quinta-feira, novembro 02, 2023

Um dia para lembrar os mortos e atender também a quem precisa do nosso apoio


Dor não tem nada a ver com amargura.... Adélia Prado - Pensador

Frase de Adélia Prado (reproduzida do Pensador)

Vicente Limongi Netto

Amo meus mortos. Trago no coração a dor da perda infinita. Meus mortos são inesquecíveis e sublimes. Amor inquebrantável que retempera o ânimo de viver. Tem momentos que não acreditamos que perdemos um ser amado. A insistência pela vida permanece. Prantos e preces confortam o coração e a alma.

A dor insiste. Não aceita tornar-se invisível. Almas e corações andam juntos. Nossa afeição é eterna. Nossos mortos são bálsamos de ternura e sabedoria. Semearam emoções e encantamento. Do céu, mandam pétalas de esperanças. Abrandando nossas saudades no Dia de Finados.

Mas é importante lembrar também os que ainda estão vivos e precisam de nosso amor, apoio, carinho e compreensão. Como diz a Bíblia, “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros” (João 13:34).

CRITICA AO CENTRÃO – Honrado com palavras firmes e contundentes da leitora Lenira Maia, em O Globo do dia 30:

“Faço coro e concordo, como a maioria dos brasileiros, com o leitor Vicente Limongi Netto: O centrão é uma esmerada e azeitada milicia de engravatados. Unha encravada de Lula sem data para sarar!!! Uma vergonha para todos os brasileiros!”

Lenira Maia se referia a um trecho do meu artigo que eu tinha publicado antes na Tribuna da Internet.

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No governo, Lula parece um urso que come os donos e depois segue sozinho


Charge do Fred Ozanan (Paraíba Online)

Elio Gaspari
O Globo/Folha

Lula diz que é uma metamorfose ambulante e é mais que isso. É também, desde sempre, um urso que come seus donos. Na galeria desse urso há várias cabeças, e as de Antonio Palocci, seu ministro da Fazenda, e José Dirceu, o “capitão” de seu time, são as mais conhecidas. Em algum momento, por boas razões, eles acreditaram na imagem que projetavam. Palocci expeliu-se e Dirceu sofreu em silêncio.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não cabe nesses dois figurinos, mas só o tempo dirá o que Lula pretendeu ao se afastar da meta do déficit zero para 2024. Ela estava bichada desde o primeiro momento, desde a hora em que Haddad prometeu um crescimento inviável da arrecadação. Deu-se um caso de perigosa manipulação de expectativas. Lula, Haddad, o mercado e a torcida do Flamengo sabiam que a meta estava bichada, mas confiavam numa expectativa.

“É RUDIMENTAR” – O risco embutido no episódio do café da manhã com os jornalistas é a possibilidade de repetição da joelhada que o ministro Antonio Palocci levou da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2005. Na ocasião, o Ministério do Planejamento anunciou um plano de ajuste fiscal de longo prazo, e Dilma fulminou-o com duas palavras: “É rudimentar.”

Haddad prometia um déficit zero graças ao aumento da arrecadação. Era sonho, mas como a arrecadação patinou, o controle do déficit deveria vir pelo controle de gastos. Qualquer semelhança com o dilema de 2005 não é coincidência. A joelhada de Dilma marcou o início do ocaso de Palocci. Ela falava por Lula.

Quando Lula se dissociou da quimera, nada disse de novo. A questão está em se saber quanto ele quer de déficit. A defesa dos gastos de Dilma/Lula daria no que se viu, uma amarga recessão.

HADDAD SEM APOIO – O Lula de 2023 tem um Congresso mais voraz e uma oposição mais intransigente. Quando Haddad diz que precisa de apoio político, a vaca olha para o brejo. Se ele não tem apoio em casa, do outro lado da rua é que ele não virá.

Se Lula e Haddad pensam que podem administrar a economia com os truques que aplicam à questão da segurança pública, vem coisa ruim por aí. Na segurança, o governo anuncia reuniões e mudanças burocráticas inócuas. Isso não funciona para a economia.

