quarta-feira, julho 15, 2009

Na Câmara, deputado desce a lenha em Paulo Souto

Paulo Souto do DEM é um péssimo candidato ao governo da Bahia. A oposição vai penar o diabo para fazer a defesa dele. Uma pequena amostra do perfil de Paulo Souto o deputado federal Emiliano José (PT-BA) traçou em discurso na Câmara Federal. "Paulo Souto deixou uma dívida de R$ 205 milhões dos quais R$ 15 milhões são refentes a repasses para o SAMU 192". O que terá feito Paulo Souto com o dinheiro do SAMU?Tem mais. "Paulo Souto deixou de aplicar quase R$ 5 milhões em ações no combate à dengue (...) ele deveria ter gasto R 13 milhões na aquisição de remédios básicos e só aplicou R$ 4,4 milhões. Ao contrário dele, o Governo Wagner investiu R$ 21 milhões na compra de medicamentois da Farmácia Básica para os municípios baianos (...) o grande feito de Paulo Souto foi ter fechado a Bahiafarma, uma das maiores fábricas públicas de medicamentos. Ao contrário dele, Wagner está recriando a Bahiafarma"
LEIA O PAU NA ÍNTEGRA
Fonte: Bahia de Fato

O jogo que Geddel quiser jogar eu topo, diz Wagner em Terra Magazine

A revista digital Terra Magazine, editada pelo jornalista Bob Fernandes, continua a esquentar a política baiana. Sua reportagem lembra que o ministro da Integração Nacional do governo Lula, Geddel Viera Lima, do PMDB, busca viabilizar-se como candidato ao governo da Bahia. “Chegou a verbalizar ali e acolá a idéia de ser um candidato de consenso entre as oposições contra o governador Jaques Wagner, do PT”.Como oposição na Bahia significa também o DEM, tal movimento implicaria, naturalmente, em ter um outro candidato à presidência da República que não o candidato do presidente Lula. O problema para Geddel é que o ex-governador Paulo Souto, do DEM, nome forte no estado, também já se anuncia candidato ao governo, contra Wagner. Donde, se tornada concreta a candidatura Souto, a tal união de oposições não se daria como imaginado pelo ministro. Em entrevista a Terra Magazine, Geddel confirmou o rompimento com o governo Wagner. Na segunda, 13, o deputado federal Emiliano José (PT-BA), muito próximo a Jaques Wagner e ao ex-governador Waldir Pires bateu duro em Geddel. Para tentar entender todo esse molejo, essas ondas na política baiana, Terra Magazine ouviu o governador Jaques Wagner no início da madrugada desta terça-feira.Disse o governador: - O que eu quero, o meu desejo, é continuar com a aliança (...) nesse projeto o ministro Geddel, naturalmente, disputaria a senatoria (...) mas se ele romper ele sai, não sou eu quem vai botá-lo pra fora (...) quero manter a aliança, mas se ele quiser sair... o jogo que ele jogar, quiser jogar, eu topo. LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA Terra Magazine - Governador, o que temos aí na Bahia? O PMDB do ministro Geddel, integrante da aliança que elegeu o senhor, rompeu com o seu governo?Jaques Wagner - Eu já disse e repito que ganha quem junta, quem agrega, reúne, e não quem separa. O que eu quero, o meu desejo, é continuar com a aliança de nove partidos que me elegeu e chegou comigo ao governo em 2006. E as várias conversas que tive com o ministro Geddel foram no sentido de manter o projeto, onde, naturalmente, ele iria para a senatoria, disputaria a vaga de senador dentro dessa aliança em 2010. Foi sempre esse o rumo da nossa conversa.Quando foi a última conversa?Há umas três semanas, eu, ele e o irmão dele, Lúcio, que é o presidente do PMDB na Bahia. Em algum momento ele começou a levantar a suspeita que o PT não queria votar nele, que poderia atrapalhar, e eu disse "se você diz, sugere que não está, não estará na aliança, aí sim pode surgir esse problema... porque o PT votaria em você se você diz não querer integrar a aliança?". Mas as conversas, de minha parte, e em consonância com o projeto do presidente Lula para 2010, foram sempre no sentido de manter, agregar... Mas nessa última conversa ele não falou em deixar o seu governo? Ele falou que precisava fazer um movimento para fortalecer as bases do partido, ouvir as bases do partido, e então, em setembro, ele vai avaliar. Olha, é um direito dele sair e montar um chapa para concorrer ao governo.... não sei quem ele vai apoiar para presidente se fizer isso, mas eu sigo meu caminho; apoio a Dilma, sou candidato à reeleição e estou organizando minha chapa. Mas, insisto, ele não disse que deixaria o seu governo? Não, me disse que ouviria o que querem as bases. E ele seria candidato ao governo? Como hipótese isso existe, mas se ele romper ele sai, não sou eu quem vai botá-lo pra fora. Não faço questão de romper, repito que prefiro juntar, agregar, mas que fique claro: o jogo que ele jogar, quiser jogar, eu topo. Agora, eu sou pelo menor caminho entre dois pontos e o menor e melhor caminho seria manter a aliança e até ampliar se for possível. Se não for, enfrentaremos o jogo que vier. Eu escolho aliados, não escolho adversários. Tenho interesse em manter, mas se não houver interesse, paciência, vamos para o jogo.
Fonte: Terra Magazine/Bahia de Fato

A Prefeitura de Jeremoabo nem para podar árvores serve...




