quarta-feira, janeiro 21, 2026

Família de Vorcaro criou projeto que inflou fundos do Master ilegalmente


Ataque ao patrimônio. Charge de João Spacca para a newsletter desta segunda-feira (19). #meio #newsletter #charge #bancomaster

Charge do João Spacca (Arquivo Google)

André Borges, Adriana Fernandes e Lucas Marchesini
Folha

A família de Daniel Vorcaro, banqueiro do Master acusado de orquestrar um esquema fraudulento envolvendo fundos de investimento, é a investidora de um projeto bilionário de créditos de carbono realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro na realidade do mercado.

Documentos obtidos pela Folha apontam que os Vorcaro estão envolvidos desde a origem no plano de explorar esses créditos em uma área da Amazônia, por meio da alavancagem financeira realizada com fundos da administradora Reag.

COMO FUNCIONA – Créditos de carbono são certificados que empresas podem comprar para compensar suas emissões de carbono. Projetos de restauração florestal e energia limpa, por exemplo, geram créditos conforme a quantidade de gases evitados ou removidos da atmosfera, que podem ser repassados.

Dois fundos sob gestão da Reag tiveram seu patrimônio reavaliado porque duas empresas das quais eles eram acionistas foram turbinadas em mais de R$ 45,5 bilhões com a geração de carbono advinda de uma área pública da União na Amazônia, o que é irregular. Isso transforma o caso em um dos maiores escândalos do setor.

O elo entre o projeto irregular de carbono e a família Vorcaro se dá por meio de uma empresa chamada Alliance Participações, conforme contratos e laudos aos quais a reportagem teve acesso.

SOCIEDADE FAMILIAR – A Alliance, uma sociedade anônima fechada, é controlada por Henrique Moura Vorcaro, que ocupa a cadeira de presidente, e Natália Bueno Vorcaro Zettel, diretora da empresa e mulher de Fabiano Zettel, alvo de operação na semana passada. Tratam-se do pai e da irmã de Daniel Vorcaro, que sempre negou participação no negócio de carbono na região.

Em agosto de 2022, um Contrato de Opção de Compra e Venda foi assinado entre a Alliance, o fazendeiro Marco Antônio de Melo, que aparece como dono da terra, e José Antônio Ramos Bittencourt, que atuou como mediador da transação comercial.

Com o acordo, a Alliance passou a ser dona majoritária das unidades de carbono associadas à Fazenda Floresta Amazônica, em Apuí (AM), com 80% do que seria produzido, enquanto Bittencourt ficou com 20%. O passo seguinte foi estruturar a engrenagem dos fundos da Reag que assumiriam o projeto.

COTAS DE FUNDOS – Em 2023, com o acordo formalizado, as operações transformam as 168,872 milhões de unidades de estoque de carbono estimadas no território da Fazenda Floresta Amazônica em cotas de fundos. Neste acerto, o intermediário do negócio, José Antônio Ramos Bittencourt, recebeu cotas de dois fundos da Reag como pagamento, ficando com 2,5% do New Jade 2 e 7,5% do Biguaçu.

O arranjo financeiro passou a incluir, ainda, a possibilidade de negociações com tokens de carbono (um tipo de “vale digital” de carbono, um registro certificado usado para tentar transformar uma promessa de crédito ambiental em ativo financeiro) e outros ativos como forma de quitação.

O contrato prevê que o fazendeiro Marco Antônio de Melo seria remunerado por cotas e tokens, mas não detalha os percentuais ou fundos usados para remunerá-lo.

CARBONO VOADOR – Este carbono da Alliance, empresa que agora se sabe pertence à família Vorcaro, foi parar na Global Carbon e na Golden Green, duas companhias da teia que inflaram o patrimônio dos fundos de investimentos sob gestão da Reag.

Os fundos foram usados, segundo os investigadores, para desviar dinheiro do Master e para retroalimentar a ciranda financeira, ampliando o patrimônio do banco, o que permitiu à instituição financeira seguir vendendo CDBs no mercado.

No caso do negócio envolvendo créditos de carbono, a complexidade da trama vai além da sucessão de fundos para inflar patrimônio. O que está por trás da valorização explosiva de empresas que, de uma hora para a outra, passaram a valer dezenas de bilhões de reais, diz respeito à própria natureza do que seria supostamente negociado.

SEM CERTIFICAÇÃO – Enquanto o crédito de carbono tradicional depende de certificação reconhecida e redução comprovada de emissões, as tais unidades de estoque tratadas no contrato e medidas pela Unesp são descritas como estimativas, sem referência de mercado transparente ou preço público. Ainda assim, foram usadas como base para estruturar os fundos e reorganizações que sustentaram a narrativa de um ativo bilionário.

