terça-feira, outubro 14, 2025

Fufuca transforma o Ministério do Esporte em campo eleitoral no Maranhão


Fufuca turbina repasses a reduto eleitoral

Cézar Feitoza
Mateus Vargas
Folha

O ministro do Esporte, André Fufuca, acelerou a liberação de recursos em setembro e direcionou mais de metade da verba de investimentos da pasta para o seu estado, o Maranhão, enquanto é pressionado pelo PP a deixar o governo Lula (PT).

Fufuca pretende se candidatar ao Senado e aproveita o cargo na Esplanada dos Ministérios para distribuir recursos para construção de quadras poliesportivas, estádios de futebol e espaços comunitários nos municípios maranhenses.

R$ 82 MILHÕES – Só neste ano, o Ministério do Esporte distribuiu R$ 82 milhões para 75 dos 217 municípios maranhenses. O valor representa 66% de toda a verba de investimentos manuseada diretamente pelo ministro, ou seja, excluindo as emendas parlamentares. Em oposição, nove estados não receberam até outubro nenhum real empenhado do ministério, incluindo Acre, Amazonas e Tocantins.

O dinheiro, que vinha sendo distribuído mês a mês, passou a ser direcionado com mais pressa em setembro, dias após o PP, partido de Fufuca, exigir que seus filiados deixassem os cargos no governo.

Em 2024, o Maranhão também liderou os repasses feitos diretamente por Fufuca para investimentos. Mas a verba empenhada durante todo o ano passado (R$ 40 milhões) é inferior a metade do que o ministro já destinou ao seu estado até o começo de outubro de 2025.

CRITÉRIOS TÉCNICOS – Os números estão em levantamento feito pela Folha com os dados do Siga Brasil, portal mantido pelo Senado e que extrai informações do Siafi, o sistema de controle financeiro da administração federal. Em nota, o Esporte diz que a distribuição de recursos federais segue critérios técnicos e legais, conforme demanda apresentada pelos próprios estados e municípios. Afirma ainda que a demora do Congresso para a aprovação do Orçamento de 2025 represou os recursos para o segundo semestre.

“O Maranhão possui um déficit histórico de infraestrutura esportiva. O que o faz estar na última posição entre todos os estados brasileiros, quando este critério é levado em consideração”, diz a pasta de Fufuca.

“Além disso, fatores sociais como o menor IDH do Brasil, os mais de 1,1 milhão de pessoas inscritos no CAD Único e os 1,2 milhões beneficiados pelo Bolsa Família, entre outros, também são considerados na hora de decidir sobre os investimentos em infraestrutura esportiva”, completa.

CUSTEIO DE SERVIÇOS – Reservada para custeio de serviços do ministério e investimentos em obras, a verba discricionária do Ministério do Esporte é separada em dois grupos. O mais volumoso, com R$ 1,77 bilhão previsto no Orçamento, refere-se às emendas parlamentares. Neste caso, Fufuca não tem poder para decidir para onde os recursos devem ser destinados e apenas carimba os repasses de deputados e senadores.

A outra parte, que soma cerca de R$ 620 milhões, inclui as verbas do Novo PAC e aquelas que são definidas diretamente por Fufuca. Este bolo do orçamento é utilizado para custear o ministério (contas de água e luz e contratos administrativos), manter programas como o Bolsa Atleta e investir em obras nos municípios.

É nesse último bolo que Fufuca tem direcionado os recursos para o Maranhão. Até o início de outubro, o dinheiro separado para investimentos em seu estado natal deve viabilizar 78 obras nos municípios maranhenses. O segundo estado que mais recebeu recursos foi a Bahia, que terá 13 obras custeadas pelo Ministério do Esporte de Fufuca em 2025 com a verba empenhada até aqui.

DESEMBARQUE – A federação União Progressista decidiu no início de setembro deixar a base de Lula, exigindo que seus filiados com cargos eletivos saíssem do governo. O Progressistas definiu que o prazo para Fufuca deixar o Ministério do Esporte seria no domingo (5). O ministro, porém, ainda não anunciou sua decisão e participou de evento com o presidente Lula em Imperatriz (MA) na segunda (6).