Por: J. Montalvão


Há vários meses que estamos alertando, reclamando e mostrando o perigo das árvores da rua sem nenhum tratamento a ponto de colocar em risco a vida do cidadão e deterioração das residências, até agora nenhuma providência principalmente na rua Princesa Isabel.

Conforme se pode observar através das fotos, os telhados e frente das residências estão sendo invadidos devido o crescimento desordenado das árvores, sem nenhuma manutenção ou poda mesmo a título precário, porém o mais grave é a fiação elétrica já misturada com os galhos e sujeito a um acidente fatal a qualquer momento, aliás, como já houve aqui em Jeremoabo e ficou por isso mesmo.

Durante as festas juninas para causar boa impressão aos visitantes, efetuaram podas nas avenidas principais e em outras onde haveria festejos, e o restante só quando estiver na campanha eleitoral para as cínicas promessas.

Esta é a situação caótica e acéfala da nossa Jeremoabo, a verdadeira geni.


Enquanto isso condenação de Prefeitos na Bahia virou banalidade, coisa vulgar:

14/07/2009
Ex-prefeito de Porto Seguro é condenado a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres municipais
14/07/2009
Ex-prefeito de Itororó é condenado por irregularidades no combate à dengue
14/07/2009
Ex-prefeito de Porto Seguro é condenado pelo TCU
13/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Serrolândia
13/07/2009
Ex-prefeito de Juazeiro é condenado por não prestar contas de investimento público
13/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Santo Antonio de Jesus
10/07/2009
MP aciona prefeito de Eunápolis por gastos sem licitação
10/07/2009
TCU condena ex-prefeita de Cícero Dantas
09/07/2009
Tribunal pune presidente da Câmara de Pojuca por gastar demais com cartuchos
09/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Bonfim
08/07/2009
Prefeito de Remanso deve devolver R$ 325 mil aos cofres municipais
(Fonte: Tribuna da Bahia)

Wagner não quer colocar Geddel como vítima

Raul Monteiro
Governador fala sobre saúde
No programa Conversa com o Governador de ontem, Jaques Wagner fala sobre as ações do Estado na área da saúde, entre elas a inauguração do Hospital de Juazeiro. "Um hospital que representa um investimento de aproximadamente R$ 30 milhões: R$ 20 milhões de obras; R$ 10 milhões de equipamentos. Um hospital super moderno, que vai melhorar a qualidade do atendimento não só em Juazeiro, mas em toda a região", garantiu o governador.
O hospital tem 7,3 mil m² de área construída, 134 leitos e várias especialidades que a população de Juazeiro e da região ainda não tinha. A novidade é o acesso ao tratamento de câncer. "Portanto, o povo que eventualmente tenha essa doença, não precisará mais se deslocar para Salvador ou Feira de Santana, dando mais conforto e melhor qualidade de saúde ao povo de Juazeiro e da região", afirmou Wagner.
Ainda de acordo com o governador, o hospital vai significar um aporte de 600 empregos e tornar a região mais atraente para novos investimentos. Além disso, ele garantiu o reforço de novos investimentos com a estrada de ferro que vai ligar Juazeiro ao Porto de Aratu.
"Pela primeira vez no Brasil, orientados pelo Ministério da Saúde, eu e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, estamos inaugurando o primeiro Território Interestadual abrangendo 55 municípios entre Pernambuco e Bahia", declarou o governador. O acordo prevê que alguns serviços serão oferecidos em Juazeiro, outros serviços em Petrolina.
O governador fez um balanço dos investimentos do Estado na saúde. "Nós recebemos do governo anterior uma saúde pública muito depauperada, muito acabada, muito combalida e, só para lhe dar uma ideia, em 2008 nós investimos R$ 1,57 bilhão só na área de saúde. É o maior investimento em saúde feito por qualquer governo da Bahia em apenas um ano", declarou.
Desde o início do ano, já foram entregues 162 ambulâncias para as Diretorias Regionais de Saúde; 119 ambulâncias, 12 UTI Móveis e 12 motos para o Samu 192. Também foram entregues 230 Postos de Saúde da Família, e mais 170 estão sendo construídos para atender à demanda da população baiana. Programas como o Internação Domiciliar; Medicamento em Casa e os mutirões de cirurgias que estão sendo realizados, são outros exemplos das ações do Governo do Estado na área da saúde.
Além disso, outros hospitais estão sendo reformados e construídos em toda a Bahia. "Ao todo são 18 hospitais entre hospitais novos e hospitais em reforma. Juazeiro é um exemplo; o Prado Valadares, em Jequié; reforma de enfermarias do HGE; a reforma do Hospital Batista Caribé, em Salvador, além do Hospital da Criança, em Feira; o Hospital Geral do Estado no Subúrbio de Salvador; o novo Hospital de Santo Antônio de Jesus", enumerou Wagner.
De acordo com o governador, já houve um aumento de 20% na oferta de leitos com a inclusão de mais 1,1 mil novos leitos.

