sexta-feira, novembro 14, 2025

Moraes autoriza visita de Tarcísio, Caiado, Castro e Derrite a Bolsonaro; veja a lista

 

Moraes autoriza visita de Tarcísio, Caiado, Castro e Derrite a Bolsonaro; veja a lista

Por Bruna Rocha, Folhapress

13/11/2025 às 22:07

Foto: Isac Nobrega/Arquivo

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou nesta quinta-feira, 13, que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), visitem o ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros foram agendados para os dias 26 de novembro (no caso de Castro) e 10 de dezembro (Tarcísio).

As autorizações foram concedidas após a defesa de Bolsonaro solicitar visitas na "data mais breve possível". O pedido ocorre na fase final do julgamento do "Núcleo 1" da trama golpista, no qual o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão

No requerimento, a defesa de Jair Bolsonaro afirmou que a visita de Tarcísio e Castro tinha a finalidade de "permitir encontro pessoal específico, a ser realizado em data oportunamente ajustada, preferencialmente na data mais breve possível, em razão da necessidade de diálogo direto", modelo que difere da habitual que usa "data oportunamente ajustada" como justificativa para os encontros.

No mesmo despacho, Moraes também autorizou visitas do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), secretário temporariamente afastado de Segurança Pública de São Paulo, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), previstas para 1º e 9 de dezembro.

O nome de Derrite, que recentemente deixou o comando da Segurança Pública de São Paulo para reassumi o mandato de deputado federal, ganhou destaque por ser escolhido para relatar o Projeto Antifacção, apresentado pelo governo federal. Nesta semana, o parlamentar propôs mudanças no texto, o que gerou divergências e críticas. Todos os visitantes autorizados mantêm postura crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Moraes autorizou as visitas no horário das 9h às 18h, conforme calendário abaixo:

24 de novembro: Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia

25 de novembro: Bruno Scheid, vice-presidente do PL em Rondônia

26 de novembro: Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro

27 de novembro: Cleidimar da Silva Moreira, padre

28 de novembro: Evair de Melo, deputado federal

1º de dezembro: Guilherme Derrite, deputado federal

2 de dezembro: José Medeiros, deputado federal

3 de dezembro: Odelmo Leão, ex-deputado

4 de dezembro: Pablo Henrique de Faria, padre

5 de dezembro: Paulo M. Silva

9 de dezembro: Ronaldo Caiado, governador de Goiás

10 de dezembro: Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo

11 de dezembro: Sanderson, deputado federal

Vídeos mostram viagens de aliado de Ciro Nogueira com investigados por elo com PCC

 

Vídeos mostram viagens de aliado de Ciro Nogueira com investigados por elo com PCC

Por Guilherme Seto/Folhapress

14/11/2025 às 06:40

Foto: Reprodução/Instagram/Arquivo

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Ciro Nogueira e familiares durante almoço com Victor Linhares (de preto)

Vídeos que estão em posse da Secretaria de Segurança do Piauí mostram Victor Linhares, ex-assessor e um dos aliados mais próximos do senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, em viagens internacionais com os principais investigados pela operação Carbono Oculto 86, que investiga a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no mercado de combustíveis no estado.
Paiva foi alvo de ação de busca e apreensão, mas não foi encontrado em sua residência pela Polícia Civil. Ele prestará depoimento na semana que vem, quando deverá ser questionado a respeito de sua relação com as supostas lideranças do esquema. O ex-assessor não está na lista de investigados pela operação.
Procurado pelo Painel para comentar sua relação com Linhares e a operação, o senador não quis se manifestar. A reportagem não conseguiu contato com o ex-assessor.
Nos vídeos, Linhares aparece com os empresários Haran Santhiago Girão Sampaio e Danillo Coelho de Sousa, antigos proprietários da rede de postos de gasolina HD, que é apontada pela polícia como núcleo do suposto esquema de lavagem de dinheiro para o PCC, além de fraude fiscal e crimes contra o consumidor, como adulteração de combustíveis.
Em depoimento à Polícia Civil, Haran, Danillo e suas esposas negaram envolvimento em irregularidades.
Em um dos vídeos, de fevereiro de 2023, eles aparecem fazendo brincadeiras e danças dentro de um jato. Em outro, de julho de 2024, surgem em uma rua na Itália, em tom descontraído.