“Presidente, é uma honra colaborar com seu governo […] É por isso que eu falo em alto e bom som: eu estou com Lula”, disse ao lado do petista. “O importante não é justificar o erro, é evitar que ele se repita. Em 2022, eu cometi o erro, mas agora em 2026, pode ser que meu corpo esteja amarrado, mas a minha alma, o meu coração e a minha força de vontade estarão livres para ajudar Luiz Inácio Lula da Silva a ser presidente do Brasil”, completou.

A proposta oferecida pela liderança do PP ao ministro Fufuca considera dois cenários. Se deixar o governo Lula, o político terá o comando do diretório do Progressistas no Maranhão, com poder de decidir os candidatos para as eleições de 2026.

CONTROLE – Se permanecer no governo, Fufuca perde o controle do partido no estado para o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA). O dilema de Fufuca tem relação com as eleições de 2026. O ministério garante visibilidade e dinheiro para o ministro se cacifar para uma disputa ao Senado no próximo ano. Sem o comando do partido, porém, ele não tem garantia de que concorrerá à casa alta.

As redes sociais de Fufuca dão destaque às obras realizadas pelo Ministério do Esporte nos municípios do Maranhão. Em 21 de setembro, o ministro anunciou a entrega da primeira Arena Brasil no estado, em Vargem Grande. “Uma conquista histórica para os vargem-grandenses”, escreveu.

No sábado (4), o ministro gravou vídeo em Paço do Lumiar (MA) dançando com idosos e crianças em anúncio de assinatura de uma ordem de serviço para a construção de uma arena esportiva. “É o governo do presidente @LulaOficial chegando a todos os cantos do Brasil, levando qualidade de vida, inclusão e oportunidades. Ajudando a transformar os sonhos e levando nossos jovens do bairro ao pódio”, diz Fufuca na publicação.


Presidente da Câmara prepara-se para pautar o projeto da anistia a golpistas

Publicado em 13 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Charge do Fred Ozanan (Arquivo Google)Roberto Nascimento

Dá até pena do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Não tem liderança nem experiência, dois ativos imprescindíveis para o exercício do importantíssimo cargo. Discreto, o ex-presidente Arthur Lira é quem exerce o comando da Câmara. Motta se tornou refém da liderança de Lira.

O episódio da obstrução da sessão, mês passado, comandada pelo líder bolsonarista do PL, deputado Sóstenes Cavalcante; foi uma ação patética.

IDADE MÉDIA – A mesa da Câmara ocupada pela tropa bolsonarista, integrada por figuras verdadeiramente medievais, raivosas e iradas, com Sóstenes e Altineu Cortes comandando a bancada em fúria.

Teve até um deputado cauboi, o Zé Trovão do PL, de chapelão de couro na escada de acesso à mesa do presidente, como leão de chácara, impedindo qualquer um de subir naquela plataforma, sem aval do representante do Rio de Janeiro, Sóstenes Cavalcante. Nem na zona de baixo meretrício da Avenida Presidente Vargas, muito tempo atrás, se via um espetáculo tão degradante, tão vil.

Ninguém foi punido até agora pela falta de decoro parlamentar, nem será, e vida que segue.

NEGOCIAÇÃO – Em seguida, o ex-presidente Arthur Lira negociou o fim da ocupação da Câmara em troca do compromisso de Motta pautar o projeto da anistia.

Isso significa que o compromisso assumido por Hugo Motta de pautar a votação em plenário da anistia não está no freezer. Pelo contrário, o projeto foi colado no forno e na calada da noite pode ser votado e aprovado.

Só estão esperando o melhor momento para agirem e eles sabem quando poderão dar o bote para ratificar o fato consumado. São formidáveis artistas na arte de enganar e ludibriar a vontade popular.

Presidente da Câmara prepara-se para pautar o projeto da anistia a golpistas


Charge do Fred Ozanan (Arquivo Google)Roberto Nascimento

Dá até pena do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Não tem liderança nem experiência, dois ativos imprescindíveis para o exercício do importantíssimo cargo. Discreto, o ex-presidente Arthur Lira é quem exerce o comando da Câmara. Motta se tornou refém da liderança de Lira.

