domingo, dezembro 07, 2008
Enciclopédia desvenda o mundo das religiões
Agencia EstadoO 18º volume da Enciclopédia do Estudante, hoje nas bancas, explica o complexo universo das religiões de forma ecumênica: do cristianismo ao islamismo, passando pelo judaísmo, budismo e demais religiões do mundo. A obra mostra como as religiões continuam assumindo papel importante nas sociedades e apresenta informações precisas sobre mais de 20 religiões em todas as partes do mundo e ao longo da história. O próximo volume, sobre História da Arte, apresenta diferentes artistas, estilos e obras-primas. A obra é dividida entre a parte teórica e a histórica. Na parte histórica, apresenta cronologicamente as principais características das várias artes na Idade Antiga, Média, Moderna e Contemporânea. Escultura, arquitetura, cerâmica, pintura, desenho, fotografia e cinema, entre outras formas de expressão artística, são explicadas dentro de cada período e em seu contexto.Na parte teórica, há um extenso glossário e páginas específicas sobre teoria da arte, com capítulos que ensinam como se faz e como se interpreta uma obra das mais diferentes técnicas artísticas, como pintura e escultura. A arte no Brasil merece destaque especial. Há um detalhamento do Modernismo, da arte contemporânea, do Barroco, da influência francesa e textos sobre artistas jovens, que estão produzindo hoje. A Enciclopédia do Estudante é composta por 20 volumes temáticos. A obra foi desenvolvida originalmente para ser publicada no jornal espanhol El Pais, e adaptada e atualizada para o Brasil pela Editora Moderna. Cada exemplar vendido nas bancas custa R$ 15,90. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. / A Tarde
sábado, dezembro 06, 2008
SEGREDOS DA CORRUPÇÃO
Sábado, 6 de dezembro de 2008
Vitor Hugo SoaresDe Salvador (BA)Segue causando estrago, estresse e polêmica a sentença de prisão, por corrupção ativa e multa por tentativa de suborno de autoridade policial, imposta esta semana a Daniel Dantas, dono do Grupo Oportunity, e a dois de seus parceiros: Humberto Braz e Hugo Chicaroni. Estilhaços indiretos voam em muitas direções. O impacto se assemelha ao causado pelo texto sobre corrupção, publicado pela revista "FP" (Forieign Policy), uma das mais qualificadas publicações européias da atualidade, na edição espanhola novembro-dezembro, que está nas bancas de Madri, ao alcance de qualquer curioso viajante brasileiro.Sempre haverá um fanático da objetividade de plantão a perguntar: o que tem a ver o que escreveu o juiz Fausto De Sanctis, da Sexta Vara Criminal Federal, em São Paulo, com o ensaio jornalístico assinado por Raymond Fisman e Edward Miguel, na revista de crescente prestígio nos círculos políticos, econômicos e acadêmicos em países como Inglaterra e Espanha? Respondo para matar um pouco da curiosidade: os dois textos trazem, ao centro do debate, questões cruciais sobre a corrupção e seus segredos mais profundamente submersos.O conteúdo do texto de De Sanctis dá pano para muitas mangas, mesmo que não seja considerado, pelos mais exigentes, um primor de forma, ou modelo de estilo jurídico ou literário. Ainda assim, cumpre a sua finalidade específica e vai mais fundo. Informa, questiona, contesta e faz pensar na hora de confusão ou cumplicidades mal disfarçadas, quando muitos preferem se refugiar no silêncio, em geral campo seguro para a impunidade.No corpo-a-corpo mais explícito da defesa de Dantas, o advogado Nélio Machado faz o seu papel, mesmo sujeito a contestações e desconfortos de praxe, a começar pelos encontros e as incômodas questões postas pelos implacáveis repórteres do CQC na saída da Polícia Federal ou órgãos da justiça criminal: "Não houve o crime, a defesa foi cerceada, as provas são fraudadas e o magistrado impediu a perícia", alega Machado . "A sentença é nula de pleno direito", completa, ao anunciar o recurso que está a caminho.O juiz criminal diz não pretender planar acima do bem e do mal, ou ficar imune às críticas. Mas nega com veemência e argumentos a principal acusação feita contra ele: a de ter acelerado o julgamento do processo resultante das provas recolhidas pela Operação Satiagraha, comandada pelo delegado Protógenes Queiróz, da Polícia Federal. Protógenes parece a caminho da geladeira da burocracia, que funciona em geral nos porões das instituições de polícia, para quem ousa investigar, no Brasil como na Itália, "cidadãos acima de qualquer suspeita". Esta é pior punição para um ativo e aplicado investigador de inteligência.De Sanctis usa a sentença para defender-se do bombardeio contra ele e escapar da geladeira da Justiça, tão fria quanto a policial. "Insere-se no sentimento equivocado de vingança ou preconceito a um juízo, como forma de dissuadir e desorientar a sociedade. Tenta-se, de forma incansável, enganar altas autoridades do país para 'marionetar' o juízo, com ameaças de todo tipo, apenas porque reforçou a igualdade de todos perante a lei". Frisa, finalmente, o juiz paulista: "Justiça tardia significa Justiça desqualificada ou injustiça qualificada". A polêmica está posta sobre a mesa e salões republicanos da Bahia a Brasília.Nas principais bancas de revistas da Europa, a "FP" mexe mais fundo na ferida. O texto a quatro mãos, de Raymond Fisman e Edward Miguel, pergunta e responde, como se exige das melhores matérias jornalísticas. "Qual é o segredo mais oculto da corrupção? O pouco que sabemos dela. As arcas de muitos Estados são saqueadas, se pagam subornos, mas a natureza e a dimensão dessas turvas transações seguem sendo um mistério. Por sorte, basta um pouco de trabalho detetivesco para trazer à luz o contrabando, as armadilhas e os subornos escondidos sob a superfície", sintetiza a publicação, na chamada para o ensaio jornalístico "Economia contra a corrupção".No texto da "FP", os autores destacam que a corrupção e seus segredos mais escondidos não se resumem à América Latina. Ao contrário, espalham-se pela Europa quase inteira e outros continentes. Sustentam que na luta contra os corruptos "os incentivos importam" e que o uso legal de dados econômicos pode fornecer informações valiosas sobre os esquemas de corrupção. Segundo Fisman e Miguel, existe um amplo consenso entre os governos e o setor privado, de que são necessários certos incentivos. Entre eles, o aumento da transparência, a supervisão, e a aplicação da lei penal.Como acaba de fazer (a conclusão é minha) o juiz De Sanctis, na sentença de condenação a Daniel Dantas e dois de seus parceiros, em acolhimentos às provas de corrupção ativa e tentativa de suborno recolhidas fartamente pela Operação Satiagraha, do delegado Protógenes. Duas leituras recomendáveis.Vitor Hugo Soares é jornalista e escreve aos sábados no Blog do Noblat.Terra Magazine
Postado por TERROR DO NORDESTE
Fonte: SARAIVA13
Vitor Hugo SoaresDe Salvador (BA)Segue causando estrago, estresse e polêmica a sentença de prisão, por corrupção ativa e multa por tentativa de suborno de autoridade policial, imposta esta semana a Daniel Dantas, dono do Grupo Oportunity, e a dois de seus parceiros: Humberto Braz e Hugo Chicaroni. Estilhaços indiretos voam em muitas direções. O impacto se assemelha ao causado pelo texto sobre corrupção, publicado pela revista "FP" (Forieign Policy), uma das mais qualificadas publicações européias da atualidade, na edição espanhola novembro-dezembro, que está nas bancas de Madri, ao alcance de qualquer curioso viajante brasileiro.Sempre haverá um fanático da objetividade de plantão a perguntar: o que tem a ver o que escreveu o juiz Fausto De Sanctis, da Sexta Vara Criminal Federal, em São Paulo, com o ensaio jornalístico assinado por Raymond Fisman e Edward Miguel, na revista de crescente prestígio nos círculos políticos, econômicos e acadêmicos em países como Inglaterra e Espanha? Respondo para matar um pouco da curiosidade: os dois textos trazem, ao centro do debate, questões cruciais sobre a corrupção e seus segredos mais profundamente submersos.O conteúdo do texto de De Sanctis dá pano para muitas mangas, mesmo que não seja considerado, pelos mais exigentes, um primor de forma, ou modelo de estilo jurídico ou literário. Ainda assim, cumpre a sua finalidade específica e vai mais fundo. Informa, questiona, contesta e faz pensar na hora de confusão ou cumplicidades mal disfarçadas, quando muitos preferem se refugiar no silêncio, em geral campo seguro para a impunidade.No corpo-a-corpo mais explícito da defesa de Dantas, o advogado Nélio Machado faz o seu papel, mesmo sujeito a contestações e desconfortos de praxe, a começar pelos encontros e as incômodas questões postas pelos implacáveis repórteres do CQC na saída da Polícia Federal ou órgãos da justiça criminal: "Não houve o crime, a defesa foi cerceada, as provas são fraudadas e o magistrado impediu a perícia", alega Machado . "A sentença é nula de pleno direito", completa, ao anunciar o recurso que está a caminho.O juiz criminal diz não pretender planar acima do bem e do mal, ou ficar imune às críticas. Mas nega com veemência e argumentos a principal acusação feita contra ele: a de ter acelerado o julgamento do processo resultante das provas recolhidas pela Operação Satiagraha, comandada pelo delegado Protógenes Queiróz, da Polícia Federal. Protógenes parece a caminho da geladeira da burocracia, que funciona em geral nos porões das instituições de polícia, para quem ousa investigar, no Brasil como na Itália, "cidadãos acima de qualquer suspeita". Esta é pior punição para um ativo e aplicado investigador de inteligência.De Sanctis usa a sentença para defender-se do bombardeio contra ele e escapar da geladeira da Justiça, tão fria quanto a policial. "Insere-se no sentimento equivocado de vingança ou preconceito a um juízo, como forma de dissuadir e desorientar a sociedade. Tenta-se, de forma incansável, enganar altas autoridades do país para 'marionetar' o juízo, com ameaças de todo tipo, apenas porque reforçou a igualdade de todos perante a lei". Frisa, finalmente, o juiz paulista: "Justiça tardia significa Justiça desqualificada ou injustiça qualificada". A polêmica está posta sobre a mesa e salões republicanos da Bahia a Brasília.Nas principais bancas de revistas da Europa, a "FP" mexe mais fundo na ferida. O texto a quatro mãos, de Raymond Fisman e Edward Miguel, pergunta e responde, como se exige das melhores matérias jornalísticas. "Qual é o segredo mais oculto da corrupção? O pouco que sabemos dela. As arcas de muitos Estados são saqueadas, se pagam subornos, mas a natureza e a dimensão dessas turvas transações seguem sendo um mistério. Por sorte, basta um pouco de trabalho detetivesco para trazer à luz o contrabando, as armadilhas e os subornos escondidos sob a superfície", sintetiza a publicação, na chamada para o ensaio jornalístico "Economia contra a corrupção".No texto da "FP", os autores destacam que a corrupção e seus segredos mais escondidos não se resumem à América Latina. Ao contrário, espalham-se pela Europa quase inteira e outros continentes. Sustentam que na luta contra os corruptos "os incentivos importam" e que o uso legal de dados econômicos pode fornecer informações valiosas sobre os esquemas de corrupção. Segundo Fisman e Miguel, existe um amplo consenso entre os governos e o setor privado, de que são necessários certos incentivos. Entre eles, o aumento da transparência, a supervisão, e a aplicação da lei penal.Como acaba de fazer (a conclusão é minha) o juiz De Sanctis, na sentença de condenação a Daniel Dantas e dois de seus parceiros, em acolhimentos às provas de corrupção ativa e tentativa de suborno recolhidas fartamente pela Operação Satiagraha, do delegado Protógenes. Duas leituras recomendáveis.Vitor Hugo Soares é jornalista e escreve aos sábados no Blog do Noblat.Terra Magazine
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Fonte: SARAIVA13
BISCAIA solta o verbo contra GILMAR MENDES.