Segundo reportagem do ICL Notícias, Linhares recebeu R$ 230 mil de Haran Sampaio. A transferência teria acontecido por uma conta aberta pelo ex-assessor no BK Bank, fintech que se tornou um dos principais alvos da Carbono Oculto em São Paulo.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), o grupo utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro e fraudar o setor. O esquema teria movimentado cerca de R$ 5 bilhões.
Até recentemente, Linhares ocupava o cargo de secretário municipal de Articulação Institucional de Teresina, do qual foi exonerado dois dias antes da deflagração da operação. A demissão levantou suspeita por parte da Polícia Civil do Piauí de vazamento de informação privilegiada, como mostrou o Painel.
O comportamento de Haran Sampaio e Danillo Sousa reforçou a suspeita. O primeiro viajou a São Paulo e o segundo a Brasília na véspera da operação. Eles foram abordados pela polícia em aeroportos.
Além disso, caixas de relógio vazias foram encontradas nas casas dos alvos, o que levantou a suspeita de que tenham sido levados às pressas e escondidos.
Linhares trabalhou no gabinete de Ciro Nogueira entre 2018 e 2019 e na liderança do PP no Senado em 2020. O senador também é padrinho de uma das filhas do ex-secretário.
Reportagem de julho da revista piauí mostrou que Linhares recebeu R$ 625 mil de Fernando Oliveira Lima, o Fernandin OIG, empresário do setor de apostas online e amigo de Ciro Nogueira, entre dezembro de 2023 e setembro de 2024. No mesmo período, Linhares transferiu R$ 35 mil para a conta pessoal do senador.
Nogueira disse à revista que o valor era o reembolso de uma reserva de hotel em Capri, na Itália, e que os R$ 625 mil foram o pagamento por um relógio de luxo, negociado diretamente entre o empresário e o seu ex-assessor.
O senador viajou à Europa em maio no jatinho de Fernandin OIG, alvo da CPI das Bets, da qual o próprio Ciro Nogueira era membro suplente.

Politica Livre

Direita arrisca vantagem em pauta da segurança para 2026 ao tropeçar com PL Antifacção

 

Direita arrisca vantagem em pauta da segurança para 2026 ao tropeçar com PL Antifacção

Relatório de secretário de Tarcísio teve recuo, atraso de votação e críticas até de aliados

Por Ana Luiza Albuquerque, Bruno Ribeiro e Marianna Holanda/Folhapress

14/11/2025 às 06:32

Foto: Divulgação/Arquivo

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Guilherme Derrite

Com o tropeço do relator do PL Antifacção, Guilherme Derrite (PP), que avançou o sinal contra a Polícia Federal e precisou recuar dias depois, a direita arriscou a vantagem que avalia ter nas discussões em torno da segurança pública, pauta que candidatos do grupo pretendem usar como vitrine nas eleições de 2026.

O movimento, visto como atropelado até por aliados, atrasou a votação do projeto e levou Derrite a recuar das propostas iniciais e se explicar reiteradamente.

"Vocês sabem quem está do lado da população e quem acha que bandido é um coitadinho vítima da sociedade", disse ele em vídeo na quarta (12), numa menção velada ao presidente Lula (PT), que chamou traficantes de vítimas e teve de se retratar depois. "Repito, é hora de descer do palanque e atender o grito de socorro da população."

O relatório inicial apresentado na sexta-feira (7) por Derrite, que é secretário de Segurança do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reduzia as competências da PF e a submetia aos governos nos estados.

Por isso foi amplamente criticado não apenas na corporação e no governo Lula, que apresentou o projeto, mas também por integrantes do Ministério Público, juristas, especialistas e até mesmo outros políticos da direita.

A condução do PL e as mudanças propostas no texto por Derrite —pré-candidato ao Senado no próximo ano por indicação de Tarcísio— abriram espaço para que o governo federal pudesse avançar na discussão, com acusações de que a direita teria tentado tirar proveito eleitoral do episódio.

Vice-líder da oposição e policial federal de carreira, o deputado Sanderson (PL) avaliou que o relatório gerou ruídos que precisaram de ajustes. "Faltou um pouco de comunicação e objetividade na construção do relatório", afirmou. "A proposta de redução de atribuições da PF, a necessidade de autorização dos governadores, não seria votada por nós na Comissão de Segurança Pública."

