terça-feira, outubro 14, 2025

Eduardo Bolsonaro rebate crítica de Ciro Nogueira: ‘O prejuízo foi gigantesco para o seu plano’

 Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP)13 de outubro de 2025 | 22:01

Eduardo Bolsonaro rebate crítica de Ciro Nogueira: ‘O prejuízo foi gigantesco para o seu plano’

brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes sociais, nesta segunda-feira, 13, para rebater uma crítica feita pelo presidente do PP e ex-ministro do governo Bolsonaro, Ciro Nogueira. O ex-ministro afirmou que as ações de Eduardo nos Estados Unidos causaram um “prejuízo gigantesco” para as próximas eleições presidenciais.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu com ironia. “O prejuízo foi gigantesco para o seu plano pessoal. Não se pode confundir o seu interesse com o do Brasil”, declarou Eduardo.

Ele ainda completou: “Compadeço-me com o seu sentimento, pois também foi um grande prejuízo para mim. A diferença é que estou disposto a sacrificar meus interesses pessoais pelo Brasil”, concluiu Eduardo.

A crítica de Eduardo foi uma resposta ao comentário de Ciro Nogueira, que, em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, afirmou. “Eu não sei o que eu faria se meu pai fosse injustiçado, mas foi um prejuízo gigantesco para o nosso projeto político. Nós tínhamos uma eleição completamente resolvida”, avaliou o ex-ministro.

Eduardo está fora do Brasil desde o início deste ano, quando solicitou licença parlamentar sob a justificativa de cuidados com a saúde. Com o fim do período de licença, ele segue afastado das atividades da Câmara e acumulando faltas, o que pode resultar na perda do mandato.

Nos Estados Unidos, Eduardo tem se posicionado a favor das políticas punitivas do ex-presidente Donald Trump contra o Brasil, como a aplicação da Lei Magnitsky a membros e familiares do Judiciário brasileiro, incluindo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Além disso, Eduardo vem defendendo o discurso de anistia completa e irrestrita aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, o que também beneficiaria seu pai, Jair Bolsonaro, condenado por liderar organização criminosa e por tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.

Bruna Rocha/EstadãoPolitica Livre

Gonet aponta erro em decisão de Moraes e pede liberdade a réu do 8 de Janeiro

 Foto: Victor Piemonte/STF/Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)13 de outubro de 2025 | 19:30

Gonet aponta erro em decisão de Moraes e pede liberdade a réu do 8 de Janeiro

brasil

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apontou nesta segunda-feira, 13, erro na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou a prisão preventiva de Divanio Natal, réu do 8 de Janeiro. Gonet afirmou que o réu cumpria as medidas cautelares em outra vara judicial da informada pela Justiça de Minas Gerais ao STF. A defesa de Divanio Natal afirmou que ele estava encarcerado havia seis meses por romper a tornozeleira eletrônica e ficar foragido, mas foi detido usando o aparelho dentro da própria casa.

“A certidão da Vara de Precatórios Criminais da Comarca de Uberlândia, cuja autenticidade foi devidamente verificada, demonstra que o cumprimento das medidas cautelares fixadas pelo STF estava sendo fiscalizado naquele juízo, e não na Vara de Execuções Penais de Uberlândia. O documento também confirma as alegações da defesa, no sentido de que o réu vinha cumprindo regularmente as cautelares antes de ser preso”, afirmou Gonet, acrescentando:

“Diante desse novo cenário, a prisão preventiva deve ser revogada”. O procurador-geral da República defendeu que Divanio Natal volte a cumprir medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Procurado, o STF não comentou. A Justiça mineira não respondeu.

Na última semana, a defesa do réu havia afirmado que Natal cumpria as medidas cautelares em Uberlândia (MG), comparecendo semanalmente ao fórum da cidade. Assinava um documento no terceiro andar do prédio, mas passou a fazê-lo no primeiro andar, por orientação da atendente. A Justiça mineira não considerou essa mudança e enviou dados errados ao STF, ainda segundo a defesa, que diz que o defensor anterior ignorou o caso.

“Uma sucessão de erros grotescos. Chega a ser diabólico o desprezo que os réus do 8 de Janeiro são tratados pelo Poder Judiciário brasileiro”, escreveu a advogada Tanieli Telles, que assumiu o caso no último dia 6.

