sexta-feira, agosto 02, 2019

‘Falha minha’, admite Jair Bolsonaro por ter reeditado a MP sobre terras indígenas


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Bolsonaro e o “jurista” que não sabe o que é medida provisória
Daniel GullinoO Globo
O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta sexta-feira que errou ao reeditar uma medida provisória (MP) transferindo a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio ( Funai ) para o Ministério da Agricultura , quando uma outra MP que estabelecia essa troca já havia sido rejeitada pelo Congresso. O reconhecimento ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar, nesta quinta-feira, que a medida foi inconstitucional. “Teve uma falha nossa, já adverti minha assessoria. Teve uma falha nossa. A gente não poderia no mesmo ano fazer uma MP de assunto (que já estava discutido). Houve falha nossa. Falha minha, né. É minha, porque eu assinei”.
Questionado então se a decisão do STF havia sido correta, Bolsonaro concordou: “Eles acertaram. Sem problema nenhum”.
DEMARCAÇÃO – Em janeiro, uma medida provisória anterior já previa, entre outros pontos, que a demarcação de terras indígenas ficaria com a Agricultura, e que a Funai seria ligada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Ao analisar a medida, o Congresso devolveu essa função à Funai, e fez com que o órgão também voltasse para o Ministério da Justiça.
Mesmo assim, o presidente editou uma  nova MP estabelecendo que a demarcação de terras indígenas seria do Ministério da Agricultura  . Mas a Constituição proíbe que seja reeditada no mesmo ano medida provisória que tenha o mesmo conteúdo. Assim, em junho, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, deu uma decisão liminar suspendendo a validade desse trecho.
Nesta quinta-feira, dez dos 11 ministros do STF referendaram a decisão de junho. Além de Barroso e Celso, votaram da mesma forma os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli.
SEM EXAMINAR – Apenas o ministro Alexandre Moraes não participou do julgamento. Durante a sessão, foi levantada a possibilidade de dar um fim ao processo sem sequer analisá-lo. Isso porque, depois da liminar de Barroso em junho, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, devolveu para a Presidência da República o trecho da MP que transferia a demarcação de terras indígenas da Funai para a Agricultura, sob o argumento de que havia uma repetição do teor de outra MP.
Na sessão de ontem, em que o plenário do STF confirmou decisão que deixou a demarcação de terras indígenas na Funai , o ministro Celso de Mello, o mais antigo integrante da Corte, aproveitou para passar recados ao presidente Bolsonaro . Ele disse que a medida provisória (MP) de Bolsonaro revelou um comportamento que transgride a Constituição. Celso também alertou para a possibilidade de ocorrer um “processo de quase imperceptível erosão” das liberdades da sociedade civil.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Bolsonaro é o culpado, por ter nomeado o major da PM Jorge de Oliveira para cuidar dos assuntos jurídicos da Casa Civil. O major diz ser “jurista”, mas faz tudo errado, não sabe a diferença entre decreto e medida provisória, é um trapalhão. O mais incrível na carreira dele é que se aposentou aos 38 anos como major da PM de São Paulo, sem jamais sair às ruas para combater o crime. A pedido de Bolsonaro, que era deputado federal, o hoje ministro Jorge Oliveira dese o início da carreira trabalhou na  Academia de Polícia, como instrutor, e jamais brincou de polícia e ladrão. Com um jurista desse tipo na assessoria, Bolsonaro está mais perdido do que cego em tiroteio(C.N.)

STJ decidirá no dia 28 se acusados por atentado no Riocentro ainda podem ser julgados


