quarta-feira, dezembro 17, 2025

 

Após caso Zambelli, defesa de Maluf cobra devolução do mandato e indenização


Alcolumbre pauta PL da Dosimetria, que deve ser barrado pelos senadores

Publicado em 16 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

Senadores avaliam a possibilidade de pedido de vista

Alícia Bernardes
Correio Braziliense

Mesmo diante de pressões para adiar a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu pautar para esta quarta-feira (17/12) a análise do Projeto de Lei da Dosimetria no plenário da Casa. A proposta ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde há resistência e tendência contrária à aprovação do texto.

Nos bastidores, senadores avaliam a possibilidade de pedido de vista, o que daria mais tempo para a análise da matéria e poderia empurrar a discussão para 2026. Parlamentares tanto da base do governo quanto da oposição demonstram cautela com o projeto e buscam evitar associação direta a uma proposta considerada sensível.

ADIAMENTO – A pressão pelo adiamento se intensificou diante do entendimento de que o texto pode beneficiar condenados por crimes não relacionados diretamente aos atos de 8 de janeiro. Pelo conteúdo aprovado na Câmara, a progressão de pena passaria a ocorrer após o cumprimento de um sexto da condenação, e não mais de um quarto, para determinados crimes.

A proposta altera as regras de progressão de regime, mecanismo que permite a passagem do condenado para regimes mais brandos mediante bom comportamento. A mudança não se aplicaria a crimes hediondos nem a réus reincidentes, mas alcançaria delitos como crimes ambientais, coação no curso do processo e incêndio doloso.

SOMA DAS PENAS – Outro ponto controverso é o fim da soma de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito, como tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Nesse modelo, passaria a valer apenas a pena mais alta prevista, o que poderia beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No fim de semana, manifestações contrárias ao projeto ocorreram em diversas capitais do país, organizadas pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com participação de movimentos como MST e MTST. Sob o lema “Congresso Inimigo do Povo”, os atos criticaram a redução de penas e o avanço do PL no Congresso, às vésperas de sua possível votação no Senado.


“Código de Conduta” do Supremo se tornará a maior Piada do Século

Publicado em 17 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

Quem é Edson Fachin, “o carcereiro da Lava Jato”? - Brasil de Fato

Até 2021 Fachin fez uma carreira impecável no Supremo

Carlos Newton

Não será surpresa se o filósofo grego Diógenes reencarnar no Brasil e sair com uma lamparina em plena luz do dia, procurando um homem honesto na Praça dos Três Poderes. Vai encontrar, mas não será nada fácil. Ficará animado ao saber que o novo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, está disposto a criar e aprovar um Código de Conduta numa cúpula judiciária que se caracteriza justamente pelo podridão.

Porém, se o filósofo Diógenes trocar a lamparina por um celular e acionar o Google, logo saberá que Fachin é um farsante como a maioria dos membros do STF, porque o corporativismo é fortíssimo e tende a esconder os desmandos e ilegalidades que passaram a caracterizar o funcionamento do mais importante tribunal brasileiro.

ILUSTRADO DESCONHECIDO – Como os demais integrantes do atual Supremo, à exceção de Luiz Fux, o ministro Fachin não tem um currículo que lhe dê notório saber. Era completamente desconhecido do meio jurídico nacional, atuando como procurador do Estado do Paraná e professor de Direito Civil da Faculdade de Direito da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e da PUC-PR.

Para chegar ao STF, sua maior credencial foi a militância no PT, tendo trabalhado nas duas campanhas eleitorais de Dilma Rousseff, que retribuiu fazendo a nomeação dele em 2015, para a vaga de Joaquim Barbosa.

No ano seguinte, quando Fachin iniciou sua atuação no STF, Dilma sofreu impeachment e o ministro tentou fazer uma carreira independente no Supremo. Nessa, tornou-se relatora da época da Lava Jato, fato que deu projeção nacional.   

IMPARCIALIDADE – Fachin foi respeitado pela imparcialidade, não permitindo que sua admiração pelo PT pudesse conduzir sua atuação. Pelo contrário, seu voto foi decisivo para derrotar o habeas corpus impetrado contra a prisão de Lula, que o relator Gilmar Mendes defendeu desesperadamente, e o resultado foi de 6 a 5.

Em 5 de abril de 2018, o juiz Sérgio Moro decretou a prisão de Lula, que não aceitou e se refugiou no Sindicado dos Metalúrgicos, que foi cercado pela Polícia Federal até que ele se entregou, no dia 7.

Em 7 de novembro de 2019, Fachin manteve a imparcialidade e votou contra a liberação de Lula, numa jogada arquitetada pelo então presidente Dias Toffoli, quando por 6 votos a 5 o STF decidiu proibir o início do cumprimento da pena antes de esgotados todos os recursos dos réus, o chamado trânsito em julgado.