O episódio da obstrução da sessão, mês passado, comandada pelo líder bolsonarista do PL, deputado Sóstenes Cavalcante; foi uma ação patética.

IDADE MÉDIA – A mesa da Câmara ocupada pela tropa bolsonarista, integrada por figuras verdadeiramente medievais, raivosas e iradas, com Sóstenes e Altineu Cortes comandando a bancada em fúria.

Teve até um deputado cauboi, o Zé Trovão do PL, de chapelão de couro na escada de acesso à mesa do presidente, como leão de chácara, impedindo qualquer um de subir naquela plataforma, sem aval do representante do Rio de Janeiro, Sóstenes Cavalcante. Nem na zona de baixo meretrício da Avenida Presidente Vargas, muito tempo atrás, se via um espetáculo tão degradante, tão vil.

Ninguém foi punido até agora pela falta de decoro parlamentar, nem será, e vida que segue.

NEGOCIAÇÃO – Em seguida, o ex-presidente Arthur Lira negociou o fim da ocupação da Câmara em troca do compromisso de Motta pautar o projeto da anistia.

Isso significa que o compromisso assumido por Hugo Motta de pautar a votação em plenário da anistia não está no freezer. Pelo contrário, o projeto foi colado no forno e na calada da noite pode ser votado e aprovado.

Só estão esperando o melhor momento para agirem e eles sabem quando poderão dar o bote para ratificar o fato consumado. São formidáveis artistas na arte de enganar e ludibriar a vontade popular.


Perseguição a Filipe Martins está custando caro ao ministro Moraes

Publicado em 14 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Arthur Menescal/Getty Images 2022

Provas eram falsas, porém Moraes não quis nem saber…

Isabella de Paula
Gazeta do Povo

O advogado Martin De Luca, representante da Trump Media Group, empresa do presidente americano Donald Trump, afirmou que os registros oficiais dos Estados Unidos foram fraudados para influenciar ações judiciais contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo brasileiro.

A declaração surge após a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) confirmar que Filipe Martins não entrou no país no dia 30 de dezembro de 2022, como é apontado em documentos usados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, para justificar sua prisão.

CONFIRMAÇÃO – “A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) confirmou que Filipe Martins nunca entrou nos Estados Unidos em 30 de dezembro de 2022 — o mesmo ‘fato’ que o juiz Alexandre de Moraes usou para justificar sua prisão no Brasil”, escreveu De Luca em suas redes sociais.

Segundo ele, “isso significa que um registro falso do governo dos EUA foi fabricado ou usado indevidamente para falsificar evidências nas quais Moraes se baseou para prender um ex-assessor de Bolsonaro”.

Com a confirmação da falsificação dos registros, então crimes federais graves foram cometidos na operação de fraude intencional de um registro oficial do governo dos EUA e no uso de tais informações falsificadas para influenciar um processo brasileiro, disse De Luca no X.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Nos Estados Unidos, Jason Miller, que é um dos conselheiros do presidente Trump, renovou suas críticas ao ministro Moraes dizendo que “não descansará até ele ser preso”. Afirmou também que é repugnante o que ele está fazendo com o presidente Bolsonaro. Não vou desistir até que o careca esteja atrás das grades e receba tudo o que merece!!!”, escreveu Miller na plataforma X(C.N.)

Começa o julgamento do núcleo da desinformação na trama golpista


PGR pediu a condenação dos sete réus por cinco crimes

Mariana Muniz e
Daniel Gullino
O Globo

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta terça-feira o núcleo quatro da trama golpista, acusado de ser responsável pela tática de desinformação do grupo que tentou um golpe de Estado. Caso eles sejam considerados culpados, será a primeira condenação na Corte por desinformação contra o sistema eleitoral, criando um precedente sobre o tema.

Já houve punições na seara eleitoral por mensagens falsas sobre as urnas eletrônicas, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado Fernando Francischini, mas não na área criminal.

No julgamento que condenou Bolsonaro e os demais réus do núcleo central da tentativa de golpe, o uso de fake news foi destacado como parte do plano. Esse, porém, não foi o cerne da acusação.

