sábado, janeiro 17, 2026

Federação de União e PP avança no TSE, mas enfrenta debandadas e disputas locais

 


Rixas são marcadas por disputas entre pré-candidatos

Lauriberto Pompeu
Camila Turtelli
O Globo

Idealizada pelas cúpulas partidárias para formar a maior força política do país, a federação entre União Brasil e PP caminha para ser formalizada em meio a um processo de desidratação. O movimento expõe as dificuldades de negociações desse porte e serve de alerta a legendas que avaliam alianças como forma de driblar a cláusula de barreira.

União e PP já entregaram o pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para que a federação esteja em vigor na eleição, em 4 de outubro, a solicitação precisa ser aceita até seis meses antes da data. O acordo, porém, acontece em meio a disputas internas em ao menos 13 estados, e parlamentares insatisfeitos já anunciam uma debandada.

EXIGÊNCIAS – Entre as exigências para os partidos que compõem a federação estão seguir a mesma posição em eleições por no mínimo quatro anos e atuar como se fossem uma legenda só no Congresso, compartilhando o mesmo líder partidário.

A estrutura reunirá 108 deputados, a maior configuração da Câmara, e 12 senadores, o que a deixará atrás apenas do PL e do PSD. Juntos, os partidos terão ainda um fundo partidário de R$ 954 milhões, além de seis governadores e 1.343 prefeitos, maior número entre as legendas.

As rixas, no entanto, começam na definição do apoio à Presidência e se espalham para questões locais. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), é pré-candidato ao Planalto, mas seu nome enfrenta resistência no PP — ele e o senador Ciro Nogueira, presidente da legenda, já discutiram publicamente sobre o assunto.

GARANTIAS – Aliados de Caiado afirmam que ele cobra garantias formais de que sua pré-candidatura será considerada dentro da federação e defende que a decisão seja submetida a uma convenção nacional, argumento que passou a alimentar resistências ao acordo em Goiás e em outros estados sob sua influência.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), era um nome que unia o apoio da cúpula dos dois partidos, mas diante da decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato, a possibilidade de Tarcísio entrar na disputa perdeu força. As legendas ainda calculam como vão se posicionar nacionalmente.

Em dezembro, o presidente do União, Antonio Rueda, publicou uma mensagem defendendo “responsabilidade fiscal e social”, citando os números da federação e dizendo que todos estarão “juntos”. A equação, no entanto, não é tão simples, diante de rachas internos agora somados aos atritos com o PP. Há chance de desfiliações no União como as dos deputados Mendonça Filho (PE), Felipe Francischini (PR) e Alfredo Gaspar (AL).

DIVISÃO DE INFLUÊNCIA – Caso a aliança prospere, Mendonça teria que dividir influência em Pernambuco com o deputado Eduardo da Fonte (PP). No estado, além da disputa por espaço entre as duas legendas, há divergências sobre o palanque de 2026: enquanto setores do PP sinalizam apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), alas do União defendem uma aproximação com o prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Aliados de Mendonça afirmam que o grupo não abrirá mão do comando estadual e avaliam que uma federação “imposta” pode levar à saída de parlamentares do partido.

Da mesma forma, o líder do União no Senado, Efraim Filho (PB), resiste a ter que compor com o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que integra um grupo político diferente do dele na Paraíba. No estado, o impasse envolve diretamente a disputa pelo governo em 2026, com ambos se colocando como pré-candidatos e sem acordo sobre o critério de escolha do nome da federação.

ESTRATÉGIA – No Rio, a aliança enfrenta dificuldades para definir uma estratégia única. O diretório estadual do União é presidido pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar, que passou a conviver com resistências tanto pela falta de consenso sobre uma candidatura própria quanto pelo avanço das articulações em torno do prefeito Eduardo Paes (PSD).