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Wilson Machado sobreviveu e conseguiu ter várias promoções
Matheus LeitãoG1 Brasília
A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgará no próximo dia 28 se o atentado a bomba no Riocentro em 1981 caracterizou-se como crime contra a humanidade e, por esse motivo, é imprescritível. Ou seja, o STJ decidirá se os acusados ainda podem ser julgados. A Comissão da Verdade concluiu que ataque no Riocentro tentou impedir o fim da ditadura              
O episódio, no bairro de Jacarepaguá, foi uma tentativa fracassada de ataque a bomba durante um show comemorativo do Dia do Trabalhador, que reuniu mais de 20 mil pessoas no Centro de Convenções do Riocentro em 30 de abril de 1981.
VOLTA DA DITADURA – Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a ação de militares da ala mais radical buscava a criação de um clima de medo na sociedade brasileira em relação a movimentos de esquerda para justificar a volta do recrudescimento da ditadura, que já estava em processo de abertura política.
O recurso especial foi apresentado ao STJ contra uma decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) em habeas corpus da defesa dos agentes do Estado supostamente envolvidos no atentado. Eles são réus em ação penal movida pelo MPF.
Ao julgar o habeas corpus, o TRF-2 determinou o trancamento da ação penal por considerar extinta a punibilidade dos agentes. Na decisão, o tribunal considerou que os atos foram praticados clandestinamente, sem influência do Estado, e que não haveria causa que indicasse a imprescritibilidade.
LESA-HUMANIDADE – No recurso ao STJ, o MPF sustenta que atos como tentativa de homicídio por parte de agentes do Estado contra a população civil; o arremesso e transporte de bombas e a supressão fraudulenta de provas configuram, no direito internacional, ilícitos criminais caracterizados como lesa-humanidade, sobre os quais não incidem as regras de prescrição estabelecidas pelo direito interno de cada país.
O relator do recurso especial, ministro Rogerio Schietti Cruz, lembrou que, em dois casos relacionados a violações de direitos humanos cometidas durante a ditadura militar (1964-1985), em que foi reconhecida a aplicação da Lei de Anistia ou a prescrição, a Corte Interamericana de Direitos Humanos apontou a omissão do Brasil em garantir a devida investigação e a eventual responsabilização dos suspeitos.
RELEVÂNCIA – Entretanto, segundo o ministro, o tema ainda não foi apreciado pela Terceira Seção do STJ, que reúne os dez ministros integrantes das duas turmas especializadas em direito penal, ou pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“Dada a relevância da questão jurídica, e seus reflexos em outras investigações que porventura estejam em andamento, a partir das sentenças proferidas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos e das medidas adotadas pelo governo brasileiro para resguardar a verdade e a memória das vítimas de violações de direitos humanos”, afirmou Schietti ao entender ser necessário o julgamento do tema pela Terceira Seção.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Na época, já tinha sido concedida a anistia ampla, geral e irrestrita. Houve um esforço enorme para evitar punição dos terroristas, com um inquérito fajuto no Exército. O sobrevivente Wilson Machado, que era capitão, deveria ter sido expulso do Exército, mas conseguiu ir até coronel, beneficiado pelo corporativismo, o que demonstra que o chamado espírito de corpo pode também se tornar espírito de porco..(C.N.)     

O Procurador Municipal de Jeremoabo serve a Deus e ao diabo

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Ontem divulguei a coleção dos processos de Tista de Deda oriundos da Justiça Federal em Paulo Afonso, no entanto, um dos fanáticos de Tista, enviou uma mensagem dizendo que ali era processos antigos; falei que não era já que ontem mesmo o MPF ingressou com uma representação.

Mesmo assim tive o trabalho de conferir o andamento dos processos um por; para minha surpresa, deparei com um caso inusitado, onde o Procurador da Prefeitura Municipal de Jeremoabo é advogado contratado por Tista de Deda,  ou seja, trabalha para Deri do Paloma como prefeito e Tista de Deda ex-prefeito réu, inimigo político de Deri do Paloma

É por isso que a administração municipal de Jeremoabo virou uma ESCULHAMBAÇÃO.

O Ex-procurador JADSON D NASCIMENTO, está proibido de exercer suas funções como advogado tanto na Comarca de Jeremoabo com na Justiça Federal em Paulo Afonso.
Esse cidadão Procurador Municipal de Jeremoabo, supostamente está ludibriando a Lei, advogando de forma ilegal e imoral na Justiça Federal em Paulo Afonso e quem sabe, poderá está também em Jeremoabo. 
A administração municipal de Jeremoabo é a única parte do mundo onde uma pessoa está ao mesmo tempo em dois lugares distintos, conseguindo anular a lei da física.
 Como os senhores poderão observar, o Procurador Municipal de Jeremoabo, o senhor  Sr. Adilson Ângelo da Silva, no dia 16/04/2019 11:00:30 estava trabalhando na prefeitura Municipal de Jeremoabo e  ao mesmo tempo  - CARGA RETIRADOS ADVOGADO REU - na Justiça  Federal em Paulo Afonso.