SUSTENTAÇÕES – O julgamento desta terça-feira começa com as sustentações orais dos réus e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Foram reservadas seis sessões, até o dia 22 de outubro, para a Turma julgar o grupo.

A PGR pediu a condenação dos sete réus desse núcleo: o ex-major do Exército Ailton Barros; o major da reserva Angelo Denicoli; o engenheiro Carlos Rocha; o subtenente Giancarlo Rodrigues; o tenente-coronel Guilherme Marques Almeida; o policial federal Marcelo Bormevet; e o coronel Reginaldo Vieira de Abreu.

ABSOLVIÇÃO – Os sete acusados declararam inocência e pediram a absolvição. Em linhas gerais, as defesas alegam que não há provas da participação dos réus nos fatos investigados, que a atuação deles foi técnica e que a acusação utilizou fatos isolados ou mesmo ilações.

Já o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta que o grupo “fabricou e disseminou narrativas falsas contra o processo eleitoral, os Poderes constitucionais e as autoridades que os representam, fazendo nascer e crescer a instabilidade social necessária para a ruptura institucional”. Além da campanha contra o sistema eleitoral, os réus também são acusados de utilizar ataques virtuais para pressionar os comandantes das Forças Armadas a aderir ao plano de ruptura.

NOVO ENTENDIMENTO –  Professor de Direito Penal da PUC-Rio, Breno Melaragno avalia que o STF pode criar uma jurisprudência:

— O precedente que se cria é o seguinte: quem, sem qualquer prova, sem qualquer elemento, propagar notícia falsa, questionando a lisura do processo eleitoral, atenta contra o Estado democrático de Direito, contra a democracia, criminalmente.

Segundo a PGR, Ângelo Denicoli e Guilherme Almeida teriam contribuído para disseminar nas redes suspeitas infundadas contra as urnas. Já Denicoli e Reginaldo Abreu teriam tentado interferir no relatório do Ministério da Defesa sobre a votação, que não encontrou fraudes, inclusive com informações divulgadas por um influenciador argentino. Eles negam relação com o plano de golpe.

RELATÓRIO – Carlos Rocha, por sua vez, é o presidente do Instituto Voto Legal (IVL), organização contratada pelo PL para elaborar o relatório que embasou uma ação do partido pela anulação de mais da metade dos votos no segundo turno das eleições de 2022, apesar de ter sido alertado que a suspeita não procedia. Ele alega que sua conduta foi técnica.

Giancarlo Rodrigues e Marcelo Bormevet são acusados de fazer parte de uma estrutura na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que incluiria uma tentativa de vincular ministros do STF à empresa responsável por fornecer urnas. Os dois afirmam que apenas cumpriram suas funções. Já Ailton Barros é acusado de orientar ataques aos então comandantes do Exército (Marco Antônio Freire Gomes) e da Aeronáutica (Carlos de Almeida Baptista Junior) em represália por não terem concordado com a tentativa de golpe. Ele alega que as falas foram privadas.


‘Brasileiro é obcecado por ricos por crença ilusória na mobilidade social’

 

em 14 out, 2025 3:56 


 

 

 

 

 

 

Ricos no Brasil: ‘brasileiro é obcecado por ricos por crença ilusória na mobilidade social’, diz antropólogo que se infiltrou na elite –

Rute Pina

Role, Da BBC News Brasil em São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em uma tarde em Genebra, na Suíça, o antropólogo Michel Alcoforado precisou aconselhar uma herdeira em crise moral. A brasileira, dona de um fundo de investimentos, se questionava se valeria a pena pagar 15 mil euros para fazer a cópia de um perfume, usado por gerações de mulheres da sua família.

 Filha de um ex-banqueiro e de uma família tradicional de São Paulo, ela dizia questionar o tamanho da desigualdade social, já que poderia adquirir uma fórmula naquele valor enquanto milhares de brasileiros estão na miséria.

 “Ela decide comprar porque entende que aquilo resgatava uma tradição familiar e que o cheiro ficaria marcado para ela e para seus descendentes. Eu e você, que compramos perfumes de massa, não teremos jamais essa possibilidade”, diz o antropólogo.