Esse quadro se agravou após Bacellar ter sido preso e, mesmo assim, mantido no comando do diretório estadual com aval de Rueda. Embora tenha sido solto dias depois, o deputado passou a cumprir medidas cautelares, o que fragilizou o partido localmente e ampliou as divisões internas. Paralelamente, o afastamento de Bacellar da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) abriu disputa pelo comando da Casa. Já o PP é comandado no estado pelo deputado federal Doutor Luizinho, que mantém diálogo tanto com Paes quanto com setores do bolsonarismo fluminense, preservando margem de negociação para 2026.

Em São Paulo, o impasse envolve os grupos do ex-presidente da Câmara da capital Milton Leite (União), atual vice-presidente nacional da legenda, e do deputado federal Maurício Neves (PP-SP), presidente da executiva paulista do PP. O comando estadual é estratégico por concentrar o maior volume de recursos e tempo de TV da federação.

DIVERGÊNCIAS –  Há ainda divergências em outros estados. No Paraná, PP e parte do União não concordam com a pré-candidatura do senador Sergio Moro (União) ao governo. Após Ciro Nogueira afirmar que o partido não apoiará Moro, Rueda gravou um vídeo ao lado de ACM Neto reafirmando que a candidatura é “irreversível”, apesar do veto anunciado pelo PP no estado. A tensão foi agravada com a saída do deputado Pedro Lupion, do PP, em movimento avalizado por Tarcísio.

No Amazonas, pesa um conflito interno herdado da fusão entre DEM e PSL: o partido é comandado pelo governador Wilson Lima (União), mas enfrenta resistência do grupo ligado ao deputado Pauderney Avelino, que vê a federação como um movimento de consolidação de poder nas mãos de Lima. Em Minas, o União se aproxima de aliados do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD), enquanto o PP mantém diálogo com grupos ligados ao vice-governador Mateus Simões (Novo), dificultando uma costura comum.


Lula causa uma tremenda saia justa entre Moraes (STF) e Galípolo (BC)

 


Moraes: regras do mundo real devem prevalecer também nas redes sociais |  Agência Brasil

Moraes foi à reunião representando o presidente Fachin

Robson Bonin
Veja

Depois de determinar, nesta semana, a abertura de um inquérito para investigar a possível violação de sigilos de ministros do STF e de familiares por órgãos como a Receita Federal e o Coaf, o ministro Alexandre de Moraes teve uma reunião, nesta quinta-feira, com o presidente Lula, o chefe do fisco, o ministro da Fazenda, o chefe da Polícia Federal e outros integrantes do governo.

Segundo as informações fornecidas pelo Planalto, Lula coordenou uma reunião para debater com os presentes “o combate ao crime organizado”.

COMBATE AO CRIME – “Houve uma decisão do presidente da República, compartilhada por todos esses atores, de elevar ao status de ação do Estado, o combate ao crime organizado”, disse o novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.

Embora o caso do Banco Master esteja em evidência, por causa da operação da Polícia Federal, o relator do caso no STF, ministro Dias Toffoli, não aparece na lista de participantes da conversa com Lula.

Veja a lista completa de presentes na reunião: vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes; ministro da Fazenda, Fernando Haddad; ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo;  chefe da Receita Federal, Robinson Barreirinhas; diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues; procurador-geral da República, Paulo Gonet; ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira; e secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O que ficou decidido na reunião? Nada. Foi apenas um ensaio de faz-de-conta, digamos assim. O mais interessante foi a saia justa entre o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e o ministro Moraes, que depende do silêncio dele para não sofrer impeachment. Foi a primeira vez que Moraes e Galípolo estiveram juntos na mesma sala, após ter sido surgido o escândalo do contrato de R$ 129,6 milhões e as pressões ao Banco Central. Apenas isso(C.N.)


Dinheiro vivo, escritura tardia e poder político: as sombras sobre Sóstenes Cavalcante


Aracaju prorroga prazo para pagamento da cota única do IPTU com desconto

 

(Foto: Ana Lícia Menezes)

IPTU com desconto de 7,5% poderá ser pago até o dia 6 de fevereiro de 2026


A Prefeitura de Aracaju prorrogou até o dia 6 de fevereiro de 2026 o prazo para pagamento da cota única do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) com desconto de 7,5%. A medida foi oficializada por meio de decreto municipal assinado pela prefeita Emília Corrêa, que altera o calendário de pagamento do tributo. Pelo segundo ano consecutivo, o valor do IPTU foi mantido sem reajuste.