Homem é réu por incitação ao crime e associação criminosa

O homem, réu por incitação ao crime e associação criminosa, está preso desde abril por descumprimento de medidas cautelares. Na ocasião, foi preso em casa usando tornozeleira eletrônica. O aparelho só foi retirado dentro da cadeia, uma semana após a detenção, completou a advogada. A ordem de prisão havia sido expedida por Moraes ainda no ano passado.

No último dia 25, Moraes reforçou a decisão de manter Natal preso. “Mesmo em liberdade, o réu deliberadamente descumpriu as medidas cautelares a ele impostas. E não só. O fez em claro comportamento desafiador, de desrespeito a esta Suprema Corte e às decisões por ela proferidas, com rompimento da tornozeleira eletrônica e fuga de sua residência”, afirmou o magistrado na ocasião.

Eduardo Barretto/EstadãoPolitica Livre

Por “castigo”, Lula exonera apadrinhado de Arthur Maia do comando de superintendência da Codevasf

 Foto: Reprodução/Instagram

Harley Xavier Nascimento era indicado do deputado federal Arthur Maia (União Brasil) na Codevasf em Bom Jesus da Lapa13 de outubro de 2025 | 21:50

Por “castigo”, Lula exonera apadrinhado de Arthur Maia do comando de superintendência da Codevasf

exclusivas

Após a derrota sofrida pelo governo na Câmara com a derrubada da Medida Provisória (MP) que aumentaria a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Palácio do Planalto iniciou uma série de exonerações de cargos de segundo escalão do governo. Entre os alvos está um indicado do deputado baiano Arthur Maia (União): Harley Xavier Nascimento, que ocupava comando da superintendência regional da Codevasf em Bom Jesus da Lapa.

Maia, que votou contra a MP, é coordenador, na Bahia, da federação formada por União Brasil e PP. Ele foi escolhido para o posto pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto, vice-presidente nacional do primeiro partido e defensor do desembarque dos membros da sigla do governo federal.

O deputado gravou um vídeo nas redes sociais destacando o trabalho do apadrinhado, que era superintendente da Codevasf desde o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). “”Harley fez história na Codevasf com o grande trabalho que desenvolveu durante todos esses anos. Ele é motivo de orgulho para todos os lapenses e os baianos”, pontuou.

Para o lugar de Harley, Lula nomeou interinamente o engenheiro Renato do Rosário Bittencourt Lopes, natural do município de Paramirim, na região sudoeste da Bahia.

Em maio, Lula já havia exonerado do comando da superintendência da Codevasf de Juazeiro Miled Cussa Filho, que havia sido indicado ao posto pelo deputado baiano Elmar Nascimento (União) ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Padrinho e apadrinhado, no entanto, romperam em meio a denúncias de corrupção no órgão por meio do uso inadequado de emendas parlamentares.

Lula também demitiu, em maio, o presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, outro aliado de Elmar que estava no cargo desde o governo Bolsonaro. Ele foi substituído por Lucas Felipe de Oliveira, indicado pelo presidente do Senador, senador Davi Alcolumbre (AP), que segue fiel ao Palácio do Planalto, mesmo sendo do União Brasil.

Além de Arthur Maia e de Elmar Nascimento, os demais representantes da bancada baiana do União Brasil votaram contra a MP do IOF, atingindo em cheio a arrecadação do governo em 2026: Dal Barreto, José Rocha, Leur Lomanto Júnior e Paulo Azi.

Também se posicionaram da mesma forma os baianos Adolfo Viana (PSDB), Alex Santana (Republicanos), Capitão Alden (PL), Cláudio Cajado (PP), Márcio Marinho (Republicanos) e Rogéria Santos (Republicanos).

Política Livre

PL de redução de penas empaca, e deputados dizem que votação deve ser adiada mais uma vez

 Foto: Billy Boss / Câmara dos Deputados / Arquivo

Paulinho da Força14 de outubro de 2025 | 06:49

PL de redução de penas empaca, e deputados dizem que votação deve ser adiada mais uma vez

brasil

O projeto para reduzir penas de condenados por atos golpistas, que originalmente tratava de anistia, deve atravessar mais uma semana sem ser votado pela Câmara dos Deputados, segundo líderes de partidos de esquerda.

Este é o quarto adiamento após a proposta ter a tramitação em regime de urgência aprovada pelo plenário no dia 17 do mês passado —desde aquele momento, o relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP) vem repetindo que o mérito seria analisado na semana seguinte, promessa que não se concretizou.