Com a Palavra os Vereadores de Jeremoabo, o Prefeito Deri do Paloma, o Juiz de Direito Dr. JOÃO PAULO PIRÔPO DE ABREU, bem como a OAB-BA.

Nota da redação deste Blog - O que se denúncia aqui é que o Procurador atua no processo acima mencionado, não importando que seja de João ou Joana.

Parabéns Vereadores de Jeremoabo

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Foto Reprodução do Google





Parabéns Vereadores de Jeremoabo


Quando se trata de salário, há uma gama de situações que podem vincular-se a esta ou aquela composição, para que ao final, seja possível obter um resultado condizente com a realidade, mediante a capacidade técnica do beneficiado, seguindo parâmetros aceitáveis e capazes de justificar o ato administrativo praticado pelo Gestor, no entanto, seguindo o mesmo princípio, é possível vislumbrar e entender, quando o ato ora avaliado é, no mínimo, uma aberração administrativa e abusiva, ao formalizar uma verdadeira afronta a razoabilidade, uso do bom senso e princípios legais; por conseguinte, percebemos que a discricionariedade não se aplica a todas as vontades do Chefe do Executivo, se do outro lado não houver amparo legal.
Vemos na foto abaixo que um salário com piso de R$ 1.5000,00, quase tem este valor triplicado, chegando a R$ 3.800,00.
Nesta análise eu usarei dois princípios para confronta-los a esta situação: no primeiro, devido à experiência na área pública, procurarei buscar o amparo legal para justificar a benevolência do Chefe do Executivo com esta servidora, onde questiono o ampara legal e a efetividade e qualidade do serviço por ela prestado, de onde é possível entender o seguinte: quanto a efetividade não tenho conhecimento, mas quanto a qualidade do serviço, infelizmente deixa a desejar, a exemplo do transcrito na matéria: “ESPERTISE OU ESPERTEZA”, publicada no Blog Dedemontalvão.  

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Agora vejamos: um salário de R$ 1.500,00, com gratificação de R$ 2.300,00, é uma aberração aos princípios da legalidade. Analisemos: 3.800,00 dividido por 1,500,00 = 2,533%, ou seja, a gratificação concedida é de 1,533% sobre o salário estabelecido por lei, logo, este percentual não encontra amparo legal na lei.
Diante dos fatos volto a lembrar: a Câmara Municipal de Vereadores não faz jus ao tanto dinheiro que recebe e para pouco trabalhar.
Aqui deixar um lembrete de que o cidadão tem competência para investigar e denunciar o Gestor Público, no entanto, esta atribuição  é dos Vereadores, já que os mesmos recebem e têm pelo exercício da vereança, o dever de exercer e tomar providências sobre tais atos administrativos de origem pública.
Do jeito que vai não me surpreenderei no dia em que a Prefeitura e a Câmara forem leiloadas por atos administrativos unilaterais.
A Terceira Via começa a tomar corpo em Jeremoabo, como exemplo de tudo pode quando administrativamente se faz dentro da lei, não podemos deixar de citar - Sergio Meneguelli, Prefeito de Colatina – Espírito Santo.
Senhores Vereadores, vocês serão reavaliados no próximo ano, e até o momento nada fizeram para que esta avaliação seja positiva para vocês, já com relação ao Gestor, acredito que até os 4 ou 5 Santos que ele os mencionava para fazer o povo crer em sua boas fé, também já se evadiram, em razão de tudo que tem presenciado.
J. M. Varjão
Em, 02/08/2019

O povo de Jeremoabo elegeu o prefeito, porém quem manda na prefeitura é a " república de Paulo Afonso".

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Foto Reprodução - Internet Google




Atualmente em Jeremoabo quem quiser adquirir know how em malversação com a coisa pública, procure a Comissão de Licitação ou então o procurador Municipal.

Digo isso pelo simples motivo de já haver recebido denúncias e publicado inúmeras LICITAÇÕES supostamente fraudulentas em andamento na Justiça Federal e Estadual.