Como mostrou a Folha, as duas empresas controladas por fundos da Reag, a Golden Green e a Global Carbon, passaram a valer R$ 14,5 bilhões e R$ 31 bilhões, respectivamente, mesmo sem vender um único crédito.

Esses R$ 45,5 bilhões não eram dinheiro vivo, não podiam ser sacados por seus cotistas, mas ajudavam a inflar um patrimônio financeiro fictício que poderia turbinar empréstimos e fazer girar a ciranda dos negócios atrelados às suas cadeias de fundos.

ÁREA DA UNIÃO – A própria terra e a floresta que dariam origem a esses créditos sempre estiveram enroladas com papéis e registros cartoriais que comprovam que se trata de uma área da União, impedida de ser negociada por terceiros e destinada à reforma agrária.

Nada disso, porém, teria impedido que auditorias chancelassem os negócios, baseados unicamente no patrimônio financeiro informado pelas próprias empresas, sem nenhum tipo de checagem concreta sobre o que, afinal, poderia produzir aqueles créditos.

A Golden Green tem como investidor o fundo Jade; e a Global Carbon, o New Jade 2, ambos administrados pela Reag e investigados desde a Operação Carbono Oculto, que apura a suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC. O New Jade 2 está na ponta de uma cadeia de controle de fundos que se inicia no Hans 95, um dos seis apontados como fraudulentos pelo Banco Central no caso Master, conforme mostrou a Folha.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Importantíssima matéria da Folha, que indica falhas grotescas na fiscalização que deveria ter sido feita pelo Banco Central, desde a época de Roberto Campos Neto, aquele economista que presidiu o BC mas não acreditava no próprio trabalho, porque mantinha sua fortuna no exterior, como também fazia Paulo Guedes, o então ministro da Fazenda. Ah, Brasil, você não merece essa gentalha… (C.N.)

Tarcísio vai visitar Bolsonaro, para ter uma conversa definitiva sobre a eleição


Tribuna da Internet | Centrão, agro e evangélicos resistem a Flávio  Bolsonaro e Tarcísio avança

Charge do J.Caesar (Veja)

Vicente Limongi Netto

A criatura Tarcísio de Freitas volta nesta quinta-feira a visitar ao criador Jair Bolsonaro. Agora na nova casa do ex-presidente, condenado e preso na confortável Papudinha. A visita do governador é para cuidar da própria vida. Sair das amarras de Bolsonaro.
O  governador vai perguntar se a candidatura do filho,  Flávio Bolsonaro, abençoada pelo pai é mesmo para valer. Bolsonaro então vai querer saber se o governador do Estado mais poderoso do Brasil gostaria de abraçar a candidatura de Flávio como candidato a vice-presidente.
SEM ARRISCAR – Estaria formada, então, a dobradinha PL/Republicanos? Claro que não. Tarcísio agradecerá mas prefere não arriscar, já que poderá se reeleger, sem atropelos, governador de São Paulo. Mas estará com Flávio, em todos as  futuras projeções. 
Tarcísio não aceitará o convite do ex-presidente, mesmo se passasse e ser cabeça de chapa, com Flávio de vice. Tarcísio não trocará o certo (reeleição para governador) pelo duvidoso (candidato a vice com Flávio).
O senador, já animado com a candidatura, poderá tentar para vice, os governadores Ratinho Júnior (PSD) ou Zema (Novo).  

AGU arquiva pedido do Exército para manter sigilo sobre morte de Rubens Paiva

 


Apesar da bancada federal de Sergipe, a nossa UFS é nota dez

 Adiberto de Souza

em 20 jan, 2026 7:10

Os cursos de Medicina da Universidade Federal de Sergipe em Aracaju e Lagarto obtiveram nota máxima no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025. Esse brilhante resultado chega pouco depois de a bancada federal de Sergipe ter virado as costas para aquela importante instituição de ensino, não colocando uma única emenda em seu favor no Orçamento da União para 2026. Aliás, esta foi a primeira vez em 10 anos que os três senadores e os oito deputados sergipanos ignoraram a importância da nossa UFS para o desenvolvimento socioeconômico do estado. Portanto, o resultado do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, anunciado ontem pelo Ministério da Educação, funcionou como um tapa de pelica na bancada federal de Sergipe. Tomara que os sergipanos que reconhecem a excelência de nossa Universidade punam nas urnas a bancada federal que fez vista grossa à uma instituição de ensino que tanto nos orgulha. Home vôte!