A prorrogação do prazo considera os atrasos na entrega dos carnês do IPTU registrados em diversos bairros da capital, principalmente em decorrência da greve da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT/Correios), iniciada no fim de 2025 e encerrada apenas no dia 30 de dezembro, após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Além da paralisação, problemas operacionais também contribuíram para o atraso na distribuição dos documentos em Aracaju, mesmo com a Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) tendo cumprido integralmente o cronograma de produção e efetuado os pagamentos necessários à empresa pública.

Durante esse período, a Semfaz manteve alternativas para garantir o acesso dos contribuintes às informações e à emissão do IPTU, por meio do Portal do Contribuinte e do atendimento presencial.

“Nossa decisão de prorrogar o prazo da cota única do IPTU com desconto é um gesto de respeito e sensibilidade com a população de Aracaju. Sabemos das dificuldades enfrentadas por muitos contribuintes, especialmente diante dos atrasos na entrega dos carnês provocados pela greve dos Correios. Garantir mais tempo é assegurar tranquilidade e justiça para que todos possam cumprir suas obrigações sem prejuízos. Governar é cuidar das pessoas, e essa medida reflete exatamente esse compromisso”, destacou a prefeita.

Até a última atualização, cerca de 165 mil cartas haviam sido entregues, de um total superior a 208 mil. A Secretaria Municipal da Fazenda informa que o atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e que o carnê do IPTU pode ser emitido de forma rápida e segura pelo Portal do Contribuinte, no endereço fazenda.aracaju.se.gov.br.

Com informações da PMA

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UFS oferta quase 6 mil vagas em cursos de graduação no SiSU 2026

 Processo seletivo passa a considerar o resultado das três últimas edições do Enem e amplia políticas de inclusão

Inscrições acontecem de 19 a 23 de janeiro (Foto: Adilson Andrade/Ascom UFS)

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) está ofertando 5.940 vagas em 115 cursos de graduação para todos os campi, através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) 2026, que estará com inscrições abertas no período de 19 a 23 de janeiro, exclusivamente pela internet.

O quantitativo inclui 300 vagas adicionais e a criação de sete novos cursos, sendo seis no Campus de Estância, que iniciará suas atividades neste ano, e o curso de Inteligência Artificial, no Campus de São Cristóvão.

De acordo com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd/UFS), as vagas estarão distribuídas da seguinte forma:

  • 2.741 vagas para ampla concorrência;
  • 115 vagas destinadas a Pessoas com Deficiência (PcD), asseguradas como política de ação afirmativa, com uma vaga por curso, independentemente da procedência escolar;
  • 3.084 vagas reservadas a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas ou em escolas comunitárias que atuam no âmbito da educação do campo, conveniadas com o poder público, inclusive em cursos de educação profissional técnica.

“No conjunto das vagas reservadas, são respeitados os percentuais legais, contemplando candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo bruto per capita, bem como pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência”, disse a pró-reitora da Prograd/UFS, Marta Élid.

Vagas para pessoas com fibromialgia

O edital da UFS traz como novidade a possibilidade de pessoas com fibromialgia concorrerem às vagas PcD, conforme a Lei nº 15.176/2025, que entra em vigor neste mês. “A medida demonstra que a universidade está atenta às legislações vigentes e reafirma seu compromisso com a equidade, o respeito às diferentes condições de vida e a construção de um acesso mais justo e sensível ao ensino superior”, explicou a pró-reitora.

Quem conseguir uma vaga na UFS, através do SiSU, deve realizar a pré-matrícula institucional de forma on-line.

Clique aqui para ver todos os editais da UFS referentes ao SiSU 2026.