Vamos esquecer licitação e falar da Rádio Comunitária Alvorada FM, uma rádio genuinamente jeremoabense, onde os diretores após uma elevada despesa, efetuaram melhorias para continuar prestando os melhores serviços com independência a comunidade de Jeremoabo, e, o mais importante, sem submissão a politiqueiros.
Acontece que após preparar toda documentação, com a concordança dos setores competentes, o Procurador Municipal simplesmente indeferiu dizendo que não podia efetuar contratos com a prefeitura de Jeremoabo, enquanto isso, sem nenhuma licitação, está mensalmente pagando por "serviços de divulgação" a uma emissora de Paulo Afonso que durante a período eleitoral prestou serviços para a campanha do atual prefeito.
É bom o Procurador juntamente com a república de Paulo Afonso, entender que o povo de Jeremoabo não é cego nem idiota para engolir calado toda essa trambicagens.

A título de orientação aos companheiros Beto e Jovino transcrevo a seguinte matéria:

" Contrato Prefeitura / Rádio Comunitária

Existe a possibilidade de se realizar um contrato oneroso entre a Prefeitura e uma Rádio Comunitária para a realização de anúncios do setor público? Isto é válido?
Caso positivo, saberiam me informar onde encontro material sobre o assunto?


  • Geovani da Rocha Gonçalves

    Geovani da Rocha Gonçalves  Porto Amazonas/PR há 11 anos

    Eu tenho uma opinião muito pessoal sobre essa idéia do Poder Público ficar mantendo associações, pois para a criação destas o Código Civil, exige, como um dos requisitos a forma de manutenção. Mas vamos a sua pergunta.

    Primeiro, há que se se analisar a Lei e o Decreto que regula a radiodifusão das Rádios Comunitária, Lei 9.612/98 e o Decreto n. 2.615/98. Embora não proibam expressamente a veículação de publicidade nas rádios comunitárias, existe a Norma nº 2/98 do Ministério das Comunicações, no subitem 15.3, diz que está proibido a transmissão de propaganda ou publicidade comercial a qualquer título. No entanto pode ter patrocínio na forma de apoio cultural, ou seja pode ter um programa e dizer "este programa tem apoio cultural do Supermercado X", porém não pode divulgar este supermercado X nos intervalos e divulgar preços, etc.
    No que tange a publicidade institucional (setor público) ela deve estar adstrita ao princípio da publicidade previsto na Constituição Federal, isto é, com caráter educativo, informativo ou de orientação social. Portanto, a veiculação de publicidade institucional municipal é permitida, desde que restrita à finalidade educativa, informativa ou de orientação social, sem o intuito de promoção pessoal, ou seja, não pode ir nome de Prefeito, Secretários, etc. Pode por exemplo: O Município está fazendo melhorias na Rua X, mas não pode "A gestão do Prefeito (ou slogam de sua administração) está realizando melhorias na Rua X", em resumo, não se aparecem nomes de pessoas, qualquer sejam elas.

    Segundo, como não se trata de propaganda comercial, e sim divulgação institucional municipal, não há que se falar em apoio cultural. Porém, esta publicidade oficial deve observar a Lei de Licitação (Lei 8.666/93), sendo dispensada (art. 24, II, da Lei n. 8.666/93) se o valor anual for inferior a R$ 8.000,00. Caso ultrapasse este valor é necessário Licitação, não podendo usar de inexigibilidade por vedação expresa da Lei 8.666/93, que assim dispõe:

    Art. 25. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:
    ...

    II - para a contratação de serviços técnicos enumerados no art. 13 desta Lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação.

    Terceiro, existente a possibilidade de subvenção, se aprovada na Câmara de Vereadores uma Lei para tal. Por se tratar de subvenção há necessidade de firmar convênio posteriormente e dar publicidade ao mesmo. Faço, no entanto algumas observações: A primeira delas é a natureza jurídica do convênio, que segundo a Professora Silvia Di Pietro : “os entes conveniados têm objetivos institucionais comuns e se reúnem, por meio do convênio, para alcançá-los;(....)". Portanto, há necessidade de se ficar claro o que ambos pretendem através de tal subvenção, o que não pode evidentemente, é divulgar atos institucionais (publicidade oficial) através da Rádio Comunitária, através deste convênio. Deve-se buscar, dentro dos objetivos da Associação que mantém a Rádio alguma coisa que a Prefeitura possa ser parceira.

