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Editorial: A Verdade Histórica Sobre a Emancipação Política de Jeremoabo
Hoje, 25 de outubro, uma pequena minoria tenta, mais uma vez, confundir a população de Jeremoabo, propagando a falsa ideia de que esta seria a data da emancipação política do município. Diante dessa manipulação deliberada da história, cabe trazer à luz os fatos e reafirmar o compromisso com a verdade.
“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” A frase, cunhada por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler, serve como alerta sobre o poder da manipulação ideológica. Goebbels dominava a arte de transformar falsidades em crenças coletivas, explorando a ignorância e o sentimentalismo do povo. E é justamente esse tipo de prática que vemos, lamentavelmente, sendo reproduzida por aqueles que distorcem a história de Jeremoabo por conveniência política ou simples desconhecimento.
Vivemos tempos em que, como já advertiu Jean Baudrillard, os símbolos e as representações da realidade têm mais peso do que a própria verdade. Assim, cria-se um “simulacro” histórico — uma versão fabricada e repetida até que muitos passem a aceitá-la como legítima. No entanto, contra a mentira, só há um antídoto eficaz: a informação correta e documentada.
A verdade oficial é cristalina e respaldada por documentos públicos:
Jeremoabo foi elevada à categoria de vila em 25 de outubro de 1831, por decreto provincial.
Mas sua emancipação política como cidade ocorreu em 6 de julho de 1925, pela Lei Estadual nº 1.775, sancionada naquela data.
Portanto, é 6 de julho — e não 25 de outubro — o marco legal e histórico da emancipação política de Jeremoabo. Ignorar essa distinção é negar a própria história e desprezar o registro oficial do Estado da Bahia.
O acervo histórico que comprova essa trajetória está disponível em instituições sérias, como a Fundação Clemente Mariani, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o Arquivo Público da Bahia e o Instituto Museu do Nordeste Barão de Jeremoabo, que guarda documentos e objetos ligados à figura do Barão de Jeremoabo, importante personagem na formação política e social da região.
A manipulação da história de um povo é um atentado à sua identidade. E o que está em jogo não é apenas uma data — é o respeito à memória coletiva, aos documentos oficiais e à verdade histórica. Aqueles que insistem em perpetuar equívocos, sejam por ignorância ou má-fé, estão apenas contribuindo para o empobrecimento cultural e cívico do nosso município.
Que cada jeremoabense, consciente de sua história, defenda a verdade com orgulho e zelo. Jeremoabo se emancipou politicamente em 6 de julho de 1925. Essa é a data que deve ser celebrada com respeito, pois representa a verdadeira conquista do nosso povo.
🕮 A história não é um instrumento político — é um patrimônio que deve ser preservado e honrado
José Montalvão - Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025
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Lula e Trump vão falar de Venezuela por pura formalidade
Eliane Cantanhêde
Estadão
Quanto mais se aproxima do Brasil e de Lula, mais Donald Trump investe contra a Venezuela e, agora, a Colômbia. O Brasil é líder político e econômico da América do Sul e, até por isso, ou principalmente por isso, o Lula não pode ignorar a gravidade dessas investidas no encontro que terá com Trump, possivelmente no próximo domingo, na Malásia. Não pode ignorar, mas também não deve perder o foco: a prioridade brasileira é o Brasil, o resto é acessório.
Lula vai cumprir a formalidade e manifestar preocupação, mas sem pegar em armas e gastar cartuchos para defender os dois países vizinhos, num encontro para consolidar a aproximação com os EUA e o processo para livrar o Brasil de sanções econômicas e políticas injustas e danosas aos interesses nacionais. Posicionar-se na tensão na Venezuela e na Colômbia, sim. Ameaçar o namoro com Trump e o fim das sanções, definitivamente, não.
AMEAÇA – Enquanto a Bolívia elege um presidente de centro-direita, depois de décadas de governos de esquerda, e a Argentina, em sua eterna crise, conquista uma linha de financiamento de US$ 20 bilhões dos EUA, as relações entre Trump e Petro vêm se deteriorando no rastro das graves ações dos EUA contra a Venezuela, até com ameaça de invasão por terra.
Não é trivial, nem aceitável, que Trump chame o presidente Gustavo Petro de “líder do narcotráfico” e que Petro responda xingando Trump de “ignorante”, depois de convocar o embaixador do país a Bogotá, “para consultas”. Na linguagem diplomática, significa desagrado, ou irritação, com o outro governo. Para aumentar a complexidade da questão, a Colômbia é, historicamente, o maior aliado dos EUA na região.
O risco não se limita a Petro e a Nicolás Maduro, que está isolado e desmoralizado, mas atinge toda a América do Sul que, como Lula lembra, é uma região pacífica, sem crises externas, muito menos guerras, mas “vive um momento de polarização e instabilidade”. E alertou: “Intervenções estrangeiras podem causar danos maiores do que o que se pretende evitar”. Recado dado.
