quarta-feira, outubro 08, 2025

Lula e Trump: quando o pragmatismo supera a ideologia

Publicado em 8 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet


Trump não conseguirá prestigiar Bolsonaro e Lula ao mesmo tempo

Publicado em 8 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Saiba os bastidores da ligação entre Lula e Trump

Ilustração reproduzida de O Globo

Vicente Limongi Netto

Acenos produtivos e saudáveis, para o Brasil e para os Estados Unidos, resultaram da conversa por meia hora, por vídeo conferência, entre Lula e Trump. Boa e aromática química, mas com Cheiro de enxofre nas narinas bolsonaristas. Presidentes de países fortes e respeitados devem relevar arranca-rabos tolos. Agir como adultos, com serenidade e cuidar de temas que realmente interessam as duas nações.

Trump parece admitir que declarar juras de amor para o clã Bolsonaro foram desagradáveis e inúteis tiros nos pés. A propósito, segundo pesquisa do Ipespe, registada pela coluna do Estadão, Trump é tóxico para quem deseja disputar a Presidência da República em 2026.

Para 56% dos brasileiros Trump prejudica candidatos no Brasil. Nesta linha, não custa recordar o que pontuei na minha coluna na tribuna da Internet do dia primeiro de agosto:  “Donald Trump é o maior e mais poderoso amigo do contra da família Bolsonaro”.

CRIANÇAS – Sonho com crianças governando o mundo. O ar seria infinitamente mais puro. As pessoas seriam mais felizes. O amor cantaria em todas as janelas. Ruas seriam tomadas por poetas. Maldades e infâmias seriam incineradas.

A vida bela, com saúde e felicidade, moraria em todos os corações. Canalhas e covardes seriam execrados. Proibidos de chegar perto das crianças.

TV PÚBLICA – A jornalista Tereza Cruvinel, do Conselho Consultivo da ABI, lançou nesta segunda-feira, dia 7, na sede da entidade no Rio, o livro “Memória de um desafio- a guerra da TV-Pública e a criação do sistema EBC”. Pela editora Tagore.


Da perseguição à reconstrução: um novo tempo para a educação


Nota da Redação Deste Blog Junior- de Santinha, você tem razão, quando a educação adoece, todo o município sofre

A famosa frase do pensador irlandês Edmund Burke — “Aqueles que não conhecem a história estão destinados a repeti-la” — traduz perfeitamente a realidade da educação em Jeremoabo. O passado recente nos mostrou o quanto a falta de compromisso, planejamento e respeito pelos profissionais da educação pode causar danos profundos e duradouros.

Na administração anterior, a educação do município foi acometida por uma verdadeira doença patológica: prédios escolares sucateados, professores desmotivados, perseguidos e humilhados, além da total ausência de estímulo e valorização. Foi um período em que o ensino se tornou refém da politicagem e do autoritarismo, resultando na perda de qualidade e no sofrimento daqueles que dedicam suas vidas à formação das novas gerações.

Felizmente, esse tempo começa a ser superado. O atual secretário de Educação tem enfrentado um enorme desafio: reconstruir o que foi destruído, reorganizar o sistema, devolver a dignidade aos profissionais e recuperar o brilho da educação jeremoabense. Ele tem literalmente “se virado nos trinta” para restaurar a confiança e a esperança em dias melhores.

Aprender com os erros do passado é o primeiro passo para construir um futuro diferente. Quando a história serve de lição, nasce a oportunidade de reerguer o que foi abalado e transformar a dor em aprendizado. Que Jeremoabo siga por esse novo caminho, onde a educação volte a ser motivo de orgulho e esperança para o seu povo.

Governo se reorganiza na CPI do INSS, obtém vitórias e tenta aumentar controle de comissão

 Foto: Lula Marques/Agência Brasil/Arquivo

Paulo Pimenta08 de outubro de 2025 | 07:02

Governo se reorganiza na CPI do INSS, obtém vitórias e tenta aumentar controle de comissão

brasil

O grupo aliado do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reorganizou na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga os descontos irregulares em benefícios do INSS e obteve três vitórias em votações recentemente. Os governistas julgam agora ter até 19 dos 32 votos do colegiado, e planejam tentar se impor mais vezes dentro da comissão.

As vitórias são fatos políticos importantes porque o governo perdeu a disputa pelos cargos na cúpula da CPI. Tanto o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), quanto o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), foram escolhidos por uma articulação dos opositores de Lula.

A votação pela presidência da comissão foi decidida por 17 votos a 14. O governista derrotado foi o senador Omar Aziz (PSD-AM), que havia sido indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para comandar o colegiado.

Se a maioria pró-governo se consolidar, os aliados do presidente da República terão condições de barrar requerimentos de convocação para depoimentos e de novas quebras de sigilo que tiverem potencial para desgastar a gestão Lula.

A vantagem recém-obtida não neutraliza os riscos políticos da CPI para o governo. Como mostrou a Folha, a comissão acumulou poder em suas primeiras semanas ao aprovar diligências, como quebras de sigilo, contra ao menos 165 pessoas e empresas.

“A CPI já tem o que ela precisa, que são as quebras de sigilo. Esses são os documentos mais importantes”, disse Carlos Viana à reportagem.

