segunda-feira, dezembro 01, 2025

Do púlpito ao plenário: Otoni abandona o mito e denuncia o extremismo



Ignacio de Loyola Brandão vence a pneumonia e recupera a alegria de viver

Publicado em 30 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Ignácio de Loyola Brandão: 'Eu não te empresto livro, te dou'; conheça a  biblioteca do escritor - Estadão

O escritor paulista levou um susto, mas já está tudo bem

Vicente Limongi Netto

Notícia boa para iluminar meu coração é a volta, firme e forte, do nosso Ignácio de Loyola Brandão, que aos 89 anos venceu a pneumonia e recuperou a alegria de viver. Não é à toa que o notável Loyola enriquece a Academia Brasileira de Letras. Amado e respeitado. Machado de Assis acena para ele. 

O mundo se engrandeceria com mais almas boas e lúcidas da estirpe de Loyola, porque infâmias e ultrajes sumiriam do planeta. Parvos e hipócritas enterrariam as fuças na lama. Deus e Maria amam Ignácio.

ESTOU REANIMADO – De volta a Brasília com essa excelente notícia, despertei mimado pelos meus 81 anos. Com forças nas pernas de eterno boleiro. Neurônios no capricho. Parceiro da bondade e da tolerância.  Peito altivo e esperançoso. Criança feliz e alimentada é bom demais. Mereço viver cultivando o bem. Procuro não perder energias nem meu tempo com calhordas.

O amor que alimenta meu coração é imenso. Não me entrego ao desânimo. Deus escreve certo por linhas certas. Amo a Deus e Maria. Filhos, netos e amigos energizam minha alma.

Por fim, parabéns ao Flamengo. Fez por merecer. Meu Fluminense guerreiro estará disputando a nova Libertadores.  Levo fé na conquista da Copa do Brasil. Com Ganso recuperado, o time vai ganhando ritmo. É um maestro sem aspas. Torcida e bola felizes. 

Alcolumbre se sente à vontade para enfrentar e chantagear o governo Lula

Publicado em 30 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

As razões confessáveis (e inconfessáveis) para Alcolumbre ir à guerra | Metrópoles

Charge do Aroeira (Brasil 247)

José Peres

A única organização que funciona à perfeição no Brasil é a do crime organizado, com fortes tentáculos nos três Poderes de um regime cada vez menos democrático e menos republicano. Um grande exemplo da inversão de valores é o reinado de Davi Alcolumbre (União-AP) à frente do Senado Federal, uma situação insuportável, que somente se explica devido à ascensão das organizações criminosas.

Conhecido no Amapá como “Batoré”, um dos personagens do programa “A Praça é Nossa”, devido à semelhança fisionômica, Alcolumbre tem pouco estudo, mas aprendeu a fazer política populista e se tornou um senador muito influente, que cria dificuldades para vender caro alguma facilidade momentânea.

FENÔMENO SINISTRO – Com o passar dos anos, Alcolumbre tornou-se um fenômeno sinistro na política, ao fazer com que sua família se tornasse uma das mais ricas do Estado, enquanto ele pressionava sucessivos presidentes a nomearem seus indicados para cargos públicos.

A projeção que Davi Alcolumbre alcançou no plano nacional é a maior demonstração de que a política brasileira enveredou por caminhos estranhos.

Tornou-se um sistema político disfuncional, desproporcional e injusto. E agora quem manda no governo é o rei Davi, que não tem povo, voto nem PIB.

BATENDO DE FRENTE – Neste domingo, o presidente do Senado, perdeu as estribeiras na crise com o Palácio do Planalto e mandou distribuir uma dura nota à imprensa,

No documento, Alcolumbre acusou integrantes do governo de tentar associar a uma suposta negociação de cargos no Executivo as dificuldades de apoio no Congresso à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar a vaga existente no Supremo.

 Como Lula preteriu o nome do senador Rodrigo Pacheco, o presidente do Senado apontou “interferência indevida” no processo envolvendo a análise da indicação pelo presidente Lula e afirmou considerar as insinuações ofensivas “não apenas ao Presidente do Congresso Nacional, mas a todo o Poder Legislativo”.

CLEPTOCRACIA – Vivemos numa cleptocracia, cujo atual presidente foi condenado à prisão por dez magistrados diferentes, em três instâncias e sempre com unanimidade, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, mas em 2019 o Supremo decidiu “reinterpretar a lei” na medida para libertá-lo, preparando o terreno para em 2021 declarar a inocência dele por um erro de endereço.

