segunda-feira, outubro 27, 2025

Editorial: O Bom Combate em Defesa da Verdade Histórica de Jeremoabo

 




Lista de prefeitos e intendentes

NomePartidoInício de mandatoTérmino de mandatoNotasFontes
República Velha (1889-1930)
Cel. Jesuíno Martins de Sá18891895[3]
Cel. Antônio Lourenço de Carvalho1895?[3]
João Lourenço de Carvalho19191924[3]
Jesuíno Martins de Sá Júnior19241927[3]
Bento Nolasco de Carvalho19271933[3]
Era Vargas (1930-45)
Manoel Martins de Sá19331938Primeiro prefeito eleito de Jeremoabo[3]
João Gonçalves de Sá19381944[3]
Vicente Paula Costa19441948[3]
República Populista (1945-64)
Bento Nolasco de CarvalhoPSD19481951[4]
10°Vicente de Paula Costa19511955[5]
11°Manoel de Carvalho Santana19551959[3]
12°Abelardo Silvestre de SantanaPSD19591963[6]
13°Bento Nolasco de CarvalhoPR19631964Prefeito eleito, cassado após o golpe de 1964[3][7]
Ditadura Militar (1964-85)
14°João Gonçalves de Carvalho Sá19641967[3]
15°José Lourenço de CarvalhoArena19671° de fevereiro de 1971Prefeito eleito pelo eleitorado municipal[8]
16°Vicente de Paula Costa1° de fevereiro de 19711° de fevereiro de 1973[9]
17°José Lourenço de Carvalho1° de fevereiro de 19731° de fevereiro de 1977[10]
18°João Gonçalves de Carvalho Sá1° de fevereiro de 19771° de fevereiro de 1983[11]
19°José Lourenço de CarvalhoPDS1° de fevereiro de 19831° de janeiro de 1989[12]
Nova República (1985-presente)
20°João da Silva Varjão

"João Ferreira"

PMDB1° de janeiro de 19891° de janeiro de 1993Primeiro prefeito eleito em sufrágio universal[3][13]
21°Luiz Carlos Barttiloti Lima

"Lula de Dalvinho"

1° de janeiro de 19931° de janeiro de 1997Prefeito eleito em sufrágio universal[3]
22°João Batista Melo de Carvalho

"Tista de Deda"

PFL1° de janeiro de 19971° de janeiro de 2001
1° de janeiro de 20011° de janeiro de 2005Prefeito reeleito em sufrágio universal
23°Spencer José de Sá Andrade

"Dr. Spencer"

PP1° de janeiro de 20051° de janeiro de 2009Prefeito eleito em sufrágio universal[14]
24°João Batista Melo de Carvalho

"Tista de Deda"

DEM1° de janeiro de 20091° de janeiro de 2013[15]
25°Anabel de Sá Lima Carvalho

"Anabel de Tista"

PSD1° de janeiro de 20131° de janeiro de 2017Prefeita eleita em sufrágio universal[16]
26°Antônio Chaves1° de janeiro de 20173 de julho de 2018Prefeito interino, em razão do indeferimento da prefeita reeleita, Anabel de Sá Lima Carvalho[17][18]
27°Derisvaldo José dos Santos

"Deri do Paloma"

PP3 de julho de 20181° de janeiro de 2021Prefeito eleito em sufrágio universal em eleições suplementares[19]
1° de janeiro de 20211° de janeiro de 2025Prefeito reeleito em sufrágio universal[20][21]
28°João Batista Melo de Carvalho

"Tista de Deda"

PSD1° de janeiro de 2025incumbentePrefeito eleito em sufrágio universal[22]

