Por: Jornal da Cidade
Existe lei municipal e até determinação do Ministério Público estadual obrigando os proprietários de terrenos baldios a realizar a limpeza nesses locais numa periodicidade de três vezes ao ano. Os donos também estão obrigados a manter essas áreas cercadas, evitando que sejam transformadas em lixeiras, mas poucos cumprem o que a lei regulamenta, o que vem causando sérios transtornos para quem mora ou tem negócios próximos a terrenos literalmente abandonados.
No bairro Jardins, um terreno baldio situado à rua Lourival Chagas é motivo de muitas queixas por estar sendo utilizado como depósito de lixo doméstico e principalmente entulhos. Pessoas que trabalham na localidade e que são obrigadas a fazer aquele percurso frequentemente afirmam que o lixo fica amontoado por vários dias. Ontem o terreno estava limpo, mas segundo alguns moradores da localidade a limpeza ocorreu depois de vários dias de reclamação. "Liguei várias vezes para a Emsurb, que ficou de identificar o dono do terreno para que o lixo fosse retirado. Ontem uma máquina fez o serviço, mas logo o lixo estará de volta", alerta o aposentado José Agenor de Almeida.
"Além da poluição visual, nos lixões proliferam animais causadores de doenças. "Muitas pessoas ainda lançam seus lixos em vias públicas, rios, praias, mares, em terrenos baldios, margens de vias públicas e redes de esgoto, entre outros locais impróprios. É um comportamento lamentável, uma questão de educação", ressalta Helber Andrade, assessor da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), ao frisar que por dia a Empresa Municipal de Serviços Urbanos coleta cerca de 700 toneladas de lixo.
Ele assegura que a limpeza dos terrenos deve ser feita por seus proprietários. "Trata-se de uma área particular. Se o terreno está sendo usado para depositar lixo é porque não está cercado como determina a lei", afirma Helber Andrade, ao acrescentar que terreno baldio significa medo e transtorno para quem mora nas proximidades. Além de atrair mosquitos e ratos, os terrenos também acabam servindo de esconderijo para marginais. Muitas são as queixas que crescem nesse sentido, como informa o setor policial. Hoje, uma das áreas mais problemáticas na zona sul da cidade é o bairro Coroa do Meio. Nesse local, existem terrenos abandonados por toda parte.
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