Embora parte dos deputados ainda diga ter esperanças de que o projeto seja incluído na pauta, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já anunciou 16 projetos que devem ser votados nesta semana, e o da redução de penas não está na lista.

As propostas citadas por Motta tratam de infância e de educação, em alusão ao Dia das Crianças e ao Dia dos Professores.

A redução de penas em discussão deve beneficiar tanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no julgamento da trama golpista, quanto os presos e condenados pelos ataques de 8 de Janeiro de 2023.

Líderes partidários contrários à votação da redução de penas afirmam que ouviram de Motta a decisão de que o projeto não será votado nesta semana. Procurada pela reportagem, a assessoria do presidente da Câmara afirmou que a pauta desta terça (14) já está definida, mas não esclareceu se a anistia ainda pode ser incluída.

Como mostrou a Folha, a proposta, que foi costurada em um acordo do centrão com o STF (Supremo Tribunal Federal), enfrenta resistência no PL e no PT. O partido de Bolsonaro ainda defende publicamente uma anistia ampla. Já o PT de Lula é contra inclusive a redução de penas.

Além dessa divergência, há um cenário de incerteza no Senado.

“Ninguém nem conhece esse projeto. Ele [Paulinho] nunca deu publicidade ao que ele está fazendo. No Senado, ninguém sabe disso, ninguém fala disso. Esse negócio de anistia, na minha opinião, é letra morta, não vai andar para lugar nenhum”, afirmou à Folha o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Os deputados cobram também uma posição do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mas essa definição não teria ocorrido até o momento.

Outro entrave para o avanço da matéria é, segundo parlamentares, o fato de que o texto final não foi apresentado ainda por Paulinho, que vem recolhendo sugestões em diversas bancadas e também com a cúpula da Câmara e do Senado. O relator já disse que pode apresentar seu parecer nesta semana.

Como mostrou a Folha, Paulinho tem discutido com o centrão, grupo que hoje comanda a Câmara dos Deputados, um texto que diminui o tempo de prisão de Jair Bolsonaro (PL) em regime fechado de 6 anos e 10 meses para algo em torno de 2 a 3 anos.

De acordo com deputados, o avanço do projeto esbarra na falta de votos na Câmara. Paulinho afirmou no fim de setembro que o texto só seria votado quando houvesse aval dos senadores, para evitar o mesmo fim da PEC (proposta de emenda à Constituição) da Blindagem.

Nas últimas semanas, o relator fez reuniões com as bancadas de 14 partidos, obtendo apoio de 9 delas ao seu texto —que somam 206 deputados, menos da metade da Câmara.

Após se reunir com o relator no último dia 30, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, sinalizou abertura a um texto que signifique redução de penas, não anistia.

A frase do presidente do partido de Bolsonaro foi, de acordo com quem acompanhou o encontro, a de que ele não poderia ser contra um projeto que signifique a soltura de pessoas hoje presas pelos ataques às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Ranier Bragon e Carolina Linhares/FolhapressPolitica Livre

Corte de emendas pode ser maior que R$ 7 bi, mas depende de Lula, diz Haddad

 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

Fernando Haddad14 de outubro de 2025 | 09:01

Corte de emendas pode ser maior que R$ 7 bi, mas depende de Lula, diz Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (14) que irá despachar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre medidas fiscais quando ele voltar ao Brasil.

O petista havia sinalizado uma reunião para esta quarta-feira (15) com ministros para discutir alternativas a medida provisória que aumentava impostos sobre bets, papéis isentos do agro e o outros. A medida perdeu a validade ao não ser votada pelo Congresso.

O ministro disse que o montante a ser cortado de emendas parlamentares depende do cenário e da decisão de Lula, mas afirmou que pode ser até maior que R$ 7 bilhões.

Mateus Maia/Estadão ConteúdoPolitica Livre

Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e cita risco de fuga


Defesa havia pedido o fim da prisão domiciliar no dia 24

Mariana Muniz
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para revogação da prisão domiciliar e das medidas cautelares impostas no âmbito da investigação sobre os atos golpistas de 8 de janeiro.

Na decisão, Moraes afirmou que há risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. E citou o “fundado receio de fuga” do ex-mandatário após sua condenação a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado.

ARGUMENTO – A defesa de Bolsonaro havia argumentado que, como ele não foi incluído na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que investiga tentativa de coação da Justiça, não haveria mais justificativa para manter as restrições à sua liberdade.