Referências

  1.  «Consulta de Servidores Municipais - Periodo:Novembro/2023». Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  2.  LEAL, Victor Nunes, Coronelismo, Enxada e Voto, 3ª ed., Rio: Nova Fronteira, 1997, p. 219.
  3.  Almeida, Marco Antônio Dantas de (1998). Jeremoabo: Breve resumo da história de uma terra e do seu povo. Jeremoabo: [s.n.] pp. 22, 24–26
  4.  «Prefeitos eleitos no pleito de 21/12/1947» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  5.  «Apuração eleições 1950 Bahia» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  6.  «Prefeitos eleitos Bahia 1958» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  7.  «Prefeitos eleitos Bahia 1962» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  8.  «Prefeitos eleitos Bahia 1966» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  9.  «Prefeitos eleitos Bahia 1970» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  10.  «Prefeitos eleitos Bahia 1972» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  11.  «Prefeitos eleitos Bahia 1976» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  12.  «Prefeitos eleitos Bahia 1982» (PDF)TRE-BA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  13.  «Simões lamenta falecimento de ex-secretário»ALBA. 20 de janeiro de 2012. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  14.  «Eleições municipais 2004 Bahia» (PDF)ALBA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  15.  «Tista de Deda - candidato a prefeito - 2008»Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais - TSE. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  16.  «Eleições municipais 2012 Bahia» (PDF)ALBA. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  17.  Mendes, Henrique (6 de outubro de 2016). «Indeferidos, 12 candidatos a prefeito mais votados são dúvidas na Bahia»G1. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  18.  Bonfim, Lula (7 de fevereiro de 2020). «Jeremoabo: Ex-prefeito Antonio Chaves rebate acusações do prefeito Deri do Paloma»Bahia Notícias. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  19.  «Eleição suplementar define Deri do Paloma como novo prefeito de Jeremoabo, no norte da BA»G1. 4 de junho de 2018. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  20.  «Deri do Paloma 11 - Prefeito - Jeremoabo (BA)»Diário Cidade. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  21.  «Deri do Paloma (PP) é reeleito Prefeito de Jeremoabo BA com vantagem de 159 votos»Jeremoabo.com.br. 16 de novembro de 2020. Consultado em 2 de fevereiro de 2024
  22.  «Eleições 2024: Tista de Deda, do PSD, é eleito prefeito de Jeremoabo no 1º turno»G1. 7 de outubro de 2024. Consultado em 9 de outubro de 2024



Editorial: O Bom Combate em Defesa da Verdade Histórica de Jeremoabo

Desde o meu tempo de estudante, sempre adotei o bom combate — o combate das ideias, da coerência e da verdade. E é com o mesmo espírito que continuo, até hoje, estudando e questionando, na certeza de que o conhecimento é o maior instrumento contra a manipulação e o engano. Foi nesse propósito que resolvi realizar um levantamento de todos os prefeitos de Jeremoabo, desde o primeiro até o atual, Tista de Deda, para confirmar um fato simples, mas de grande relevância histórica: nenhum deles jamais contestou ou colocou em dúvida que a data da emancipação política de Jeremoabo é 06 de julho de 1925.

Para corroborar esse entendimento, reproduzo aqui uma rica e simbólica explanação do Deputado Estadual Pedro Tavares, publicada no Diário Oficial em 15 de julho de 2016, quando parabenizou Jeremoabo pela sua emancipação. A manifestação do parlamentar é mais uma prova de que, institucionalmente, o Estado da Bahia reconhece essa data como o marco da independência política do nosso município.

E para reforçar ainda mais essa verdade, lembro também a declaração do ex-prefeito Deri do Paloma, divulgada pela própria Secretaria de Comunicação da Prefeitura em 06 de julho de 2021, às 11h58, na qual ele escreveu:

“A protuberância de um povo está no seu reconhecimento de unidade, na consciência que somos todos parte essencial de um só, respeitando as diferenças e abraçando os ensejos comuns para crescimento de todos. Parabéns jeremoabenses, nascidos e adotados, sobretudo parabéns aos filhos que perpetram a prosperidade da nossa querida Jeremoabo.”

Independentemente de suas inúmeras falhas administrativas — como a demolição do Parque de Exposições, o corte de uma árvore centenária ao lado do hospital, o abandono das escolas e tantos outros desmandos —, o então prefeito Deri do Paloma teve a grandeza de manter o respeito à história, seguindo a postura de todos os seus antecessores ao reconhecer 06 de julho como a verdadeira data da emancipação política de Jeremoabo.

A pergunta que fica é inevitável: será que todos os prefeitos de Jeremoabo foram analfabetos ou ignorantes a ponto de desconhecerem a própria história do município que governaram? Ou será que agora, em pleno século XXI, há quem queira falsificar a certidão de nascimento da cidade — um ato comparável à falsificação de um documento público, algo que só criminosos ousariam fazer?

A verdade é que a história de Jeremoabo não é passível de manipulação nem de conveniências políticas. Ela foi escrita com o suor e a luta do seu povo e deve ser preservada com o mesmo zelo com que se guarda a memória de uma família.

Como dizia o ditado popular, “vamos devagar, porque o santo é de barro”. A história não perdoa os que tentam distorcê-la. E nós, que sempre estivemos do lado do bom combate, continuaremos a defendê-la — com estudo, com argumentos e, sobretudo, com amor à nossa terra.

Jeremoabo nasceu politicamente em 06 de julho de 1925 — e assim permanecerá na memória e na verdade.



Pedro Tavares parabeniza Jeremoabo

Publicado em: 15/07/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

Peemedebista se congratulou com os habitantes do município
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A passagem dos 185 anos de emancipação política de Jeremoabo, no último dia 6 de julho, foi destacada na Assembleia Legislativa pelo deputado Pedro Tavares (PMDB). Em moção de congratulações à população do município, o deputado contou que a região originalmente era habitada pelos índios Tupinambás. “A palavra Jeremoabo em língua tupinambá significa plantação de jerimum”, observou.