SiSU 2026

O SiSU é um processo seletivo de âmbito federal para ingresso em cursos de graduação gratuitos em instituições públicas de educação superior em todo o país.

Este ano, a seleção terá algumas mudanças em relação à edição anterior, passando a considerar o resultado das três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — 2023, 2024 e 2025. A seleção dos candidatos às vagas disponibilizadas no processo seletivo terá como referência a nota da edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso, desde que o participante tenha tirado nota superior a zero na redação e não tenha sido treineiro (estudante que não terminou o ensino médio e faz o exame para fins de autoavaliação).

Vale se atentar à conclusão do ensino médio: o edital reforça que apenas candidatos que tenham concluído o ensino médio podem concorrer a uma vaga no SiSU e ingressar na educação superior, garantindo equidade e segurança jurídica.

Quanto à forma de ingresso, serão ofertadas vagas em cursos com início das aulas previsto tanto para o primeiro quanto para o segundo semestre de 2026.

Além das ações afirmativas previstas pela UFS, os candidatos também poderão concorrer às modalidades de reserva de vagas da Lei de Cotas.

“O SiSU 2026 apresenta mudanças com o objetivo de tornar o processo seletivo mais flexível, transparente e eficiente. A principal novidade é a possibilidade de utilização de notas de mais de uma edição do Enem, com o sistema considerando automaticamente a melhor nota válida para cada curso, o que amplia as chances de ingresso e reduz a dependência de um único desempenho anual. O edital também explicita os critérios de participação, restringindo a concorrência a candidatos que concluíram o ensino médio, e vincula o semestre de ingresso à classificação do candidato, para os cursos que tem entrada semestral, garantindo maior segurança jurídica, previsibilidade e melhor planejamento acadêmico”, comentou Marta Élid.

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O paradoxo iraniano no Oriente Médio

 

 O paradoxo iraniano no Oriente Médio
 


Victor Missiato, professor de História do Colégio Presbiteriano Mackenzie Tamboré. Doutor em História e analista político
 

O tabuleiro geopolítico do Oriente Médio passou por profundas transformações nos últimos anos, impulsionado por conflitos que envolveram diferentes movimentos políticos islâmicos e o Estado de Israel. Desde os ataques do Hamas, em 7 de outubro de 2023, mudanças sensíveis ocorreram na região. Ao anunciar uma forte resposta ao Hamas e a seus aliados, o governo de Benjamin Netanyahu enfraqueceu um amplo arco de alianças que tinha no Irã sua principal referência.
 

A nova escalada de tensões ocorre em um ambiente no qual diversos atores regionais e globais buscam redefinir o equilíbrio de poder. A ofensiva inicial do Hamas pretendia provocar uma reação militar israelense que, além de causar danos, comprometesse a imagem de Israel perante a comunidade internacional. A estratégia, porém, não obteve o efeito desejado no que diz respeito às ações conduzidas por Netanyahu.
 

Com o retorno de Donald J. Trump à presidência dos Estados Unidos, Washington e Tel Aviv reforçaram sua aliança militar e diplomática. O governo israelense passou a agir com menor preocupação diante da pressão internacional, priorizando o objetivo de enfraquecer ou desarticular a estrutura militar e política do Hamas. Paralelamente, grupos aliados ao movimento — como o Hezbollah, no Líbano, e os houthis, no Iêmen — intensificaram suas ações, sustentados pelo Irã por meio do fornecimento de armas, treinamento, inteligência e cooperação estratégica.
 

Diante desse cenário, Israel e Estados Unidos desenvolveram uma estratégia conjunta para atingir as principais lideranças dessas organizações, cuja hierarquia rígida as torna particularmente vulneráveis a ataques direcionados. Vários comandantes foram eliminados por meio de tecnologia avançada — como beepers, armadilhas utilizadas no Líbano — e por operações de inteligência que permitiram neutralizar os houthis no Iêmen.
 