Falar em “ralos tributários” equivale a incensar operações policiais espetaculares contra bandidos. Aliviam a pressão e satisfazem os ministros, mas têm pouca serventia.

CORTAR DESPESAS – Qualquer família sabe como lidar com déficit: se a arrecadação é insuficiente, deve-se cortar despesas. Lula e o comissariado petista não gostam dessa ideia.

A sensibilidade que acompanha o debate econômico é compreensível, mas está exacerbada pela falta de ideias e iniciativas do governo. O Lula 1 teve o Prouni, o Luz para Todos e a defesa das cotas em universidades públicas. Isso para não falar nos programas tucanos reciclados com criatividade no Bolsa Família. A Reforma Tributária tem muitas virtudes e tantas exceções que ainda é prematuro avaliá-la.

Não faz sentido que em quase um ano de governo o Planalto reine num deserto de ideias novas. Governo sem ideias novas vê-se obrigado a discutir as ideias dos outros.


Estados Unidos propõe controle internacional do território de Gaza

Publicado em 2 de novembro de 2023 por Tribuna da Internet

DIA DE FINADOS EM JEREMOABO

 DIA  DE FINADOS EM JEREMOABO

Fonte: JV PORTAL / JEREMOABO TV

Crédito: Google

O Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, é uma data de profunda reflexão e respeito pelos entes queridos que já partiram desta vida. Neste dia, as pessoas visitam os túmulos de seus familiares e amigos falecidos, acendem velas e prestam homenagens, lembrando das memórias e legados deixados por aqueles que se foram.

É um momento de saudade, gratidão e, muitas vezes, de conforto espiritual, à medida que se reza e se recorda a importância da vida e da finitude humana. O Dia de Finados é uma oportunidade de honrar a memória dos que já não estão entre nós e de reforçar a importância de viver plenamente, valorizando o tempo que temos com nossos entes queridos.

Neste dia, o católico é chamado a moderar os seus hábitos: não é dia para escutar música alta, abusar de bebidas alcoólicas, viagens turísticas, euforia. Dia de Finados não é dia de festa: é dia de oração e silêncio interior. 
Durante nossa visita ao Cemitério, podemos observar no lado direito do mesmo, muito lixo jogado pelos moradores, causando um certo mau cheiro, principalmente quando a temperatura vai aumentando. Cabe aos moradores, solicitarem da prefeitura, um coletor de lixo, para que os mesmos possam ter uma vida mais saudável.

JEREMOABO TV - É CULTURA

"A Insegurança Pública e o avanço das Milícias no Brasil".


Mediação de Cláudia Ferreira, ativista indígena e apresentadora do programa Twitter Space entrevista. 

Participação:

- Prof Marlon Co-host. 

- Luciana Co-host.

- Leonel Brizola Neto do PT RJ, presidente da Associação Cultura Leonel Brizola. 

- Jornalista Fábio Costa Pinto Conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa ABI, membro da Comissão de Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos.

- Agrimaldo Santos de Souza investigador há 20 anos; Diretor da COBRAPOL; Graduado em Filosofia; História e Direito; Pós-graduado em Comunicação, e Informática; Membro do Movimento policiais Antifascismo e cordenador do Setorial de segurança pública do PT Bahia.

- Abdael Ambruster Secretário nacional de segurança pública do PT.

- Henrique Pizzolato 

Ex diretor de marketing do banco do Brasil do governo Lula.

- Ramon Belarmino Carvalhal, Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Salvador, pós graduando em Gestão de Segurança Pública e Policiamento, Policial Penal, coordenador Jurídico do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia, Diretor Adjunto de Formação Sindical da Federação Nacional dos Servidores Penitenciários, integrante da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia, integrante da Coordenação Estadual do Movimento Policiais Antifascismo Bahia.


De 2 de novembro às 21h no Twitter Space.

quarta-feira, novembro 01, 2023

O intertravado apareceu para os mortos, os vereadores da oposição irão denunciar onde fica essa empresa, quem trabalha nela e quem é o dono....