As declarações do governador Jaques Wagner dadas supostamente esta "madrugada" ao Terra Magazine atribuindo ao ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) a responsabilidade em romper com o seu governo são o mais fiel retrato do que ele pensa. Ou do que ele diz a seus principais interlocutores.A um grupo deles com que entrevistou-se nos últimos dias, Wagner teria confessado que não vai mover um pedra para que Geddel deixe o governo, onde o PMDB do ministro indicou duas secretarias (Infra-estrutura e Indústria e Comércio), além de outros "penduricalhos" espalhados pela administração. Sua estratégia é evitar, com uma eventual iniciativa pelo rompimento, transformar o ministro "numa vítima", dando a ele justificativa e palanque para voltar-se contra sua administração, condição que poderia, num primeiro momento, catapultá-lo ao posto de principal candidato da oposição. A posição de Wagner se basearia numa premissa com a qual nem todos os seus aliados concordam: ao contrário da imagem que tentaria passar, de capacidade de aglutinação e forte expectativa de poder, o ministro "estaria sozinho, numa situação difícil, com pouquíssima capacidade de agregar apoios partidários".O governador teria se convencido de que a condição de Geddel "é muito pior do que pode parecer", desde que o DEM se articulou com o PSDB para armar o palanque presidencial de José Serra na Bahia lastreado na candidatura do ex-governador Paulo Souto à sucessão estadual de 2010.
Paralelamente, o governo teria sido informado ainda por aliados do ministro, especialmente prefeitos e lideranças do interior, de que, na hipótese de um afastamento qualquer, prefeririam ficar com o governador, isto é, com a máquina administrativa que ele comanda. "Geddel pensou que seria o candidato do DEM, mas a direita não é boba, se articulou primeiro", afirma um dos interlocutores frequentes de Wagner, aparentemente convencido de que o estratagema do governador de "cozinhar Geddel em fogo brando" é o melhor caminho neste momento. O pressuposto dessa tese é um só: Geddel vai inicialmente rugir como um leão para depois, esvaziado de apoios, se debater até perder as forças e…, em seguida, cair no colo do governo. "O governador está mais certo no agir do que nossos eventuais nervosismos", diz outro interlocutor de Wagner. Ele se refere à indignação que toma conta principalmente de deputados do PT frente aos movimentos do ministro, que muitos consideram de "muita provocação". Para ele, o governador é um "zen budista" que saber fazer a hora e aguardar o melhor momento para agir. Sobre as notícias de que, à medida que se movimenta, Geddel melhora nas pesquisas de intenção de voto ao governo, a mesma fonte desdenha de todas. Chega a compará-lo com um conhecido radialista baiano acostumado a crescer nas pesquisas e até liderá-las no início de cada nova campanha que, entretanto, passa toda vez a murchar que nem bexiga a que se nega ar.
Fonte: Tribuna da Bahia

Lula elogia Collor e Renan e diz que ajudará a eleger seu sucessor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que pretende fazer sua sucessora na Presidência da República. Sem mencionar o nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), Lula disse que vai ajudar a eleger seu "sucessor" ou "sucessora". "Está chegando o ano eleitoral e eu não posso falar de eleição. Mas eu só vou dizer uma coisa para vocês. Podem escrever: eu vou fazer, eu vou ajudar a eleger a minha sucessora neste país. Ou sucessor", afirmou Lula no discurso de inauguração de uma adutora em Palmeira dos Índios, em Alagoas.
Lula negou que a inauguração tivesse caráter eleitoral e lembrou que o governador de Alagoas, Teotênio Vilela (PSDB), é de oposição. "Quem viu o discurso do Teo sabe perfeitamente bem que o Teo é um companheiro de um outro partido político, de um partido político que, certamente, terá um adversário para nos enfrentar. [...] O que aconteceu aqui é que a gente não está pensando em 2010, a gente não está pensando nas próximas eleições. A gente está pensando é que esse povo de Palmeira dos Índios merece ser tratado com dignidade. Eu tenho certeza de que, a partir dessa experiência da criação de um novo jeito de governar este país, quem vier depois de mim não será mais mesquinho, terá como paradigma um outro padrão."
No início do discurso, Lula elogiou os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que pertencem a partidos da sua base aliada. "Eu quero aqui fazer Justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado."
Fonte: Tribuna da Bahia