Amigos e leitores este texo me foi enviado por e-mail pela Associação Nacional dos Magistrados Estaduais porque como todos sabem sou Juiz de Direito aposentado pelo TR/RJ. Tenho a felicidade de dizer que conheço o Juiz ANTONIO SBANO, presidente da Associação, porque também aposentado pelo TJ/RJ, mas durante o grade período em que exercemos a nossa função de Juiz por várias vezes conversei com Sbano, pessoa íntegra e competente, respeitado pelos colegas. Agora aposentado é membro da direção da associação NACIONAL de Magistrados Estaduais.Também conheço pessoalmente o Deputado Federal ANTONIO CARLOS BISCAIA, que antes da aposentadoria foi Chefe do MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, respeitado pelos colegas, podendo afirmar que como Juiz trabalhei com diversos Promotores de Justiça, sempre mantive bom relacionamento com eles e até hoje, mesmo já aposentado tenho vários amigos Promotores e sempre ouvia deles elogios sobre a conduta, competência e conhecimento em matérias jurídica, como não podia deixar de ser. BISCAIA é uma pessoa simples, mas respeitado até hoje não só pelos Promotores, mas também pelos Juizes e Defensores Públicos do Estado do Rio.Declaro expressamente que sempre votei em BISCAIA para Deputado Federal e ele sabe deste fato. Como Deputado Biscaia sempre teve destaque pela sua atuação e com o seu saber jurídico, a partir da reeleição do nosso Presidente LULA passou a exercer funções relevantes para o Governo e fora da Câmara dos Deputados. As críticas que ele faz ao Gilmar Mendes não são meras opiniões, mas inclusive com base no Artigo 36, inciso III, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Lei Complementar n. 35, de 14/03/1997 ) que estabelece: "É vedado ao magistrado: III - manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério". Para quem não atua na área Jurídica aconselho a leitura do artigo e inciso da Lei no Código de Processo Civil e legislação processual em vigor de THEOTONIO NEGRÃO, onde na nota 2 ao Art. 36 diz o que quem atua na área sabe:"É suspeito o Juiz que, desnecessariamente, antecipa nos autos sua opinião a propósito de questão que ulteriormente deverá decidir". ( Coloquei em negritos para destacar ). Mas continuo esclarecendo para os leigos: Vedado significa proibido expressamente ou para os que atuam na área, uma norma cogente proibitiva; Magistrados são os Juizes, Desembargadores e Ministros de Tribunais, inclusive Superiores, como o TSE e STF; Como não existe hierarquia entre Juizes de 1º Grau, Desembargadores e Ministros a todos é proibido fazer juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, mas a interpretação deste artigo também se estende às decisões interlocutórias, conforme previsto no Art. 162 e seus parágrafos do C.P.C, que foi instituido pela Lei 5.869, de 11.01.73, mas até agora já sofreu várias retificações, adaptações, alterações ou melhor dizendo uma verdadeira reforma, enquanto a LOM continua praticamente inalterada; No Código de Processo Penal também tem as decisões interlocutórias, porque não põe fim ao processo, como por exemplo a prisão temporária e preventiva ( lembrem o caso do Daniel Dantas ); Obras técnicas são Artigos jurídicos e Livros publicados pelos Juizes, mas nunca palpites em jornais, rádios ou TVs, o que é proibido; para os leigos por favor não confundir exercício do Magistério com Magistratura e digo isto não por brincadeira porque já ouvi "Doutores" só porque têm diplomas universitários pensar que Magistrado é quem dá aulas, confundindo "alhos com bugalhos", e, eu mesmo quando algumas vezes respondendo uma indagação sobre minha profissão ao responder que era Magistrado, em seguida veio outra pergunta: "O Sr. dá aulas de que?", então resolvi que sempre que me pergutassem o que fazia responderia que era Juiz porque ai todos entendiam. Feitas estas considerações, expressamente assino em baixo tudo o que foi dito BISCAIA porque com fundamentação jurídica. E digo e reafirmo o que já disse várias vezes, inclusive na primeira Matéria publicada neste Blog em 05/03/08 e em outras posteriores: Os Ministros Marcos Aurélio de Mello, a partir do momento que foi Presidente do TSE e Gilmar Mendes depois que assumiu a Presidência do STF, nunca fizeram concurso para nada, não são Juizes de Carreira ( concursados ) que a todo momento descumprem Leis que são obrigados observar, não honram suas togas, são verdadeiras VERGONHAS PARA A MAGISTRATURA NACIONAL, que com suas atitudes, o primeiro se julga o próprio Deus; e, o segundo o próprio Supremo, passam uma mensagem que leva o cidadão comum a ter uma falsa idéia de Judiciário com um todo. O grande probema da Magistratura vem de cima, mas os mais atingidos e prejudicados são exatamente os Juizes de 1º Grau, aquele que tem contado direto com as partes, advogados, fazem audiências, trabalham muito, levam processos para casa nos fins de semana e até mesmo em parte das férias, como eu e vários colegas da minha época e ainda hoje.Já falei demais, minhas desculpas, mas é a indignação de ver minha instituição denegrida a ponto de em certos momentos, quando me perguntam o que faço respondo apenas que sou aposentado,e, se aposentado em que? Digo algumas vezes que estou inscrito na OAB, mas não estou mais advogando, sentindo uma espécie de vergonha de dizer que sou Juiz Aposentado, porque fica difícil esclarecer para os leigos de quem normalmente escuto as mais diversas criticas descabidas aos juizes, considerados corruptos, vendedores de sentenças, etc.. Parabéns Sabano e Biscaia.Leiam agora a matéria :Associação Nacional dos Magistrados EstaduaisDEPUTADO ANTONIO CARLOS BISCAIA DEFENDE UMA MAGISTRATURA REALMENTE INDEPENDENTE.Antonio SbanoJuiz de Direito, Prof. UniversitárioSecretário-Geral e Dir. de Comunicação da AnamagesEm mais um ataque frontal à magistratura de 1º Grau, o Exmo. Sr. Ministro Gilmar Mendes, conquanto externando ponto de vista pessoal e, portanto, exercendo seu direito de livre manifestação, questiona a independência do juiz de primeiro grau, a ela atribuído a morosidade da Justiça.Com todas as vênias, ousamos discordar do Ilustre Ministro.Uma ordem democrática justa somente se constrói com um Poder Judiciário livre, independente e no qual o povo possa depositar suas esperanças no combate às injustiças sejam elas praticadas por quem quer que seja, inclusive membros dos Poderes Constituídos, vale dizer, até mesmo da própria magistratura.A mais, a morosidade da Justiça não se prende a independência do magistrado, nem dos tribunais estaduais ou federais, mas sim a uma arcaica e deficiente estrutura funcional. Não se negam eventuais distorções como o noticiário acerca da compra de tapetes persas, em boa hora denunciada e já cancelada, mas para coibir tais abusos existem mecanismos próprios.O que não se pode aceitar silenciosamente é a acusação desmotivada e gratuita maculando a honra de toda a magistratura.É o juiz de primeiro grau que, exercendo seu ofício nos mais longícuos rincões deste País, as vezes em comarcas literalmente isoladas, como se tem no Norte e Centro Oeste, participa do dia a dia das comunidades e com elas partilham suas angústias; é a este mesmo juiz que se nega os mais elementares recurso para trabalhar, alguns somente dispondo de funcionários emprestados pelas Prefeituras, sem recursos de Internet ou de informática, mas lá está ele integrado e interagindo com os seus jurisdicionados, até para, se necessário, contrariar a cúpula política local - e aqui se alicerça a necessidade da independência do juiz e dos tribunais locais, como forma de repressão à arbitrariedade.Não existe Justiça sem independência do juiz. Poderá haver, sim, um simulacrado para dar aparente legalidade à arbitrariedade de grupos política ou economicamente mais fortes, nunca JUSATIÇA!Nunca é demais relembrar palavras do sempre inesquecível Rui Barbosa:“… a esperança nos juízes é a última esperança. Ela estará perdida, quando os juízes já nos não escudarem dos golpes do governo. E, logo que o povo a perder, cada um de nós será legitimamente executor das próprias sentenças, e a anarquia zombará da vontade dos presidentes como o vento do argueiro que arrebata.” (Rui Barbosa)“A crise do Poder Judiciário brasileiro é uma crise de identidade que decorre da falta de legitimidade democrática no provimento dos cargos de ministro do Supremo Tribunal Federal.O atual modelo de escolha dos ministros do STF, sem nenhuma participação dos juízes e da sociedade, chegou ao limite do exaurimento.” (Jorge Adelar Finatto, in http://magrs.net/?p=2322, disponível em 03/12/2008, O Judiciário e a sociedade, citado por Gilberto Schäfer (RS) em lista nacional de magistrados, na mesma data).É verdade que a nossa Corte Suprema tem sido a casa de eminentes juristas e digníssimos magistrados, mas, de quando em quando, surge a crise de identidade mencionada pelo autor.Entretanto, este não é o foco destas linhas, e sim o mal estar causado por declarações que, apesar de lídimas pelo direito de livre manifestação do cidadão, não se coadunam com o princípio da ética quando proferidos por aqueles que exercem cargos dos quais se exige discrição e cometimento, sob pena de causar uma convulsão nacional e de levar ao povo insegurança e descrédito em suas Instituições. Curiosamente, as declarações, mais uma vez, coincidem com atos jurisdicionais atingindo um banqueiro – mas a propósito, limito-me a transcrever o discurso do Exmo. Sr. Deputado Federal do PT-RJ, Dr. Antonio Carlos Biscaia, ilustre Procurador de Justiça (ap) daquele Estado e com quem tive a honrar de conviver funcionalmente:“O SR. PRESIDENTE (Narcio Rodrigues) - Concedo a palavra ao Deputado Antonio Carlos Biscaia.O SR. ANTONIO CARLOS BISCAIA (PT-RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, fico estarrecido e perplexo, quando assisto às manifestações do Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal.S.Exa. declara ser contra a partidarização de servidores públicos, por ser ela nociva. S.Exa. considera o servidor público cidadão que não pode ter filiação partidária.Mais grave é a segunda afirmação. S.Exa. critica o independentismo do juiz de primeira instância. Quer dizer, usa um neologismo. Uma vez que não pode dizer publicamente que é contra a independência do juiz de primeira instância, inventa um novo termo. A independência dos membros do Poder Judiciário é uma garantia dos jurisdicionados, muito mais dos cidadãos e cidadãs do que do próprio magistrado.É inaceitável o Presidente do Supremo percorrer este País a todo momento com manifestações como essa, contrariando o princípio básico do Direito. Aprendemos nos bancos escolares da Faculdade de Direito o que é suspeição. A suspeição impede o magistrado de manifestar-se sobre casos concretos que possa vir a julgar em algum momento.E S.Exa. não faz outra coisa a não ser dar palpites em casos que virá a julgar. Dessa maneira, presta um desserviço à causa democrática, à independência plena do Poder Judiciário, que todos nós consideramos essencial.Evidentemente, a reação da Associação dos Magistrados está muito correta. Está aqui também o magistrado, Presidente da AMB, Dr. Mozart Valadares Pires, que discorda das afirmações do Presidente do Supremo Tribunal Federal.Repito: independência do magistrado é uma garantia. E parece que, com esse procedimento, o megafraudador Daniel Dantas tinha razão ao dizer que tinha medo da Polícia Federal e da Justiça Federal, mas não se preocupava com os Tribunais Superiores.Nós confiamos no Poder Judiciário como um todo, especialmente na independência dos magistrados de primeiro grau. Nesse ponto, o Juiz Fausto de Sanctis merece o aplauso e o apoio de toda a cidadania brasileira.Muito obrigado, Sr. Presidente.”Sua Excelência disse tudo quanto a magistratura brasileira precisava, e desejava, dizer!
Fonte; SARAIVA 13
Fonte; SARAIVA 13
CPI DO "SIFU"
Sobre a postagem ai debaixo, o Terronews ficou sabendo agora há pouco que o PSDB e o DEMO vão protocolizar na Câmara e no Senado um pedido de CPI para investigar supostas palavras de baixo calão ditas pelo presidente mais popular da História do Brasil.Segundo fonte segura, a CPI já tem nome: CPI DERCY GONÇALVES.Segundo esta mesma fonte, a CPI será mista, e que já foram escolhidos seus membros(Ops! sou já chamado para depor).No Senado, o articulador da CPI, o senador Arthur Tarado Virgílio, já indicou como representantes do PSDB e do DEMO os seguintes senadores:Heráclito Fortes, líder da Bancada de Dantas, Marco Maciel, Sérgio Anão do Orçamento Guerra, Efraim de Morais e o ilibado senador Eduardo Azereduto. Na Câmara, a CPI terá como integrante os seguintes parlamentares: ACM Grampinho, José Carlos Aleluia, Raul Jungmann, líder da Bancada de Dantas na Câmara, Chico Alencar, Luciana Nora, Clodovil, Corujinha. Segundo uma outra fonte, a CPI já tem os nomes de algumas pessoas que irão depor, a dizer: Lula, Faustão, Costinha, Juca Chaves.Segundo esta mesma fonte, com a CPI visa a oposição que o presidente Lula fique desgastado e que, com isso, caia seu alto índice de popularidade nas próximas pesquisas.O comentário em Brasília é que o líder do PT na Câmara vai impetrar um Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal com o fim de que Lula possa permanecer calado no dia do seu depoimento.Corre, ainda, o comentário em Brasília que o líder do PT está rezando para tudo que é santo para que o HC não seja distribuído para o ministro-empresário.Por fim, a minha terceira fonte disse que quem gostou dessa idéia da CPI Dercy Gonçalves foi o PIG, pois só assim terá uma pauta jornalística, já que a da enchente de SC encheu o saco do telespectador-leitor. A Globo já tem, inclusive, um jornalista para cobrir a CPI, trata-se de William Bonner, que, diga-se de passagem, já montou uma barraca na Câmara dos Deputados.
Postado por TERROR DO NORDESTE
Fonte: SARAIVA13
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Fonte: SARAIVA13
Por seis votos a um, assassino de Natur de Assis tem pena de 19,3 anos confirmada
Tarde (4/12/08) publica excelente reportagem assinada pelo jornalista Deodato Alcântara. “Por 6 votos a 1, o Tribunal de Justiça da Bahia negou revisão de pena a Ivan Eça”. Em 9 de março de 2001, o bandido matou Natur de Assis Filho, presidente do Partido Verde de Ubaíra, a sangue frio, de modo covarde, por motivo fútil, em momento de fúria por simples disputa política. Levou 19 anos e 3 meses de cadeia. O voto vencido foi do desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça, Gilberto Caribé.O desembargador Gilberto Caribé fez estranhas afirmações ao jornal A Tarde. Ele criticou a presença de dois ministros de Estado no júri que condenou, em abril de 2004, o ex-prefeito de Ubaíra, Ivan Eça. Estiveram presentes o então Secretário Especial dos Direitos Humanos, Nilmário Miranda, e o então Ministro da Defesa, Waldir Pires. O desembargador se esqueceu de citar a presença de dezenas de deputados federais e estaduais e representações do Parlamento Europeu, e de movimentos de direitos humanos de todo o Brasil. Fundamental, num país onde impera a impunidade dos poderosos.Segundo o desembargador Gilberto Caribé, os ministros estavam presentes “como se não tivessem nada para fazer”. A estúpida declaração está em A Tarde. É óbvio por que os ministros estavam presentes. O assassinato do ambientalista Natur de Assis Filho, ex-preso político da ditadura militar, teve repercussão internacional. Vale lembrar que o ex-prefeito criminoso pertencia ao grupo político do ex-governador da Bahia, César Borges( PFL).A verdade é que estava armado, pelo advogado de defesa do criminoso, um esquema para revisar a pena de 19 anos e 3 meses. O desembargador Caribé defendia que cabia uma revisão da pena. Para ele, o crime era doloso simples, que não cabia a tipificação de motivo fútil, inexistência de possibilidade de defesa da vítima e tentativa de homicídio contra o político Ramalho Silva. Caribé só faltou defender a inocência do ex-prefeito Ivan Eça. Felizmente, para a Justiça baiana, cinco desembargadores acompanharam o voto da relatora, Vilma Costa Veiga.E quem desmontou o esquema foi a mãe de Natur de Assis Filho, a corajosa D. Kátia Assis, que escreveu indignada carta acolhida pelo jornal A Tarde. JORNAL A TARDE RESGATA MEMÓRIA DO CRIME:Natur de Assis Filho foi morto em março de 2001, aos 51 anos, ao tentar conter o ex-prefeito de Ubaíra, Ivan Eça de Menezes (PFL) que, armado e junto com o irmão Laurito, tentou invadir a casa da recém-empossada prefeita Rosani Fagundes (PSB), onde estavam Assis e mais 48 pessoas. Os dois queriam matar o rival Ramalho Silva.Ivan Eça de Menezes ficou cinco meses preso. Em abril de 2004 foi condenado a 19 anos e 3 meses de prisão, em Feira de Santana (júri desaforado de Ubaíra), na presença de observadores do Parlamento Europeu, inclusive. Laurito foi absolvido. Ivan recorreu e ficou livre até fevereiro de 2006, quando o TJ-BA indeferiu a apelação e mandou prendê-lo. Então, pediu a revisão da pena, julgamento que foi adiado quatro vezes. Filho do poeta Natur de Assis, a vítima foi preso político da ditadura, exilado no México e Moçambique. Professor e ambientalista, voltou ao país e ajudou a fundar o PT; depois ingressou no PV de Ubaíra. Ivan deverá pedir livramento condicional em 2011, segundo advogado Tilson Santana. (Fonte: arquivo de A Tarde).ASSASSINO CUMPRE PENA, MAS, SEMPRE É VISTO EM BARESA impunidade no Brasil é um câncer. A reportagem do jornal A Tarde denuncia que o criminoso Ivan Eça de Menezes cumpre a pena de 19,3 anos em regime semi-aberto. Deveria dormir na prisão, o que não acontece. Participou inclusive do processo eleitoral em Ubaíra. Ele sai da prisão, viaja a Salvador, volta a Feira de Santana e sempre é visto em bares de Ubaíra, discutindo política. O advogado Augusto de Paula já anunciou que vai representar contra o juízo da Vara de Execuções Penais de Feira de Santana e contra a diretoria do presídio local.Lugar de assassino é na cadeia.