Acusação grave

Para evitar bate-boca feio, evitem convidar para o mesmo rega-bofe o prefeito de Propriá, Luciano de Menininha (PP), e os radialistas André Fontes e Thiago Reis. Os dois comunicadores ameaçam ir à Justiça para o gestor provar que ambos o estão criticando numa emissora de rádio porque, segundo Luciano, querem dinheiro da Prefeitura “e eu não vou dar”. Vale ressaltar, que na campanha de 2024 André Fontes e Thiago Reis foram importantes cabos eleitorais do prefeito propriaense. Aff Maria!

Governo pífio





Veja o que o jornalista Gilvan Manoel publicou no Jornal do Dia: “Apesar da falta de definição de adversários à direita ou à esquerda, o governador Fábio Mitidieri (PSD) não deverá ter uma reeleição fácil. Seu governo é pífio, sem qualquer obra relevante, trata mal os servidores públicos e vendeu a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) apenas para fazer caixa. Os serviços oferecidos pela Iguá Saneamento, que adquiriu a concessão, são tão deficientes quanto os da Deso e a falta de água é persistente, inclusive nas áreas mais pobres da capital sergipana”. Misericórdia!                                                                                                                                                                                                                                               Portal Infonet no WhatsApp


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Fiscalização eletrônica nos corredores de ônibus iniciará em fevereiro

 Sstema utiliza câmeras capazes de identificar as placas dos veículos que transitam de forma indevida nos corredores


(Foto: SMTT)

A fiscalização dos corredores exclusivos de ônibus em Aracaju passará a contar com monitoramento automatizado a partir do dia 1º de fevereiro. A medida foi anunciada pela Prefeitura da capital, por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), e tem como objetivo coibir o uso irregular dessas faixas e melhorar a fluidez do transporte coletivo.

O sistema utiliza câmeras capazes de identificar as placas dos veículos que circulam indevidamente nos corredores. As imagens captadas passam por uma triagem automatizada, mas todas as possíveis infrações são analisadas e homologadas por um agente de trânsito antes da autuação, garantindo segurança jurídica e precisão no processo.

Segundo a SMTT, a fiscalização dos corredores exclusivos já vinha sendo realizada de forma presencial pelos agentes. A implantação do software representa a informatização e a ampliação desse controle, permitindo maior constância, já que não é possível manter equipes em todos os pontos de forma contínua.

De acordo com o diretor de Trânsito da SMTT, Julio César Zambon, a entrada em operação do sistema é um avanço na gestão da mobilidade urbana. “A fiscalização automatizada amplia a capacidade de controle sobre o uso irregular dos corredores de ônibus, garantindo mais regularidade na circulação do transporte coletivo. Com isso, conseguimos reduzir interferências, dar mais previsibilidade ao tempo de viagem e assegurar que a prioridade ao ônibus seja efetivamente respeitada, beneficiando diretamente milhares de usuários que dependem diariamente do sistema”, afirmou.

Os corredores exclusivos mantêm os horários de restrição já existentes: de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h e das 16h às 19h, conforme a sinalização. Fora desses períodos e aos fins de semana, o tráfego de outros veículos é permitido.

Ações de conscientização

Como parte das ações educativas, a SMTT também promoverá a iniciativa “Sorria, você está sendo filmado”, com caráter de conscientização e alerta aos condutores sobre o cumprimento das regras e dos horários de funcionamento dos corredores. A ação será realizada na quinta-feira, dia 22, no cruzamento da avenida Adélia Franco com a avenida Marieta Leite, com a equipe de Educação para o Trânsito orientando os motoristas e reforçando a prioridade do transporte coletivo.

Com informações da Prefeitura de Aracaju

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terça-feira, janeiro 20, 2026

TJ-BA decreta afastamento de dois servidores para apurar uso privado de serviços terceirizados da Corte

 

Tribunal de Justiça da Bahia
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O Corregedor-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Roberto Maynard Frank, determinou a instauração de uma sindicância e o afastamento cautelar de dois servidores do tribunal, nesta terça-feira (20).

 

Os servidores Pablo Átila Martins de Castro, coordenador de Distribuição (CODIS), e Allan Rosa Moreno, coordenador de Manutenção Predial (COMAN), terão suas condutas submetidas a um processo investigativo administrativo. A sindicância, que será conduzida pelo juiz auxiliar da Corregedoria Marcos Adriano Silva Ledo, tem como objetivo apurar a ocorrência de possíveis violações aos deveres funcionais previstos na legislação estadual e no código de ética do Poder Judiciário baiano.