Em uma fase seguinte, a aliança EUA–Israel ampliou seu escopo e passou a atacar diretamente estruturas estratégicas do Irã. As ofensivas enfraqueceram partes do programa nuclear iraniano e de seu aparato bélico, agravando ainda mais a situação interna de um país já pressionado por anos de sanções internacionais. A alta generalizada de preços, a inflação crescente e a deterioração das condições de vida alimentaram protestos populares e ampliaram a rejeição ao regime iraniano, historicamente criticado por sua postura repressiva ao longo do século XXI.
 

O ponto de inflexão desse processo reside justamente na deterioração da imagem do governo iraniano perante sua população e no aumento da pressão norte-americana por uma possível mudança de regime. Contudo, o ritmo e os rumos dessa transformação não dependem exclusivamente de Washington. O Oriente Médio abriga países com lideranças fortemente centralizadoras — como Turquia e Arábia Saudita — cujos interesses divergem dos iranianos, mas que também podem ser profundamente impactados por uma ruptura brusca na ordem regional.
 

Uma eventual queda do regime iraniano poderia desestabilizar alianças, reacender conflitos e alterar a correlação de forças entre múltiplos atores — de Israel ao Golfo, passando por Iraque, Síria, Líbano e Iêmen. A própria Síria vive um processo de reconfiguração política apoiado pela Turquia; as monarquias da Península Arábica, lideradas pela Arábia Saudita, buscam ampliar sua influência; e Israel, sob Netanyahu, atravessa um período de forte centralização do poder. Esses elementos tornam ainda mais complexa a formulação de uma estratégia clara diante da República Islâmica do Irã.
 

Assim, o debate central entre diplomatas e analistas concentra-se em até que ponto o enfraquecimento do poder iraniano poderá desencadear o colapso do frágil equilíbrio construído após a redução da influência de grupos radicais apoiados por Teerã. Os desdobramentos — tanto externos quanto internos — definirão não apenas o futuro da política regional, mas também o contorno de uma possível nova ordem no Oriente Médio.
 

*O conteúdo dos artigos assinados não representa necessariamente a opinião do Mackenzie.
 

Sobre os Colégios Presbiterianos Mackenzie 

Os Colégios Presbiterianos Mackenzie são reconhecidos, hoje, pela qualidade no ensino e educação que oferecem aos seus alunos, enraizada na antiga Escola Americana, fundada em 1870, pelo casal George e Mary Chamberlain, em São Paulo. A instituição dispõe de unidades em São Paulo, Tamboré (em Barueri-SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Com todos os segmentos da Educação Básica - Educação Infantil (Maternal, Jardim I e II), Ensino Fundamental e Ensino Médio, procura o desenvolvimento das habilidades integrais do aluno e a formação de valores e da consciência crítica, despertando o compromisso com a sociedade e formando um indivíduo capaz de servir ao próximo e à comunidade. No percurso da história, o Mackenzie se tornou reconhecido pela tradição, pioneirismo e inovação na educação, o que permitiu alcançar o posto de uma das renomadas instituições de ensino que mais contribuem para o desenvolvimento científico e acadêmico do País.
 

Informações

Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

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Eudes Lima, Eduardo Barbosa, Guilherme Moraes, Raquel Porto

(11) 2766-7254

Celular de plantão: (11) 9.8169-9912

 

 

 

 


Reforma Tributária pode reduzir competitividade do Simples Nacional, avalia CACB

 

Reforma Tributária pode reduzir competitividade do Simples Nacional, avalia CACB

Paloma Custódio

Empresas optantes do Simples Nacional podem perder competitividade com a Reforma Tributária, avalia o vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman. Segundo ele, grandes empresas deixarão de aproveitar integralmente os créditos tributários nas compras feitas de pequenos negócios do Simples, já que esses créditos passarão a ser proporcionais ao porte e à faixa de enquadramento do fornecedor. Confira os detalhes na reportagem.

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PREVISÃO DO TEMPO: Centro-Oeste tem alerta de chuvas intensas neste sábado (17)

Jullya Borges

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul neste sábado (17). O aviso indica risco de pancadas de chuva fortes, acompanhadas de rajadas de vento e trovoadas.