Fonte: Bahia de fato
Fonte: Bahia de fato
Waldir Pires responde ao ataque obtuso do desembargador Gilberto Caribé
O ex-ministro da Defesa e ex-governador da Bahia, Waldir Pires, em carta publicada na seção Espaço do Leitor do jornal A Tarde (05/12/08), respondeu com veemência às despropositadas declarações do desembargador Gilberto Caribé, do Tribunal de Justiça da Bahia, sobre sua presença (e também do ex-ministro Nilmário Miranda) no júri do assassino do ambientalista e presidente do PV de Ubaíra, Natur de Assis Filho.SEGUE A CARTA NA ÍNTEGRA“A propósito das palavras, sob aspas, do senhor desembargador Gilberto Caribé, “como se não tivessem nada para fazer”, comentando minha presença e a do ministro Nilmário Miranda, dos Direitos Humanos, na sessão de julgamento do assassino de Natur de Assis, em abril de 2004, peço a A TARDE que registre minha apreciação a respeito: É claro que compareci ao Tribunal do Júri, na cidade de Feira de Santana, em abril de 2004, com o sentimento do maior respeito à dignidade da pessoa humana, para a afirmação, entre todos, do maior dos seus direitos, que é o da vida.Não se pode tratar, levianamente, o direito à vida. O Tribunal do Júri é a grande instituição constitucional, simbólica, republicana, para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. O assassinato do cidadão Natur de Assis, em Ubaíra, no ano de 2001, sensibilizou-nos, profundamente, a todos. A mim, sobretudo, porque conhecera e convivera com seu pai, poeta baiano de nossa geração, meu colega de ginásio, no Clemente Caldas, de Anísio Melhor, em Nazaré das Farinhas; e posteriormente, também, conhecera sua mãe, grande lutadora pelos Direitos Humanos, Kátia Assis. O crime que tirou a vida de um homem como Natur de Assis, decente, pacífico, honrado pela estima da população, em Ubaíra, foi um assassinato brutal, pusilânime, de um cidadão desarmado, que caminhara, sozinho, para tentar convencer, pelo aconselhamento, os facínoras que estavam intimidando a cidade e ameaçando famílias, dezenas de pessoas abrigadas e protegidas pela tranca das portas frágeis de uma residência. Meu ato de ir à Sessão do Júri tinha o sentido pedagógico, como ministro de Estado, da construção democrática de nossa cidadania.A lição de um dever que nos incumbe a todos, sobretudo, aos que transitória ou permanentemente, se encontrem no topo de funções do Estado Democrático, dos seus poderes Legislativo, Executivo ou Judiciário, a fim de que mereçam a credibilidade da população.Ensinar o apreço da regra fundamental da Democracia: “Todo poder emana do povo”. O senhor desembargador Caribé declarou que foi o voto vencido e único do Tribunal de Justiça da minha terra. Voto único e inexplicável, salvo, quem sabe, pela complacência com os tempos do arbítrio, que produz a impunidade, e que a Bahia e a Nação esperam não retornem jamais”.Waldir Pires, Salvador BA
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
Debaixo dessa ponte ainda irá correr muita coisa

Por: J. Montalvão
Por: J. Montalvão
Caros leitores;
Este Blog é propriedade particular sem fins lucrativos, junto ao jeremoabohoje, foi o pioneiro a passar para os cidadãos jeremoabenses e aos internautas de um modo geral, as falcatruas praticadas com o erário público tendo como meliantes alguns gestores.
Embora seja particular o que mais primamos é pela veracidade dos fatos, pois publicamos a verdade doa em quem doer, recentemente fomos o primeiro site da região a informar o deferimento do registro do Candidato Tista de Deda, mais uma prova que não omitimos a verdade, onde procuramos sempre falar uma linguagem para que a população menos culta ou sem intimidade com a imprensa também entenda.
Em matéria anterior intitulada: Tudo que o ex-padre Moura fala, só acontece o contrário, onde aproveito agora para passar para o mesmo que: Einstein tinha razão quando disse: “não sei se o universo é infinito. Só sei que o número de imbecis é infinito”, (onde espero que sirva de exemplo para o mesmo), informamos que o caso de Tista de Deda, não estava resolvido em definitivo, apenas houve uma decisão monocrática.
Decisão monocrática além de não ser definitiva, poderá ser revogada ou modificada pelo próprio concessor, ou pelo Plenário do TSE.
O caso de Tista de Deda poderá ser mantido, insubsistente, ou modificado, caso semelhante no TSE houve inúmeros, e para provar aos menos esclarecidos que Tista está prefeito mais ainda não é o prefeito em definitivo, transcreverei abaixo um caso onde a decisão monocrática foi derrubada pelo plenário do TSE, embora cada caso seja um caso, mas quero apenas comprovar que o Recurso do mesmo continua em andamento, dependendo de JULGAMENTO.
Caros leitores;
Este Blog é propriedade particular sem fins lucrativos, junto ao jeremoabohoje, foi o pioneiro a passar para os cidadãos jeremoabenses e aos internautas de um modo geral, as falcatruas praticadas com o erário público tendo como meliantes alguns gestores.
Embora seja particular o que mais primamos é pela veracidade dos fatos, pois publicamos a verdade doa em quem doer, recentemente fomos o primeiro site da região a informar o deferimento do registro do Candidato Tista de Deda, mais uma prova que não omitimos a verdade, onde procuramos sempre falar uma linguagem para que a população menos culta ou sem intimidade com a imprensa também entenda.
Em matéria anterior intitulada: Tudo que o ex-padre Moura fala, só acontece o contrário, onde aproveito agora para passar para o mesmo que: Einstein tinha razão quando disse: “não sei se o universo é infinito. Só sei que o número de imbecis é infinito”, (onde espero que sirva de exemplo para o mesmo), informamos que o caso de Tista de Deda, não estava resolvido em definitivo, apenas houve uma decisão monocrática.
Decisão monocrática além de não ser definitiva, poderá ser revogada ou modificada pelo próprio concessor, ou pelo Plenário do TSE.
O caso de Tista de Deda poderá ser mantido, insubsistente, ou modificado, caso semelhante no TSE houve inúmeros, e para provar aos menos esclarecidos que Tista está prefeito mais ainda não é o prefeito em definitivo, transcreverei abaixo um caso onde a decisão monocrática foi derrubada pelo plenário do TSE, embora cada caso seja um caso, mas quero apenas comprovar que o Recurso do mesmo continua em andamento, dependendo de JULGAMENTO.
TSE nega registro de candidatura à Belinati, mais votado na eleição para prefeitura de Londrina (PR)
Extraido de:
Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e negou o registro de candidatura a Antônio Belinati (PP), primeiro colocado na eleição para prefeito de Londrina (PR) no segundo turno do pleito municipal. No último domingo, Belinati recebeu 138.926 votos, que representam 51,73% do total dos votos válidos. A decisão, tomada pelo plenário na sessão desta terça-feira (28), contraria o entendimento do relator do caso, ministro Marcelo Ribeiro.
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Em decisão individual, o ministro Marcelo Ribeiro alterou decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia negado o registro de candidatura por inelegibilidade uma vez que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) rejeitou a prestação de contas de Belinati à frente da prefeitura.
O TCE-PR considerou insanável a irregularidade verificada em convênio firmado entre a Prefeitura de Londrina e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER) no valor de R$ 150 mil. Belinati, segundo o tribunal, não teria comprovado o uso da verba. Em 20 de julho de 2007, a sentença do tribunal de contas transitou em julgado, situação em que já não cabe recurso. Em 15 de maio de 2008, Belinati entrou com pedido de revisão da decisão, ao qual foi conferido efeito suspensivo.
Contudo, o plenário do TSE, por maioria, entendeu que o efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas do Estado não anula a condição de inelegível do candidato.
"Havendo decisão de rejeição de contas que seja irrecorrível e que detecte vícios de natureza insanável, somente o Poder Judiciário poderá suspender a incidência da cláusula de inelegibilidade", sustentou o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, em seu voto.
A tese de Ayres Britto foi acompanhada dos ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho. Foram vencidos o relator, Marcelo Ribeiro, e Arnaldo Versiani.
O ministro Ayres Britto chegou a anunciar sua disposição de aplicar, somente nas próximas eleições, a mudança da jurisprudência do TSE para manter a inelegibilidade ainda que o tribunal de contas tenha concedido efeito suspensivo à decisão transitada em julgado de rejeição de contas. Mas, em seguida, considerou a ilegalidade do efeito suspensivo.
"As circunstâncias deste nosso posicionamento só estão a reforçar o que penso ser um equívoco nas premissas dos nossos precedentes. O fato é que temos sucessivamente recebido recursos especiais nos quais os candidatos ingressam na undécima hora, no apagar das luzes, junto às cortes de contas, muitas vezes após tentarem sem sucesso a via judicial. E de modo inusitado, freqüentemente inusitado, obtém provimentos suspensivos dias antes do ingresso do pedido de registro de candidatura", afirmou.
O relator do recurso, ministro Marcelo Ribeiro, ponderou que a jurisprudência é "pacífica, tranqüila, unânime" no sentido de que, havendo efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas a um recurso de revisão, não há inelegibilidade.
O argumento, no entanto, não convenceu o plenário. "Não podemos subordinar a decisão do Poder Judiciário a uma decisão administrativa", argumentou o ministro Joaquim Barbosa.
Processo relacionado:
Respe 31942
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Em decisão individual, o ministro Marcelo Ribeiro alterou decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia negado o registro de candidatura por inelegibilidade uma vez que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) rejeitou a prestação de contas de Belinati à frente da prefeitura.
O TCE-PR considerou insanável a irregularidade verificada em convênio firmado entre a Prefeitura de Londrina e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER) no valor de R$ 150 mil. Belinati, segundo o tribunal, não teria comprovado o uso da verba. Em 20 de julho de 2007, a sentença do tribunal de contas transitou em julgado, situação em que já não cabe recurso. Em 15 de maio de 2008, Belinati entrou com pedido de revisão da decisão, ao qual foi conferido efeito suspensivo.
Contudo, o plenário do TSE, por maioria, entendeu que o efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas do Estado não anula a condição de inelegível do candidato.
"Havendo decisão de rejeição de contas que seja irrecorrível e que detecte vícios de natureza insanável, somente o Poder Judiciário poderá suspender a incidência da cláusula de inelegibilidade", sustentou o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, em seu voto.
A tese de Ayres Britto foi acompanhada dos ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho. Foram vencidos o relator, Marcelo Ribeiro, e Arnaldo Versiani.
O ministro Ayres Britto chegou a anunciar sua disposição de aplicar, somente nas próximas eleições, a mudança da jurisprudência do TSE para manter a inelegibilidade ainda que o tribunal de contas tenha concedido efeito suspensivo à decisão transitada em julgado de rejeição de contas. Mas, em seguida, considerou a ilegalidade do efeito suspensivo.
"As circunstâncias deste nosso posicionamento só estão a reforçar o que penso ser um equívoco nas premissas dos nossos precedentes. O fato é que temos sucessivamente recebido recursos especiais nos quais os candidatos ingressam na undécima hora, no apagar das luzes, junto às cortes de contas, muitas vezes após tentarem sem sucesso a via judicial. E de modo inusitado, freqüentemente inusitado, obtém provimentos suspensivos dias antes do ingresso do pedido de registro de candidatura", afirmou.
O relator do recurso, ministro Marcelo Ribeiro, ponderou que a jurisprudência é "pacífica, tranqüila, unânime" no sentido de que, havendo efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas a um recurso de revisão, não há inelegibilidade.
O argumento, no entanto, não convenceu o plenário. "Não podemos subordinar a decisão do Poder Judiciário a uma decisão administrativa", argumentou o ministro Joaquim Barbosa.
Processo relacionado:
Respe 31942
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e negou o registro de candidatura a Antônio Belinati (PP), primeiro colocado na eleição para prefeito de Londrina (PR) no segundo turno do pleito municipal. No último domingo, Belinati recebeu 138.926 votos, que representam 51,73% do total dos votos válidos. A decisão, tomada pelo plenário na sessão desta terça-feira (28), contraria o entendimento do relator do caso, ministro Marcelo Ribeiro.
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Em decisão individual, o ministro Marcelo Ribeiro alterou decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia negado o registro de candidatura por inelegibilidade uma vez que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) rejeitou a prestação de contas de Belinati à frente da prefeitura.
O TCE-PR considerou insanável a irregularidade verificada em convênio firmado entre a Prefeitura de Londrina e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER) no valor de R$ 150 mil. Belinati, segundo o tribunal, não teria comprovado o uso da verba. Em 20 de julho de 2007, a sentença do tribunal de contas transitou em julgado, situação em que já não cabe recurso. Em 15 de maio de 2008, Belinati entrou com pedido de revisão da decisão, ao qual foi conferido efeito suspensivo.