É uma atitude lamentável e desrespeitosa com a população de Jeremoabo. É inadmissível que o dinheiro público seja usado para fins pessoais, especialmente quando se trata de uma obra tão importante quanto a reforma de um cemitério.

A colocação de placas agradecendo ao prefeito e ao secretário de Obras é uma clara tentativa de autopromoção. É como se eles estivessem dizendo que a obra foi feita por eles, quando na verdade foi paga com o dinheiro dos impostos dos cidadãos.

O vereador Eriks está certo em denunciar esse caso. É importante que a população saiba o que está acontecendo e que cobre dos seus representantes eleitos uma atitude mais responsável..

Espero que a investigação do vereador Eriks seja bem-sucedida e que os responsáveis por essa situação sejam punidos.

A malversação com o dinheiro público na administração municipal de Jeremoabo já ultrapassou todos os limites, o pior é que em Jeremoabo não adiasnta reclamar nem representar, se ilude quem acha que vai conseguir acabar com o crime organizado em Jeremoabo.

Osa vereadores devem representar perante O ministério Público de Jeremobo ou o GAECO, requerendo que o prefeito e o secretário de Obras devam retirar as placas que foram colocadas no cemitério.

  • O vereador Eriks deve continuar a investigar o caso e apresentar as provas que reuniu à população.
  • A população de Jeremoabo deve cobrar dos seus representantes eleitos uma atitude mais responsável com o dinheiro público.

Acredito que, com a união da população e dos representantes eleitos, é possível combater esse tipo de abuso e garantir que o dinheiro público seja usado de forma correta.


Não deixe a Reforma Tributária te fazer de otário, é você quem vai pagar a conta

Publicado em 1 de novembro de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Fred Ozanan (@humorcomrumor)

Joel Pinheiro da Fonseca
Folha

Eu era um membro conformado do grupo dos otários que pagam inteira no cinema. Sim, otário: graças ao desconto concedido a estudantes, idosos e outros, gente como eu pagava mais caro. Mas eis que, neste fim de semana, vim para o lado vantajoso da força: minha operadora de celular tem um convênio com uma rede de salas, o que me valeu o direito à meia. Muito em breve, absolutamente todo frequentador de cinema terá sua meia entrada.

O resultado disso, é claro, não será uma economia para todos, e sim uma entrada que simplesmente custará o dobro. Toda isenção ou desconto estendido a um grupo é pago por aqueles que ficaram de fora. Se ninguém ficar de fora, o benefício se extingue.

EM OUTRO GRUPO – Se já conquistei a meia entrada no cinema, ainda pertenço a outro grupo de otários: os que, sem lobby em Brasília, não terão alíquota especial na Reforma Tributária, e portanto pagarão um IVA mais alto para custear o desconto amigo dos demais.

Justificativas não faltam, a começar pela social: vamos desonerar, por exemplo, os itens da cesta básica. O primeiro sinal de que isso não era uma boa ideia foi a voracidade com que resolveram adicionar produtos à cesta básica, colocando até capacete e tijolo entre os itens necessários para alimentar uma família. A solução foi criar duas cestas, cada uma com sua alíquota especial. Definir qual produto entra em qual cesta promete muita judicialização futura.

A segunda distorção é que o benefício da isenção nunca vai inteiro para o público-alvo, o povo pobre que precisa comer. Uma parte fica com as próprias empresas, que não abatem a isenção completa do preço final do produto. Outra parte vai para a classe média e o rico, que também consomem arroz, feijão e farinha. Isso reduz a parte que sobra ao pobre.

SERIA MAIS JUSTO… – E quem paga a conta desse benefício mal focalizado? Todos os outros setores, que arcarão com um IVA mais alto, além, é claro, de seus consumidores. Seria socialmente mais eficaz arrecadar o imposto da cesta básica normalmente e daí transferir essa arrecadação aos consumidores pobres. Algo me diz, no entanto, que isso não interessaria tanto aos lobistas empresariais.

Até aqui estamos falando das isenções que ao menos têm um verniz social. Outras não têm nem mesmo isso — são a defesa aberta de privilégios corporativistas.