    Destaco, ainda, que Lei n.º 8.666/93, a chamada Lei das Licitações, ao disciplinar, em seu art. 116, a celebração de convênios, teve em mente as hipóteses em que o Poder Público repassa verbas para as entidades conveniadas dentro da atividade de colaboração. Nesse caso, para receber a verba, a entidade deverá apresentar seu plano de trabalho com todos os dados exigidos pelo art. 116, in verbis:

    Por fim, lembro que a Lei Eleitoral, no ano das elições proibe algumas condutas aos agentes públicos:

    Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais:
    ...
    § 10. No ano em que se realizar eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa. (Incluído pela Lei nº 11.300, de 2006)

    Portanto, este ano de 2008, não pode iniciar um novo programa de subvenção, posto que não existia no ano anterior e não se enquadra em casos de urgência. Aliás, seria até temeroso, pois a Rádio Comunitária, para tentar garantir o mesmo benefício no ano que vem, começaria a dar apoio ao atual Prefeito e sabe-se que uma Rádio, mesmo comunitária tem força de formar a opinião de seus ouvintes e sendo tendenciosa afetaria o pleito eleitoral sem sombra de dúvidas.


    Abraços e espero ter ajudado um pouco. " (


Você quer saber para onde vai o dinheiro da viúva.???

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Mais uma trambicagem que estou recebendo nesse final de semana concernente a Prefeitura Municipal de Jeremoabo.

É dever da imprensa divulgar toda notícia de interesse do público que tenha conhecimento; isso sempre fizemos.

Da mesma forma que é dever da imprensa divulgar, é OBRIGAÇÃO, dos vereadores denunciar ao TCM-BA,  ao Ministério Público ou aos órgãos competentes; agora se são omissos e coniventes, cabe ao povo seguir o exemplo da PROFESSORA SARA e denunciar, como está é que não pode ficar.

Está aí, uma imoralidade, uma ilegalidade, que com certeza irá chegar ao conhecimento do Ministério Público, isso porque o prefeito é empregado do povo e não dono do dinheiro da prefeitura para jogar fora pelo ralo da improbidade.

Essa empresa é da esposa do Secretário de Administração, por esse fato calculem os demais o que não fazem de irregular...

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Por que Moro ainda não caiu


Deputados petistas acusam Bolsonaro de barrar entrada na Chesf em Paulo Afonso


Deputados petistas acusam Bolsonaro de barrar entrada na Chesf em Paulo Afonso
Foto: Divulgação
Deputados federais do PT acusam o governo do presidente Jair Bolsonaro de bloquear a entrada  na Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), no município baiano de Paulo Afonso, nesta quinta-feira (1°). Os petistas João Daniel, Paulo Pimenta e o parlamentar baiano Valmir Assunção usaram as redes sociais para pediram explicações. Eles participam de uma caravana que percorre municípios de três estados nordestinos até esta sexta-feira (2).

“Ficamos estarrecidos com a proibição da entrada na empresa, mesmo com solicitação formal. Ordens do governo Bolsonaro que, mais uma vez, comporta-se com extremo autoritarismo”, salienta Assunção.
 
No segundo dia da ‘Caravana da Resistência’, as atividades foram iniciadas em Paulo Afonso com os sindicalistas da Chesf. Além de não ser possível entrar na Companhia Hidrelétrica, os parlamentares teriam sido impedidos de passar por trecho que é divisa com o estado de Alagoas, e fica na região da companhia. Conforme os deputados, todos os requerimentos necessários para a visita foram feitos previamente com apoio do Sindicato dos Eletricitários da Bahia (Sinergia), conforme procedimento padrão existente desde a fundação da Chesf.

“Ameaçada de privatização, a Chesf passa pelo seu pior momento desde a criação. Nem mesmo a Ditadura Militar impediu visitas a suas instalações. O governo Bolsonaro age com truculência e de forma antidemocrática ao impedir parlamentares eleitos democraticamente de ter acesso e defender um patrimônio público que é um bem de todo brasileiro”, apontam os parlamentares em nota conjunta em rede social. A caravana deixou a Bahia e seguiu para o estado de Sergipe, onde houve ato político em Poço Redondo. Lá, os parlamentares fizeram ações em assentamentos rurais. 