Contudo, o plenário do TSE, por maioria, entendeu que o efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas do Estado não anula a condição de inelegível do candidato.
"Havendo decisão de rejeição de contas que seja irrecorrível e que detecte vícios de natureza insanável, somente o Poder Judiciário poderá suspender a incidência da cláusula de inelegibilidade", sustentou o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, em seu voto.
A tese de Ayres Britto foi acompanhada dos ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho. Foram vencidos o relator, Marcelo Ribeiro, e Arnaldo Versiani.
O ministro Ayres Britto chegou a anunciar sua disposição de aplicar, somente nas próximas eleições, a mudança da jurisprudência do TSE para manter a inelegibilidade ainda que o tribunal de contas tenha concedido efeito suspensivo à decisão transitada em julgado de rejeição de contas. Mas, em seguida, considerou a ilegalidade do efeito suspensivo.
"As circunstâncias deste nosso posicionamento só estão a reforçar o que penso ser um equívoco nas premissas dos nossos precedentes. O fato é que temos sucessivamente recebido recursos especiais nos quais os candidatos ingressam na undécima hora, no apagar das luzes, junto às cortes de contas, muitas vezes após tentarem sem sucesso a via judicial. E de modo inusitado, freqüentemente inusitado, obtém provimentos suspensivos dias antes do ingresso do pedido de registro de candidatura", afirmou.
O relator do recurso, ministro Marcelo Ribeiro, ponderou que a jurisprudência é "pacífica, tranqüila, unânime" no sentido de que, havendo efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas a um recurso de revisão, não há inelegibilidade.
O argumento, no entanto, não convenceu o plenário. "Não podemos subordinar a decisão do Poder Judiciário a uma decisão administrativa", argumentou o ministro Joaquim Barbosa.
Processo relacionado:
Respe 31942
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Em decisão individual, o ministro Marcelo Ribeiro alterou decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia negado o registro de candidatura por inelegibilidade uma vez que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) rejeitou a prestação de contas de Belinati à frente da prefeitura.
O TCE-PR considerou insanável a irregularidade verificada em convênio firmado entre a Prefeitura de Londrina e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER) no valor de R$ 150 mil. Belinati, segundo o tribunal, não teria comprovado o uso da verba. Em 20 de julho de 2007, a sentença do tribunal de contas transitou em julgado, situação em que já não cabe recurso. Em 15 de maio de 2008, Belinati entrou com pedido de revisão da decisão, ao qual foi conferido efeito suspensivo.
Contudo, o plenário do TSE, por maioria, entendeu que o efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas do Estado não anula a condição de inelegível do candidato.
"Havendo decisão de rejeição de contas que seja irrecorrível e que detecte vícios de natureza insanável, somente o Poder Judiciário poderá suspender a incidência da cláusula de inelegibilidade", sustentou o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, em seu voto.
A tese de Ayres Britto foi acompanhada dos ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho. Foram vencidos o relator, Marcelo Ribeiro, e Arnaldo Versiani.
O ministro Ayres Britto chegou a anunciar sua disposição de aplicar, somente nas próximas eleições, a mudança da jurisprudência do TSE para manter a inelegibilidade ainda que o tribunal de contas tenha concedido efeito suspensivo à decisão transitada em julgado de rejeição de contas. Mas, em seguida, considerou a ilegalidade do efeito suspensivo.
"As circunstâncias deste nosso posicionamento só estão a reforçar o que penso ser um equívoco nas premissas dos nossos precedentes. O fato é que temos sucessivamente recebido recursos especiais nos quais os candidatos ingressam na undécima hora, no apagar das luzes, junto às cortes de contas, muitas vezes após tentarem sem sucesso a via judicial. E de modo inusitado, freqüentemente inusitado, obtém provimentos suspensivos dias antes do ingresso do pedido de registro de candidatura", afirmou.
O relator do recurso, ministro Marcelo Ribeiro, ponderou que a jurisprudência é "pacífica, tranqüila, unânime" no sentido de que, havendo efeito suspensivo concedido pelo Tribunal de Contas a um recurso de revisão, não há inelegibilidade.
O argumento, no entanto, não convenceu o plenário. "Não podemos subordinar a decisão do Poder Judiciário a uma decisão administrativa", argumentou o ministro Joaquim Barbosa.
Processo relacionado:
Respe 31942
Tudo que o ex-padre Moura fala, só acontece o contrário.

Por: J. Montalvão
ENQUANDO NÃO ACONTECER O TRANSITO E JULGADO, O PREFEITO EM JEREMOABO É TISTA DE DEDA.
Quem acompanhou a campanha eleitoral em Jeremoabo desde a disputa entre Tista de Deda e João Ferreira até os nossos dias deve ter ouvido através palanques, carros de som, comícios ou mesmo rádio, que a compostura, credibilidade e escrúpulo passou por longe do ex-padre Moura, pois tudo que o mesmo anunciava ou dizia, só aconteceria o contrário, não irei seu redundante porque Jeremoabo toda já o conhece e já sabe, e também não quero dar vez a quem não tem.
Mas aqui em Jeremoabo tudo continua com dantes, no quartel de Abrantes.
Foi um direito do Tista de Deda e seus correligionários fazer as comemorações que bem entenderam, é problemas dele, agora que tem nada resolvido eu afirmo categoricamente que NÃO, pois se o ex-padre Moura nunca aprendeu na Justiça a coisa só termina depois de TRANSITO E JULGADO, se não sabe procure aprender ex-padre Moura, pois isso é elementar no direito.
Vamos por etapas para que os leigos também entendam:
A Justiça de Jeremoabo/Bahia, não reconheceu Tista de Deda como Candidato a Prefeito, seu Registro foi indeferido.
Tista usando dos seus direitos apelou para Instância Superior recorrendo ao Tribunal Eleitoral da Bahia, onde aquela Corte por unanimidade manteve a decisão do Juiz de Jeremoabo, mantendo o indeferimento prolatado pelo mesmo.
Enquanto isso os Procuradores foram todos coerentes falando a mesma linguagem e enquadrando as irregularidades e os dolos.
Mais uma vez o Tista de Deda inconformado recorre ao TSE em Brasília, onde seu recurso foi acolhido e reconhecido o seu Registro, portanto afirmo, face essa decisão MONOCRATICA hoje Tista de Deda é o prefeito eleito de Jeremoabo, no entanto, é bom que todos saibam, que essa decisão não é definitiva, continua pendente de solução.
Esse foi o resultado do Jogo, vamos agora para a disputa dos pênaltis:
Na próxima segunda feira os advogados de DERI, ingressarão no TSE em Brasília com embargos de declaração e o agravo regimental, onde o Ministro Eros Grau reconsidera a sua decisão, (como o Juiz aqui de Jeremoabo/Bahia fez), ou envia para o Plenário do TSE.
É bom que se diga que o julgamento de Tista foi apenas Monocrático, portanto não é um julgamento definitivo.
O Recurso descendo para o Plenário será Julgado por todos os Ministros e ai é onde a coisa irá pegar, pois além dos Ministros será assistindo por inúmeros advogados e estagiários, com manifestação dos advogados das partes, e com a assistência de todo Brasil, pois será televisionado, (como aqui em Jeremoabo muita gente tem visto, principalmente através da TV Justiça, Rádio e Internet), portanto, agora vamos iniciar a disputa de pênaltis.
Não adianta tentar continuar iludindo o povo, porque com absoluta certeza só existe daqui pra frente dois caminhos:
Ou Tista assume e continua no poder, ou então poderá cair fora, tudo vai depender do Resultado do Plenário.
Vou mais adiante, embora com remotas chances, ambos poderão ainda recorrer ao STF.
Esta é a realidade nua e crua, o resto é conversa fiada, engodo e tentativa de iludir o povo, é a venda de mercadoria falsificada por legitima.
Ainda para se resolver
Por: J. Montalvão
Ontem quem corria atrás do prejuízo era o candidato a Prefeito Tista de Deda, hoje quem tem que correr é o DERI, essa é a realidade dos fatos.
Estamos aqui para passar a notícia como realmente ela é, agora cada um diz o que quer e entende, só que acredita quem achar que deverá acreditar, pois moral e escrúpulos não é para todo mundo.
A situação hoje em Jeremoabo, que queiram ou não, é a seguinte:
HOJE TISTA É O PREFEITO.
No início da tarde de hoje (05.12) fui entrevistado por telefone pelo apresentador da FM Jeremoabo, Adalberto Moreno, sobre o resultado do julgamento do recurso de Tista pelo TSE na data de ontem, 04.12, por decisão monocrática do Min. Eros Grau, publicado na mesma data.
Antes de adentrar no tema, cabe-me expressar meus cumprimentos aos dirigentes da Jeremoabo FM e aos que fazem seus programas por se constituir em forte avanço no setor das comunicações para Jeremoabo. São iniciativas como essa que fazem que todos acreditem em Jeremoabo como instrumento do desenvolvimento econômico-social. É preciso acreditar sempre.
Tista concorreu às eleições como candidato com registro de candidato indeferido e por isso os votos a ele atribuídos foram computados como nulos pela Justiça Eleitoral. Como o recurso especial por ele impetrado teve provimento mediante decisão monocrática do Min. Eros Grau, hoje ele é o Prefeito eleito de Jeremoabo.
Adalberto me indagou se a decisão é definitiva ou poderá ainda ser modificada. Quanto à primeira parte da pergunta respondo negativamente. A decisão não é definitiva. Quanto à 2ª parte, respondo que sim. A decisão poderá ainda ser revista por novos recursos.
Dois são os recursos possíveis contra decisão do Min. Eros Grau, em curto prazo, embargos de declaração, que para parte da doutrina tem efeito suspensivo, e o agravo regimental, ambos com prazo de 03 dias. Publicado o julgamento em 04.12, o termo final para recorrer recairá na próxima segunda feira. Pela legislação eleitoral o recurso não tem efeito suspensivo, daí porque hoje Tista é o Prefeito eleito.
A eleição em Jeremoabo se assemelha a jogo de decisão no futebol. Tempo normal, prorrogação, e persistindo o empate, pênaltis, aliás, isso eu disse a Tista na manhã do domingo das eleições. É preciso prudência nas comemorações. Depois do último julgamento se ele sair vencedor, ele e seus partidários poderão comemorar a bessa. Se de modo contrário, se fará o mesmo com fogos, fanfarras, trios, batucadas e etc...
No Agravo regimental o próprio Ministro relator poderá modificar o julgamento anterior ou submetê-lo ao plenário do TSE. Não me pergunte o que poderá vir a acontecer porque eu responderei: Bumbum de criança, cabeça de juiz e urnas só depois do resultado. Foi o que aconteceu. Em Jeremoabo já discutia se haveria ou não novas eleições.
Adalberto me perguntou ainda: Se reformada a decisão favorável a Tista haveria novas eleições? Respondo o que respondi a ele. Na interpretação da Constituição Federal e da Lei Eleitoral não, porém, como o TSE é a Corte Superior Eleitoral, dependeria do que ele determinar. Aliás, jurisprudência tem para todos os gostos. É como prateleira de bar, você escolhe o que tomar, depende da conveniência. Se é para farra cabe cerveja ou cachaça. No jantar, a vez é do vinho e em visita de cortesia, geralmente o que se oferece é uísque.
Interposto o recurso contra a decisão do Ministro e ele não vindo a ser julgado até a data da diplomação, Tista será diplomado como Prefeito eleito de Jeremoabo. Depois disso, ele será empossado porque os Tribunais Superiores no Brasil suspendem suas atividades a partir de 20.12 até o final de janeiro.
Se julgado depois da posse e o recurso contra Tista tiver provimento, ele será destituído do cargo. Se ele ganhar continuará no exercício do cargo de Prefeito.
Jeremoabo, 05 de dezembro de 2008.
Fernando Montalvão.
Advogado.
Ontem quem corria atrás do prejuízo era o candidato a Prefeito Tista de Deda, hoje quem tem que correr é o DERI, essa é a realidade dos fatos.
Estamos aqui para passar a notícia como realmente ela é, agora cada um diz o que quer e entende, só que acredita quem achar que deverá acreditar, pois moral e escrúpulos não é para todo mundo.
A situação hoje em Jeremoabo, que queiram ou não, é a seguinte:
HOJE TISTA É O PREFEITO.
No início da tarde de hoje (05.12) fui entrevistado por telefone pelo apresentador da FM Jeremoabo, Adalberto Moreno, sobre o resultado do julgamento do recurso de Tista pelo TSE na data de ontem, 04.12, por decisão monocrática do Min. Eros Grau, publicado na mesma data.
Antes de adentrar no tema, cabe-me expressar meus cumprimentos aos dirigentes da Jeremoabo FM e aos que fazem seus programas por se constituir em forte avanço no setor das comunicações para Jeremoabo. São iniciativas como essa que fazem que todos acreditem em Jeremoabo como instrumento do desenvolvimento econômico-social. É preciso acreditar sempre.
Tista concorreu às eleições como candidato com registro de candidato indeferido e por isso os votos a ele atribuídos foram computados como nulos pela Justiça Eleitoral. Como o recurso especial por ele impetrado teve provimento mediante decisão monocrática do Min. Eros Grau, hoje ele é o Prefeito eleito de Jeremoabo.
Adalberto me indagou se a decisão é definitiva ou poderá ainda ser modificada. Quanto à primeira parte da pergunta respondo negativamente. A decisão não é definitiva. Quanto à 2ª parte, respondo que sim. A decisão poderá ainda ser revista por novos recursos.
Dois são os recursos possíveis contra decisão do Min. Eros Grau, em curto prazo, embargos de declaração, que para parte da doutrina tem efeito suspensivo, e o agravo regimental, ambos com prazo de 03 dias. Publicado o julgamento em 04.12, o termo final para recorrer recairá na próxima segunda feira. Pela legislação eleitoral o recurso não tem efeito suspensivo, daí porque hoje Tista é o Prefeito eleito.
A eleição em Jeremoabo se assemelha a jogo de decisão no futebol. Tempo normal, prorrogação, e persistindo o empate, pênaltis, aliás, isso eu disse a Tista na manhã do domingo das eleições. É preciso prudência nas comemorações. Depois do último julgamento se ele sair vencedor, ele e seus partidários poderão comemorar a bessa. Se de modo contrário, se fará o mesmo com fogos, fanfarras, trios, batucadas e etc...
