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Por que os ricos não querem Lula presidente — e a contradição do pobre de direita
Não é difícil entender por que setores da elite econômica brasileira rejeitam o presidente Lula. Lula governa com prioridade clara: os pobres, aqueles que historicamente foram excluídos do acesso à saúde, à moradia, à educação e ao mínimo de dignidade. E isso, para os ricos que sempre se beneficiaram de um Estado mínimo para o povo e máximo para seus privilégios, é inaceitável.
O que chega a ser espantoso — e até trágico — é ver parte dos pobres abraçando esse discurso da elite, agindo contra os próprios interesses. O pobre de direita que ataca Lula, muitas vezes, está defendendo quem jamais o defendeu. É uma inversão de valores: o desempregado sem direitos, o trabalhador precarizado, o cidadão sem acesso a políticas públicas passa a repetir o discurso de quem sempre lucrou com sua exclusão.
Lula incomoda porque governa para quem precisa. Prova disso é o fortalecimento do SUS e os investimentos concretos em políticas públicas. São quase 5 mil novas ambulâncias para o SAMU, depois de anos de abandono e sucateamento do serviço. O SAMU salva vidas. O SUS salva vidas. Isso não é discurso, é fato.
Foi o SUS, tão atacado por setores da direita, que salvou vidas recentemente quando manifestantes foram atingidos por raios em Brasília. Na hora da emergência, não existe ideologia: existe um sistema público funcionando, profissionais capacitados e atendimento gratuito. E esse sistema só existe porque governos comprometidos com a vida o defendem.
O governo Lula defende a vida, defende o pobre, defende a dignidade humana. Por isso é atacado. Porque investir em saúde pública, educação, assistência social e socorro de emergência significa retirar o povo da miséria, dar autonomia e consciência — e isso sempre incomodou as elites.
Este artigo acompanha anexos que mostram, de forma concreta, o que Lula já fez e continua fazendo. Não é propaganda, é realidade. E a realidade dói para quem sempre quis o pobre calado, doente e dependente.
