequentado foi o do ex-deputado federal André Moura (União). Pré-candidato a senador, o distinto recepcionou de aliados a adversários, como o ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), que também pretende disputar uma cadeira no Senado. Festeiro como poucos, o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), foi outro que se divertiu a valer nos camarotes e no corredor da folia. Organizador do evento e presidente da Empresa Sergipana de Turismo, o agitador cultural Fabiano Oliveira (PP) não escondia a satisfação com o sucesso do Pré-Caju. Marminino!

A cor da desigualdade

Diante da proximidade do Dia da Consciência Negra, a ser comemorado na próxima quinta-feira, vale a pena reafirmar que a desigualdade tem cor no Brasil. Vejam alguns exemplos: os brancos concentram os melhores indicadores, é a população que mais vai à escola e conclui o estudo. Segundo pesquisa do movimento Todos pela Educação, o desemprego é maior entre os negros (7,5%) e pardos (6,8%) que entre os brancos (5,1%). O trabalho infantil, maior entre pardos (7,6%) e negros (6,5%), que entre brancos (5,4%). A taxa de analfabetismo é 11,2% entre os negros; 11,1% entre os pardos; e, 5% entre os brancos. Só Jesus na causa!

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FLICACAU DIVULGA AUTORES SELECIONADOS PARA LANÇAMENTO DE LIVROS EM ITABUNA

 



FLICACAU DIVULGA AUTORES SELECIONADOS PARA LANÇAMENTO DE LIVROS EM ITABUNA


Casa dos Autores e Autoras Baianos(as) é uma das atrações da Festa Literária da Região Cacaueira, de 27 a 29 de novembro


A organização da Festa Literária da Região Cacaueira (Flicacau) divulgou neste domingo (16) a relação de autores selecionados para o lançamento coletivo de livros e a sessão de autógrafos da Casa dos Autores e Autoras Baianos(as), um dos oito espaços do evento que vai movimentar o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, de 27 a 29 de novembro. 


O edital contemplou 30 inscritos(as). O lançamento coletivo está marcado para o dia 28 de novembro, uma sexta-feira, com 15 obras no turno matutino e outras 15 à tarde. Cada autor(a) terá cinco minutos para apresentar seu trabalho. Ao final das apresentações, haverá sessão de autógrafos.


Abaixo, confira a lista de selecionados(as) e as respectivas obras:


Moacyr Oliveira Filho – O desabrochar dos agapantos 

Rossana Araripe Lindote – A vida não desiste

Elisa Oliveira – Menina negra e suas histórias de potência

Eveli Vieira – Lírio Branco

Renata Ettinger – Não cabe nas mãos

Giovana Magnavita – Um livro e um copo d’água, por favor

Nengwa Elza Matendesi – E a baiana deu sinal?

Tom Figueiredo – Eram muitos leões

Maria Luiza Silva Santos – O quibe no tabuleiro da baiana

Jabson Ferreira – O abraço na floresta

Luh Oliveira – Patrulha Miau

Eder Diniz – Antologia Mandacaru: escritas poéticas

Lisdeili Nobre – Manual de Criminologia – pluralidade, conflito e justiça

Adriana Barbosa – Convite à Leitura: crônicas de uma feminista

Walmir Pereira do Carmo – Essa gente e outros poemas

Jucelino Bonfim – O enigma do tempo

Leila Oliveira – Asas

Jandaira Fernandes – Lilica, a princesa que engoliu o choro

Miriam Carvalho – O menino que desvendou o medo

Rodrigo Souza – O sabor das coisas que ficam

Lourival Pereira Junior Piligra – 60 anos em 60 sonetos

Deise Alves de Souza – Eu, sol de mim

Rogério Lopes Medrado – O jardim da aurora

Zózimo Jaffet Gomes Ornellas – Na sala de estar

Julia Veloso Rocha Santana – Memórias de um rei caído

Goretti Carneiro – Julgue-me se for capaz

Maria Rita Prudente – A loja de vender canoas

Luiz Claudio Santana – O marinheiro e a menina das sobras

Zenon Moreira Gomes – A literatura de cordel e a música de repente na educação e na arte nordestina

Adelson Teles Pinto – Do quadrado da minha janela vejo poesia


A Flicacau tem patrocínio do Governo do Estado da Bahia. É contemplada também pelo Projeto Bahia Literária, iniciativa da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura (SecultBA), e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Conta com o apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação e da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). A realização é da Seneh Comunicação & Projetos.