 Ele, que estuda há 15 anos a vida dos super-ricos brasileiros, diz que esse episodio é um símbolo do tamanho dos muros construídos para separar as classes sociais no país. “Isso revela uma distância enorme, até no cheiro, não só no dinheiro.”

O resultado da sua pesquisa é o livro Coisa de Rico: A Vida dos Endinheirados Brasileiros (Todavia), que em dois meses de sua publicação já vendeu mais de 37 mil exemplares e está na sétima tiragem — a primeira esgotada antes mesmo do lançamento.

“Aqui [no Brasil] a gente gosta de rico. Gostamos de saber dos ricos porque, de algum modo, todo mundo imagina que em algum momento ficará rico, uma crença ilusória sobre o processo de mobilidade da sociedade brasileira”, afirmou em entrevista à BBC News Brasil.

Alcoforado, doutor pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e fundador da consultoria Consumoteca, ganhou o apelido de “antropólogo do luxo” ao investigar o impacto do consumo na vida dos brasileiros.

Ele defende que a régua da renda ou do patrimônio não basta para entender quem é rico no Brasil. Para o antropólogo, a riqueza no país é uma questão de performance e domínio de códigos.

Em sua pesquisa, ele ressalta que, ao contrário dos EUA, onde a ideia de riqueza está ligada à construção de um império, a elite brasileira a associa à conquista, naturalizando a própria posição de poder.

“A ideia do vocabulário da conquista traz algo fundamental para pensarmos as diferenciações de classe no Brasil: ela está muito atrelada à busca incessante por naturalizar a posição”, afirma.

O antropólogo, que também é host do podcast É Tudo Culpa da Cultura e comentarista da rádio CBN, afirma que sua pesquisa trata, sobretudo, de como a desigualdade social brasileira é mantida e reproduzida.  Toda matéria aqui. 

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/ricos-no-brasil-brasileiro-e-obcecado-por-ricos-por-crenca-ilusoria-na-mobilidade-social-diz-antropologo-que-se-infiltrou-na-elite/



Modernização da Feira e do Mercado da Carne: mais um passo rumo à valorização do comércio local


O prefeito Tista de Deda vem demonstrando na prática que o compromisso com o desenvolvimento de Jeremoabo vai muito além do discurso. As ações realizadas e planejadas na área de infraestrutura comercial mostram uma gestão voltada para a valorização do pequeno produtor, do feirante e do consumidor.

Após promover melhorias significativas na feira livre de frutas e verduras, tornando o espaço mais organizado e funcional, o prefeito dá mais um passo importante ao buscar implantar um frigorífico municipal, cuja instalação poderá ocorrer ainda neste ano. Essa iniciativa representa um avanço enorme para o município, pois permitirá mais qualidade no abate e na conservação das carnes, além de garantir condições sanitárias adequadas e o fortalecimento da economia local, já que os produtos poderão ser comercializados dentro dos padrões exigidos pela Vigilância Sanitária e Ministério da Agricultura.

Mas o prefeito não pretende parar por aí. Para completar essa etapa de revitalização, é essencial que o mercado da carne, o tradicional “talho”, receba também a devida atenção. Esse espaço, que faz parte da história e da memória comercial de Jeremoabo, precisa ser modernizado e adequado aos padrões atuais de higiene, segurança e estética, proporcionando um ambiente mais agradável tanto para quem vende quanto para quem compra.

A requalificação visual e sanitária do mercado da carne trará benefícios diretos à saúde pública, evitando contaminações e melhorando as condições de armazenamento e manuseio dos alimentos. Além disso, uma estrutura moderna e bem cuidada ajuda a atrair mais consumidores, fortalecendo o comércio e gerando renda para dezenas de famílias que dependem desse espaço.

Com ações como essa, Tista de Deda reafirma seu compromisso com uma gestão eficiente, humana e voltada para o bem-estar coletivo, resgatando a dignidade dos trabalhadores e modernizando os espaços que movimentam a economia popular de Jeremoabo.

O progresso de uma cidade começa pelos pequenos detalhes — e cuidar da feira, do frigorífico e do mercado da carne é também cuidar da saúde, da economia e da história do povo jeremoabense.

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