No Agravo regimental o próprio Ministro relator poderá modificar o julgamento anterior ou submetê-lo ao plenário do TSE. Não me pergunte o que poderá vir a acontecer porque eu responderei: Bumbum de criança, cabeça de juiz e urnas só depois do resultado. Foi o que aconteceu. Em Jeremoabo já discutia se haveria ou não novas eleições.
Adalberto me perguntou ainda: Se reformada a decisão favorável a Tista haveria novas eleições? Respondo o que respondi a ele. Na interpretação da Constituição Federal e da Lei Eleitoral não, porém, como o TSE é a Corte Superior Eleitoral, dependeria do que ele determinar. Aliás, jurisprudência tem para todos os gostos. É como prateleira de bar, você escolhe o que tomar, depende da conveniência. Se é para farra cabe cerveja ou cachaça. No jantar, a vez é do vinho e em visita de cortesia, geralmente o que se oferece é uísque.
Interposto o recurso contra a decisão do Ministro e ele não vindo a ser julgado até a data da diplomação, Tista será diplomado como Prefeito eleito de Jeremoabo. Depois disso, ele será empossado porque os Tribunais Superiores no Brasil suspendem suas atividades a partir de 20.12 até o final de janeiro.
Se julgado depois da posse e o recurso contra Tista tiver provimento, ele será destituído do cargo. Se ele ganhar continuará no exercício do cargo de Prefeito.
Jeremoabo, 05 de dezembro de 2008.
Fernando Montalvão.
Advogado.
Vida, paixão e ida de um jornal
Por: Sebastião Nery
SALVADOR - O Panteon (salão nobre) do velho, venerando e trisecular Seminário Central de Santa Tereza da Bahia, entre a Ladeira de Santa Tereza e a Rua do Sodré (hoje o Museu de Arte Sacra da Bahia), estava cheio de padres e bispos naquela tarde de dezembro de 1949.
Na frente, na mesa, o padre reitor, Monsenhor Monteiro, o diretor do Seminário Menor, monsenhor Veiga, dois bispos e um homem magro, narigudo, olhos fortes atrás dos óculos bem pretos: Carlos Lacerda, jornalista do Rio de Janeiro. Nós, seminaristas do Seminário Maior (Filosofia e Teologia), tínhamos sido chamados para também ouvi-lo.
Não sei se ele estava ali por conseqüência do Congresso Eucarístico Nacional, que acabava de realizar-se aqui em Salvador, em comemoração dos 400 anos de fundação da cidade. Mas ele era o dono da reunião.
Carlos Lacerda
Em um silêncio de claustro, começou a falar, com seu galopante vozeirão de barítono. Citou amigos e companheiros da "intelectualidade católica" do Rio: Padre Helder Câmara, Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde), Gustavo Corção, Octavio Faria, Gladistone Chaves de Melo, etc.
Seu recado era claro e direto: a imprensa brasileira era comandada por homens sem nenhum compromisso com os princípios cristãos e a Igreja Católica: Assis Chateaubriand, o superpoderoso, Paulo Bittencourt e Roberto Marinho no Rio, Julio de Mesquita Filho e outros em São Paulo. E mais, e pior: os norte-americanos estavam entrando no Brasil, a partir das crianças, da juventude, das famílias, com seu enxame de revistas em quadrinhos, traduzidas e distribuídas pelo Grupo Disney. E a ideologia deles nada tinha a ver com a Igreja Católica. Pelo contrário: eram agnósticos.
Tribuna da Imprensa
Carlos Lacerda queria e pedia o apoio da Igreja Católica para um jornal que iria lançar em breve, "muito em breve, logo, logo": a "Tribuna da Imprensa", que seria a voz anunciadora de um novo tempo na imprensa brasileira. Atrás dela, viriam revistas para pregarem "uma visão cristã e católica da vida" e "um caminho cristão e católico para o Brasil".
Foi aplaudido e calorosamente apoiado. Saiu dali com um pequeno exército de alguns bispos, padres e seminaristas encantados com seu projeto, suas propostas e inteiramente conquistados pelo fervor de sua oratória ardorosa, convincente, irresistível. Um soldado de Cristo.
Foi embora e cumpriu a promessa: antes que aquele mês de dezembro de 1949 se acabasse, estava circulando no Rio de Janeiro a "Tribuna da Imprensa", um jornal diferente, nascido para "o bom combate".
UDN
Em 1950, alguns exemplares circularam pelo Seminário, como jóia rara, já que nós seminaristas não tínhamos acesso à imprensa "do Sul". Mas a partir do ano seguinte, estudante, professor e jornalista em Minas, passei a ler a "Tribuna" todos os dias, já que chegava invariavelmente a Belo Horizonte, até pela força da UDN, da qual Lacerda era estandarte.
Lia diariamente aqueles seus artigos em letras gordas, do alto a baixo da página, como se tivessem sido escritos em cima de um cavalo a galope. E Duarte Filho, Stefan Baciu, Gladstone Chaves de Mello, tantos. De repente, passei a discordar completamente . Eu apoiava Juscelino para Presidente e a UDN de Lacerda era cada dia mais um terremoto golpista.
Helio Fernandes
Veio o golpe de 64, Lacerda no comando, todos nós na cadeia. Impossibilitado de manter-se ao mesmo tempo na direção do jornal e no governo da Guanabara, Lacerda já havia passado a direção do jornal para o filho Sergio. E logo Helio Fernandes assumia o jornal com todas as responsabilidades de uma voz sempre poderosa na política do Rio.
Helio pagou o preço desde o primeiro instante. A política econômica de Roberto Campos era um crime contra a Nação e Helio denunciava. Havia torturas nos quartéis e Helio denunciava. Começava a censura à imprensa e Helio denunciava. Em 1966, todos os institutos de pesquisa apontavam Helio como o deputado que seria o mais votado da Guanabara. A mesquinharia e covardia política de Castelo Branco e seu ministro da "Justiça" Juracy Magalhães cassaram Helio Fernandes na véspera da eleição. E logo veio o tropel das violências: confinado em Fernando de Noronha, Corumbá, Pirassununga, dezenas de vezes preso. E a censura permanente no jornal, o mais censurado da imprensa brasileira.
40 anos
Em agosto de 68, entrei no escritório da Editora Saga, no Edifício Avenida Central, no Rio, de José Aparecido, Fernando Gasparian e Helio Ramos, os três cassados pela ditadura. Também lá Enio Silveira e Helio Fernandes, que naquele dia havia escrito uma nota elogiando meu livro "Sepulcro Caiado, o verdadeiro Juracy". Agradeci e logo ele me perguntou por que não escrevia na "Tribuna". No dia seguinte, comecei minha coluna.
E já são 40 anos, com cinco anos de intervalo na "Ultima Hora". Como o jornal não se dobrava, não negociava, apelaram para a violência. Uma bomba brutal explodiu o jornal inteiro, oficinas, redação, tudo. Veio a anistia, todos os atingidos recebendo reparações e indenizações. Juízes e Tribunais mandaram indenizar a violência à "Tribuna". O governo Lula (logo ele!) recorreu e um ministro do Supremo há 3 anos segura o processo.
Um crime contra a imprensa brasileira. O jornal, exangue, suspendeu a circulação. Mas os governos passam e a "Tribuna" voltará, reviverá.
Sebastião Nery
Fonte: Tribuna da Imprensa
SALVADOR - O Panteon (salão nobre) do velho, venerando e trisecular Seminário Central de Santa Tereza da Bahia, entre a Ladeira de Santa Tereza e a Rua do Sodré (hoje o Museu de Arte Sacra da Bahia), estava cheio de padres e bispos naquela tarde de dezembro de 1949.
Na frente, na mesa, o padre reitor, Monsenhor Monteiro, o diretor do Seminário Menor, monsenhor Veiga, dois bispos e um homem magro, narigudo, olhos fortes atrás dos óculos bem pretos: Carlos Lacerda, jornalista do Rio de Janeiro. Nós, seminaristas do Seminário Maior (Filosofia e Teologia), tínhamos sido chamados para também ouvi-lo.
Não sei se ele estava ali por conseqüência do Congresso Eucarístico Nacional, que acabava de realizar-se aqui em Salvador, em comemoração dos 400 anos de fundação da cidade. Mas ele era o dono da reunião.
Carlos Lacerda
Em um silêncio de claustro, começou a falar, com seu galopante vozeirão de barítono. Citou amigos e companheiros da "intelectualidade católica" do Rio: Padre Helder Câmara, Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde), Gustavo Corção, Octavio Faria, Gladistone Chaves de Melo, etc.
Seu recado era claro e direto: a imprensa brasileira era comandada por homens sem nenhum compromisso com os princípios cristãos e a Igreja Católica: Assis Chateaubriand, o superpoderoso, Paulo Bittencourt e Roberto Marinho no Rio, Julio de Mesquita Filho e outros em São Paulo. E mais, e pior: os norte-americanos estavam entrando no Brasil, a partir das crianças, da juventude, das famílias, com seu enxame de revistas em quadrinhos, traduzidas e distribuídas pelo Grupo Disney. E a ideologia deles nada tinha a ver com a Igreja Católica. Pelo contrário: eram agnósticos.
Tribuna da Imprensa
Carlos Lacerda queria e pedia o apoio da Igreja Católica para um jornal que iria lançar em breve, "muito em breve, logo, logo": a "Tribuna da Imprensa", que seria a voz anunciadora de um novo tempo na imprensa brasileira. Atrás dela, viriam revistas para pregarem "uma visão cristã e católica da vida" e "um caminho cristão e católico para o Brasil".
Foi aplaudido e calorosamente apoiado. Saiu dali com um pequeno exército de alguns bispos, padres e seminaristas encantados com seu projeto, suas propostas e inteiramente conquistados pelo fervor de sua oratória ardorosa, convincente, irresistível. Um soldado de Cristo.
Foi embora e cumpriu a promessa: antes que aquele mês de dezembro de 1949 se acabasse, estava circulando no Rio de Janeiro a "Tribuna da Imprensa", um jornal diferente, nascido para "o bom combate".
UDN
Em 1950, alguns exemplares circularam pelo Seminário, como jóia rara, já que nós seminaristas não tínhamos acesso à imprensa "do Sul". Mas a partir do ano seguinte, estudante, professor e jornalista em Minas, passei a ler a "Tribuna" todos os dias, já que chegava invariavelmente a Belo Horizonte, até pela força da UDN, da qual Lacerda era estandarte.
Lia diariamente aqueles seus artigos em letras gordas, do alto a baixo da página, como se tivessem sido escritos em cima de um cavalo a galope. E Duarte Filho, Stefan Baciu, Gladstone Chaves de Mello, tantos. De repente, passei a discordar completamente . Eu apoiava Juscelino para Presidente e a UDN de Lacerda era cada dia mais um terremoto golpista.
Helio Fernandes
Veio o golpe de 64, Lacerda no comando, todos nós na cadeia. Impossibilitado de manter-se ao mesmo tempo na direção do jornal e no governo da Guanabara, Lacerda já havia passado a direção do jornal para o filho Sergio. E logo Helio Fernandes assumia o jornal com todas as responsabilidades de uma voz sempre poderosa na política do Rio.
Helio pagou o preço desde o primeiro instante. A política econômica de Roberto Campos era um crime contra a Nação e Helio denunciava. Havia torturas nos quartéis e Helio denunciava. Começava a censura à imprensa e Helio denunciava. Em 1966, todos os institutos de pesquisa apontavam Helio como o deputado que seria o mais votado da Guanabara. A mesquinharia e covardia política de Castelo Branco e seu ministro da "Justiça" Juracy Magalhães cassaram Helio Fernandes na véspera da eleição. E logo veio o tropel das violências: confinado em Fernando de Noronha, Corumbá, Pirassununga, dezenas de vezes preso. E a censura permanente no jornal, o mais censurado da imprensa brasileira.
40 anos
Em agosto de 68, entrei no escritório da Editora Saga, no Edifício Avenida Central, no Rio, de José Aparecido, Fernando Gasparian e Helio Ramos, os três cassados pela ditadura. Também lá Enio Silveira e Helio Fernandes, que naquele dia havia escrito uma nota elogiando meu livro "Sepulcro Caiado, o verdadeiro Juracy". Agradeci e logo ele me perguntou por que não escrevia na "Tribuna". No dia seguinte, comecei minha coluna.
E já são 40 anos, com cinco anos de intervalo na "Ultima Hora". Como o jornal não se dobrava, não negociava, apelaram para a violência. Uma bomba brutal explodiu o jornal inteiro, oficinas, redação, tudo. Veio a anistia, todos os atingidos recebendo reparações e indenizações. Juízes e Tribunais mandaram indenizar a violência à "Tribuna". O governo Lula (logo ele!) recorreu e um ministro do Supremo há 3 anos segura o processo.
Um crime contra a imprensa brasileira. O jornal, exangue, suspendeu a circulação. Mas os governos passam e a "Tribuna" voltará, reviverá.
Sebastião Nery
Fonte: Tribuna da Imprensa
Até quando?
Por: Carlos Chagas
BRASÍLIA - Os números agora são oficiais: grandes empresas, em especial mineradoras, montadoras e siderúrgicas, colocaram 140 mil operários em férias coletivas. Perto de dez mil trabalhadores já foram demitidos, esperando-se para janeiro o início do processo de demissões em massa. Pelas regras do sistema vigente, trata-se de uma das primeiras iniciativas a adotar, quando há crises econômicas. Se o consumo cai, a produção também, e, como conseqüência, dispensa-se parte dos que produzem.
O problema é que quem demite, salvo raras exceções, continua muito bem, obrigado. Empresários e dirigentes empresariais não deixarão de freqüentar restaurantes de luxo, morando em mansões ou apartamentos espetaculares, viajando para o exterior e mantendo os filhos nos melhores colégios. Sem falar nos régios salários, vencimentos e participações, mesmo quando o lucro diminui.
No reverso da medalha, o trabalhador demitido vai passar fome. Sairá em busca de um novo emprego inexistente, verá a família enfrentando necessidades e não acreditará no vergonhoso salário-desemprego, aliás, entre nós, limitado a cinco meses.