Avião Tupolev com 168 pessoas a bordo cai no Irã

Redação CORREIO
Um avião Tupolev, com 168 pessoas a bordo, caiu nesta quarta-feira (15) ao sobrevoar a cidade iraniana de Qazvin, a 150 km ao noroeste de Teerã, informa a “IRNA”, agência estatal de notícias do Irã. A polícia local não acredita que haja sobreviventes.
De acordo com um general do Exército iraniano, ouvido pela IRNA, o avião se partiu em pedaços 16 minutos antes de pousar. Os suspostos destroços do avião foram mostrados pela agência televisiva CNN. A televisão estatal iraniana confirmou o acidente, e informou que a aeronave da companhia aérea Caspian Airline partiu de Teerã com destino a Yerevan, na Armênia.
'Foi um grande desastre com pedaços da aeronave espalhados por uma área de 200 metros quadrados', disse um bombeiro à TV estatal iraniana. O representantes da Caspian Airlines Yerevan Arlen Davudya disse à Reuters que a bordo estavam 151 adultos e duas crianças.
Destroços do Tupolev, que caiu com 168 pessoas a bordoFoto: AFP
Este é o terceiro acidente aéreo em menos de dois meses. O primeiro aconteceu no dia 31 de maio com um Airbus da Air France que caiu no Oceano Atlântico próximo à Fernando de Noronha com 228 pessoas a bordo.
O segundo acidente aéreo ocorreu no dia 30 de junho com um avião da companhia Yemenia Airway. A aeronave caiu próximo à Ilha de Comores com 153 pessoas a bordo. Apenas uma menina sobreviveu após passar 10 horas presa a um dos destroços.
(com informações das agências internacionais e CNN)
Fonte: Correio da Bahia

Romário aguarda decisão da justiça sobre alvará de soltura

Redação CORREIO
O ex-jogador Romário passou a noite em uma sala na 16ª DP (Barra da Tijuca). Ele foi preso na terça-feira (14) acusado de não pagar pensão alimentícia a ex-mulher Mônica Santoro.
De acordo com o delegado de plantão, João Ismar, a medida foi tomada porque Romário não poderia ter tratamento especial e diferente dos demais detidos na mesma unidade. O delegado ainda informou que Romário, mesmo proibido de receber o lanche, teria dito que não estava com fome.
O advogado de Romário, Norval Valério, passou a madrugada desta quarta-feira (15) tentando obter um alvará de soltura com o juiz de plantão. Caso não consiga a permissão, o ex-jogador pode ser transferido ainda nesta manhã para a Polinter, segundo informou na terça-feira o titular da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira.
'Se o advogado dele não chegar até as 10h30 (quarta-feira) com um alvará de soltura, aí sim, ele vai para a Polinter', disse Nogueira. Romário aguarda o desfecho do casos em uma sala separada com outros dois homens que também não teriam pago pensão alimentícia.
De acordo com o mandado de prisão, obtido pelo Globoesporte.com, a dívida do jogador com a ex-mulher é de R$ 89 mil. O advogado do ex-jogador, Norval Valério, a pensão foi paga à Mônica. 'Vou levar todos os comprovantes para o Fórum da Barra', disse.
Pagamento Inicialmente, o delegado Carlos Augusto Nogueira havia afirmado que o débito de Romário era de R$ 50 mil, referentes a dois meses de atraso no pagamento da pensão: R$ 42 mil mais juros de R$ 8 mil. O ex-jogador teria apresentado recibo de pagamento do valor principal, mas sem a quitação dos juros. Mas o mandado de prisão revela que a dívida é maior.
'Sinceramente, não sei se algum juiz vai expedir um alvará de soltura com a rapidez com que ele imagina, e o advogado ainda tem de mostrar os comprovantes para conseguir o documento' afirmou o delegado no início da noite de terça.
Esta não é a primeira vez que a ex-mulher, Mônica Santoro, coloca Romário na justiça para o pagamento de pensão. Em agosto de 2004, quando atuava no Fluminense, o ex-jogador já tinha sido obrigado a depor. Na época, a ex-mulher do jogador alegou que Romário lhe devia R$ 140 mil.
Michel Assef, que era um dos advogados de Romário, disse na ocasião que o então jogador não poderia ser detido porque a Justiça tinha concedido um salvo-conduto que o livraria da prisão.
Mônica Santoro foi a primeira mulher de Romário. Com ele, a modelo teve dois filhos, Romarinho, de 15 anos, e Moniquinha, 19. Em 1995, após muitas crises, o casal se separou. No mesmo ano, o então melhor jogador do mundo trocou o Barcelona pelo Flamengo e conheceu a modelo Danielle Favatto, com quem teve uma filha, Daniellezinha. O fim do casamento veio em 2001.
Em meio a uniões e romances, Romário já teve problemas com a Justiça por ter de reconhecer a paternidade de Raphael, fruto de um relacionamento com a modelo Edna Velho. Hoje, Romário é casado com Isabella Bittencourt, com quem vive há nove anos e tem dois filhos, Isabellinha e Ivy.
(com informações do G1)
Fonte: Correio da Bahia