CAUTELA – Quem se agarrou à bandeira da soberania quando o ataque foi ao Brasil, em forma de tarifas, suspensão de vistos e Lei Magnitsky, não pode lavar as mãos. O fundamental, porém, é cuidar do interesse brasileiro. Como ilustrou um embaixador, “o rabo não pode abanar o cachorro”.
Não se pode esperar que Lula e Trump discutam se as tarifas serão zero, 20 ou 50, se café, carne e suco de laranja serão excluídos do tarifaço e quais vistos para os EUA serão ou não mantidos, o que cabe aos escalões ministeriais e técnicos. O importante é o fato político e a foto: os dois presidentes trocando um aperto de mãos, de preferência sorrindo.
Uma imagem vale mais do que mil palavras. No caso, para encerrar de vez as versões de Eduardo Bolsonaro e das redes bolsonaristas de que era só jogo de Trump, Marco Rubio acabaria com qualquer chance de dar certo, o telefonema dos dois presidentes não serviu para nada e, até, que o encontro de Rubio e Mauro Vieira “nem aperto de mão teve”. Teve, sim, senhores.
PAZ E AMOR – Soa como desespero, porque a realidade é outra. Trump e seus assessores estão num clima de paz e amor com Lula, nunca mais citaram Jair Bolsonaro, criticaram o Brasil ou acenaram com sanções. Daí a fingir que o Brasil não tem nada a ver com ingerência na Venezuela e na Colômbia seria demonstrar medo ou fraqueza, algo que Lula não pode, não deve e tem horror de fazer.
Trump sabe disso e ambos sabem jogar o jogo. Um tem de falar, o outro está preparado para ouvir e fica por isso mesmo. O tema será abordado na Malásia, mas por pura formalidade.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Não se deve esperar muita coisa dessa reunião com Trump. O presidente americano é muito esperto. Quando não quer decidir nada, enche a sala de repórteres e deixa o interlocutor inibido. Se tentar pressioná-lo, Trump faz alguma grosseria e corta o assunto, como já fez com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que tentava pedir-lhe maior apoio financeiro na guerra. A reunião com Lula será assim e não vai decidir nada. Não comprem pipocas. (C.N.)
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Gleisi sobre Eduardo e Flávio: “Vocação para trair o Brasil”
Mariana Brasil
Folha
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, voltou a criticar a família Bolsonaro, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sugerir uma intervenção armada dos Estados Unidos para combater o narcotráfico no Brasil.
Flávio havia comentado via X (antigo Twitter) a publicação do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, sobre o ataque americano a uma embarcação no oceano Pacífico, que estaria mirando o tráfico de drogas.
“BRASIL COM DROGAS” – “Eu ouvi que há barcos assim aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, enchendo o Brasil com drogas. Você não gostaria de passar uns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas?”, escreveu ele, em inglês.
Em reação, Gleisi afirmou que a vocação da família Bolsonaro para trair o Brasil não tem limites. “Primeiro, Eduardo Bolsonaro pediu o tarifaço e as sanções da Magnitsky para atacar o Brasil. Agora é Flávio Bolsonaro que pede a intervenção armada dos EUA em nosso território. Não tem limites a vocação dessa família para trair o Brasil. Felizmente temos o presidente @LulaOficial no comando, para defender nossa soberania contra qualquer tipo de intervencionismo”, escreveu ela.
Além do pedido do primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao secretário norte-americano, seu irmão, Eduardo Bolsonaro, é o responsável por articular sanções ao governo brasileiro e ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da aplicação da Lei Magnitsky e da tarifa imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros.
| Presidência da República |
LEI Nº 9.093, DE 12 DE SETEMBRO DE 1995.
Dispõe sobre feriados. |
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
I - os declarados em lei federal;
II - a data magna do Estado fixada em lei estadual.
III - os dias do início e do término do ano do centenário de fundação do Município, fixados em lei municipal. (Inciso incluído pela Lei nº 9.335, de 10.12.1996)
Art. 2º São feriados religiosos os dias de guarda, declarados em lei municipal, de acordo com a tradição local e em número não superior a quatro, neste incluída a Sexta-Feira da Paixão.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário, especialmente o art. 11 da Lei nº 605, de 5 de janeiro de 1949.
Brasília, 12 de setembro de 1995; 174º da Independência e 107º da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Nelson A. Jobim
Durante participação na mesa “Desafiar”, ao lado da escritora e educadora Bárbara Carine, a escritora e jornalista falou da luta feminista no Brasil e comentou sobre a polêmica que envolve a influenciadora Cíntia Chagas
Durante a mesa “Desafiar”, realizada no segundo dia da FLICA 2025, a jornalista e ativista feminista Manuela d’Ávila aproveitou o momento, diante de uma plateia lotada, para refletir sobre feminismo, igualdade de gênero e a importância de transformar o espaço público em um lugar seguro e inclusivo para todas as mulheres.
