domingo, novembro 16, 2025

O mito do sucesso armado: a opinião pública e o preço da morte no Rio

Publicado em 16 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet


O mundo ficou caro demais, mas os políticos ainda não perceberam


"Independência do Poder Judiciário e corrupção: ainda em busca de uma relação" by Luciano Da Ros

 

Independência do Poder Judiciário e corrupção: ainda em busca de uma relação
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Author Photo Luciano Da Ros
2022, Democracia e justiça na América Latina: para onde vamos?
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ABSTRACT
All the contents of this work, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International license. Todo o conteúdo deste trabalho, exceto quando houver ressalva, é publicado sob a licença Creative Commons Atribição 4.0. Todo el contenido de esta obra, excepto donde se indique lo...
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EDITORIAL – A VERDADE PODE ATÉ DEMORAR, MAS SEMPRE APARECE

 EDITORIAL – A VERDADE PODE ATÉ DEMORAR, MAS SEMPRE APARECE


Por: José Montalvão

A verdade tem um ritmo próprio: às vezes chega devagar, outras vezes silenciosa, mas invariavelmente aparece. Em Jeremoabo, não é diferente. Sempre que surge algum fato relevante, logo se manifestam as chamadas “bactérias oportunistas” — aqueles que, mesmo nunca tendo movido uma palha, tentam assumir o protagonismo e posar como “pais da criança”.

Foi exatamente isso que aconteceu nos últimos dias com o assunto que voltou a circular sobre a data de nascimento de Maria Bonita, figura histórica cuja vida desperta interesse, orgulho e, infelizmente, oportunismo.

Antes de publicar qualquer linha, e para não embarcar em “canoa furada”, optei — como sempre — por buscar informações sustentadas por provas robustas. E foi assim que encontrei um comentário de enorme relevância da Dra. Camila Maria Beder Ribeiro Girishi Panjwani, profissional de currículo irretocável: graduada em Odontologia pela UPE, mestre pela UFPE e doutora em Estomatopatologia pela FOP-UNICAMP.

Em seu relato, ela expressa tristeza pelo modo distorcido como alguns estão divulgando a suposta “descoberta” da data de nascimento de Maria Bonita, como se fosse algo recém-revelado:

“Vejam como deturpam a informação de que a descoberta da data de nascimento de Maria Bonita foi ontem… infelizmente é fruto de uma sociedade que não lê e não se informa. Fiquei triste ao ver que em nenhum momento respeitaram o trabalho do meu pai, publicado em 2019 com estes registros históricos.”

E ela reforça, com toda clareza, a verdadeira fonte da pesquisa:

“O livro do meu pai, Lampião e o Nascimento de Maria Bonita, publicado em 2019, traz todos estes documentos comprobatórios da data 17/01/1910, cuidadosamente fotografados, registrados e transcritos, indicando inclusive o local de sua descoberta.”

Ou seja: a descoberta não é nova, não é fruto de nenhum “iluminado de ocasião”, e tampouco surgiu em conversas recentes. Foi fruto de pesquisa séria, meticulosa e devidamente publicada pelo pesquisador Voldi Ribeiro, imortalizando documentos autênticos.

Para tirar qualquer dúvida, busquei ainda mais referências. Encontrei matéria de 2021, assinada por Antônio Galdino, que confirma:

Dia 8 de março não é a data de aniversário de Maria Bonita.
Ela nasceu em 17 de janeiro de 1910, conforme pesquisa de Voldi Ribeiro, publicada no livro Lampião e o nascimento de Maria Bonita.

A isso se soma também o vídeo do Padre João Carlos, atual pároco da Paróquia de São João Batista em Jeremoabo, reafirmando a mesma informação. Portanto, a verdade está documentada, provada, publicada e reconhecida.


O perigo das “verdades improvisadas”

O grande problema não é apenas a distorção dos fatos, mas a tentativa de transformar informação histórica em instrumento de vaidade política — algo que tem virado moda em Jeremoabo.

O temor agora é que alguns vereadores, já acostumados a “reinventar” datas conforme seus interesses, acabem tentando decretar mudanças absurdas, como já se vê na insistência perigosa para alterar até mesmo a data da emancipação política do município.

