quinta-feira, janeiro 15, 2026

Sergipe inicia venda de passagens on-line para o transporte intermunicipal

As passagens disponíveis on-line tem como ponto de partida a capital, Aracaju, com destino a todos os municípios sergipanos

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As vendas estão centralizadas no portal www.minhapassage.com.br (Foto: DER/SE)

A venda de passagens on-line para o transporte intermunicipal em Sergipe iniciou nesta quinta-feira, 15. Nesta fase de lançamento, o sistema atende passagens com valores acima de R$ 15,00.

De acordo com o Governo de Sergipe, as vendas estão centralizadas no site MinhaPassage (www.minhapassage.com.br). As passagens disponíveis on-line tem como ponto de partida a capital, Aracaju, com destino a todos os municípios sergipanos.

Para utilizar o serviço, o passageiro deve ficar atento às regras de operação estabelecidas pelo Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária (DER/SE) para esta fase inicial:

  • Antecedência: a compra deve ser efetuada com, no mínimo, 5 horas de antecedência em relação ao horário de partida.
  • Ponto de Partida: inicialmente, o sistema contempla viagens saindo de Aracaju. A expansão para as rotas que partem do interior está prevista para ocorrer em curto prazo.

Como comprar

Para comprar as passagens, basta acessar o site www.minhapassage.com.br e selecionar a cidade de destino, partindo de Aracaju. O passageiro deverá escolher o terminal de partida e horário (respeitando a antecedência mínima de 5h).

Após selecionar, basta realizar o pagamento e apresentar o comprovante (digital ou impresso) no embarque.

*Com informações do Governo de Sergipe

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Onde investir em 2026? Segundo especialista, juros, eleições e volatilidade exigem estratégia e diversificação

 


Onde investir em 2026? Segundo especialista, juros, eleições e volatilidade exigem estratégia e diversificação


O ano de 2026 deve ser marcado por um ambiente de investimentos mais desafiador, com volatilidade elevada, incertezas fiscais, cenário eleitoral e tensões internacionais influenciando diretamente juros, câmbio e preços dos ativos. A avaliação é de Marcelo Cambria, coordenador da pós-graduação em Mercado de Capitais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). O especialista destaca a importância de planejamento, estratégia de longo prazo e diversificação para atravessar o período com mais segurança e eficiência.
 

Clique aqui para baixar a sugestão de imagem. Crédito: Freepik.

Segundo Cambria, o cenário macroeconômico tende a ser impactado principalmente pelo processo eleitoral no Brasil. “Desde a definição dos candidatos até a ausência ou presença de programas de governo claros, tudo interfere nas expectativas de juros e câmbio. Essas variáveis se influenciam mutuamente e afetam diretamente as decisões de investimento”, afirma.
 

O professor ressalta que há expectativa de queda gradual da taxa de juros ao longo do ano, já refletida nas curvas futuras, mas alerta que isso não é uma certeza. “A depender das contas públicas, da arrecadação e do ritmo da atividade econômica, esse movimento pode ser interrompido ou revertido”, explica.
 

Renda fixa segue atrativa, mas renda variável pode ganhar espaço
 

Mesmo com a perspectiva de queda dos juros, Cambria avalia que a renda fixa ainda oferece boas oportunidades em 2026. “Se o investidor entender que os juros vão cair, travar taxas mais altas em títulos de prazo maior pode permitir a captura de ganhos antes do vencimento”, observa.
 

Na renda variável, o cenário é mais cauteloso. Após uma performance expressiva do Ibovespa em 2025, o especialista não acredita na repetição do mesmo ritmo. “A volatilidade, as eleições e as tensões internacionais não favorecem a estabilidade dos ativos”, diz. Ainda assim, a eventual queda dos juros tende a beneficiar ações, já que reduz o custo de capital das empresas e aumenta seu valor no longo prazo.
 

Fundos imobiliários, câmbio e investimentos no exterior
 

No mercado de fundos imobiliários, Cambria aponta que o retorno gradual das empresas ao modelo presencial ou híbrido pode favorecer ativos de maior qualidade, especialmente lajes corporativas bem localizadas. “Ainda é um mercado desafiador, mas há espaço para oportunidades seletivas”, afirma.
 