Um deputado próximo a Derrite também afirmou à reportagem, sob anonimato, que houve equívoco na formulação e na forma de divulgação. Para esse aliado, o modo como a PF foi tratada deu margem ao Planalto para bloquear a iniciativa da oposição.

Segundo essa leitura, a tentativa do secretário de limitar a atuação da corporação seria uma resposta à PEC da Segurança, defendida pelo governo e criticada pela oposição, que centralizaria as ações do órgão.
Desde a mais letal operação policial da história do país, levada a cabo pelo governador Cláudio Castro (PL) no Rio de Janeiro ao fim de outubro, governadores de direita se uniram para pautar o debate nacional em torno da segurança pública, tema que veem como o ponto fraco do governo Lula e da esquerda.

Com isso, conseguiram liderar uma nova narrativa com potencial de representar ganhos eleitorais em 2026. Políticos de direita, inclusive aliados de Jair Bolsonaro (PL), já admitiam, sob reserva, cansaço com a pauta da anistia ao ex-presidente e aos participantes do 8 de Janeiro.

Há sinais de que, por enquanto, a exploração do tema da segurança pública surtiu efeito ao interromper uma sequência de resultados positivos na evolução da popularidade de Lula. Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest indicou um freio nessa recuperação, com 31% de avaliação positiva e 38% de negativa.

A indicação de Derrite para a relatoria do PL Antifacção, decidida pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), foi uma vitória para a direita, cujos partidos se uniram em torno do nome do secretário de Tarcísio.

A eleição presidencial será daqui a quase um ano, mas todos os movimentos de hoje já antecipam o debate. Neste caso, PP, PL, Republicanos e União Brasil, que devem caminhar juntos em 2026, também abraçaram as mudanças iniciais propostas por Derrite e classificaram as críticas como "narrativas" e "fake news".

O próprio Tarcísio participou de um podcast ao lado do secretário para defender a proposta de equiparar facções criminosas a organizações terroristas, discurso encampado pela direita brasileira em alinhamento ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O governo norte-americano tem justificado ações militares em território internacional, especialmente no mar do Caribe, sob o pretexto de combater o que chama de narcoterroristas.

"Isso [a ação de facções] tem que ser classificado como terrorismo, como forma também de aumentar o custo do crime. É esse entendimento que a gente tem", disse o governador, cotado para disputar a Presidência, possibilidade que ele publicamente nega.

Com o PL Antifacção, a direita planeja se unir em torno de uma primeira proposta concreta para a segurança pública, tema que políticos do grupo querem que seja o principal durante a campanha de 2026.
Professor de ciência política da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Jorge Chaloub afirma que a segurança virou a grande aposta da direita para frear a popularidade de Lula e para as eleições presidenciais, mas ainda é preciso tempo para entender como a opinião pública se desenhará.

Ele diz não ter dúvidas de que a maioria da população aprova medidas duras contra o crime, como mostrou pesquisa Datafolha após a operação policial no Rio de Janeiro, mas afirma que a extensão desse apoio ainda será disputada pelos atores políticos. "A depender de como for se desdobrando, não acho que seja tão simples e automática [a ideia de] que é só sair matando que vai ter o apoio da população."

Chaloub lembra que a popularidade do presidente autoritário de El Salvador, Nayib Bukele, frequentemente reverenciado por figuras da direita brasileira, não é consequência de assassinatos pelo Estado, mas sim da avaliação do eleitorado de que o governo conseguiu retomar territórios antes tomados pelo crime.

Neste sentido, afirma, ainda que a segurança pública não seja o ponto forte do governo Lula, mesmo governadores de direita não têm casos de sucesso para apresentar ao eleitorado. "Segurança pública nunca é um tema tão confortável para ninguém."


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Eduardo Bolsonaro deve se tornar réu no STF ignorando processo e julgado à revelia

 

Eduardo Bolsonaro deve se tornar réu no STF ignorando processo e julgado à revelia

A previsão depende da Câmara, já que os deputados podem suspender a ação penal contra o parlamentar

Por Cézar Feitoza/Folhapress

14/11/2025 às 06:52

Foto: Bruno Spada/Arquivo/Câmara

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Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) deve se tornar réu no STF (Supremo Tribunal Federal) com o julgamento iniciado nesta sexta-feira (14) sobre sua denúncia por coação.

O processo contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem sido marcado pela ausência do parlamentar. Ele se recusou a constituir advogado para fazer sua defesa e não teve contato com o defensor público responsável pelo caso.