Convenhamos, mais do que a falta de sintonia, é flagrante o esbulho, em termos humanitários. E não adianta confiar nas ações do poder público, pois os governos, de novo com raras exceções, só se tornaram governos por concordar e agir de acordo com as concepções daqueles que demitem. Sem esquecer que em vez de atender as necessidades dos desempregados, preferem liberar bilhões para as empresas, a título de manutenção do crédito e do consumo.
Dá para seguir nessa abominável teoria? Tem dado, apesar de certas explosões registradas ao longo dos séculos. Uns sobrevivem, outros festejam, todos se acomodam. Até quando?
A festa do Bigode
Decidiu a bancada do PMDB no Senado que terá candidato próprio à presidência da casa. José Sarney repetiu não aceitar a candidatura.
Fica difícil imaginar que essas duas paralelas, contrariando a Física, não venham a encontrar-se bem antes do infinito. Mesmo que não quisesse, mas quer, Sarney não teria como saltar de banda. Porque só ele une o PMDB e dispõe de condições para compor Legislativo e Executivo. Mesmo fazendo cara feia, o presidente Lula aceitará a investidura do ex-presidente da República no lugar de Garibaldi Alves. O PT pode estrilar, mas a começar pelas oposições, trata-se de um nome de consenso, já que Tião Viana, do PT, divide mais do que une.
Até o final do ano continuará esse jogo de cabra-cega, mas em janeiro tudo se arrumará, sob a aquiescência do senador José Sarney. Ou não?
Sem limites
Em certos momentos da vida nacional, a imprensa parece não ter limites. Na ânsia de agradar aos poderosos do dia, a grande parte dos jornais chega a distorcer os fatos. O general Garrastazu Médici, por exemplo, era ditador. Jamais se censurou tanto a mídia como naqueles tempos. Pois como gostava de futebol e havia acertado o placar da final entre Brasil e México, era saudado como “o presidente, gente como a gente”.
Por que essa referência? Porque o presidente Lula é popularíssimo, caiu no gosto de todo mundo, de banqueiros a sindicalistas e a beneficiados com o Bolsa-Família, mas na terça-feira, em Brasília, chegou uma hora e meia atrasado na solenidade de abertura de um congresso internacional de engenheiros. Ao entrar no salão, recebeu sonora vaia, aliás, muito justa, já que atrasou todos os trabalhos.
Alguém leu, ouviu ou assistiu qualquer referência ao episódio?
E o vice, quem será?
O líder do governo no Senado, Romero Jucá, vem costurando faz muito o apoio do PMDB à candidatura de Dilma Rousseff, do PT, à Presidência da República. Esta semana, em reunião da bancada de seu partido, anunciou haver recebido do presidente Lula a promessa de que o candidato à vice-presidência deve ser indicado pelo PMDB. Se essas previsões se realizarem, quer dizer, se a chefe da Casa Civil emplacar, se não houver terceiro mandato e se o PMDB não lançar candidato próprio, a pergunta surge de imediato: quem será o candidato à vice?
Muita gente aposta no governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, fiel servidor do presidente Lula. Há, no entanto, quem aposte no governador do Paraná, Roberto Requião, o que daria uma certa independência à decisão do partido. Convém aguardar.
Fonte; Tribuna da Imprensa
BRASÍLIA - Os números agora são oficiais: grandes empresas, em especial mineradoras, montadoras e siderúrgicas, colocaram 140 mil operários em férias coletivas. Perto de dez mil trabalhadores já foram demitidos, esperando-se para janeiro o início do processo de demissões em massa. Pelas regras do sistema vigente, trata-se de uma das primeiras iniciativas a adotar, quando há crises econômicas. Se o consumo cai, a produção também, e, como conseqüência, dispensa-se parte dos que produzem.
O problema é que quem demite, salvo raras exceções, continua muito bem, obrigado. Empresários e dirigentes empresariais não deixarão de freqüentar restaurantes de luxo, morando em mansões ou apartamentos espetaculares, viajando para o exterior e mantendo os filhos nos melhores colégios. Sem falar nos régios salários, vencimentos e participações, mesmo quando o lucro diminui.
No reverso da medalha, o trabalhador demitido vai passar fome. Sairá em busca de um novo emprego inexistente, verá a família enfrentando necessidades e não acreditará no vergonhoso salário-desemprego, aliás, entre nós, limitado a cinco meses.
Convenhamos, mais do que a falta de sintonia, é flagrante o esbulho, em termos humanitários. E não adianta confiar nas ações do poder público, pois os governos, de novo com raras exceções, só se tornaram governos por concordar e agir de acordo com as concepções daqueles que demitem. Sem esquecer que em vez de atender as necessidades dos desempregados, preferem liberar bilhões para as empresas, a título de manutenção do crédito e do consumo.
Dá para seguir nessa abominável teoria? Tem dado, apesar de certas explosões registradas ao longo dos séculos. Uns sobrevivem, outros festejam, todos se acomodam. Até quando?
A festa do Bigode
Decidiu a bancada do PMDB no Senado que terá candidato próprio à presidência da casa. José Sarney repetiu não aceitar a candidatura.
Fica difícil imaginar que essas duas paralelas, contrariando a Física, não venham a encontrar-se bem antes do infinito. Mesmo que não quisesse, mas quer, Sarney não teria como saltar de banda. Porque só ele une o PMDB e dispõe de condições para compor Legislativo e Executivo. Mesmo fazendo cara feia, o presidente Lula aceitará a investidura do ex-presidente da República no lugar de Garibaldi Alves. O PT pode estrilar, mas a começar pelas oposições, trata-se de um nome de consenso, já que Tião Viana, do PT, divide mais do que une.
Até o final do ano continuará esse jogo de cabra-cega, mas em janeiro tudo se arrumará, sob a aquiescência do senador José Sarney. Ou não?
Sem limites
Em certos momentos da vida nacional, a imprensa parece não ter limites. Na ânsia de agradar aos poderosos do dia, a grande parte dos jornais chega a distorcer os fatos. O general Garrastazu Médici, por exemplo, era ditador. Jamais se censurou tanto a mídia como naqueles tempos. Pois como gostava de futebol e havia acertado o placar da final entre Brasil e México, era saudado como “o presidente, gente como a gente”.
Por que essa referência? Porque o presidente Lula é popularíssimo, caiu no gosto de todo mundo, de banqueiros a sindicalistas e a beneficiados com o Bolsa-Família, mas na terça-feira, em Brasília, chegou uma hora e meia atrasado na solenidade de abertura de um congresso internacional de engenheiros. Ao entrar no salão, recebeu sonora vaia, aliás, muito justa, já que atrasou todos os trabalhos.
Alguém leu, ouviu ou assistiu qualquer referência ao episódio?
E o vice, quem será?
O líder do governo no Senado, Romero Jucá, vem costurando faz muito o apoio do PMDB à candidatura de Dilma Rousseff, do PT, à Presidência da República. Esta semana, em reunião da bancada de seu partido, anunciou haver recebido do presidente Lula a promessa de que o candidato à vice-presidência deve ser indicado pelo PMDB. Se essas previsões se realizarem, quer dizer, se a chefe da Casa Civil emplacar, se não houver terceiro mandato e se o PMDB não lançar candidato próprio, a pergunta surge de imediato: quem será o candidato à vice?
Muita gente aposta no governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, fiel servidor do presidente Lula. Há, no entanto, quem aposte no governador do Paraná, Roberto Requião, o que daria uma certa independência à decisão do partido. Convém aguardar.
Fonte; Tribuna da Imprensa
Caro Helio
É com inconformismo, lamento e uma sensação de nostalgia que acompanho o fechamento da Tribuna da Imprensa.
Minha lembrança da Tribuna vem dos tempos em que acompanhei na Rua do Lavradio a Carlos Lacerda e Odylo Costa filho, Aluízio Alves e Carlos Castelo Branco, quando assistia a preparação da página de opinião e sentei mesmo à máquina como colaborador anônimo ou no fechamento do artigo de fundo e nos editoriais.
Depois você assumiu a tarefa de um jornal independente, de opinião e de convicções, aguerrido na defesa do Brasil e de seus caminhos. Nunca deixei de considerar importante ouvir a sua palavra, tantas vezes, nunca diminuiu a admiração pela sua bravura, tenacidade em defesa do Brasil.
Espero que a Tribuna da Imprensa ressurja e você continue a dar a sua contribuição fundamental para a imprensa brasileira, como um dos jornalistas mais combativos e brilhantes em nossa imprensa.
Um abraço e a solidariedade do
José Sarney
Tribuna
Jornalista Hélio Fernandes
Surpreso e entristecido, tomei conhecimento ontem de que a Tribuna não mais circulará em Brasília e, hoje (03/12), estupefato, fiquei sabendo que a Tribuna está suspensa. Acompanhei o lançamento do jornal em 1949 e sou seu leitor assíduo até hoje. Lembro-me de uma frase que V. S. pronunciou numa conferência sobre a liberdade de imprensa no CACO, em janeiro de 1964: a liberdade de imprensa acabou, quando Gutenberg inventou a máquina de imprimir.
Mesmo assim, a Tribuna sempre foi o mais independente possível, corajosa, honesta e democrática. No execrável período entreguista de FH foi o único jornal de oposição verdadeira. Espero que logo retorne, contando com a boa vontade do ministro relator do STF. Cordiais saudações
Roberto Azambuja - Brasília (DF)
Mineiro
Querido Helio Fernandes,
Apesar da frase genial de seu mano, Millôr Fernandes, em que diz: "Mineiro só é solidário no câncer", venho com fé solidarizar-me neste momento tão triste para os meios de comunicação e torcer que os nossos juízes usem o bom senso e façam justiça a nossa Tribuna da Imprensa, que teve o privilégio de ter sido fundada pelo maior líder de nosso País : "Carlos Lacerda".
Aceite o meu abraço,
Evaldo Augusto Torres Alves - São Paulo
Solidariedade
Tribuna
Helio Fernandes,
Pior do que a ditadura militar é a ditadura imposta pelo Partido dos Trabalhadores. Esse ministro não deve ter noção nenhuma do que representa a TRIBUNA para o Brasil. Não sou esquerdista, nem sou Brizolista, mas sempre gostei de ler a TRIBUNA. Mas acho que se o presidente da República fosse o senhor JOSÉ SERRA, decerto o jornal ainda estaria circulando normalmente nas bancas, e não seria atingido por uma truculenta ação de petistas. APRENDA UMA COISA:
Jornal de Petista é o tal do "O DIA "(QUE , A PROPÓSITO, DIGA-SE DE PASSAGEM, é HORROROSO...
João Neto - Juiz de Fora (MG)
Pelego
Quero através deste, externar o meu mais profundo respeito e admiração pela TRIBUNA DA IMPRENSA. A linha editorial deste jornal é isenta e imparcial, trabalhando sempre com a verdade dos fatos, sem manipulá-los.
Externo também a minha INDIGNAÇÃO e REVOLTA pela forma que o poder (in)judiciário, que está no andar acima da PRIMEIRA INSTÂNCIA, tratou e trata a situação jurídica do jornal TRIBUNA DA IMPRENSA e o Jornalista HELIO FERNANDES com total DESPREZO, INDIFERENÇA e POUCO CASO.
Foi através deste diário que, com suas matérias e seus colunistas, aprendi a compreender fatos e situações que fazem parte da história deste PAÍS e do mundo, e a compreender, também, fatos e situações atuais do cotidiano brasileiro como um todo e do mundo.
Diz um provérbio chinês: "Jamais se desespere frente a sombrias aflições de sua vida, pois de densas nuvens negras cai água límpida e fecunda."
Como afirma o jornalista HELIO FERNANDES, o resto da imprensa é amestrada e adestrada, se utiliza de verbas públicas de publicidade para poder sobreviver.
NÃO DESISTA NUNCA HELIO FERNANDES, POIS O SR. É BRASILEIRO.
José Lauro de Oliveira Pereira - São Gonçalo (RJ)
Apoio
Minha integral solidariedade ao jornalista Helio Fernandes e a toda a equipe do "Tribuna da Imprensa", meu querido jornal diário na internet. Espero que essa pausa seja temporária.
Paulo Couto Teixeira - Brasília (DF)
Solidariedade
É uma pena que a Tribuna não faça parte da "cosa nostra" da comunicação brasileira. Como vc. com esse sobrenome Fernandes, vai querer compartilhar das famiglias Frias, Mesquita, Marinho, Civita, Saad, que manipulam as informações dependendo das "verbas publicitárias e ou de " outros" interesses bancários?
Ora jornalista, seu jornal está muito acima destes jornalões e telejornalões. Suas verdades nuas e cruas serão sempre lidas onde quer que as publique. Parabéns pela coragem. Se vc. tivesse um Dantas no seu nome, talvez seu processo fosse caminhar mais rapidamente no STF.
Um abraço
Cid Costa - São Paulo (SP)
Parabéns ao Argemiro Ferreira, pelo seu artigo publicado em 03-12-08. Repito: os que condenaram(com escarcéu/barulho)o fechamento de um canal de TV na Venezuela, não defenderam com a mesma ênfase o que está acontecendo com esta Tribuna. Mudam apenas a forma, o método, as pessoas, as palavras....Têm medo da concorrência? Como defendem a livre iniciativa? Acham que serão ETERNAMENTE inatingíveis?
Apostam na memória curta do povo? Acham que o povo já esqueceu o que foi publicado numa revista semanal: "o jornal tal....é feito para INTELIGÊNCIA MEDIANA...." É preciso enxergar além.....MUITO ALÉM DO HORIZONTE. Os jornalões não aprenderam e nunca aprenderão. E pior: ainda "pensam" que podem nos ensinar o que eles nunca entenderam e jamais entenderão
A Tribuna deve fazer uma campanha, de assinaturas, inclusive divulgar nº de conta, agência, banco....RESISTIR É PRECISO E PRECIOSO! Parabéns à Tribuna e seu corpo Funcional e Jornalístico!
Luiz Santos - Recife (PE)
Bomba
Caro Helio.
A notícia da interrupção da circulação da nossa Tribuna nos caiu como uma bomba atômica. Só podemos torcer para que as adversidades sejam superadas e a nossa divisão de infantaria nacionalista retorne às trincheiras o mais prontamente possível.
Geraldo Luís Lino - Rio de Janeiro (RJ)
Não esmoreçam
"Grande abraço, não esmoreçam, a luta continua!"