É bom lembrar:
História não se decreta. História se estuda.
E quem tenta moldá-la ao sabor de conveniências políticas pratica, no mínimo, um desrespeito com a memória, com a pesquisa e com o povo.


Conclusão

A verdade sobre Maria Bonita já estava descoberta desde 2019. Foi pesquisada, comprovada e publicada. Não pertence a quem grita mais alto, nem a quem tenta colher louros de algo que não fez.

A verdade pode demorar — como demorou — mas sempre chega. E quando chega, ilumina. E quando ilumina, derruba máscaras.

Que Jeremoabo aprenda, de uma vez por todas, que conhecimento se honra, e não se manipula.

A Fundação Hansen Bahia renova selo "Racismo, aqui não!".

 


                                      Foto: Divulgação / Maria Propaganda



No dia 11 de novembro de 2025, última terça feira, foi um dia importante para o combate ao racismo no Brasil com a entrega do selo "Racismo, aqui nao!". 


O selo foi entregue ao jornalista Fábio Costa Pinto, membro do Conselho Curador da Fundação Hansen Bahia, onde esteve representando, diretoria executiva da FHB - Jomar Lima - no auditório da UNIFACS a primeira universidade da Bahia, estado mais Negro do Brasil, a adotar este compromisso social. 


Além da FHB, outras organizações renovaram os seus certificados:


Jacques Janine, Igreja do Bonfim, Ilê Axé Opô Afonjá, Afonjá, Olodum, Ilê Aiyê, GACC, Escola Maria Felipa, Maria da Villa, La Sirena, Fundação Baiana de Neurologia, Veilton Veículos, Centro Médico Bela Vista, Cantina da Lua, A.Linhares, Chaves e Impacto Outdoor, Tv Bandeirantes, Escola Contemporânea de Dança, Ponto Outdoor, Alaíde do Feijão, Shopping Barra, ESCS-Escola Superior de Ciências da Saúde, Camaleão, Sodré/Ramalho/Lopes/Roquete Advogados, Cantina Bouni Amici, Clinica Clidos, Instituto Gaylussac, Rede Governança Brasil-RGB, Central de Outdoor, TCU, Senado Federal. 


Além da UNIFACS e FHB, se juntaram nessa caminhada a Cria Rumo, Instituto da Mulher Negra Mãe Hilda Jitolu e a, Lume Comunicação.


Se você também acredita que é possível combater o racismo de forma séria, pacífica e eficaz, adote o selo “Racismo, aqui não!”.

www.racismoaquinao.com

Pauta enviada pelo Jornalista Fábio Costa Pinto.

Um Artigo Light para Começar Bem o Dia

 

Por`José Montalvão

Nem só de notícias ruins se inicia uma manhã — e hoje foi prova disso. Entre tantas denúncias, reclamações e inquietações que costumam chegar diariamente, recebi algo completamente diferente: um vídeo enviado por Marcelo do Sindicato, mostrando uma verdadeira obra de paz que está construindo em seu terreno na zona rural.

Trata-se de uma mansão cercada de vida, natureza e simplicidade elegante. O espaço é rodeado de fruteiras, com baias bem organizadas, cocheira e até um comedouro especialmente pensado para atrair e ouvir o canto dos pássaros. É como se Marcelo tivesse conseguido materializar aquilo que muitos de nós buscamos: um refúgio onde a alma descansa e o tempo corre mais devagar.

E é isso, Marcelo — o bom da vida é exatamente isso: viver com sossego, paz, saúde e tranquilidade. Em meio ao caos das cidades, às tensões do cotidiano e às preocupações que parecem não ter fim, construir um espaço de serenidade é um ato de sabedoria.

Desde já, deixo registrado: já estou me convidando para a inauguração. Pode guardar o vinho, que faço questão de brindar a esse exemplo de que ainda é possível encontrar paz — e construí-la com as próprias mãos.

Que o canto dos pássaros seja o hino diário desse novo lar. Que a felicidade encontre morada entre as árvores e que esse recanto inspire outros a buscar o que verdadeiramente importa.

