sexta-feira, julho 21, 2017

Surgem rumores sobre destituição do prefeito Interino de Jeremoabo

Surgem rumores sobre destituição do prefeito Interino de Jeremoabo

Escrito por Luiz Brito DRT 3.913 - luizbritoradialista@gmail.com
Reprodução
Sem ter convicção de que haverá eleição suplementar este ano em Jeremoabo, e diante do total descontrole administrativo promovido pelo prefeito interino, AC, começam a surgir rumores de um possível acordo que poderá culminar com o afastamento do provisório. Segundo uma fonte confiável, a proposta só seria consolidada se a oposição em comum acordo com alguns vereadores da situação, não necessariamente todos, se unissem para destituir AC do poder no município. A sugestão é colocar na cadeira de presidente da Câmara Municipal, um vereador da situação ou da oposição, que consequentemente assumiria a prefeitura até que se defina a data da eleição suplementar.
Pela proposta algum vereador teria que apresentar à Mesa Diretora um requerimento assinado pela maioria dos parlamentares abrindo vacância do cargo de presidente da Câmara de Jeremoabo, já que o vereador Bino, atual presidente é igualmente interino. Com isso, os vereadores forçariam uma nova eleição para a mesa diretora e presidência da Câmara e consequentemente a posse de um novo prefeito. Entretanto, a fonte ressaltou não ter certeza se há respaldo jurídico legal  para aplicação da regra. 
AC, o atual prefeito interino, assumiu a presidência da Câmara de Jeremoabo no final de dezembro do ano passado. Com a impossibilidade de a prefeita Anabel assumir, embora tenha sido vitoriosa no pleito, o então presidente da Câmara assumiu a prefeitura de Jeremoabo. Desde então, o prefeito provisório tem sido alvo de críticas da população, o que tem causado insatisfação nos eleitores que agora querem vê-lo fora da prefeitura.
Lá se foram praticamente sete meses e não é preciso ser vereador situacionista para imaginar o quanto deve estar sendo difícil defender o prefeito e os seus antecessores, principalmente porque AC “ não tem uma obra sequer no município que justifique que a cidade tem um prefeito.
Os servidores e a população não merecem pagar pelo fracasso e ambição de alguns que estão no poder sob pena de se sentirem culpados por tamanha injustiça com município tão sofrido”, expressou um popular.
    Nota da redação deste Blog - 
O " interino" garantiu com honra e louvor seu lugar na História de Jeremoabo como a prefeito mais incompetente que o Município já teve, já está perdendo até para Pedrinho de João Ferreira.
"A incompetência do " interino" é tão monstruosa, tão ciclópica, , tão desrevestia quanto a  capacidade de mentir. de seus assessores. 
Quem cava um buraco acaba caindo nele. Este é antiquíssimo ditado latino, aparentemente baseado numa passagem do livro dos Provérbios (26, 27)." Anabel e "tista de deda" deveria tê-lo levado em conta e ter entendido que, o " interino" não estava a altura de gerir os destinos de Jeremoabo, não estava preparado para assumir um cargo de tamanha importância, sendo refém de pessoas que colocam seus interesses pessoais muito acima do coletivo.
Como Anabel esteve em Brasília com a ex-presidenta Dilma deve ter ouvido e querido implantar em Jeremoabo o ensinamento do marqueteiro  daquela gestora.
 Porque o marqueteiro do governo  ensinou que consciência coletiva se constrói com muito dinheiro e pouco escrúpulo.
Diante de tudo que está acontecendo em Jeremoabo vou encerrar esse comentário citando algumas perguntas do Psicólogo-Clínico,Bacharelano em Direito,Escritor e Pesquisador nas áreas da Psicobiologia e do Direito Bernardino Mendonça Carleial:
"O BRASIL NÃO É UM PAÍS SÉRIO”! Quem fez esta afirmação, no início dos Anos 70, foi o herói e um dos maiores combatentes da Segunda Guerra Mundial; o Estadista e ex-presidente da França, o General Charles de Gaulle.
Tempos atrás, um colega de estudo, uma pessoa conhecida por sua grande inteligência, disse-me que “nós somos pobres porque somos uma sub-raça e, por isto, permaneceremos na pobreza”.
Que povo é este que até envolve Deus nas suas falcatruas, afirmando que o Todo Poderoso é brasileiro; como se Deus acobertasse a sua desonestidade e sua malandragem.
-Que povo é este que os poucos honestos sentem vergonha de serem honestos!
-Que povo é este onde cada um planeja enganar o próximo, trapacear a todos e surrupiar o máximo do seu país?
Que povo é este que assiste acovardado e omisso os sucessivos governantes e políticos que há décadas vem desmoralizando o nome da Nação Brasileira  e dilapidando a riqueza nacional, herdados dos nossos honestos e heroicos antepassados !
-Que povo é este que perdeu a noção da responsabilidade pessoal; mentindo,enganando e não honrando a palavra dada?
-Que povo é este que defende os seus algozes e os seus próprios criminosos!
INFELIZMENTE, TUDO ISTO SE REPETIRÁ PORQUE OS MESMOS E NOTÓRIOS CORRUPTOS VOLTARÃO A SER ELEITOS
O Brasil é um País sério? O Povo Brasileiro é uma sub-raça? Pense, analise e tire as suas conclusões
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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