A mais recente das vitórias do governo em votações de requerimentos foi na quinta-feira (2). O grupo conseguiu barrar a convocação de Edson Claro Medeiros por 16 votos a 14. Medeiros foi funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, que ficou conhecido como Careca do INSS e se tornou o personagem mais conhecido do escândalo.

Ao defender a convocação, Gaspar disse que Medeiros foi ameaçado de morte e estava disposto a prestar informações ao colegiado. Também afirmou que havia uma “pressão enorme” para que ele não depusesse.

O deputado governista Rogério Correia (PT-MG) era um dos autores do requerimento e pediu para retirá-lo. Votar ou não o requerimento se tornou motivo de discórdia e causou atrito entre o coordenador da bancada do governo, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e o presidente do colegiado, Carlos Viana. Só depois houve a votação.

Governistas afirmam que estão conseguindo os votos porque a CPI está abrindo demais sua investigação e ficando sem foco.

Também na quinta-feira, o governo conseguiu atingir outro objetivo, mas neste caso sem votação. Requerimentos de convocação de diretores da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura) foram retirados de pauta sem deliberação. A Contag é uma das entidades na mira da CPI e tem proximidade histórica com o PT de Lula.

Na quinta-feira anterior (25), os governistas conseguiram barrar duas convocações. A principal foi a de Gustavo Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA) que assinou uma procuração concedendo poderes a Rubens Oliveira, apontado como um operador dos descontos irregulares.

Também foi barrada a convocação de Silas Bezerra Alencar, empresário que teria ligações com a Contag. O resultado das duas votações foi 19 a 11, expondo o apoio que os aliados de Lula julgam ter quando todos os titulares do colegiado estão presentes –a vantagem seria menor quando titulares faltam e suplentes votam.

Governistas ouvidos pela reportagem afirmam que o grupo só quis disputar no voto os requerimentos naquele dia porque julgavam já ter reagrupado a base e ter apoio suficiente para ganhar. O resultado os deu confiança.

Os relatórios de quebras de sigilo estão chegando ao colegiado desde a semana passada e seus conteúdos são imprevisíveis. A CPI poderá ganhar tração dependendo das informações que forem encontradas nas quebras de sigilo.

Além de tentar conter requerimentos que contrariam seus interesses, os aliados de Lula pressionam para que sejam marcados depoimentos de pessoas ligadas ao governo de Jair Bolsonaro (PL).

Caio Spechoto/Folhapress

Haddad vê espaço para reaproximação entre Lula e Trump e confia na diplomacia



Piada do Ano! Justiça condena Band a indenizar Pablo Marçal por ofensas em cobertura


Justiça aceitou pedido após Marçal ser chamado de ‘lixo humano’

Laura Intrieri
Folha

O juiz Paulo Henrique Ribeiro Garcia, da 1ª Vara Cível do Foro de Pinheiros, condenou a Band a pagar R$ 50 mil a Pablo Marçal (PRTB) por danos morais. O magistrado também ordenou a emissora a retirar do ar reportagens que continham termos considerados como ofensas pessoais ao empresário. Procurada, a Band informou que não comenta processos judiciais. Cabe recurso.

No processo, Marçal afirmou que, durante as enchentes no Rio Grande do Sul, organizou campanhas de doações e que caminhões com mantimentos teriam enfrentado exigência de notas fiscais e multa.

“FAKE NEWS” – A Band teria veiculado reportagem classificando como “fake news” a detenção por falta de documentação e, em comentários, seus jornalistas teriam usado expressões como “mané”, “canalha”, “zé ruela” e “lixo humano”.

A emissora sustentou em contestação que Pablo disseminou inverdades nas publicações a respeito do assunto, pois os caminhões não estavam sendo barrados por ausência de nota fiscal, mas sim por excesso de peso. Também afirmou que o histórico público do autor afastaria a indenização e que a cobertura estava protegida pela liberdade de expressão.

À época, o governo do Rio Grande do Sul desmentiu um vídeo em que Marçal dizia erroneamente, que “os cara não estava (sic) deixando entrar de barco gente sem habilitação” e que “os caras estão querendo nota fiscal e nós estamos querendo doar comida”. Procurado pela Folha na ocasião, Marçal afirmou que duas das dez carretas que ele teria enviado “foram paradas devido a questões burocráticas”, mas que “a situação foi resolvida”.

HARMONIA – Ao decidir, o magistrado afirmou que a liberdade de imprensa deve se harmonizar com a proteção à honra e à imagem. Destacou que, mesmo admitindo crítica e linguagem enfática, os termos empregados “passaram para o campo da agressão pessoal” e não guardam relação adequada com o fato noticiado.

“Chamar de canalha, a quem se atribui a divulgação de “fake news”, parece, à toda evidência, um excesso no linguajar, uma palavra desnecessária, que não se relaciona adequadamente com a narrativa em questão, cuja existência desvinculada do contexto acaba tendo o único efeito de ofender o autor”, diz o documento.

Antes da sentença houve uma tentativa de conciliação que terminou sem acordo. O juiz rejeitou o pedido de direito de resposta e negou o pedido para proibir o uso do nome do autor em publicações futuras, por configurar controle prévio.


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