Médicos e advogados com faturamento milionário, o sofrido agro. Será uma boa ideia o Estado criar uma bolsa especial para eles? Depositar todo mês um extra na conta bancária dos médicos que já faturam acima do Simples? É o que vai ocorrer, embora com menos transparência para a opinião pública, posto que não haverá uma transferência do Tesouro para a conta deles.

REFORMA INÓCUA – É deprimente defender a Reforma Tributária nos termos de que “mesmo assim será melhor do que a situação atual”. Isso só indica que ainda há espaço para outros cavarem sua boquinha. Insatisfeitos com a isenção de 60%, representantes do agro já pleiteiam 80%. E se deixarmos, não vão parar até tornar a reforma inócua.

Não se engane: toda vez que o representante de um setor ou classe defende uma alíquota especial para si, o que ele está dizendo é que ele quer tirar seu dinheiro e te tratar como otário, ainda tornando toda a economia menos eficiente e a legislação tributária mais complexa, contrariando a razão de ser da reforma.

Reconhecer isso com clareza é, quem sabe, o primeiro passo para impedi-lo.


Toffoli conseguiu inocentar Ciro Nogueira em processo com um “oceano de provas”

Publicado em 1 de novembro de 2023 por Tribuna da Internet

Ciro Nogueira

Ciro Nogueira inocentado, apesar da abundância de provas

Daniel Gullino
O Globo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira a rejeição de uma denúncia apresentada pelo próprio órgão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI). A mudança na posição foi justificada por mudanças na legislação e no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), como a decisão do ministro Dias Toffoli de anular as provas do acordo de leniência da Odebrecht.

Em setembro, Toffoli determinou a anulação de todas as provas obtidas no acordo de leniência. O ministro considerou que os elementos obtidos a partir dos sistemas dos registros de propina da Odebrecht não podem ser utilizados.

CASO ODEBRECHT – Em 2020, Ciro Nogueira foi denunciado pela PGR, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sob a acusação de que teria recebido R$ 7,3 milhões em propina para beneficiar a Odebrecht. O inquérito foi aberto em 2017, a partir da delação de executivos da empresa e da leniência.

Além da decisão de Toffoli, a PGR também cita como base para sua nova posição uma alteração promovida pela lei do chamado pacote anticrime, que estabeleceu que não é possível receber uma denúncia com “fundamento apenas nas declarações do colaborador”.

Diante disso, na manifestação desta terça-feira, a vice-procuradora-geral da República, Ana Borges Coêlho dos Santos afirma que “não há justa causa para o prosseguimento” da denúncia porque os “demais elementos de prova”, além dos sistemas de propina, “não são suficientes a corroborar os relatos dos colaboradores”.

OCEANO DE PROVAS – Em 2020, no entanto, ao apresentar a denúncia, a PGR havia argumentado que “o acervo probatório, para muito além da mera versão dos colaboradores, constitui um oceano de provas”. Na época, a denúncia foi assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo.

As entregas de dinheiro teriam sido comprovadas, segundo a PGR, por e-mails e conversas no Skype, além de depoimentos e documentos apresentados por outros delatores.

Como o GLOBO mostrou, inquéritos contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR), também correm risco de serem arquivados após a decisão de Toffoli, porque foram aberto a partir da delação da Odebrecht.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os envolvidos no caso Odebrecht deveriam mandar fazer estátuas homenageando Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, os dois ministros do Supremo que apagaram as digitais dos corruptos. Poderiam ser até imponentes estátuas equestres, como sugeria Helio Fernandes, com uma metade cavalo e a outra, também. Sem a menor dúvida, Lewandowski e Toffoli fizeram e fazem muito mal ao paísToffoly nem poderia atuar em processos da Lava Jato, por estar citado no recebimento de propinas como “Amigo do Amigo”. Mas quem se interessa? 
(C.N.)

Nota da redação deste Blog - É por essa e outras que o prefeito dançador de Jeremoabo vem cegamente acreditanto na impunidade, só que o mesmo esquece que é peixe pequeno.

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