Dos Estados Unidos, Eduardo tem indicado a seus aliados que não vai participar de nenhuma fase do processo e será julgado à revelia. A DPU (Defensoria Pública da União) vem afirmando que vai cumprir seu dever constitucional de defender o acusado no Supremo.

Dois ministros do tribunal afirmaram à Folha que o processo contra Eduardo, caso seja aberto, deve ser instruído durante o primeiro semestre de 2026, com expectativa de conclusão antes do processo eleitoral.

A previsão depende da Câmara, já que os deputados podem suspender a ação penal contra o parlamentar.

No Supremo, a leitura é que Eduardo será cassado por faltas e, nesse cenário, até mesmo um revés para o tribunal na Câmara pode durar pouco tempo.

O julgamento que terá início nesta sexta se restringe a analisar se a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) traz indícios mínimos de autoria e materialidade que justificam a abertura de um processo penal contra Eduardo.

O primeiro a votar será o ministro-relator Alexandre de Moraes. Os demais integrantes da Primeira Turma do Supremo terão até o dia 25 de novembro para inserir seus votos no plenário virtual.

Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo foram acusados pela PGR de articularem ações junto ao governo do Estados Unidos com o objetivo de intervir nos processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no Brasil.

O procurador-geral Paulo Gonet viu na ação da dupla o crime de coação, que consiste em "usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial".

O processo contra os dois acabou desmembrado. Moraes determinou que Eduardo fosse intimado por edital, sob alegação de que ele dificultava o andamento do processo; já Figueiredo mora nos Estados Unidos há mais de dez anos e será notificado pessoalmente, por meio de cooperação jurídica internacional.

A acusação da PGR diz que Eduardo e Figueiredo, desde o recebimento da denúncia contra Bolsonaro no Supremo, passaram a articular sucessivas e continuadas ações para intervir no processo penal.

"O propósito foi o de livrar Jair Bolsonaro, e também o próprio Paulo Figueiredo, da condenação penal pelos crimes que ensejaram a abertura de procedimentos criminais", afirmou o procurador-geral, Paulo Gonet na denúncia de coação. "As ameaças foram reiteradas várias vezes, em diferentes ocasiões", acrescentou.

O procurador afirma que Eduardo e Figueiredo tentaram explorar o relacionamento que mantêm com integrantes do governo americano e assessores e conselheiros do presidente Donald Trump e que se valeram dessa rede de contatos para constranger a atuação do Supremo.

Eles induziram, diz a peça acusatória, "a adoção de medidas retaliatórias pelo governo norte-americano contra o Brasil e contra autoridades brasileiras, no intuito de compelir o Supremo Tribunal a encerrar os processos sem condenações, especialmente de Jair Bolsonaro".

Essa pressão tinha, também, o objetivo de que o Congresso Nacional aprovasse um projeto de anistia que abrangesse Bolsonaro, diz Gonet.

"Os denunciados ameaçavam as autoridades judiciárias e de outros Poderes com a promessa de que conseguiriam de autoridades norte-americanas sanções dispostas para dificultar e arruinar suas vidas civis, mesmo no Brasil, se o processo criminal não tivesse o fim que desejavam ou se a anistia —extensiva necessária e prioritariamente a Jair Bolsonaro— não fosse pautada e conseguida no Congresso Nacional."

Um dos efeitos práticos da atuação de Eduardo e Figueiredo nos Estados Unidos foi a aplicação, pelo governo americano, de sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa.

Em nota conjunta divulgada após a denúncia, a dupla disse que a acusação revelava a "perseguição política em curso". Eles ainda dizem que a acusação é "fajuta" e chamam a equipe de Paulo Gonet na PGR de "lacaios de Moraes".

Já o defensor público Antonio Ezequiel Inácio Barbosa, responsável pelo caso, pede ao Supremo que a acusação por coação não seja levada à frente porque o tipo penal exige violência ou grave ameaça para ser configurado.

"Declarações sobre fatos políticos, ainda que críticas, ácidas ou contundentes, não constituem violência nem grave ameaça. Especificamente, esta última pressupõe promessa de mal futuro que dependa da vontade e do poder de quem ameaça. Se o agente não tem poder de concretizar o mal anunciado, não há grave ameaça, mas mera opinião ou prognóstico sobre eventos futuros", afirma.

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