DECISAO VERGONHOSA – Votaram a favor da prisão absurda logo depois de julgamento no Supremo os ministros Marco Aurélio Mello, relator do caso, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli, presidente do STF.

E assim o Brasil passou a ser o único país da ONU que não cometeu crimes após reportagens em segunda instância colegiada. Toffoli conquistou o voto de Rosa Weber dizendo que iam passar a prender após relatado em terceira instância e Lula não sairia, porque já tinha sido condenado por unanimidade no Superior Tribunal de Justiça. Ele meniu, Rosa votou e Lula foi solto.

Detalhe importante: a prisão após segunda instância somente é revertida pelo STJ em menos de 1% dos casos. A imensa maioria deles nem chega a subir ao Supremo, por falta de consistência do recurso.

FACHIN SE SUBMETE – O julgamento no Supremo abriu caminho para a soltura de até 4.895 presos, segundo o Conselho Nacional de Justiça. E depois que Lula foi libertado, a pressão foi tanta que em 2021 o ministro Edson Fachin acabou cedendo, para permitir a volta do petista à política.  

Deixou de lado a imparcialidade e julgou procedente um recurso argumentando que Lula não poderia ter sido julgado em Curitiba, porque não morava lá. Ou seja, Fachin decidiu que tinha sorte “incompetência territorial absoluta”, algo inexistente nos livros de Direito do mundo todo, nos quais a incompetência territorial é sempre “relativa” e não anula condenações.

Defendido por Fachin, esse absurdo jurídico e que envergonha o país foi aprovado por 8 votos a 3. Somente foram contrários os ministros Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Nunes Marques e André Mendonça.

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PS 1 – 
De 2015 até 2021, Fachin vinha fazendo uma carreira impecável no Supremo. No entanto, de lá para cá tornou-se apenas mais um dos ministros, sempre pronto a apoiar as decisões perversas e arbitrárias de Alexandre de Moraes, assim está ajudando a criar um monstruoso, que está se desenvolvendo este país numa ditadura do Judiciário.

PS 2 – Agora, para aliviar a barra e limpar o podridão reinante, Fachin quer lançar o Guia de Conduta do Supremo, uma obra que pode a Piada do Século.  (CN)


Com Flávio candidato, Michelle perde espaço e se afasta do comando do bolsonarismo

 

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🕯️ O Silêncio das Redes e o Grito dos Pobres: A Mordaça que Fere o Evangelho

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🕯️ O Silêncio das Redes e o Grito dos Pobres: A Mordaça que Fere o Evangelho

Por José Montalvão

Como católico, formado na fé desde a infância diante do santuário doméstico, é impossível assistir passivamente ao que se desenha como uma tentativa de asfixia da voz profética do Padre Júlio Lancellotti. A imposição de uma mordaça digital ao sacerdote, vinda da própria hierarquia eclesiástica, não é apenas uma questão administrativa; é um atentado à liberdade de expressão e um contra-senso à própria missão evangelizadora.

Calar o Padre Júlio, nas redes sociais e nas transmissões de missas, soa para muitos fiéis como uma tentativa de silenciar o próprio Cristo no que Ele tem de mais radical: o amor e a defesa dos humilhados.


A Ordem do Silêncio e a Resposta do Sacerdote

Por determinação de Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, o padre foi proibido de realizar transmissões de missas pela internet e ordenado a se afastar de plataformas como Facebook e Instagram. A reação do sacerdote, embora carregada de dor, foi o espírito de obediência. Ele declarou que seguirá as orientações, reafirmando sua submissão à Arquidiocese, mas lamentou o vazio que a falta das celebrações online deixará no coração de milhares de fiéis que não podem se deslocar até a Paróquia São Miguel Arcanjo.

O Impacto Pastoral e o Risco da "Missão Traída"

A decisão foi recebida por movimentos sociais e defensores dos direitos humanos como uma forma clara de censura e perseguição. O argumento é contundente:

  • Invisibilidade da Dor: O silenciamento digital limita a denúncia contra a aporofobia (rejeição aos pobres) e a violência estatal.

  • Afastamento dos Fiéis: A Igreja, que há décadas vê seu rebanho diminuir, parece não perceber que ao punir quem pratica o Evangelho puro, afasta ainda mais aqueles que buscam coerência entre fé e ação.

Um Legado que o Tempo Não Apaga

Embora as restrições sejam, em teoria, temporárias, a percepção de uma "missão traída" permanece. A história, no entanto, é implacável. O legado do Padre Júlio já está gravado em pedras e leis:

  1. Lei Padre Júlio Lancellotti: Uma lei federal que proíbe a arquitetura hostil, impedindo que cidades usem espetos ou pedras para afastar moradores de rua de marquises e bancos.