Léa Vaz Pizzi, diretora da Associação dos Artistas Líricos
Democracia
Eu nunca acreditei que a democracia fosse o prato desses aí que estão no poder. Independente de militares ou civis, todos querem o poder. Cadê aqueles que defendem a imprensa? Os direitos humanos? Só quando é contra o Estado? A TI é a maior linha de inteligência da nossa imprensa e fico triste por só conseguir ler pela internet, abaixo todos os falsos profetas.
Pedro Rodrigues da Silva - Alegre (ES)
Apoio
Todo apoio as lutas da Tribuna da Imprensa: Brasil outros 500
Luiz Cesar da Costa - Porto Alegre (RS)
Solidariedade
Prezado Jornalista Helio Fernandes, conte comigo, ainda que parcos os meus recursos abra uma conta e peça a ajuda de BRASILEIROS NACIONALISTAS, na sua luta em prestar uma JORNALISMO sem aspas e fundamentado na VERDADE. Sempre li a Tribuna desde 1980, quando eu ajudava meu irmão a vender JORNAL na estação das BARCAS na Praça XVI. Sempre fui leitor deste informativo HERÓICO E NACIONALISTA, meu abraço a você, grande Helio e a toda sua equipe. Vai ser feiota justiça, Helio, Deus está contigo. Do amigo aqui em Salvador.
Carlos de Jesus - Salvador (BA)
Parabéns
Primeiro, parabéns pela excelente matéria publicada no dia 30/11/08 por este m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o Jornal Tribuna, e pela sua competência em divulgar a verdade doa a quem doer e isso deveria servir de exemplo para o Judiciário que o persegue, assim como para todos aqueles que se vendem por contos de réis. Obrigado por publicar a matéria verdadeira neste dia, nos orgulhamos disso.
E parabéns por não se curvar diante desse Judiciário impróprio que estraga, destrói e maldiz o povo, os pobres que não têm vez. É muito lamentável termos que ficar lendo matérias como as que escreveu em "ter que fechar o Jornal por pouco tempo", aliás isso foi fantástico. O poder Judiciário acabou neste País, não existe mais orgulho da Justiça que é c-e-g-a para os poderosos, s-u-r-d-a para os mais necessitados (vide a violência em todo o Rio) e m-u-d-a quando deve e não nos paga. Estamos estarrecidos com tudo isso e pedimos a DEUS que o ajude a manter esse perfil de verdadeiro único representante legal na imprensa brasileira. (...).
Jorge Almeida Arruda - Rio de Janeiro (RJ)
Processo
Conforme a lei, o processo do sr. Helio Fernandes tem prioridade na tramitação, devido aos seus 80 anos de idade. Mas, como o min. Joaquim Barbosa foi indicado pelo pres. Lula para o STF, talvez ele esteja "fazendo média" com seu padrinho, progorrando essa despesa à União.
Geraldo Cordeiro de Carvalho - Paulo Afonso (BA)
Aposentados
Gostaria de saber o que os senadores pretendem com essas vigílias? Nenhum órgão de imprensa noticia. O povo não toma conhecimento, não sabe de nada e não participa. O curioso é que o senador Paulo Paim - que se diz defensor dos aposentados - votou a favor da taxação dos velhinhos aposentados, pensionistas, viúvas, inativos em 11%.
Vamos começar um movimento para derrubar os 11%. A própria senadora Heloisa Helena, denunciou que a aprovação dos 11% foi comprada com o dinheiro do mensalão. Será que Paim vai convocar os seus pares para uma vigília em favor da anulação da votação que instituiu A TAXAÇÃO DOS INATIVOS?
Antonio Carlos Ferro Costa - Brasília (DF)
Fonte: Tribuna da Imprensa
Minha lembrança da Tribuna vem dos tempos em que acompanhei na Rua do Lavradio a Carlos Lacerda e Odylo Costa filho, Aluízio Alves e Carlos Castelo Branco, quando assistia a preparação da página de opinião e sentei mesmo à máquina como colaborador anônimo ou no fechamento do artigo de fundo e nos editoriais.
Depois você assumiu a tarefa de um jornal independente, de opinião e de convicções, aguerrido na defesa do Brasil e de seus caminhos. Nunca deixei de considerar importante ouvir a sua palavra, tantas vezes, nunca diminuiu a admiração pela sua bravura, tenacidade em defesa do Brasil.
Espero que a Tribuna da Imprensa ressurja e você continue a dar a sua contribuição fundamental para a imprensa brasileira, como um dos jornalistas mais combativos e brilhantes em nossa imprensa.
Um abraço e a solidariedade do
José Sarney
Tribuna
Jornalista Hélio Fernandes
Surpreso e entristecido, tomei conhecimento ontem de que a Tribuna não mais circulará em Brasília e, hoje (03/12), estupefato, fiquei sabendo que a Tribuna está suspensa. Acompanhei o lançamento do jornal em 1949 e sou seu leitor assíduo até hoje. Lembro-me de uma frase que V. S. pronunciou numa conferência sobre a liberdade de imprensa no CACO, em janeiro de 1964: a liberdade de imprensa acabou, quando Gutenberg inventou a máquina de imprimir.
Mesmo assim, a Tribuna sempre foi o mais independente possível, corajosa, honesta e democrática. No execrável período entreguista de FH foi o único jornal de oposição verdadeira. Espero que logo retorne, contando com a boa vontade do ministro relator do STF. Cordiais saudações
Roberto Azambuja - Brasília (DF)
Mineiro
Querido Helio Fernandes,
Apesar da frase genial de seu mano, Millôr Fernandes, em que diz: "Mineiro só é solidário no câncer", venho com fé solidarizar-me neste momento tão triste para os meios de comunicação e torcer que os nossos juízes usem o bom senso e façam justiça a nossa Tribuna da Imprensa, que teve o privilégio de ter sido fundada pelo maior líder de nosso País : "Carlos Lacerda".
Aceite o meu abraço,
Evaldo Augusto Torres Alves - São Paulo
Solidariedade
Tribuna
Helio Fernandes,
Pior do que a ditadura militar é a ditadura imposta pelo Partido dos Trabalhadores. Esse ministro não deve ter noção nenhuma do que representa a TRIBUNA para o Brasil. Não sou esquerdista, nem sou Brizolista, mas sempre gostei de ler a TRIBUNA. Mas acho que se o presidente da República fosse o senhor JOSÉ SERRA, decerto o jornal ainda estaria circulando normalmente nas bancas, e não seria atingido por uma truculenta ação de petistas. APRENDA UMA COISA:
Jornal de Petista é o tal do "O DIA "(QUE , A PROPÓSITO, DIGA-SE DE PASSAGEM, é HORROROSO...
João Neto - Juiz de Fora (MG)
Pelego
Quero através deste, externar o meu mais profundo respeito e admiração pela TRIBUNA DA IMPRENSA. A linha editorial deste jornal é isenta e imparcial, trabalhando sempre com a verdade dos fatos, sem manipulá-los.
Externo também a minha INDIGNAÇÃO e REVOLTA pela forma que o poder (in)judiciário, que está no andar acima da PRIMEIRA INSTÂNCIA, tratou e trata a situação jurídica do jornal TRIBUNA DA IMPRENSA e o Jornalista HELIO FERNANDES com total DESPREZO, INDIFERENÇA e POUCO CASO.
Foi através deste diário que, com suas matérias e seus colunistas, aprendi a compreender fatos e situações que fazem parte da história deste PAÍS e do mundo, e a compreender, também, fatos e situações atuais do cotidiano brasileiro como um todo e do mundo.
Diz um provérbio chinês: "Jamais se desespere frente a sombrias aflições de sua vida, pois de densas nuvens negras cai água límpida e fecunda."
Como afirma o jornalista HELIO FERNANDES, o resto da imprensa é amestrada e adestrada, se utiliza de verbas públicas de publicidade para poder sobreviver.
NÃO DESISTA NUNCA HELIO FERNANDES, POIS O SR. É BRASILEIRO.
José Lauro de Oliveira Pereira - São Gonçalo (RJ)
Apoio
Minha integral solidariedade ao jornalista Helio Fernandes e a toda a equipe do "Tribuna da Imprensa", meu querido jornal diário na internet. Espero que essa pausa seja temporária.
Paulo Couto Teixeira - Brasília (DF)
Solidariedade
É uma pena que a Tribuna não faça parte da "cosa nostra" da comunicação brasileira. Como vc. com esse sobrenome Fernandes, vai querer compartilhar das famiglias Frias, Mesquita, Marinho, Civita, Saad, que manipulam as informações dependendo das "verbas publicitárias e ou de " outros" interesses bancários?
Ora jornalista, seu jornal está muito acima destes jornalões e telejornalões. Suas verdades nuas e cruas serão sempre lidas onde quer que as publique. Parabéns pela coragem. Se vc. tivesse um Dantas no seu nome, talvez seu processo fosse caminhar mais rapidamente no STF.
Um abraço
Cid Costa - São Paulo (SP)
Parabéns ao Argemiro Ferreira, pelo seu artigo publicado em 03-12-08. Repito: os que condenaram(com escarcéu/barulho)o fechamento de um canal de TV na Venezuela, não defenderam com a mesma ênfase o que está acontecendo com esta Tribuna. Mudam apenas a forma, o método, as pessoas, as palavras....Têm medo da concorrência? Como defendem a livre iniciativa? Acham que serão ETERNAMENTE inatingíveis?
Apostam na memória curta do povo? Acham que o povo já esqueceu o que foi publicado numa revista semanal: "o jornal tal....é feito para INTELIGÊNCIA MEDIANA...." É preciso enxergar além.....MUITO ALÉM DO HORIZONTE. Os jornalões não aprenderam e nunca aprenderão. E pior: ainda "pensam" que podem nos ensinar o que eles nunca entenderam e jamais entenderão
A Tribuna deve fazer uma campanha, de assinaturas, inclusive divulgar nº de conta, agência, banco....RESISTIR É PRECISO E PRECIOSO! Parabéns à Tribuna e seu corpo Funcional e Jornalístico!
Luiz Santos - Recife (PE)
Bomba
Caro Helio.
A notícia da interrupção da circulação da nossa Tribuna nos caiu como uma bomba atômica. Só podemos torcer para que as adversidades sejam superadas e a nossa divisão de infantaria nacionalista retorne às trincheiras o mais prontamente possível.
Geraldo Luís Lino - Rio de Janeiro (RJ)
Não esmoreçam
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Léa Vaz Pizzi, diretora da Associação dos Artistas Líricos
Democracia
Eu nunca acreditei que a democracia fosse o prato desses aí que estão no poder. Independente de militares ou civis, todos querem o poder. Cadê aqueles que defendem a imprensa? Os direitos humanos? Só quando é contra o Estado? A TI é a maior linha de inteligência da nossa imprensa e fico triste por só conseguir ler pela internet, abaixo todos os falsos profetas.
Pedro Rodrigues da Silva - Alegre (ES)
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Todo apoio as lutas da Tribuna da Imprensa: Brasil outros 500
Luiz Cesar da Costa - Porto Alegre (RS)
Solidariedade
Prezado Jornalista Helio Fernandes, conte comigo, ainda que parcos os meus recursos abra uma conta e peça a ajuda de BRASILEIROS NACIONALISTAS, na sua luta em prestar uma JORNALISMO sem aspas e fundamentado na VERDADE. Sempre li a Tribuna desde 1980, quando eu ajudava meu irmão a vender JORNAL na estação das BARCAS na Praça XVI. Sempre fui leitor deste informativo HERÓICO E NACIONALISTA, meu abraço a você, grande Helio e a toda sua equipe. Vai ser feiota justiça, Helio, Deus está contigo. Do amigo aqui em Salvador.
Carlos de Jesus - Salvador (BA)
Parabéns
Primeiro, parabéns pela excelente matéria publicada no dia 30/11/08 por este m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o Jornal Tribuna, e pela sua competência em divulgar a verdade doa a quem doer e isso deveria servir de exemplo para o Judiciário que o persegue, assim como para todos aqueles que se vendem por contos de réis. Obrigado por publicar a matéria verdadeira neste dia, nos orgulhamos disso.
E parabéns por não se curvar diante desse Judiciário impróprio que estraga, destrói e maldiz o povo, os pobres que não têm vez. É muito lamentável termos que ficar lendo matérias como as que escreveu em "ter que fechar o Jornal por pouco tempo", aliás isso foi fantástico. O poder Judiciário acabou neste País, não existe mais orgulho da Justiça que é c-e-g-a para os poderosos, s-u-r-d-a para os mais necessitados (vide a violência em todo o Rio) e m-u-d-a quando deve e não nos paga. Estamos estarrecidos com tudo isso e pedimos a DEUS que o ajude a manter esse perfil de verdadeiro único representante legal na imprensa brasileira. (...).
Jorge Almeida Arruda - Rio de Janeiro (RJ)
Processo
Conforme a lei, o processo do sr. Helio Fernandes tem prioridade na tramitação, devido aos seus 80 anos de idade. Mas, como o min. Joaquim Barbosa foi indicado pelo pres. Lula para o STF, talvez ele esteja "fazendo média" com seu padrinho, progorrando essa despesa à União.
Geraldo Cordeiro de Carvalho - Paulo Afonso (BA)
Aposentados
Gostaria de saber o que os senadores pretendem com essas vigílias? Nenhum órgão de imprensa noticia. O povo não toma conhecimento, não sabe de nada e não participa. O curioso é que o senador Paulo Paim - que se diz defensor dos aposentados - votou a favor da taxação dos velhinhos aposentados, pensionistas, viúvas, inativos em 11%.
Vamos começar um movimento para derrubar os 11%. A própria senadora Heloisa Helena, denunciou que a aprovação dos 11% foi comprada com o dinheiro do mensalão. Será que Paim vai convocar os seus pares para uma vigília em favor da anulação da votação que instituiu A TAXAÇÃO DOS INATIVOS?
Antonio Carlos Ferro Costa - Brasília (DF)
Fonte: Tribuna da Imprensa
"CartaCapital" destaca coerência da TRIBUNA
SÃO PAULO - A Revista "CartaCapital" destaca, em sua edição que chegou às bancas ontem, que a TRIBUNA DA IMPRENSA "mostra coerência e firmeza em sua linha editorial e uma notável capacidade de sobrevivência".