De acordo com o deputado, no século XVI, o português Garcia d’Ávila recebeu do rei João III uma sesmaria de 60 léguas quadradas, abrangendo as terras onde hoje se localiza o município. “Em conflito com os missionários, que se opunham à escravidão dos índios, D’Ávila incendiou a povoação original, reconstruindo-a depois por intervenção do Papa e do governo colonial”, acrescentou ele. 

Pedro Tavares relatou ainda, no documento, que em 1688 foi expedida a patente de Sebastião Dias, primeiro Capitão-Mor da aldeia de Jeremoabo. “Em 1778, o Governo Geral do Brasil criou a freguesia de São João Batista de Jeremoabo, cuja paróquia passou a ser dirigida pelo padre Januário de Souza Ferreira. Segundo documentos da época, havia na sede 32 casas construídas e uma população de 252 habitantes”. Jeremoabo tornou-se vila por decreto de 25 de outubro de 1831, ganhando condição de cidade em 6 de Julho de 1925.

https://www.al.ba.gov.br/midia-center/noticias/22099


José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025



Hoje começa a construção da Argentina grande, diz Milei após vitória nas legislativas

 

Hoje começa a construção da Argentina grande, diz Milei após vitória nas legislativas

Os resultados mostram que o mileísmo conseguiu se impor como a principal força política do país

Por Douglas Gavras/Folhapress

27/10/2025 às 06:41

Imagem de Hoje começa a construção da Argentina grande, diz Milei após vitória nas legislativas

Foto: Reprodução/Arquivo

Quatro meses antes das eleições legislativas deste domingo (26), Javier Milei prometeu uma consagração nas urnas, como um sinal de apoio popular ao seu governo, continuidade da política econômica e pavimentando o caminho para uma reeleição em 2027. Apesar de a Casa Rosada ter enfrentado uma sucessão de escândalos que ameaçaram a popularidade do governo antes de um pleito crucial, os argentinos decidiram dar uma vitória surpreendente ao presidente.

Os resultados mostram que o mileísmo conseguiu se impor como a principal força política do país. Com mais de 97% das mesas apuradas, o partido governista A Liberdade Avança obteve 40,8% do total de votos e 64 cadeiras na Câmara dentre as 127 que estavam em disputa —metade dos 257 assentos da Casa foi renovada. Do lado opositor, o peronismo, pelo Força Pátria nacional e regionais, conseguiu 31,6%, com 44 cadeiras; o Províncias Unidas teve 7,1%, ou 8 assentos; e a Frente de Esquerda, 4,8%, com 3 cadeiras vagas. Forças provinciais e outros grupos independentes ficaram com 15,7%, ou 8 vagas.

O Senado tinha 24 das 72 vagas em disputa. A Liberdade Avança ganhou 13, o peronismo somou outras 6 e partidos regionais ficaram com as outras 5.

O governo ganhou a província de Buenos Aires, bastião dos peronistas. Das 23 províncias mais a cidade de Buenos Aires, o governo se impôs em 15 e perdeu em 9.

O partido do presidente se reuniu em um hotel no centro de Buenos Aires, o mesmo em que Milei esperou a apuração nas eleições de 2023. No fim da noite, antes que os resultados começassem a ser divulgados, o clima já era de euforia entre apoiadores.

Milei discursou por volta das 22h30 e comemorou os resultados. "Assim como agradeço a todos os argentinos pelo enorme ato cívico, seria hipócrita se eu não fizesse um agradecimento particular aos que abraçaram as ideias da liberdade. Que linda a Argentina fica de violeta [a cor do seu partido]."

"O povo argentino decidiu deixar para trás cem anos de decadência e persistir no caminho da liberdade, do progresso e do crescimento, hoje começa a construção da Argentina grande", seguiu o presidente.

"Esse resultado não teria sido possível sem cada uma das pessoas deste governo", disse ao agradecer ao chefe da Casa Civil, Francos, aos ministros Patricia Bullrich (Segurança), Luis Petri (Defesa), que foram eleitos senadora e deputado, a Luis Caputo (Economia) e outros membros do gabinete. "O resultado é confirmação do mandato que recebemos em 2023."

O partido de Milei e o PRO (do ex-presidente Mauricio Macri), que este ano foram unidos às urnas e disputaram em todas as províncias, detinham 74 cadeiras na Câmara dos Deputados e 13 no Senado. O governo conseguiu ir além da meta de 86 vagas necessárias para um terço na Câmara e cresceu no Senado, onde não precisava renovar cadeiras.