Em relação ao câmbio, o professor destaca um cenário de forte volatilidade. “O real sofreu apreciação em determinados momentos, mas também enfrentou desvalorização com a redução do fluxo de capital estrangeiro, o que torna o dólar mais caro”, explica.
 

Já nos investimentos internacionais, especialmente no mercado americano, Cambria recomenda cautela. “Os múltiplos indicam que o mercado está caro em relação à média histórica. Isso não significa que haverá uma queda imediata, mas aumenta a probabilidade, dependendo de como os Estados Unidos irão se comportar diante dos eventos geopolíticos recentes”, analisa.
 

Setores promissores e segmentos que exigem atenção
 

Entre os setores com maior potencial de valorização em 2026, o especialista destaca aqueles ligados à automação, tecnologia e inteligência artificial. “São áreas que aumentam a eficiência das empresas, reduzem custos e seguem como prioridade estratégica”, afirma.
 

Por outro lado, setores mais sensíveis à manutenção de juros elevados exigem cautela, especialmente varejo e bens de consumo duráveis, que dependem fortemente de financiamento. “Além disso, é preciso acompanhar as políticas públicas de proteção à indústria e ao comércio nacional, que podem influenciar diretamente esses segmentos”, acrescenta.
 

Desafios de pequenos e grandes investidores
 

Cambria explica que a principal diferença entre pequenos e grandes investidores está no acesso à informação, ao timing de mercado e à capacidade de diversificação. “O grande investidor consegue ajustar exposições de forma mais coordenada, acompanhar curvas de juros e diversificar com mais profundidade, muitas vezes com carteiras de 20 ou mais ativos”, afirma.
 

Já o pequeno investidor enfrenta restrições de capital que dificultam esse nível de diversificação e a adoção de estratégias mais complexas. “Por isso, ele precisa ser ainda mais disciplinado na definição da estratégia e no respeito ao seu perfil de risco”, alerta.
 

Diversificação é proteção
 

Para o professor, a diversificação continua sendo um dos principais pilares da gestão de patrimônio. “Ela tem um papel mais claro de proteção do que de maximização de retorno. Ao reduzir o risco e o desvio padrão da carteira, o investidor evita ficar exposto a um único movimento de mercado”, explica.
 

Erros comuns e princípios para decisões mais seguras
 

Entre os erros mais frequentes no início do ano, Cambria aponta a concentração excessiva de investimentos e o abandono da estratégia de longo prazo. “Colocar todo o recurso em um único ativo pode até gerar ganhos expressivos em casos raros, mas o risco é muito alto e, na maioria das vezes, não é recomendável”, afirma.
 

Segundo ele, decisões mais seguras e eficientes devem ser guiadas por uma estratégia que vá além de 2026. “O investidor precisa pensar em prazo mais longo, respeitar seu perfil de risco e evitar decisões impulsivas. Segurança e eficiência não se constroem em um único ano, mas ao longo do tempo”, conclui.
 

O especialista: Marcelo Cambria é doutorando em Contabilidade, mestre em Controladoria e Contabilidade, e bacharel em Ciências Contábeis pela FEA/USP. Possui mais de 27 anos experiência em finanças e mercado financeiro, tendo atuado em grandes companhias e no setor bancário, gerente executivo de finanças, contabilidade, riscos e relações com investidores, com operações de custódia, tesouraria e gestão de ativos. É co-autor do livro “Curso de Mercado Financeiro – Tópicos Especiais”, da Ed. Atlas, e revisor do livro “Administração Financeira”, da Ed. McGraw-Hill. É sócio-diretor da MC Consult e coordenador da pós-graduação em Mercado de Capitais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP).
 



Sobre a FECAP 

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) é referência nacional em Educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade no Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos e livres. Diversos indicadores de desempenho comprovam a qualidade do ensino da FECAP: nota 5 (máxima) no ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e no Guia da Faculdade Estadão Quero Educação 2021, e o reconhecimento como melhor centro universitário do Estado de São Paulo segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, a FECAP está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima.