A publicação lembra que o Editorial do último dia 2 conta como o jornal "foi forçado a interromper a circulação, devido à demora do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, para julgar a indenização cobrada da União desde 1979, por perseguições na ditadura. O processo aguarda decisão em sua mesa desde abril de 2006".
Abaixo, a íntegra do que diz a "CartaCapital":
Por uma dessas ironias da história, a Tribuna da Imprensa, jornal fundado por Carlos Lacerda em 1949 e que serviu ao golpismo udenista do segundo governo de Getúlio Vargas ao início do governo João Goulart, deixou de circular por efeito retardado do golpe militar que seu fundador tanto desejou, embora tenha cortado laços com o Corvo bem antes do golpe de 1964.
O jornalista Hélio Fernandes, que o adquiriu em 1962, imprimiu-lhe outra orientação, criticou a ditadura e pagou o preço de dez anos de censura prévia, de junho de 1968 a junho de 1978 e de um atentado a bomba em março de 1981. Sofrendo o boicote dos anunciantes após a truculência da ditadura, o jornal mostrou coerência e firmeza em sua linha editorial e uma notável capacidade de sobrevivência.
Mas o editorial na primeira página da última edição, de 2 de dezembro de 2008, conta como foi forçado a interromper a circulação, devido à demora do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, para julgar a indenização cobrada da União pelo jornal desde 1979, por perseguições na ditadura. O processo aguarda decisão em sua mesa desde abril de 2006.
Os empregados, que não receberam os salários de outubro e novembro, terão de esperar, sem receber, por uma possível solução. O jornal ainda não morreu definitivamente. A versão on-line continua a ser atualizada e Fernandes, de 88 anos, aposta na indenização para voltar a circular. CartaCapital espera que, no papel ou na internet, a Tribuna da Imprensa continue a prestar seus valiosos serviços ao pluralismo e à democracia e que a justiça tão protelada finalmente seja feita.
Fonte: Tribuna da Imprensa
A publicação lembra que o Editorial do último dia 2 conta como o jornal "foi forçado a interromper a circulação, devido à demora do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, para julgar a indenização cobrada da União desde 1979, por perseguições na ditadura. O processo aguarda decisão em sua mesa desde abril de 2006".
Abaixo, a íntegra do que diz a "CartaCapital":
Por uma dessas ironias da história, a Tribuna da Imprensa, jornal fundado por Carlos Lacerda em 1949 e que serviu ao golpismo udenista do segundo governo de Getúlio Vargas ao início do governo João Goulart, deixou de circular por efeito retardado do golpe militar que seu fundador tanto desejou, embora tenha cortado laços com o Corvo bem antes do golpe de 1964.
O jornalista Hélio Fernandes, que o adquiriu em 1962, imprimiu-lhe outra orientação, criticou a ditadura e pagou o preço de dez anos de censura prévia, de junho de 1968 a junho de 1978 e de um atentado a bomba em março de 1981. Sofrendo o boicote dos anunciantes após a truculência da ditadura, o jornal mostrou coerência e firmeza em sua linha editorial e uma notável capacidade de sobrevivência.
Mas o editorial na primeira página da última edição, de 2 de dezembro de 2008, conta como foi forçado a interromper a circulação, devido à demora do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, para julgar a indenização cobrada da União pelo jornal desde 1979, por perseguições na ditadura. O processo aguarda decisão em sua mesa desde abril de 2006.
Os empregados, que não receberam os salários de outubro e novembro, terão de esperar, sem receber, por uma possível solução. O jornal ainda não morreu definitivamente. A versão on-line continua a ser atualizada e Fernandes, de 88 anos, aposta na indenização para voltar a circular. CartaCapital espera que, no papel ou na internet, a Tribuna da Imprensa continue a prestar seus valiosos serviços ao pluralismo e à democracia e que a justiça tão protelada finalmente seja feita.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Mangabeira atinge 98% de eletrificação
Somente na Bahia, segundo dados do IBGE (2001) existem cerca de 370.000 domicílios rurais sem energia elétrica, dispersos em 567 mil km² do território baiano, número este que vem sendo modificado aos poucos, embora tenha ocorrido um avanço considerável nos últimos anos, mas não o suficiente para suprir a demanda.
O investimento estimado para o atendimento a essa parcela da população é da ordem de R$ 1,9 bilhão, e caso não houvesse participação financeira da União, Estados e Municípios, a tarifa de energia na Bahia, teria que ser bem superior aos demais Estados da Federação, prejudicando assim o desenvolvimento econômico.
O município de Governador Mangabeira-BA, a 132 km da capital baiana é um dos poucos do Estado que fez a sua parte e cumpriu o dever de casa ao atingir a meta de 98% dos domicílios com acesso à rede de energia elétrica. Coordenador das obras de eletrificação no município, o vice-prefeito Marcelo Pedreira explica que “além de contribuir na instalação dos pontos de luz domiciliares, a prefeitura adquiriu mais de 800 braços de luz para levar a iluminação às vias públicas e estradas vicinais do município, o que representa um investimento de cerca de R$ 120,00 por cada ponto instalado e já custou aos cofres públicos municipais o valor estimado em R$ 96.000,00”.
Vale ressaltar que no município toda a tarifa de iluminação pública é paga pela prefeitura, o que geralmente não acontece em outras cidades em que o cidadão é cobrado mensalmente na fatura da Coelba mediante o valor fixado pela empresa.
Embora se fale tanto na era da tecnologia, da internet e da portabilidade, na realidade muitos são os cidadãos brasileiros que nem sequer tem acesso à luz elétrica em seu domicílio.
De acordo com o Censo 2000 do IBGE os dados indicavam que 2.165.058 domicílios do Brasil ainda não tinham acesso à energia elétrica na área rural.
A realidade é assustadora, principalmente quando se recorda que 129 anos já se passaram desde que a lâmpada foi descoberta pelo americano Thomas Edson e até hoje o recurso energético não é um benefício acessível para todos.
O inventor Thomas Edson procurava desenvolver um sistema de iluminação comercial viável e descobriu então um meio de passar uma corrente elétrica por um fio de carvão em arco, num recipiente de vidro sem ar.
A corrente elétrica aquecia o filamento até que ele ficasse incandescente. Não havendo ar, não poderia inflamar-se, mas apenas continuar brilhando. Com isso, Edson em 1879 havia inventado a primeira lâmpada, e com ela, a luz elétrica.
Após meses de espera chuvas chegam em toda a Bahia
Depois de um período de estiagem em boa parte da Bahia, que este ano teve início em agosto e prolongou-se até meados de novembro, as chuvas começaram a cair em todo o Estado, afastando a massa de ar quente que persistia em várias localidades. De acordo com os dados do Centro Estadual de Meteorologia, a Zona de Convergência do Atlântico Sul continua sendo o principal sistema meteorológico responsável pelas chuvas nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste brasileiro. Neste final de semana, a ZCAS deverá influenciar as condições do tempo em todas as regiões da Bahia, provocando chuvas, pelo menos, nos próximos quatro dias. As chuvas mais fortes estão previstas para áreas isoladas da região Sul. Já para as regiões Norte, Nordeste e Recôncavo a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas fracas. Para as regiões Oeste, São Francisco, Chapada Diamantina, Sudoeste e Sul a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas fracas e moderadas.
Nas regiões Oeste, São Francisco, Norte e Nordeste as temperaturas mínimas deverão variar entre 20º a 22°C e as máximas entre 30º e 32°C. Nas regiões do Recôncavo, Chapada Diamantina, Sudoeste e Sul, as temperaturas ficarão entre 18º e 22°C (mínimas) e 26º e 30°C (máximas). A ZCAS também é responsável em manter intensa a incidência de radiação solar em grande parte do Nordeste brasileiro. O Cemba alerta que na Bahia, os Índices de IUV 12 e 14 previstos para este fim de semana estão classificados dentro da categoria Extrema, segundo a OMS. O final de semana será de céu parcialmente nublado e pode ocorrer chuvas fracas a qualquer hora do dia em Salvador e entorno. Mas eventos de chuvas com intensidade moderada poderão ser registrados em áreas especificas da cidade. As temperaturas mínimas oscilam entre 20º e 22°C e máximas entre 26º e 30°C. Em todo o litoral baiano a maré alta deve variar entre 1,8 e 2,2 metros de altura e devem atingir seus máximos em torno das 4 e 17h. As alturas mínimas deverão ocorrer em torno de 10h e de 22h, com valores variando entre 0,3 e 0,5 metros.
A previsão de ondas indica que elas terão agitação fraca e com altura máxima chegando a 1,5 metro.
Fonte: Tribuna da Bahia
O investimento estimado para o atendimento a essa parcela da população é da ordem de R$ 1,9 bilhão, e caso não houvesse participação financeira da União, Estados e Municípios, a tarifa de energia na Bahia, teria que ser bem superior aos demais Estados da Federação, prejudicando assim o desenvolvimento econômico.
O município de Governador Mangabeira-BA, a 132 km da capital baiana é um dos poucos do Estado que fez a sua parte e cumpriu o dever de casa ao atingir a meta de 98% dos domicílios com acesso à rede de energia elétrica. Coordenador das obras de eletrificação no município, o vice-prefeito Marcelo Pedreira explica que “além de contribuir na instalação dos pontos de luz domiciliares, a prefeitura adquiriu mais de 800 braços de luz para levar a iluminação às vias públicas e estradas vicinais do município, o que representa um investimento de cerca de R$ 120,00 por cada ponto instalado e já custou aos cofres públicos municipais o valor estimado em R$ 96.000,00”.
Vale ressaltar que no município toda a tarifa de iluminação pública é paga pela prefeitura, o que geralmente não acontece em outras cidades em que o cidadão é cobrado mensalmente na fatura da Coelba mediante o valor fixado pela empresa.
Embora se fale tanto na era da tecnologia, da internet e da portabilidade, na realidade muitos são os cidadãos brasileiros que nem sequer tem acesso à luz elétrica em seu domicílio.
De acordo com o Censo 2000 do IBGE os dados indicavam que 2.165.058 domicílios do Brasil ainda não tinham acesso à energia elétrica na área rural.
A realidade é assustadora, principalmente quando se recorda que 129 anos já se passaram desde que a lâmpada foi descoberta pelo americano Thomas Edson e até hoje o recurso energético não é um benefício acessível para todos.
O inventor Thomas Edson procurava desenvolver um sistema de iluminação comercial viável e descobriu então um meio de passar uma corrente elétrica por um fio de carvão em arco, num recipiente de vidro sem ar.
A corrente elétrica aquecia o filamento até que ele ficasse incandescente. Não havendo ar, não poderia inflamar-se, mas apenas continuar brilhando. Com isso, Edson em 1879 havia inventado a primeira lâmpada, e com ela, a luz elétrica.
Após meses de espera chuvas chegam em toda a Bahia
Depois de um período de estiagem em boa parte da Bahia, que este ano teve início em agosto e prolongou-se até meados de novembro, as chuvas começaram a cair em todo o Estado, afastando a massa de ar quente que persistia em várias localidades. De acordo com os dados do Centro Estadual de Meteorologia, a Zona de Convergência do Atlântico Sul continua sendo o principal sistema meteorológico responsável pelas chuvas nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste brasileiro. Neste final de semana, a ZCAS deverá influenciar as condições do tempo em todas as regiões da Bahia, provocando chuvas, pelo menos, nos próximos quatro dias. As chuvas mais fortes estão previstas para áreas isoladas da região Sul. Já para as regiões Norte, Nordeste e Recôncavo a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas fracas. Para as regiões Oeste, São Francisco, Chapada Diamantina, Sudoeste e Sul a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado com chuvas fracas e moderadas.
Nas regiões Oeste, São Francisco, Norte e Nordeste as temperaturas mínimas deverão variar entre 20º a 22°C e as máximas entre 30º e 32°C. Nas regiões do Recôncavo, Chapada Diamantina, Sudoeste e Sul, as temperaturas ficarão entre 18º e 22°C (mínimas) e 26º e 30°C (máximas). A ZCAS também é responsável em manter intensa a incidência de radiação solar em grande parte do Nordeste brasileiro. O Cemba alerta que na Bahia, os Índices de IUV 12 e 14 previstos para este fim de semana estão classificados dentro da categoria Extrema, segundo a OMS. O final de semana será de céu parcialmente nublado e pode ocorrer chuvas fracas a qualquer hora do dia em Salvador e entorno. Mas eventos de chuvas com intensidade moderada poderão ser registrados em áreas especificas da cidade. As temperaturas mínimas oscilam entre 20º e 22°C e máximas entre 26º e 30°C. Em todo o litoral baiano a maré alta deve variar entre 1,8 e 2,2 metros de altura e devem atingir seus máximos em torno das 4 e 17h. As alturas mínimas deverão ocorrer em torno de 10h e de 22h, com valores variando entre 0,3 e 0,5 metros.
A previsão de ondas indica que elas terão agitação fraca e com altura máxima chegando a 1,5 metro.
Fonte: Tribuna da Bahia
Ilhéus recebe segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008
Redação CORREIO
A segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008 acontece neste sábado (6) e domingo (07) na Praia da Batuba, em Olivença, município de Ilhéus.
O Backdoor Contest, competição válida como segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008, tem prova conta com as categorias Open, Júnior, Mirim, Iniciante e Feminino.
Na etapa de abertura, disputada em julho na Praia do Jardim Atlântico, o canavieirense Aurélio Santana e o camaçariense Marco Fernandez venceram a Open e a Júnior, principais categorias em disputa no circuito. Também estão na liderança do ranking o itacareense Iago Silva, o capixaba Johnny Botelho e a ilheense Janine Santos, revelada em Olivença.
Fonte: Correio da Bahia
A segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008 acontece neste sábado (6) e domingo (07) na Praia da Batuba, em Olivença, município de Ilhéus.
O Backdoor Contest, competição válida como segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008, tem prova conta com as categorias Open, Júnior, Mirim, Iniciante e Feminino.
Na etapa de abertura, disputada em julho na Praia do Jardim Atlântico, o canavieirense Aurélio Santana e o camaçariense Marco Fernandez venceram a Open e a Júnior, principais categorias em disputa no circuito. Também estão na liderança do ranking o itacareense Iago Silva, o capixaba Johnny Botelho e a ilheense Janine Santos, revelada em Olivença.
Fonte: Correio da Bahia
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