Bahia Notícias

Foto de Rui em aeroporto de Conquista vai suspender disputa de ego com Bolsonaro?


por Fernando Duarte
Foto de Rui em aeroporto de Conquista vai suspender disputa de ego com Bolsonaro?
Foto: Jade Coelho/ Bahia Notícias
Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Isso não é novo. Na política, há um conceito ligeiramente diferente: dois egos não podem ocupar o mesmo espaço. Talvez esse seja o resumo do conflito público mais recente entre o governador Rui Costa e o presidente Jair Bolsonaro, no embate sobre a inauguração do Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista. Nesta quinta-feira (1º) houve, finalmente, um desfecho para a celeuma: Rui conseguiu tirar a “foto oficial” com a presença de aliados em frente ao equipamento.

Precisou passar pouco mais de uma semana para que o governador fosse em Conquista entregar a policlínica da região. O centro médico teve a inauguração antecipada após a “briga” pela paternidade do aeroporto. Se no último dia 23 Bolsonaro acabou reinando absoluto em meio a uma claque de aliados e com forte esquema de segurança – feito exclusivamente por forças federais -, o ato de ontem foi o momento para que Rui não tivesse adversários políticos. Até mesmo o prefeito do município, Herzem Gusmão, preferiu se ausentar, “pagando com a mesma moeda” a ação do chefe do Executivo estadual há pouco mais de uma semana.

O conflito entre forças políticas contrárias não é novidade para a Bahia. Em Salvador, por exemplo, a eterna disputa por protagonismo entre o prefeito ACM Neto e o governador provocou uma série de intervenções na cidade, que vão desde obras de mobilidade até a construção de encostas. No entanto, depois de uma série de eleições com a lógica de “time” falando muito alto – vide o resultado das urnas na Bahia entre 2006 e 2014 -, a população parece ter gostado de ver instâncias diferentes controladas por grupos distintos. O resultado é uma disputa relativamente saudável para ver quem produz mais, quem entrega mais ou quem melhor comunica que fez mais.

O aeroporto conquistense foi o episódio mais emblemático do passado recente. Porém não foi a primeira vez que houve uma discussão sobre quem executou uma obra. Quando Michel Temer estava no poder, as inaugurações de estações de metrô na capital baiana perderam a festividade típica do período em que o PT esteve no Palácio do Planalto. Ali, não houve uma discussão explícita. Porém era impossível não perceber que havia tensão sobre a paternidade da obra. A diferença é que Temer era “cachorro morto” e politicamente não valeria a pena comprar uma briga homérica. Melhor deixar passar. Já com Bolsonaro, a história é outra.

O presidente da República precisa do antagonismo de figuras como o governador baiano para se manter “na crista da onda” que o levou à eleição. Rui depende de embates públicos com Bolsonaro para ser catapultado à condição de presidenciável em 2022 – ainda que ele se esforce em negar a intenção. Por isso, mesmo que não tenha feito uma “segunda inauguração” do aeroporto de Conquista, posar para fotos em frente ao letreiro é fundamental para a construção da imagem dele.

Ao final, na disputa entre os egos de Bolsonaro e Rui, ganha a população, que recebeu o aeroporto e ainda, de quebra, levou uma policlínica ligeiramente antes do tempo. Esse foi apenas mais um momento. Até as próximas eleições, teremos muitos outros embates públicos. Recomendo pegarmos a pipoca.

Este texto integra o comentário desta sexta-feira (2) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30.

Bahia Notícias

Atriz de 13 anos, filha de presidente da OAB é atacada por bolsonaristas nas redes sociais


Atriz de 13 anos, filha de presidente da OAB é atacada por bolsonaristas nas redes sociais
Foto: Reprodução / Facebook
Depois do incidente no qual Jair Bolsonaro insinuou saber como o pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, desapareceu na ditadura militar (clique aqui e saiba mais), a filha do novo desafeto do presidente tem sofrido ataques na internet.

De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, Duda Santa Cruz, que tem 13 anos e é atriz, é acusada por bolsonaristas de ser beneficiária de R$ 790 mil, por meio da Lei Rouanet, para fazer uma peça infantil.