Parabéns, Marcelo. Você começou o dia me lembrando que a vida, apesar de tudo, ainda sabe ser bonita.

ARTIGO – O CLAMOR DA PRAÇA DO FORRÓ: QUANDO A LEI DO SILÊNCIO É CALADA PELA IMPUNIDADE

 

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ARTIGO – O CLAMOR DA PRAÇA DO FORRÓ: QUANDO A LEI DO SILÊNCIO É CALADA PELA IMPUNIDADE

Por: José Montalvão

Mais uma vez, moradores da Praça do Forró, em Jeremoabo, recorrem desesperados a este Blog para denunciar um problema que parece não ter fim: a perturbação do sossego. O caso mais recente ultrapassou todos os limites do aceitável. Uma moradora, ao se ver com a rua literalmente bloqueada por um paredão de som em frente à sua residência — impedida de sair, impotente e desamparada — viu-se obrigada a ligar para o 190.

Mas a resposta, em vez de socorro, transformou-se num roteiro de descaso: Juazeiro encaminhou para Paulo Afonso, que por sua vez remeteu a ocorrência para Jeremoabo, onde a impunidade reina e as autoridades responsáveis simplesmente ignoram a gravidade da situação. Enquanto isso, o direito constitucional de ir e vir — garantido pela Carta Magna de 1988 — é violado sem cerimônia.

E a justificativa apresentada? “A prefeitura deu alvará.”
Ora, alvará não é carta branca para ilegalidades.

ALVARÁ NÃO AUTORIZA CRIME

A concessão de alvará de funcionamento significa apenas que o estabelecimento está autorizado a exercer sua atividade dentro da legalidade, respeitando as normas de segurança, zoneamento e, principalmente, a Lei do Silêncio.

Nenhum documento público concede permissão para poluir, perturbar, impedir o direito de circulação ou causar danos à saúde e ao bem-estar da comunidade.

Quando um estabelecimento, veículo ou indivíduo ultrapassa os limites permitidos de emissão sonora, comete uma infração. E, mesmo com alvará, pode ser denunciado, multado e até ter o alvará cassado. É assim em qualquer cidade minimamente organizada.

O DECRETO QUE VALE MENOS QUE NOTA DE TRÊS REAIS

Em 2020, o então prefeito Deri do Paloma, em um raro ato correto, assinou o Decreto nº 024/2020, após uma audiência que reuniu Judiciário, Ministério Público, Polícia Militar, Prefeitura, secretarias e Conselho de Segurança.
O decreto tratava justamente da poluição sonora, disciplinando e restringindo o uso de equipamentos de som na cidade.

Um decreto robusto, embasado, necessário.
Mas, na prática, tornou-se o que os moradores definem como “lei imaginária” — existe no papel, mas nunca passou do papel.

A REALIDADE NA PRAÇA DO FORRÓ

O que se vê, no entanto, é o abuso generalizado:

  • Paredões funcionando madrugada adentro.

  • Ruas bloqueadas sem autorização.

  • Moradores adoecendo psicologicamente pela falta de sossego.

  • Famílias impedidas de dormir, trabalhar, estudar e circular.

  • Autoridades que deveriam agir… e não agem.

O resultado é um quadro de total descontrole, onde o desrespeito virou regra e a impunidade se transformou em combustível para a baderna.

A QUEM O POVO DEVE RECORRER?

Quando o cidadão liga para o 190 e recebe como resposta o empurra-empurra entre cidades, quando a prefeitura entrega alvarás sem fiscalização, quando a PM se esquiva, quando o decreto é ignorado… resta o quê?
A quem apelar?

É essa sensação de abandono que domina os moradores da Praça do Forró.
Uma sensação que se transforma em indignação, impotência e revolta.

Jeremoabo não pode continuar sendo palco de um “vale tudo sonoro”, onde a vida humana vale menos que o volume de um paredão.

CHEGAMOS AO LIMITE

O desrespeito à lei — amparado pela inércia das autoridades — ultrapassou todos os limites.
O sossego, a saúde e a dignidade dos moradores estão sendo sacrificados em nome de uma falsa cultura de lazer, que nada tem de cultura e muito menos de legalidade.