TCU condena três ex-prefeitos baianos

Guilherme Lopes A TARDE On Line
O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou nesta segunda-feira, 13, a condenação de três ex-prefeitos baianos à devolução de dinheiro aos cofres do Tesouro Nacional. Segundo o tribunal, Joseph Wallace Faria Bandeira, ex-prefeito de Juazeiro e atualmente deputado federal pelo PT, Álvaro Veloso Bessa, ex-gestor de Santo Antônio de Jesus entre 2001 e 2004 pelo Partido Popular (PP), e Paulo Rodrigues de Oliveira, ex-prefeito de Serrolândia pelo PTB, não comprovaram a correta aplicação de recursos federais repassados durante suas gestões. Somados, os valores alcançam R$264 mil. Nos três casos, cabe recurso das decisões.Segundo o Acórdão 3584/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui], Joseph Bandeira não prestou contas do uso de R$117 mil transferidos ao município pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) entre 2002 e 2003. Bandeira foi prefeito de Juazeiro (a 500 km de Salvador) entre 1989 e 1992 e entre 2001 e 2004. O dinheiro era destinado ao Programa Sentinela, que atende a crianças e adolescentes vitimados pela violência, especialmente pela exploração sexual. O ex-prefeito e atual deputado foi condenado a devolver aos cofres públicos R$311.806,59, valor atualizado do montante repassado pelo MPAS, e ainda a pagar uma multa de R$5 mil.Em Santo Antônio de Jesus (a 184 km de Salvador), o ex-prefeito Álvaro Veloso Bessa, eleito 2000, não prestou contas do uso de R$88.014 mil repassados ao município pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) em doze parcelas iguais entre março de 2003 e fevereiro de 2004. A acusação está no Acórdão 3591/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui]. A quantia deveria ter sido aplicada no Programa de Apoio à Criança Carente em Creche e no Programa de Apoio à Pessoa Idosa do município. Bessa foi condenado a devolver aos cofres públicos R$167.886,34 (o que equivale ao valor repassado acrescido de juros) e ao pagamento de multa de R$12 mil.Já Paulo Rodrigues de Oliveira, prefeito de Serrolândia (a 320km de Salvador) entre 2001 e 2004 pelo PTB, terá de devolver R$59.296,39 (valor corrigido) e pagar multa de R$4 mil por não ter prestado contas do uso de R$29.539,90 repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) entre abril e dezembro de 2004, diz o Acórdão 1314/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui]. O valor deveria ter sido aplicado no Programa de Apoio ao Sistema de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos no município.
Deputado - A assessoria do deputado Joseph Bandeira em Brasília informou não saber da condenação na tarde desta segunda-feira, 13. Foi pedido à reportagem para entrar em contato com o escritório de advocacia que o deputado mantem em Juazeiro, mas no telefone oferecido ninguém atendeu. A TARDE não conseguiu entrar em contato com os outros dois ex-prefeitos condenados.
Fonte: A Tarde

Ex-ministro aconselhou Sarney a anular atos secretos

Agencia Estado
O advogado Saulo Ramos está aconselhando o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na crise política e administrativa que tomou conta da Casa. A ideia de anular todos os 663 atos secretos, anunciada na segunda-feira pelo peemedebista, foi sugerida e discutida previamente com ele. Saulo, de 80 anos, foi consultor-geral da República e ministro da Justiça no governo Sarney (1985-1990).No dia anterior ao anúncio do cancelamento dos atos secretos - uma decisão mais política do que administrativa -, Ramos havia escrito um artigo defendendo Sarney e dizendo que o senador é alvo de "vinganças miúdas" e que a mídia e os adversários estão tentando ?esfarelar (com) intrigas de interesses subalternos? a ?grandeza? do seu trabalho de meio século.Por trás de tudo, afirmou o advogado, em artigo publicado na edição de domingo do jornal "Folha de S.Paulo", estariam "ambições eleitorais a serem testadas no próximo ano". Para o advogado, o presidente Sarney está sendo alvo de críticas e denúncias em um processo semelhante ao sofrido quando governou o País. Ramos diz que os "atos secretos" serviram para "plantar futricas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

terça-feira, julho 14, 2009

Deputado Emiliano José (PT-BA) reage e desce o pau no ministro Geddel

Bob Fernandes, editor da revista eletrônica Terra Magazine entrevistou o deputado federal Emiliano José (PT-BA), repercutindo o rompimento do chefe do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima, com o Governo Wagner. O título da matéria é “O que era tragédia com ACM, é farsa com Geddel”. Emiliano critica Geddel pela grosseria política, copiando gestos da antiga oligarquia baiana, ecos do passado como o mandonismo político. Geddel tem feito um jogo de palavras comparando Wagner a Waldir Pires, como se fosse defeito e não mérito. Com ACM isso tudo era uma tragédia, com Geddel não passa de farsa.


LEIA NA ÍNTEGRA O PAU QUE EMILIANO DÁ EM GEDDEL

O que era tragédia com ACM é farsa com Geddel

Terra Magazine – Por Bob Fernandes

Emiliano José é deputado federal (PT-BA). Suplente, assumiu há pouco a vaga de Nelson Pellegrino. Jornalista, professor da Faculdade de Comunicação na Universidade Federal da Bahia, ex-preso político por 4 anos, Emiliano é autor de 8 livros, entre eles "Lamarca, Capitão da Guerrilha" (com Oldack Miranda) e "Imprensa & Poder, Ligações Perigosas". Amigo e de estreita ligação política com o ex-governador e ex-ministro Waldir Pires e com o governador da Bahia, Jaques Wagner, Emiliano rompe o silêncio tático nesta entrevista a Terra Magazine.