Em uma fala potente, Manuela destacou que a luta feminista precisa ser coletiva e politizada. “Eu me abasteço para tentar transformar esse mundo em lugar que seja bom para que todas nós vivamos do jeito que quisermos ser. E, para isso, é preciso transformar o feminismo num instrumento de luta política. Esse feminismo que nos engaja em um projeto de transformação radical, de emancipação de todas nós”, afirmou, conectando a dimensão ética e pessoal à ação política.
Numa intervenção da mediadora, a professora Georgina Gonçalves, a ex-deputada foi instada a falar sobre a polêmica recente com a influenciadora digital e educadora Cíntia Chagas, que veio a comentar publicamente sobre a violência doméstica sofrida, reconhecendo que sua antiga posição antifeminista era um mecanismo de fuga, fruto do fato de estar submersa a uma lógica conservadora que reduz a felicidade das mulheres à conquista de um casamento feliz. Reconhecidamente de direita, hoje Cíntia avalia a causa feminista como suprapartidária e confessa que recebeu mais apoio de mulheres da esquerda do que da direita.
“Aquele debate foi tão forte e tocou a todos nós, porque diz muito sobre emancipação. É preciso construir pontes e parar de dizer que estamos certas, e tentar trazer outras mulheres e outros homens pro nosso lado da luta, da emancipação das mulheres. Ainda que essa luta não seja igual entre mulheres brancas, negras, ricas e pobres”, ressaltou.
A ativista também refletiu sobre como as mulheres são educadas para priorizar o outro e não se colocarem como protagonistas de suas próprias histórias. “Amar o próximo como a nós mesmas não é simples. Nós somos educadas para pensar só no outro e jamais em nós mesmas como protagonistas da história. E, portanto, somos capengas na possibilidade de transformação. Acho que a gente precisa de uma equação, talvez um novo poder, um poder em que as mulheres se coloquem dentro da sociedade”, explicou, recebendo aplausos da plateia.
Ao longo do debate, Manuela lembrou ainda que as críticas e ataques que enfrentou, inclusive durante eleições passadas, revelam a caricatura construída sobre o feminismo e sobre mulheres públicas. “Nada do que nós fazemos é capaz de superar a violência que sofremos individualmente, porque ela é coletiva. É uma sacanagem parecer que é sobre uma de nós quando é sobre todas as mulheres. O meu feminismo não é pra reafirmar quem eu sou; eu fui a mulher mais votada proporcionalmente no Brasil, e o que adiantou? Pra eu ficar vaidosona? Não! A nossa luta é pra mudar o mundo e não pra ser feliz só”, concluiu.
Onde tem patrocínio à cultura tem Governo do Brasil! - A 13ª edição da FLICA tem patrocínio do Governo do Estado, através do FazCultura, Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) e Secretaria da Fazenda (Sefaz), Caixa, Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e Governo Federal. É contemplado também pelo Projeto Bahia Literária, iniciativa da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada da SecultBA, e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Conta com o apoio da EMBASA. A realização é da SCHOMMER, em parceria com a Prefeitura Municipal de Cachoeira e LDM (livraria oficial do evento).
Assessoria de imprensa: Vivas Comunicação Interativa - Tatiana Freitas
Fábio Costa Pinto jornalista Mtb 33.166/RJ - Divulgação.
Uma falta de atenção e de planejamento da gestão pública local causa desconforto e confusão. O secretário de Saúde de Jeremoabo cometeu um evidente equívoco ao antecipar o feriado do Dia do Servidor Público, tradicionalmente celebrado em 28 de outubro, estendendo o descanso até o dia 28 de outubro.
A medida surpreendeu a população e causou transtornos na rotina administrativa, especialmente nos serviços de saúde, que exigem continuidade e organização. O que se esperava era o cumprimento da praxe adotada por diversos governos municipais, estaduais e até federais, que tradicionalmente antecipam o feriado para o dia útil mais próximo de 28 de outubro, muitas vezes para o dia 27, sem comprometer a prestação de serviços essenciais.
A decisão precipitada de alterar a data, sem respaldo lógico ou justificativa administrativa convincente, demonstra falta de sintonia entre as secretarias e ausência de alinhamento com as práticas administrativas comuns. Um simples erro de calendário pode parecer pequeno, mas revela desorganização interna e afeta diretamente o planejamento de profissionais e usuários dos serviços públicos.
O correto, portanto, seria manter o padrão: antecipar o feriado para o dia 27 de outubro, como vem ocorrendo em várias prefeituras e órgãos públicos pelo país. Essa padronização evita confusões, garante previsibilidade e preserva o respeito aos servidores, cuja valorização deve ir muito além de um simples ponto facultativo.
Espera-se que o equívoco sirva de lição, para que decisões dessa natureza sejam tomadas com mais responsabilidade, critério e planejamento, especialmente em uma área tão sensível quanto a saúde pública. Afinal, o servidor merece respeito — e o cidadão, atendimento contínuo e eficiente.
Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por JEREMOABO FM (@jeremoabo.fm) Lei que restringe o trânsito de caminh...