Os advogados também destacaram que a ação penal da trama golpista, na qual o ex-presidente foi condenado, já foi julgada, o que afastaria o risco de interferência no processo.

MEDIDAS CAUTELARES – A PGR, no entanto, se manifestou contra o pedido, defendendo a manutenção das medidas cautelares. Moraes acompanhou o parecer e ressaltou que, além da condenação já imposta, Bolsonaro descumpriu reiteradamente as determinações judiciais, o que reforça, segundo ele, a necessidade das restrições.

“O término do julgamento do mérito da presente Ação Penal 2668, com a condenação do réu Jair Messias Bolsonaro à pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses, em regime inicial fechado, e o fundado receio de fuga do réu […] autorizam a manutenção da prisão domiciliar e das cautelares para garantia efetiva da aplicação da lei penal”, escreveu Moraes.


Base do Senado se rebela contra favoritismo de Jorge Messias ao Supremo


Alcolumbre, está em campanha por Rodrigo Pacheco

Malu Gaspar
O Globo

O favoritismo do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar a vaga de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), por indicação de Lula, já começou a criar ruídos na base governista do Senado. Nas últimas semanas, antes mesmo de Barroso anunciar de fato a aposentadoria antecipada, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já enviou um recado ao presidente por meio de ministros palacianos: caso realmente insista com Messias, o governo terá dificuldades para fazer a indicação passar no Senado.

Interlocutores de Alcolumbre consultados pela equipe da coluna avaliam que os senadores ficaram “traumatizados” com o último ministro nomeado por Lula, Flávio Dino. Assim como Cristiano Zanin, Dino foi uma escolha pessoal do presidente da República, e teve o nome aprovado sem dificuldades, por 47 votos contra 31. Mesmo sendo uma escolha particular do presidente, pesou a favor, na ocasião, o fato de Dino ser também senador.

OFENSIVA – Mas, uma vez no Supremo, Dino protagonizou uma ofensiva contra o orçamento secreto, fonte de recursos para emendas de todos os parlamentares. As investigações e as medidas para dar transparência à aplicação dos recursos, com bloqueios e a abertura de dezenas de investigações sobre desvios, acirraram o clima entre o Congresso e o Supremo.

Para os senadores, Messias seria um equivalente de Dino, com igual má vontade em relação ao Congresso, mas com o agravante de que não é do Parlamento. Além disso, desta vez, ao contrário do que ocorreu quando Dino foi indicado, Alcolumbre trabalha fortemente por um candidato – Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado, que também tem o apoio de Alexandre de Moraes e de outros ministros do STF

“Lula pode até insistir em Messias, mas corre o risco de ver os senadores pegarem em armas”, diz um participante das conversas no Senado sobre a disputa para o Supremo.

GOVERNABILIDADE –  Não é a primeira vez que Alcolumbre dá mostras de que pretende interferir na escolha de um ministro do Supremo. Quando Jair Bolsonaro indicou André Mendonça, em julho de 2021, o senador era presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a quem cabe sabatinar o candidato ao STF.

Como era contra Mendonça e queria forçar a troca de seu nome pelo do então procurador-geral da República Augusto Aras, Alcolumbre demorou três meses para marcar a sabatina. E ainda operou nos bastidores para tentar derrubar Mendonça – que, assim como Messias, foi advogado-geral da União de Bolsonaro e é evangélico. Tais esforços, porém, não deram resultado. Mendonça foi aprovado no plenário do Senado por 47 votos a 32 e assumiu o cargo em dezembro de 2021.

BARRADOS – A última vez que o Senado rejeitou um indicado pelo presidente da República para o STF foi em 1894, no turbulento governo do marechal Floriano Peixoto, quando os cinco indicados foram barrados – entre eles o médico-cirurgião Barata Ribeiro, que batiza uma rua do bairro de Copacabana.

Lula, porém, vive uma situação delicada no Congresso. Tem enfrentado forte oposição e dificuldades na Câmara e dependido do Senado para aprovar suas iniciativas e conter pautas-bomba. Nesse contexto, portanto, Alcolumbre é um aliado estratégico. Para acalmá-lo, o presidente vai precisar ter muito jogo de cintura – ou oferecer alguma compensação bem valiosa.

Em destaque

Violência e perseguição contra jornalistas: quando informar vira um ato de coragem.

                                               Imagem Ilustrativa / Reprodução                                               Foto: Arquivo p...

Mais visitadas