Fábio Costa Pinto - Divulgação

Bahia Gospel Festival transforma Camaçari em capital da música cristã com dois dias de shows gratuitos


                                        Foto: Divulgação


Evento reúne grandes nomes do gospel nacional, acontece nos dias 21 e 22 de novembro e abre os portões às 18h na sexta e às 15h no sábado, fortalecendo o turismo religioso e a cena cultural da Bahia


Camaçari vai se tornar o epicentro da música cristã nacional nos dias 21 e 22 de novembro, quando o Bahia Gospel Festival desembarca na cidade reunindo grandes nomes do cenário gospel em uma celebração que promete emocionar milhares de pessoas. O evento acontece no Espaço Camaçari 2000, com entrada gratuita, e chega como uma das maiores programações culturais do ano no estado.


Com o tema “Vem cantar Bahia!”, o festival abre os portões às 18h na sexta-feira (21) e às 15h no sábado (22), trazendo uma programação extensa que reúne Bruna Karla, Samuel Eleotério, Fhop Music, Morada, Max do Corinho, Gerson Rufino, Eric Carvalho, Gabriel Simões, Misaias Oliveira, Kleuder Leão, Tirza Almeida e Jessé Brandão, além de talentos locais que fortalecem e valorizam a música produzida na Bahia.


Com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Sufotur, das Igrejas Evangélicas da Bahia, da Prefeitura de Camaçari e do programa Bahia Sem Fome, o festival une fé, cultura e solidariedade. O público também poderá contribuir com o ponto de arrecadação oficial do Bahia Sem Fome instalado no local.


Este ano marca ainda a transição do antigo Canta Bahia para o Bahia Gospel Festival, um movimento que amplia a proposta do projeto e reforça sua dimensão cultural, turística e social. “A mudança não rompe com o passado; ela expande o que já era forte. O termo festival reforça a grandiosidade do projeto, enquanto gospel preserva sua essência espiritual”, explica Heber Santana, coordenador da iniciativa.


Com artistas que arrastam multidões e um público crescente a cada edição, o Bahia Gospel Festival reforça o calendário de grandes eventos cristãos da Bahia e posiciona Camaçari como um dos maiores polos gospel do país.


Serviço


O quê: Bahia Gospel Festival – Camaçari

Quando: 21 e 22 de novembro

Onde: Espaço Camaçari 2000

Horários: Sexta-feira – abertura dos portões às 18h | Sábado – às 15h

Entrada: gratuita


Pauta enviada pelo jornalista Fábio Almeida

Cantor Eric Carvalho se apresenta no Bahia Gospel Festival em Camaçari

 



O artista se prepara mais gravar mais um projeto audiovisual ainda em 2025


Créditos da foto: Instagram -Eric Carvalho


Natural de Camaçari, o cantor Eric Carvalho se apresenta no maior evento de música cristã do Brasil, Bahia Gospel Festival, encontro que promete reunir milhares de pessoas em dois dias de muita música, fé e celebração. O festival acontece nos dias 21 e 22 de novembro, no Espaço Camaçari 2000, com entrada gratuita.


Contando os dias para se apresentar em sua cidade natal, Eric destaca a emoção de participar de um evento que fortalece a música cristã no estado.


“Voltar ao meu povo e louvar a Deus aqui, onde tudo começou, é uma honra enorme. Quero entregar o meu melhor e viver com Camaçari uma noite marcada pela presença de Deus”, afirma o cantor.


Além da expectativa para sua apresentação no festival, Eric Carvalho celebra um novo momento em sua carreira. O cantor se prepara para a gravação de mais um projeto audiovisual, previsto para ainda em 2025. O trabalho marcará uma nova fase artística, reunindo canções autorais e participações especiais. 


“Esse novo projeto tem sido um presente de Deus na minha vida. Estou vivendo um tempo de muita inspiração e quero registrar tudo isso de forma especial para o público”, destaca Eric.


O Bahia Gospel Festival deve movimentar a Região Metropolitana, reunindo artistas de destaque nacional e bandas locais em uma grande festa de louvor.


O evento é uma realização do Governo do Estado da Bahia, por meio da Sufotur, e conta com o apoio das Igrejas Evangélicas da Bahia, da Prefeitura de Camaçari, do Programa Bahia Sem Fome e de outras instituições parceiras, reforçando o compromisso conjunto de promover cultura, espiritualidade e entretenimento com responsabilidade social

Pauta enviada pelo jornalista Fábio Almeida

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