Infelizmente, não dá para levar isso aqui a sério, gente. Vamos ver se o presidente Lula tem coragem de enfrentar o rei Davi.

Prisão de oficiais generais força debate sobre o papel das Forças Armadas


Saiba como vai funcionar a primeira vacina 100% brasileira contra a dengue

 Parceria garante produção nacional da primeira vacina em dose única contra a dengue

(Foto: Butantan/Paulo Pinto)

O Brasil deu um passo importante no enfrentamento à dengue. Na última quarta-feira, 26, a Anvisa aprovou as condições de segurança e eficácia da vacina produzida pelo Instituto Butantan. Com isso, o Ministério da Saúde iniciará o processo de inclusão do imunizante no calendário nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) .

Além de ser o primeiro imunizante desenvolvido 100% no país, a nova vacina também será aplicada em dose única, diferença importante em relação a outras opções disponíveis no mundo. Desenvolvido com tecnologia de vírus vivo atenuado, método já usado em diversas vacinas, o imunizante apresentou eficácia global de 74,4% na população de 12 a 59 anos. Isso significa que cerca de 74% dos casos da doença foram evitados entre pessoas vacinadas.

O imunizante também demonstrou 89% de proteção contra formas graves e com sinais de alarme, conforme publicação na The Lancet Infectious Diseases. Os dados do estudo clínico com 16 mil participantes indicaram que os casos de forma grave da doença foram raras, com tendência de proteção sem necessidade de hospitalização.

Faixa Etária

A Anvisa aprovou o uso da vacina para pessoas na faixa etária de 12 a 59 anos. O perfil pode ser ampliado após novos estudos. A expectativa é expandir o acesso à vacina em 2026. A produção foi viabilizada por uma parceria articulada pelo Ministério da Saúde com a empresa chinesa WuXi Vaccines, num reforço à estratégia brasileira de inovação em imunobiológicos por meio de transferência de tecnologia. Com proteção contra os quatro sorotipos do vírus em dose única, o imunizante representa um avanço com potencial para transformar o enfrentamento da dengue no país.

Vacinas importadas

O Ministério distribui vacinas importadas para 2,7 mil municípios. Desde o início da estratégia, mais de 7,4 milhões de doses já foram aplicadas no público prioritário. Para 2026, a pasta garantiu 9 milhões de doses do imunizante usado hoje, que exige duas aplicações para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Outras nove milhões de doses estão previstas para 2027.

Com informações da Agência Gov/Via MS

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domingo, novembro 30, 2025

PALOMA AMADO E BELA GIL RECUPERAM MEMÓRIAS AFETIVAS DA COZINHA E RELAÇÃO ENTRE OS PAIS.

                         Fotos Márcio Araújo



Escritora e chef de cozinha participaram de roda de conversa no último dia da Festa Literária da Região Cacaueira, que agitou Itabuna de 27 a 29 de novembro. 

A escritora Paloma Jorge Amado e a nutricionista e chef de cozinha Bela Gil participaram, neste sábado (29), da roda de conversa Narrativas de uma cozinha afetiva, com mediação da professora, escritora e filósofa Elisa Oliveira. O bate-papo foi um dos pontos altos do Espaço Jorge Amado, um dos ambientes da Festa Literária da Região Cacaueira (Flicacau), que ocupou por três dias o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna. 

Filha de Jorge Amado (1912-2001), mestre da literatura universal, Paloma tem dois livros dedicados às comidas que aparecem nas obras do pai: A comida baiana de Jorge Amado (1994) e As frutas de Jorge Amado (1997). Neles, além de compilar receitas, discute o papel dos alimentos na prosa amadiana. “Jorge Amado fez seus personagens comerem a melhor comida, a comida com mais saudade, ou, nos casos de tristeza profunda, a falta da comida e o não comer”.

O mestre grapiúna, segundo a filha, sempre dizia que a melhor forma de expressar o amor é dar de comer. “É a expressão primária do amor. Você pega seu bebê no colo, leva ao peito e dá de comer. Começam daí as nossas boas memórias do paladar”, disse Paloma. 

“Jorge Amado fez seus personagens comerem a melhor comida, a comida com mais saudade, ou, nos casos de tristeza profunda, a falta da comida e o não comer”, acrescentou.