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PREVISÃO DO TEMPO: Alerta de baixa umidade predomina no Nordeste; Maranhão segue com chuvas neste sábado (17)

Jullya Borges

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de baixa umidade para todos os estados da Região Nordeste neste sábado (17), com exceção do Maranhão, que permanece sob alerta de chuvas intensas.

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PREVISÃO DO TEMPO:Região Norte tem sábado (17) marcado por chuva e tempo instável

Jullya Borges

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para os estados da Região Norte neste sábado (17), com exceção de Roraima.

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PREVISÃO DO TEMPO: Instabilidade provoca chuva forte no Sul do país neste sábado (17)

Jullya Borges

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os três estados da Região Sul neste sábado (17). A previsão indica chuva forte, acompanhada de trovoadas e rajadas de vento em diversas áreas.

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PREVISÃO DO TEMPO: Instabilidade predomina no Sudeste neste sábado (17)

Jullya Borges

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para os quatro estados da Região Sudeste neste sábado (17).

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FPA promete derrubar veto de Lula à proteção sobre o orçamento do seguro rural

Álvaro Couto

O veto presidencial a dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 que garantiam proteção orçamentária ao seguro rural, à defesa agropecuária e às ações da Embrapa, mobilizou entidades do agronegócio e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a articular apoio no Congresso Nacional para sua derrubada.

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DÓLAR: moeda tem leve subida com prévia do PIB e sucessão do Fed

Henrique Fregonasse

O dólar comercial encerrou o último pregão em leve alta de 0,08% frente ao real, cotado a R$5,37, acumulando alta de 0,13% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,06%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da prévia do PIB (IBC-Br) de novembro maior do que o esperado e pelas expectativas quanto à sucessão de comando do Federal Reserve (Fed).

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Ibovespa cai com desvalorização do minério de ferro, ações da Vale e sucessão no Fed

Henrique Fregonasse

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,46%, aos 164.799 pontos, acumulando alta de 0,60% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela divulgação da prévia do PIB (IBC-Br) de novembro acima do esperado e queda das ações da Vale após desvalorização dos preços do minério de ferro, além das expectativas do mercado quanto à sucessão na liderança do Federal Reserve (Fed).

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Quase 170 cidades do interior figuram entre as que recebem receita orçamentária acima de R$ 1 bilhão

Marquezan Araújo

Dos 195 municípios brasileiros com receita orçamentária bilionária, 169 são cidades do interior, conforme dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro. Nesse cenário, o principal destaque é Campinas (SP), que ocupa a décima posição nacional, com receita superior a R$ 9 bilhões em 2024. O município possui PIB de aproximadamente R$ 73 bilhões, tendo o setor de Serviços como principal motor da economia.

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Infogripe: avançam casos graves de influenza A no Norte e Nordeste

Paloma Custódio

A edição mais recente do Boletim InfoGripe, divulgada nesta sexta-feira (16) pela Fiocruz, aponta um crescimento acelerado dos casos graves de influenza A no Acre e no Amazonas. O avanço da doença tem impulsionado o aumento das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na região. A pesquisadora Tatiana Portella destaca que a campanha de vacinação contra a influenza já começou na Região Norte. Confira na reportagem.

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Relatório Anual de Lavra 2026: mineradores devem cumprir prazos da ANM para evitar multas

Bianca Mingote

Os mineradores, arrendatários e detentores de títulos minerários em todo o Brasil podem enviar o Relatório Anual de Lavra (RAL), referente ao ano de 2025, a partir do dia 19 de janeiro. O documento é obrigatório para quem possui ou aluga áreas de mineração no país. Pela lei, os responsáveis devem informar à Agência Nacional de Mineração (ANM) como a atividade mineral foi realizada, conforme estabelece a Portaria DNPM nº 155/2016.

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Sarampo: quando suspeitar

Agência do Rádio

Você sabia que o sarampo é tão contagioso que uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas não vacinadas ao redor?

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