 

Conforme a decisão, as supostas condutas a serem investigadas incluem, em relação a ambos os servidores, o possível envolvimento em benefício e acobertamento de uso indevido de contratos de prestação de serviços. Especificamente contra Pablo Átila, a sindicância apurará denúncias de prática de assédio, desvio de indenizações de diárias de viagens e realização de substituição simulada de postos de trabalho. No caso de Allan Rosa, será investigada a denúncia de atuação indevida como fiscal de contrato celebrado pelo tribunal com uma empresa da qual teria sido sócio e gerente técnico.

 

Em paralelo à apuração, foi decretado o afastamento cautelar de ambos os servidores de suas funções por um período de 60 dias. A medida, que não acarreta suspensão de remuneração, é fundamentada nos artigos 276 da Lei de Organização Judiciária da Bahia (LOJ-BA) e 208 da Lei Estadual nº 6.677/1994, que regem o estatuto dos servidores. A decisão também ordenou o bloqueio de seus acessos aos sistemas e e-mail institucionais do TJ-BA.

 

A Corregedoria comunicou oficialmente a Secretaria de Gestão de Pessoas (SEGESP) para garantir os direitos remuneratórios durante o afastamento e levou ao conhecimento da Presidência do Tribunal as providências adotadas. O juiz relator terá o prazo de 60 dias, contados a partir da designação, para apresentar o relatório conclusivo da sindicância, que definirá os próximos encaminhamentos do processo administrativo.

 

Após a publicação do conteúdo, o TJ-BA publicou uma nota em que fala sobre o afastamento dos dois servidores. Confira a nota na íntegra:

 

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia informa que, por determinação da Corregedoria-Geral da Justiça, foi instaurada sindicância administrativa destinada à apuração de fatos que, em tese, podem configurar violações aos deveres funcionais previstos na legislação estadual e no Código de Ética do Poder Judiciário baiano.

A medida inclui o afastamento cautelar de dois servidores pelo prazo de 60 (sessenta) dias, sem prejuízo de suas remunerações, nos termos da Lei de Organização Judiciária da Bahia e do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado, com o objetivo de assegurar a regularidade, a transparência e a efetividade da apuração administrativa.

A sindicância será conduzida por magistrado designado pela Corregedoria-Geral da Justiça e terá como finalidade esclarecer integralmente os fatos noticiados, observando rigorosamente o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, garantias constitucionais asseguradas a todos os envolvidos.

O Tribunal de Justiça da Bahia reafirma seu compromisso com a ética, a legalidade, a transparência e a probidade administrativa, destacando que toda e qualquer conduta que possa macular a imagem da Instituição será devidamente apurada, com responsabilidade e respeito às normas vigentes.

(Atualizada às 15h05)

Justiça italiana adia decisão sobre extradição de Zambelli para fevereiro

 

Justiça italiana adia decisão sobre extradição de Zambelli para fevereiro
Foto: Michel Jesus / Agência Câmara

A Corte de Apelação de Roma decidiu adiar a conclusão do julgamento do pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli, solicitado pelo governo brasileiro. A ex-parlamentar, que renunciou ao cargo no mês passado após o Supremo Tribunal Federal (STF) declarar a perda do seu mandato, aguarda uma decisão desde dezembro. Com o adiamento, o caso deve ser retomado na primeira quinzena de fevereiro.

 

Segundo informações do jornal O Globo desta terça-feira (20), o julgamento de Zambelli estava previsto para 18 de dezembro, mas foi adiado atendendo a um pedido da defesa, que solicitou mais tempo para examinar e se manifestar sobre os documentos anexados pelas autoridades do Brasil sobre o sistema carcerário nacional.

 

Nesta terça, o adiamento ocorreu devido à insuficiência de tempo para análise da Corte de Apelação. Desde julho do ano passado, Zambelli está no complexo penitenciário de Rebibbia, nos arredores de Roma. Após passagem pela Apelação, caberá recurso de Zambelli e do governo brasileiro à Corte de Cassação da Itália, independentemente do resultado. As informações são da Agência Brasil. 

 

ZAMBELLI NA COLMEIA
Para convencer as autoridades italianas de que Zambelli não corre riscos no sistema penitenciário brasileiro, o governo Lula enviou informações sobre em qual prisão ela seria detida caso fosse entregue ao Brasil pela Itália e como são as condições gerais das mulheres presas.

 

Conforme a documentação enviada pelo Itamaraty, se for enviada ao Brasil, Zambelli deve cumprir pena na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, onde as internas do regime fechado, semiaberto e presas provisórias são separadas por “blocos distintos, assegurando a não convivência entre internas de regimes diversos”.

 

Durante a sessão desta terça-feira, a defesa de Zambelli pediu mais informações sobre as condições da Colmeia. Também solicitou que Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prestasse depoimento à Justiça italiana.

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