  2. Referência em Direitos Humanos: Sua atuação é o rosto vivo da Igreja nas periferias existenciais, conforme pede o Papa Francisco.

Conclusão: A História como Juíza

Tentar restringir a voz de quem se dedica aos vulneráveis apenas reforça o caráter profético de sua missão. O tempo não apagará este episódio; pelo contrário, ele servirá como testemunho de um período em que a hierarquia pareceu temer mais a repercussão digital do que a dor de quem tem fome.

Se a Igreja deseja recuperar seus fiéis, o caminho não é o da censura, mas o do acolhimento. Calar o mensageiro não apaga a mensagem, especialmente quando ela está alicerçada no compromisso com os "preferidos de Deus"

terça-feira, dezembro 16, 2025

Nota de Solidariedade ao Padre Júlio Lancelloti

 

Nota de Solidariedade ao Padre Júlio Lancelloti


16/12/2025


A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) manifesta seu apoio e solidariedade ao Padre Júlio Lancellotti em defesa de sua atuação na comunicação digital da liturgia eucarística e atividades nas redes sociais, reconhecendo o trabalho exemplar e corajoso exercido por ele junto aos pobres e vulneráveis da cidade de São Paulo.

Mesmo respeitando a hierarquia e as tradições democráticas da Igreja Católica e da CNBB, a Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos da ABI considera que impedir a plena divulgação e o acesso dos fiéis aos meios digitais e a suspensão das transmissões on-line das missas e do uso das redes sociais representam um atentado à liberdade de expressão e de comunicação. A decisão nesse sentido causa profunda preocupação e entristece a todos que acompanham e se beneficiam desta missão vital.

Este apoio é um gesto de respeito, cuidado e também solidariedade à comunidade católica do Estado, reiterando a necessidade de que o Padre Júlio siga exercendo plenamente sua missão pastoral e comunicando o Evangelho, inclusive e essencialmente pelos meios digitais, que amplificam a mensagem de acolhimento e justiça.

Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 2025

COMISSÃO DE DEFESA DA LIBERDADE DE IMPRENSA E DOS DIREITOS HUMANOS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA

Nota da Redação Deste Blog : 

A ABI, Olho e Voz da Nação: Na Defesa da Comunicação, da Justiça e dos Vulneráveis

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), através de sua Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos, transcende a defesa corporativa dos jornalistas para se consolidar como o olho e a voz da nação. Sua atuação ininterrupta no combate à injustiça e na defesa da liberdade de expressão prova que a entidade é um pilar insubstituível da democracia brasileira.

Essa missão foi reafirmada recentemente pelo apoio e solidariedade manifestados ao Padre Júlio Lancellotti. O posicionamento da ABI não é apenas um gesto de respeito, mas uma intervenção cívica em defesa de uma causa que toca diretamente a liberdade de comunicação e os direitos humanos.

Defesa da Expressão no Campo Digital e Social

A ABI reconhece e apoia o trabalho exemplar e corajoso exercido pelo Padre Júlio junto aos pobres e vulneráveis da cidade de São Paulo. Ao tomar partido, a entidade defende a atuação do Padre na comunicação digital de sua liturgia e atividades nas redes sociais.

A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos da ABI considera que qualquer tentativa de impedir a plena divulgação e o acesso dos fiéis aos meios digitais ou a suspensão das transmissões online das missas e do uso das redes sociais representa um flagrante atentado à liberdade de expressão e de comunicação.

Em uma era dominada pela conectividade, o meio digital é a principal forma de amplificar a mensagem, especialmente aquela de acolhimento e justiça social. A decisão de calar ou restringir essa voz causa profunda preocupação em todos aqueles que se beneficiam da missão vital do Padre Júlio.

O Compromisso Inegociável da ABI

Este apoio ao Padre Júlio Lancellotti é emblemático do papel da ABI:

  • No Combate à Injustiça: A ABI se solidariza com aqueles que se dedicam aos direitos humanos, sejam eles jornalistas, historiadores (como no caso do Professor Francisco Teixeira), ou líderes religiosos que dão voz aos marginalizados.

  • Na Defesa da Liberdade de Expressão: A entidade atua na linha de frente para garantir que nenhuma forma de poder — seja ele estatal, político, ou mesmo institucional — cerceie a comunicação e o acesso à informação e ao pensamento crítico.

A ABI reitera, assim, que o Padre Júlio deve seguir exercendo plenamente sua missão pastoral e comunicando o Evangelho por todos os meios, essencialmente pelos digitais. A entidade se mantém vigilante, reafirmando ser o escudo protetor daqueles que usam a palavra para construir uma sociedade mais justa e transparente.

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