Enquanto isso, o direito à paz — que deveria ser inviolável — é triturado diariamente.

É hora de as autoridades acordarem.
É hora de a lei sair do papel.
É hora de Jeremoabo escolher:
segue na impunidade ou retoma o respeito ao cidadão?

Porque, do jeito que está, só quem reina é o dessossego — livre, solto e impune nas ruas da cidade.


Observação:


Os vídeos com os dizeres abaixo constituem a prova enviada pelo cidadão prejudicado. É inadmissível que um ou dois comerciantes, ao desrespeitarem as leis e ignorarem os limites do bom senso, acabem prejudicando toda a coletividade, inclusive aqueles comerciantes que cumprem seus deveres e respeitam o sossego público. Uma convivência harmoniosa só é possível quando todos observam as normas e direitos estabelecidos.


                                    Essa é a porta vibrando

Essa é o paredão dentro do espaço 2 quatro dois de Arlei que fecha a rua. Tem dois espaços na praça do forró.

Por unanimidade, STF decide tornar Eduardo Bolsonaro réu por tentar coagir Supremo sobre julgamento do pai

 

Eduardo Bolsonaro
Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, receber a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e torná-lo réu na Corte. O julgamento ocorre no plenário virtual, onde os ministros depositam seus votos por meio eletrônico.

 

O voto da ministra Cármen Lúcia, registrado neste sábado (15), seguiu a posição do relator, ministro Alexandre de Moraes, que já havia votado pelo acolhimento da denúncia. Também acompanharam o entendimento os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. A análise da matéria no plenário virtual segue até o dia 25 de novembro, prazo no qual os ministros ainda podem modificar seus votos, solicitar vista do processo ou pedir o deslocamento do caso para o plenário físico.

 

Eduardo Bolsonaro é acusado pela PGR de tentar interferir, fora do país, no andamento de um processo judicial que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a acusação, a conduta se enquadra no crime de coação no curso do processo. Com a decisão de receber a denúncia, foi aberta formalmente uma ação penal contra o parlamentar. Após a conclusão da fase de julgamento virtual e a publicação da ata, o processo seguirá suas etapas subsequentes, que incluem a oitiva de testemunhas, a produção de provas e o interrogatório do réu.

 

As informações são do g1.

VÍDEO: Explosão na Argentina causa incêndio e deixa 22 feridos

 

VÍDEO: Explosão na Argentina causa incêndio e deixa 22 feridos
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Uma forte explosão seguida de um extenso incêndio na área industrial da cidade de Ezeiza, na Grande Buenos Aires, deixou pelo menos 22 pessoas feridas na noite da sexta-feira (14). De acordo com informações das autoridades, cerca de 40 equipes de bombeiros e dois helicópteros foram mobilizados para conter as chamas, que atingem aproximadamente 20 metros de altura. As informações são do G1.

 

Veja vídeo:

 

 

 

O prefeito de Ezeiza, Gaston Granado, confirmou a gravidade da situação, afirmando que "as explosões e o incêndio que se espalham por diferentes fábricas são enormes". Ele acrescentou que ainda não se sabe "nem onde nem como o incidente começou". Inicialmente, especulou-se sobre a queda de uma pequena aeronave, mas o prefeito descartou essa possibilidade.

 

O fogo atinge uma indústria de produtos químicos, depósitos do setor agropecuário e de fertilizantes, e uma fábrica de plásticos. Devido à rápida propagação do incêndio, que também atingiu residências, moradores vizinhos à área industrial estão sendo removidos de suas casas.

 

Fabián García, chefe da Defesa Civil de Buenos Aires, informou ao jornal Clarín que o incêndio deve durar a noite toda. Ele emitiu um alerta para os moradores da região, pedindo que permaneçam em casa com as janelas fechadas devido à queda de cinzas e à toxicidade da fumaça.

 

O Aeroporto Internacional de Ezeiza, o maior da Argentina, localizado a cerca de 20 km do local do incidente, não registrou cancelamentos ou desvios em seus voos até o momento. As operações seguem normalmente. A causa da explosão e do incêndio permanece sob investigação.

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