Em 2023, quando concorria à Casa Rosada, Milei chegou ao seu local de votação, cercado por apoiadores e disposto a discursar. Neste domingo, optou por uma postura mais austera: entrou sem falar com os eleitores e esperou por cinco minutos antes de depositar seu voto. Na saída, tirou fotos com militantes, ouviu aplausos e algumas vaias, evitou perguntas dos jornalistas e foi escoltado até um carro da comitiva presidencial.

A vitória expressiva de Milei coloca mais pressão sobre o peronismo, desarticulado desde o fracasso o governo de Alberto Fernández (2019-2023). O governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, votou em La Plata. Principal oponente de Milei, ele chegou cerca de 20 minutos antes com sua mulher, Soledad Quereilhac, e foi parado por apoiadores, que pediram para tirar fotos. Em seguida, falou aos jornalistas.

"Definimos uma agenda importante para a vida nacional", disse o governador bonaerense. "Todos os dias, desde que assumi como governador, me coloco à disposição para dialogar com a autoridade nacional. Eles têm o meu telefone", queixou-se Kicillof, ao responder sobre a falta de diálogo com o governo nacional.

Ao comentar os resultados no fim da noite, o governador disse que Milei erra, se ignorar o sacrifício do povo. "Observamos que em 7 de setembro, quando o povo da província se pronunciou, o governo foi aos Estados Unidos pedir apoio a Donald Trump. Quero deixar claro que os EUA não são uma sociedade beneficente, vieram à Argentina para lucrar e colocar os nossos recursos em risco. O governo tem ainda mais responsabilidade agora", disse.

Em prisão domiciliar, a ex-presidente Cristina Kirchner foi impedida de votar por uma decisão da Câmara Nacional Eleitoral. Após ter tido sua sentença de seis anos de detenção confirmada pela Corte Suprema de Justiça, por administração fraudulenta em prejuízo do Estado, a autoridade eleitoral ordenou a sua exclusão do registro de votantes.

Milei estava preocupado, após amargar uma derrota de mais de 13 pontos em setembro, na disputa legislativa local na província de Buenos Aires. Na próxima composição do Congresso, a partir de 10 de dezembro, porém, a aliança governista poderá ter o mínimo para evitar que os vetos do presidente sejam derrubados e terá mais folga para tentar passos maiores, como fazer reformas e aprovar cortes de gastos para defender o plano de austeridade do governo.

Com menos cadeiras em disputa do que seus opositores, ele conseguiu manter os deputados próprios que precisavam renovar os seus mandatos em 2025 e ainda aumentar a bancada governista. As últimas pesquisas antes da abertura das urnas apontavam que seria um resultado equilibrado em nível nacional, com o governismo ampliando sua presença no Legislativo, mas sem alcançar a maioria.

Em uma votação que faz um balanço da primeira metade do mandato, Milei conseguiu colher os frutos da desaceleração da inflação, após o duro ajuste que o governo promoveu em quase dois anos. O argentino teve de apelar ao presidente dos EUA, Donald Trump, para evitar uma crise cambial no mês passado, e recebeu um forte respaldo da Casa Branca.

A estratégia de aproximação com o governo Trump, que tinha condicionado seu apoio ao desempenho eleitoral de Milei, foi concretizada com compras de moeda pelo Tesouro dos EUA e um acordo de troca de divisas entre os países, o que conseguiu evitar uma crise cambial antes das eleições.

Mesmo assim, a Casa Rosada precisará recompor parte do gabinete, com a saída do chanceler Gerardo Werthein, ainda antes das eleições, e uma troca na Justiça, após o ministro Mariano Cúneo Libarona anunciar que deixará a pasta. Bullrich e Petri, que eram favoritos em seus distritos para conquistar uma vaga no Senado e uma na Câmara, respectivamente, também deixam o governo.

"Vamos seguir em frente, seguir construindo essa mudança. Os que não foram parte das nossas listas e compartilham uma ideia de mudança, estamos de braços abertos no Senado para construir as maiorias", disse Bullrich.

Participação em pleito é a menor desde 1983
Mais de 11 milhões de pessoas, ou 32% dos eleitores, não votaram neste domingo, de acordo com a autoridade eleitoral. A taxa de participação de 67,9% é a menor desde 1983, com a volta da democracia ao país. Até então, a participação mais baixa em uma outra eleição legislativa tinha sido em 2021 (no contexto da pandemia), com 71%. Já nas presidenciais de 2023, quando Milei foi eleito, o comparecimento foi de 74%. O voto é obrigatório na Argentina, com multa para quem não justificar a ausência.

Pela primeira vez, foi utilizado o sistema de cédula única de papel, com o objetivo de reduzir custos e agilizar a contagem dos votos. A mudança aumentou o tempo de espera em alguns locais de votação, mas sem incidentes.

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