MEMÓRIAS COMUNS.


A conversa permitiu que Paloma Amado e Bela Gil descobrissem que têm mais comum do que imaginavam. Além de filhas de dois dos maiores artistas que já pisaram na Terra, ambas descendem de avós maternas de origem italiana.

“Descobri que temos uma similaridade em relação à ancestralidade, que é essa mistura da Bahia com a Itália”, disse Bela a Paloma. “Também cresci numa casa com muita comida baiana, de candomblé e muita comida italiana, que minha avó fazia bastante. A macarronada do domingo e o capelete do final de ano se misturavam ali no acarajé, vatapá, caruru”, complementou.

Também descobriram que têm em comum a paixão por pitanga. “É minha fruta preferida da vida”, revelou Bela Gil. Paloma contou que, em visita recente à Casa do Rio Vermelho, em Salvador, onde morou com os pais, pediu que a administração do espaço – hoje um museu – plantasse pés de pitanga na área verde do imóvel. Disse que as memórias comendo a fruta colhida na hora é uma das melhores da vida. 

Bela Gil aproveitou o exemplo da fruta preferida para falar sobre a importância da conservação e transmissão de saberes ligados aos alimentos e modos de preparo. Segundo a pesquisadora, a pitanga está sumindo e corre risco de extinção. Também citou relatos nostálgicos sobre comidas que fizeram parte da vida das pessoas, mas desapareceram do cotidiano delas:

-Se a gente não consumir esses alimentos – ou não compartilhar esses saberes – eles vão se perder. A minha fala é um convite a pensar sobre alimentos, preparos e saberes que a gente quer preservar, passar para frente e recuperar. Digo isso porque a minha fruta predileta da vida é pitanga. Só que pitanga está em risco de extinção. 


CHOCOLATE E MACROBIÓTICA NA PRISÃO.


A relação de Gilberto Gil com a alimentação macrobiótica começou em 1968, quando foi preso pela ditadura militar, contou Bela Gil. Na cela, em um endereço do Exército na cidade do Rio de Janeiro, leu publicação sobre a dieta que fazia a cabeça de John Lennon (1940-1980) e Yoko Ono. O músico baiano se aprofundou no assunto e, já na cadeia, passou a priorizar alimentos como frutas, grãos integrais e leguminosas. 

Bela afirma que a macrobiótica mudou a vida do pai, o que também viria a influenciar as escolhas dela na própria vida e na gastronomia. Nesse momento, Paloma Amado fez um aparte: 

-Fui visitar o Gil na prisão levando dois livros e chocolates que papai mandou para seu pai. Eu acho que, mesmo entrando na dieta macrobiótica, ele comeu o chocolate.

-Isso eu posso afirmar porque, mesmo nas épocas mais radicais de macrobiótica, ele nunca largou o chocolate da mesinha de cabeceira. E eu peguei esse hábito, ou vício, porque sou uma chocólatra assumida – confessou Bela Gil.


COLETIVOS E EDITORAS. 


Com o tema Verde que te quero livro: contando a história da mata que nos sustenta, a Festa Literária da Região Cacaueira também é um espaço de colaboração com os coletivos e editoras independentes que fazem a literatura produzida na Bahia viajar Brasil afora: Editora Tertúlias, Editora Teatro Popular de Ilhéus, Editora Via Litterarum, Vixe Bahia Literária e Editora Mondrongo.

Neste sábado (29), o Centro de Cultura Adonias Filho recebeu estudantes das escolas municipais Professor Roberto Santos; Ação e Cidadania; São Francisco de Assis; Novo Horizonte; Esperança; Aziz Maron; Juca Leão; Amélio Cordier; e João Alves Araújo.

A Festa tem parceria com a Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (AACRRI), que presta serviço de coleta seletiva ao evento. 

A Flicacau tem patrocínio do Governo do Estado da Bahia. É contemplada também pelo Projeto Bahia Literária, iniciativa da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura (SecultBA), e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Conta com o apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação e da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). 


Realização: Seneh Comunicação & Projetos.


Assessoria de imprensa: Thiago Dias.


Divulgação: Fábio Costa Pinto jornalista Mtb 33.166/RJ.

Lula, Alcolumbre e a batalha silenciosa pela indicação de Messias ao STF


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