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FECAP - Assessoria de Imprensa
Contato: atendimentoimprensa@fecap.br 

Telefone/WhatsApp: 11 96613-5719

Prefeito e Vereadores: papéis distintos e responsabilidades essenciais na administração municipal


Prefeito e Vereadores: papéis distintos e responsabilidades essenciais na administração municipal

* Por José Montalvão

No âmbito do município, a organização do poder público é clara e definida pela Constituição Federal do Brasil, pela Lei Orgânica Municipal e por legislações complementares. Cada agente político possui atribuições específicas, que não se confundem nem se sobrepõem. Compreender essas funções é fundamental para fortalecer a democracia local e garantir uma gestão pública eficiente, transparente e voltada ao interesse coletivo.

O prefeito é o chefe do Poder Executivo municipal e, portanto, a maior autoridade administrativa do município. Cabe a ele administrar a cidade, planejar e executar políticas públicas, gerir o orçamento, coordenar as secretarias, firmar convênios, executar obras e assegurar o funcionamento dos serviços essenciais, como saúde, educação, infraestrutura, assistência social e limpeza urbana. Em síntese, é o prefeito quem governa e administra o município.

Já os vereadores integram o Poder Legislativo municipal, cuja função vai muito além da ideia equivocada de “ajudar o prefeito” ou manter apenas uma relação cordial com o Executivo. O papel do vereador é institucional, técnico e político, sempre orientado pela defesa do interesse público.

Entre as principais atribuições do vereador, destacam-se:

1. Função Legislativa
Os vereadores têm a responsabilidade de elaborar, discutir e votar leis municipais. Isso inclui projetos que tratam do orçamento anual (LOA), do Plano Diretor, da criação de bairros, da denominação de ruas, da aprovação de convênios e de normas que impactam diretamente a vida da população. É por meio dessa função que o Legislativo contribui para a organização e o desenvolvimento do município.

2. Função Fiscalizadora
Uma das funções mais relevantes do vereador é a fiscalização dos atos do Poder Executivo. Cabe ao Legislativo acompanhar a aplicação dos recursos públicos, a execução orçamentária, a legalidade dos contratos, licitações e a qualidade dos serviços prestados à população. Quando necessário, os vereadores podem instaurar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para apurar possíveis irregularidades.

3. Função de Controle Externo
Os vereadores também participam do julgamento das contas do prefeito, com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado ou do Município. Essa atribuição reforça o papel do Legislativo como guardião da legalidade, da moralidade administrativa e da correta aplicação do dinheiro público.

4. Função Reivindicatória ou de Assessoramento
O vereador é, sobretudo, um representante direto da população. Ele deve ouvir as demandas das comunidades, visitar bairros, zona rural, dialogar com associações e encaminhar essas reivindicações ao Executivo por meio de indicações, requerimentos e projetos, sugerindo melhorias e soluções para os problemas locais.

É importante ressaltar que, embora o diálogo, o respeito institucional e a cordialidade entre os poderes sejam desejáveis e necessários para o bom funcionamento da administração pública, essa relação deve ser pautada pela independência e harmonia, conforme determina a Constituição. Não há hierarquia entre prefeito e vereadores.

O vereador não é subordinado ao prefeito, nem deve atuar como mero apoiador incondicional da gestão. Seu dever maior é com a população que o elegeu. Fiscalizar, questionar, cobrar transparência e, quando necessário, se posicionar de forma crítica não significa atrapalhar a administração, mas sim cumprir o papel constitucional do Legislativo.

Uma Câmara Municipal atuante, independente e responsável fortalece a democracia, inibe abusos, previne irregularidades e contribui para uma gestão mais eficiente. Da mesma forma, um prefeito que respeita a autonomia do Legislativo demonstra compromisso com a legalidade, a transparência e o interesse público.

Em uma democracia madura, prefeito administra, vereador legisla e fiscaliza — cada um cumprindo seu papel, em benefício do município e de sua população.

José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, cursando pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

quarta-feira, janeiro 14, 2026

Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

 

Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

Por Augusto Tenório, Folhapress

14/01/2026 às 17:25

Atualizado em 14/01/2026 às 20:29

Foto: Isác Nóbrega/PR/Arquivo

Imagem de Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

O pastor Silas Malafaia

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, afirmou nesta quarta-feira (14) que a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) cometeu uma "afronta" ao associar igrejas evangélicas ao escândalo de descontos indevidos no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O religioso desafiou a parlamentar, a quem classificou como "linguaruda" se não apresentar provas e nomes.