Como se viu aqui no sábado último, Geddel Viera Lima, ministro da Integração Nacional no governo Lula, um dos líderes de uma das facções do PMDB, anunciou rompimento com o governo Wagner, no qual tem, entre outras posições, duas secretarias. Geddel rompeu e tem, na paróquia, dito que Jaques Wagner é igual a Waldir Pires. Pretende o ministro que tanto seja uma crítica. O deputado Emiliano esquece o silêncio reinante, mais mineiro do que baiano, e bate:-

Geddel tem sido grosseiro com um aliado, com um governo no qual tem secretarias. O ministro copia gestos e reproduz ecos do passado,da antiga oligarquia baiana (...) Numa oligarquia lá atrás, com ACM, era tragédia, pela voz do Geddel é farsa.

O deputado Emiliano José ressalva que "não gostaria de citar quem já não está". Refere-se a ACM, com quem teve inúmeros entreveros, mas diz que agora o faz porque ao ser questionado sobre semelhanças com Antônio Carlos Magalhães o ministro Geddel tem respondido com críticas a Jaques Wagner e Waldir Pires:

- Ao comparar Wagner a Waldir ele não agride nem a um nem a outro, apenas pretende que isso seja uma agressão (...) e creio que ACM não gostaria dessa comparação com o ministro Geddel, creio por recordar tudo o que ele disse sobre Geddel quando era vivo.

TERRA MAGAZINE - Deputado, o que se passa na Bahia? O ministro Geddel Viera Lima anunciou no fim de semana o rompimento com o governo do petista Jaques Wagner, onde ele tem, entre outros cargos, duas secretarias muito fortes.

EMILIANO JOSÉ - Quem tenha me ouvido em diversas reuniões do PT se lembrará que eu dizia ser essa a crônica de um rompimento anunciado. Dizia porque percebia a movimentação do ministro no interior do próprio governo Wagner, desenvolvendo atividades nitidamente paralelas, nunca destacando as realizações do governo Wagner, sempre ressaltando apenas o trabalhos das secretarias sob seu domínio e com uma cultura, um linguajar político que lembra muito mais o passado oligárquico da Bahia do que os novos tempos, republicanos e democráticos, conduzidos pelo governador. Geddel prenunciava o rompimento...

TERRA MAGAZINE - E o rompimento se deu...

EMILIANO JOSÉ - Havia um esforço do governador em preservar a aliança, Wagner levou sempre em consideração o PMDB no quadro nacional, no governo Lula, enquanto Geddel foi esquentando a hipótese do rompimento, aparentemente como se vivesse um dilema hamletiano, mas foi sempre um dilema confortável porque amparado nas secretarias de Infraestrutura e Indústria e Comércio. Dois anos e meio depois ele rompe. É um direito dele sair, disputar o governo, mas o que me impressiona é a cultura política que ele revela, na verdade volta a revelar, porque ele é o que sempre foi.

TERRA MAGAZINE - A que "cultura" você se refere?

EMILIANO JOSÉ - Nitidamente a ecos do passado. Isso que estamos ouvindo são ecos do passado oligarca, de mandonismo. O ministro copia gestos e atitudes da oligarquia que governou a Bahia por muito tempo.

TERRA MAGAZINE - Deputado, sutilezas e eufemismos à parte, o sujeito presente mas ausente nas suas frases é Antônio Carlos Magalhães. Ou não?

EMILIANO JOSÉ - É, mas eu não gostaria de fazê-lo, tento não fazê-lo. Ele já não está - entre nós e eu que tive com ACM divergências públicas, explícitas, inclusive de natureza nacional, não gostaria de citá-lo, até por respeito à família...

TERRA MAGAZINE - Mas...

EMILIANO JOSÉ - Mas como eu soube que essa comparação entre ele e ACM tem sido eventualmente citada e ele responde com o que imagina serem ataques ao governador Wagner e ao ex-governador Waldir Pires, não posso deixar de notar que são evidentes as semelhanças entre as atitudes do ministro e antigas atitudes e práticas do ex-governador Antônio Carlos.

TERRA MAGAZINE - O que foi dito que o incomodou?

EMILIANO JOSÉ - Nos últimos dias, perguntado se gostava ou se incomodava-se ao ser comparado a ACM, Geddel disse que não se incomodava e não se incomodava porque havia também quem comparasse Wagner a Waldir. Ora, isso de um lado reflete a cultura da grosseria, a falta de civilidade política de quem é aliado do governo, está dentro do governo, e ainda assim pretende agredir duas figuras do porte do governador e de Waldir, essa figura extraordinária da vida brasileira. Não agride nem a um nem a outro, apenas pretende, e ao fazê-lo cada vez mais se parece com o que havia de pior em quem já não está entre nós.

TERRA MAGAZINE - ACM?