Ainda segundo a publicação, a garota, que atualmente está em cartaz em “Elis, a musical”, como a cantora na adolescência, afirma que o projeto foi autorizado a captar recursos com a iniciativa privada, mas que nenhum valor foi arrecadado até então, e nem será.

Bahia Notícias

Após âncora do 'Jornal Hoje', Renata e Bocardi também são citados em contratos com banco


por Folhapress
 Após âncora do 'Jornal Hoje', Renata e Bocardi também são citados em contratos com banco
Foto: Reprodução / Instagram
Os jornalistas e apresentadores da Globo Renata Vasconcellos, do "Jornal Nacional", e Rodrigo Bocardi, do "Bom Dia São Paulo", também estariam envolvidos na produção de conteúdos internos para o banco Bradesco.

Os nomes dos jornalistas aparecem em contratos com a instituição financeira para prestação de serviços institucionais do banco nos últimos anos. A informação foi revelada pela revista Veja na tarde desta quinta-feira (1º) com a divulgação de notas fiscais que comprovam as parcerias.

De acordo com a reportagem, Bocardi teria recebido o valor de R$ 332 mil do banco em 11 de setembro de 2017. Quatro notas fiscais obtidas pela Veja estão em nome da empresa BOC Produções e Palestras, que seria do jornalista. Nelas, é descrito serviços para a UniBrad (Universidade Corporativa do Bradesco) e conteúdo direcionado para os clientes do banco.

Já Renata Vasconcellos aparece em imagens de uma reprodução de vídeo ao lado de um totem do banco. Nele, está escrito "120 razões para ser cliente". A reportagem, no entanto, não divulgou valores sobre essa participação da jornalista.

O Bradesco afirma que "por uma questão de ética e respeito profissional, não comentará contratos firmados com seus fornecedores". 

Procurada, a Globo diz que Rodrigo Boccardi "não tem e nem nunca teve uma empresa como a do jornalista Dony de Nuccio: não produz vídeos de nenhuma espécie, não faz projetos de comunicação, não faz vídeos publicitários, não capta clientes e não faz assessoria de imprensa".

Sobre Renata, a emissora afirma que a apresentadora não lembra precisamente de quando foi a participação no vídeo interno ao qual às fotos se referem, "mas estima que deve ter ocorrido há oito ou dez anos". Diz também que Renata "apenas foi contratada como apresentadora para um trabalho voltado a funcionários".

A Globo continua: "Ciente agora de que persistem em alguns dúvidas sobre como agir diante de convites, a emissora informou que em breve um comunicado reiterará o que é proibido e o que não é, em detalhes, levando em conta a era digital em que vivemos".

ENTENDA O CASO DE DE NUCCIO
O apresentador do Jornal Hoje, Dony de Nuccio, 35, pediu demissão do Grupo Globo nesta quinta-feira (1°) após reportagem do site Notícias da TV revelar que o jornalista havia recebido mais de R$ 7 milhões, em dois anos, para produzir conteúdo para o Banco Bradesco.

"Nas últimas semanas me vi mergulhado em uma infindável onda de ataques, com a vida dentro e fora da Globo vasculhada e revirada, sigilos fiscais violados, endereços expostos, trabalhos de exclusiva veiculação interna publicados, e até emails privados hackeados", disse Nuccio, em carta enviada ao diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel.

De acordo com o site, Nuccio participava de eventos institucionais por meio de vídeos, road shows telepresenciais, cartilhas e palestras para a instituição financeira. O site mostrou ainda troca de e-mails entre o jornalista e o Bradesco no qual o âncora negociava valores com a instituição financeira, como um novo contrato que geraria uma receita de mais de R$ 60 milhões, em três anos, para o âncora (reveja aqui).

Bahia Notícias

Professora Sara cansou de esperar...

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 A professora Sara vai ao MPF e consegue com seus argumentos devidamente fundamentados nos desmandos administrativos do Gestor de Jeremoabo, fazer com esse decida apurar o que hoje todos nós sabemos, apenas os Vereadores deste município nada vêem e nada sabem. Já é hora de vetarmos a reeleição desse povo.
REFLITAM enquanto o mal não se reimplanta novamente.




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