"Isso é uma afronta, uma mulher que se diz evangélica faz uma denúncia dessa gravidade sem dar nomes e ainda diz que teve gente que pediu para ela não falar nada. Eu vou desafiar ela a dar o nome das grandes igrejas e dos líderes que estão envolvidos nessa pouca vergonha. 'Se não, a senhora é uma linguaruda'", disse Malafaia à Folha, antecipando o conteúdo de um vídeo que divulgará nas redes.

O pastor reclama de uma entrevista concedida por Damares ao SBT News. A senadora faz parte da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. Ela afirmou que identificou entidades religiosas no esquema.

"Nós estamos identificando igrejas no esquema de fraude com aposentados. Há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis. (...) E quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: 'não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes'", afirmou a senadora nessa terça-feira (13).

Malafaia e Damares são apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O líder religioso é uma espécie de conselheiro político da família Bolsonaro, enquanto a parlamentar, também evangélica, foi ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo passado. Em 2022, eles protagonizaram uma disputa sobre a eleição.

Na ocasião, Malafaia classificou Damares como "abusada" após a então ex-ministra manter uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. O então presidente Bolsonaro apoiava Flávia Arruda (PL) para o cargo.
Politica Livre

Flávio Bolsonaro pede trégua aos aliados e diz confiar na lealdade de Tarcísio

 



Planalto prevê desgaste, mas diz que veto a R$ 11 bilhões em emendas não afetará Lula

 

Publicado em 14 de janeiro de 2026 por Tribuna da Internet

Justificativa será o o uso racional dos recursos públicos

Jeniffer Gularte
O Globo

O Palácio do Planalto já calcula o cenário de desgaste com o Congresso a partir do veto e bloqueio de R$ 11 bilhões a emendas parlamentares que será feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Auxiliares do petista, porém, avaliam que a insatisfação não será capaz de atrapalhar a governabilidade do último ano de mandato e preveem que o corte não trará prejuízo em ano de eleição, quando Lula tentará a reeleição.

O orçamento de 2026 será sancionado nesta quarta-feira com veto parcial de recursos. Com o anúncio de bloqueios e remanejamento, aproximadamente R$ 50 bilhões serão reservados para as indicações feitas por deputados e senadores a seus redutos eleitorais — o valor aprovado pelo Parlamento era de R$ 61 bilhões.

ALOCAÇÃO – A avaliação é que, na prática, deputados e senadores poderão protestar contra a contenção feita pelo Planalto, mas terão a oportunidade de alocar os recursos ainda elevados de fevereiro a junho deste ano — prazo máximo para pagamento de emendas em ano eleitoral.

Outro argumento apontado internamente é que a redução do valor de emendas demonstra que Lula faz uso racional dos recursos públicos, enquanto o Congresso exige do governo ajuste fiscal.

Auxiliares afirmam que Lula se preocupa em não passar a imagem de “gastador” em ano eleitoral. O corte nas emendas, no entanto, ocorre no momento em que presidente tenta recompor a relação com a cúpula da Câmara e o Senado em um processo de reaproximação com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-PB) que iniciou em dezembro e mira o ano eleitoral.  

RECURSO BARRADO – A contenção foi antecipada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, na semana passada, quando o ministro afirmou que o governo estudava como barrar o recurso, se por veto, bloqueio ou remanejamento.

— Não será executado além do combinado, o que é legalmente combustível. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do previsto legalmente e do pactuado — disse o ministro a jornalistas no Palácio do Planalto.

ACORDO – Costa fez referência a um acordo feito entre Legislativo e Executivo ainda em 2024 de que o crescimento relativo a emendas parlamentares teria de se sujeitar ao arcabouço fiscal, e que, portanto, poderia apenas ser correção pela inflação e um aumento real de, no máximo, 2,5%:

— Tem uma regra definida, inclusive por julgamento pleno do STF, que define o volume de emendas e o como essas emendas podem crescer. Tudo aquilo que tá fora do pactuado não será executado.

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