EMILIANO JOSÉ - ...E creio que ACM não gostaria dessa comparação com o ministro Geddel, creio por recordar tudo o que disse sobre Geddel quando era vivo. Mesmo que eu não entre no mérito do que era dito, não tenho como esquecer que tudo aquilo foi dito e repetido inúmeras vezes. O que não se contesta, nem se pode contestar, é uma candidatura dele ao governo; isso é da vida política, é um direito, mas é necessário contestar os métodos e os meios: estando dentro do governo, sendo teoricamente um aliado, passar a agredir ao governador e a Waldir não tem sentido, não educa politicamente. Não revela respeito algum por nada, é o poder pelo poder. Não pretendemos e não vamos ouvir ecos das vozes do passado. Numa oligarquia lá atrás, com ACM, era tragédia, pela voz do Geddel é farsa.
Fonte: Terra Magazine/Bahia de Fato

Traição anunciada: Geddel rompe com Wagner e põe cargos à disposição

Depois de uma aliança de três anos com o PT baiano, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), decidiu lançar-se candidato ao governo da Bahia e pôs os cargos dos peemedebistas à disposição do governador Jaques Wagner (PT). Aconteceu sábado (11/07/09), mas foi apenas o desfecho de uma traição anunciada.O ministro confessou que não consultou o presidente Lula antes de tomar a decisão, mas que ainda apoia a candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. "Comuniquei que havia uma tendência de o PMDB vir a apresentar um candidato e que o nome que estava sendo colocado era o meu. E que se sentisse à vontade, portanto, com as posições que o PMDB ocupa no governo", disse Geddel à revista eletrônica Terra Magazine.A traição foi completa. Geddel Vieira Lima não comunicou ao presidente Lula o rompimento, mas correu para comunicar ao candidato da oposição, Paulo Souto (DEM). E ainda achou o ato “um dever de lealdade” com o político carlista.
Fonte: Bahia de Fato

Deu no site Política Livre: “O que era tragédia com ACM, é farsa com Geddel”

Em entrevista ao site Terra Magazine, o deputado federal Emiliano José (PT) criticou o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional). Segundo ele, Geddel tem sido grosseiro com um aliado e “com um governo no qual tem secretarias”. “O ministro copia gestos e reproduz ecos do passado, da antiga oligarquia baiana (…) Numa oligarquia lá atrás, com ACM, era tragédia, pela voz do Geddel é farsa”.Emiliano disse ainda que sempre afirmou em reuniões internas do PT que o rompimento entre o PMDB e o seu partido estava próximo porque o ministro estaria sempre destacando o trabalho das secretarias estaduais sob responsabilidade do PMDB e não defendendo as realizações do governo Wagner.O petista disse também que “não gostaria de citar quem já não está”, referindo-se a ACM, com quem teve inúmeros entreveros, mas diz que agora o faz porque ao ser questionado sobre semelhanças com Antônio Carlos Magalhães o ministro Geddel tem respondido com críticas a Jaques Wagner e Waldir Pires. “Ao comparar Wagner a Waldir ele não agride nem a um nem a outro, apenas pretende que isso seja uma agressão (…) e creio que ACM não gostaria dessa comparação com o ministro Geddel, creio por recordar tudo o que ele disse sobre Geddel quando era vivo”.
Fonte: Bahia de Fato

Atropelado pelos fatos

Dora Kramer

Uma a uma, desde as primeiras denúncias ainda no início do ano, o presidente do Senado, José Sarney, perdeu todas as chances que lhe foram dadas para tomar providências e, por demonstração de iniciativa, assumir o controle na administração da crise que assola a Casa.
Negou as evidências, contemporizou com toda sorte de irregularidades, fugiu de suas responsabilidades, anunciou ações inócuas, escorou-se na força política do presidente da República, fez vista grossa a chantagens contra adversários, desconversou o quanto pôde.
Tanto deixou de fazer e por tantas vezes e com tamanha imprudência pôs à prova a própria credibilidade que, junto com as oportunidades de agir, perdeu também a autoridade e a majestade. Agora é alvo de diversas representações no Conselho de Ética e está em via de se tornar refém de uma tropa de choque composta por suplentes sem voto, gente de vida pregressa contestada na Justiça e de má fama perante a opinião pública.
Tropa convocada especialmente para impedir que tenha o mandato cassado por quebra de decoro parlamentar. Nesse quadro é que o presidente do Senado decidiu anular os 663 atos secretos editados ao arrepio do princípio constitucional da publicidade, aplicado a toda ação de natureza pública, cuja existência ele mesmo negara e, depois, atribuíra a meros “erros técnicos”.
A despeito da opinião de vários senadores, que defenderam a posição publicamente, Sarney, com o aval da Mesa Diretora, preferiu o estratagema de regularizar a ilegalidade mediante publicação dos atos com data retroativa à época da assinatura. Entre os “direitos” dos beneficiados e o Estado de Direito, a direção do Senado optou por ferir o juramento de cumprir a Constituição.
O recuo de ontem não tem o valor da convicção, porque foi pautado pela necessidade individual de sobrevivência. O respeito à Constituição teria, sim, ficado estabelecido como a real motivação se a anulação tivesse sido ordenada de imediato, por uma questão de princípio.
Tal como se valeu da prerrogativa agora – independentemente de resultados de sindicâncias, pois não são elas que determinam a ilegalidade de atos validados à revelia da lei – o presidente do Senado poderia, e deveria, tê-la invocado a tempo de preservar a própria credibilidade.
Agora, o senador José Sarney não corre, como se diz equivocadamente, atrás do prejuízo. Isso ele fez quando se dispôs a presidir o Senado pela terceira vez, na ilusão de encerrar a carreira política ainda na posse do poder de mobilizar poderes na República.
Constatado o erro de cálculo, Sarney corre mesmo é atrás de obter algum benefício para se distanciar o máximo possível do imenso malefício autoimposto e que o levou ao caminho do declínio humilhante.
Uma tentativa de recuperação de fôlego. Suficiente para organizar a saída, nessa altura já inexorável, mas à qual Sarney gostaria muito ver registrada na companhia do adjetivo “honrosa”.
Quartel de Abrantes
Continua tudo como dantes na seara tucana, no que tange à sucessão presidencial. O governador José Serra continua sendo o candidato do PSDB, cuja cúpula continua achando que o melhor plano é a composição partidariamente unitária com o governador Aécio Neves de vice.
A filiação de Itamar Franco ao PPS e, consequentemente, sua integração à aliança de oposição à candidatura patrocinada pelo Palácio do Planalto, é um fator facilitador. O desejo de Itamar de concorrer a uma das vagas de Minas Gerais ao Senado “empurra” Aécio para mais perto da solução puro-sangue.
Itamar tem, por isso, recebido homenagens antes inimagináveis. Como a série de citações ao nome dele na sessão solene no Senado em comemoração aos 15 anos de Plano Real. Nem um só senador tucano se esqueceu de dividir com ele a paternidade do plano.
Lembrança recente, quando passou a ser eleitoralmente conveniente, já que o crédito dado a Itamar jamais ultrapassou o limite do mérito pela nomeação de Fernando Henrique Cardoso para o Ministério da Fazenda.
A boataria sobre a possibilidade de Serra desistir da Presidência e disputar a reeleição por ora é só uma boataria. Muitíssimo conveniente ao governador de São Paulo que, assim, obtém uma série de vantagens: alivia a pressão dos aliados para entrar em campanha desde já, mantém alto o prestígio de Aécio Neves como possível candidato, reduz a tensão no campo adversário inibindo o início da temporada de ataques e assegura visibilidade às ações administrativas do governo do estado.
No momento, José Serra não está em dúvida. Se resolver disputar mais um mandato de governador, terá sido uma mudança de posição decorrente não de um dilema do presente, mas de uma alteração das chances reais de vitória, situação que só será examinada de verdade em 2010.
Fonte: Gazeta do Povo

TCU condena ex-prefeito de Serrolândia

Thiago Pereira
O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Serrolândia, Paulo Rodrigues de Oliveira, a restituir R$ 59.296,39, valor atualizado, aos cofres do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) por não prestar contas de investimentos federais repassados ao município, no Centro Norte do estado.
De acordo com o TCU, o ex-prefeito tem 15 dias, a contar do recebimento da notificação, para comprovar perante o Tribunal a devolução do investimento, que era destinado ao Programa de Apoio ao Sistema de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos (Peja).
Paulo Rodrigues ainda pode recorrer da decisão. Cópias dos documentos foram enviadas à Procuradoria da República na Bahia. O ministro Marcos Bemquerer Costa foi o relator do processo.
Fonte: Tribuna da Bahia

Comentário:

Diariamente leio as notícias da Tribuna da Bahia para muitas delas repassar para o Blog dedemontalvao, e diariamente noto uma grande quantidade de Prefeitos e ex, penalizados por improbidades.
Diante de tamanha quantidade de penalidades, chego à conclusão que a classe não é muito unida, senão já teriam pegado um know how com os prefeitos de Jeremoabo/Bahia, de como praticar improbidades e permanecer impune.

Ex-prefeito de Juazeiro é condenado por não prestar contas de investimento público

Thiago Pereira
O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Juazeiro, Joseph Wallace Faria Bandeira, a devolver R$ 311.806,59, valor atualizado, aos cofres do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) por não ter prestado contas da aplicação dos recursos federais repassados ao município, que fica localizado a 502 quilômetros de Salvador, na região do Vale do São Francisco.
De acordo com o TCU, Bandeira não prestou contas da aplicação dos recursos federais repassados ao município por força do convênio firmado com o antigo Ministério da Previdência e Assistência Social, que previa atender o Programa Sentinela, destinado a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.
Além de restituir os cofres municipais, o ex-prefeito também foi condenado a pagar multa de R$ 5 mil.
Joseph Wallace ainda pode recorrer da decisão. Cópias dos documentos foram enviadas à Procuradoria-Geral República. O ministro Augusto Sherman Cavalcanti foi o relator do processo.
Fonte: Tribuna da Bahia

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