esse é o tema de defesa de tese na EmerjA repercussão eleitoral das contas públicas reprovadas pelos Tribunais de Contas é o principal aspecto da monografia "Inelegibilidade decorrente de contas públicas", que será defendida pela aluna da Escola da Magistratura do Rio (Emerj) Patrícia Brito e Sousa, no dia 11 de setembro, às 12h30, no auditório da Escola. A banca examinadora será composta pelo desembargador Luiz Felipe Haddad, pelo promotor de justiça Guilherme Peña de Moraes e pelo advogado Marcelo Pereira.O trabalho é uma conclusão do curso da Emerj e ressalta a afirmação do procurador regional eleitoral do TRE de Goiás, que diz: "político que teve prestação de contas rejeitada por irregularidade grave não merece confiança". Segundo Patrícia Brito, a monografia apresenta a importância do trabalho técnico dos Tribunais de Contas como meio de contribuição com o Poder Judiciário e o Ministério Público Eleitoral para a moralização das eleições. Entre os temas que também serão abordados estão a lista dos "inelegíveis" dos Tribunais de Contas, as condições para a elegibilidade, dentre elas a vida pregressa, o registro de candidatura e sua impugnação, irregularidades insanáveis e limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Formada em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Patrícia Brito e Sousa é servidora pública efetiva do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, e está há quatro anos exercendo cargo em comissão de assessora do Procurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/RJ. Ela é pós-graduada em Direito Público e Privado pela EMERJ/Estácio e cursa atualmente pós-graduação em Contabilidade Pública na Universidade Gama Filho. A Emerj está localizada na Avenida Erasmo Braga, 115/4º andar, Centro.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro »
Revista Jus Vigilantibus,
sábado, setembro 06, 2008
Casamento por procuração: ambos nubentes podem estar ausentes na celebração do matrimônio e representados pelo mesmo procurador?
RESUMO
Este artigo objetiva trazer breve reflexão a respeito do casamento por procuração, especialmente com o intuito de saber se ambos nubentes podem estar ausentes no momento da cerimônia do matrimônio e fazendo-se representar por procurador, bem como se este pode ser único, isto, comum aos nubentes.
PALAVRAS-CHAVE
Casamento por procuração. Ambos nubentes ausentes. Procurador único.
SUMÁRIO
1. Introdução; 2. Solução ao questionamento; 3. Considerações finais. 4. Referências bibliográficas.
INTRODUÇÃO
O casamento, em nosso entender, é o contrato que objetiva regular a união civil entre o homem e mulher, firmando assim instituição familiar, com destaque especial para o regramento das relações sexuais, do zelo com a prole comum e a assistência recíproca entre os pactuantes.
Nas palavras de Maria Helena Diniz, o casamento é “o vínculo jurídico entre o homem e a mulher que visa o auxílio mútuo material e espiritual, de modo que haja uma integração fisiopsíquica e a constituição de uma família” (in Curso de direito civil brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2004. v. 5. 19 e. p. 39)
Sílvio de Salvo Venosa, por sua vez, citando conceito Sílvio Rodrigues, esclarece que o casamento “é o contrato de direito de família que tem por fim promover a união do homem e da mulher, de conformidade com a lei, a fim de regularem suas relações sexuais, cuidarem da prole comum e se prestarem mútua assistência” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 43).
É sabido que o casamento é, possivelmente, o instituto mais célebre do Direito da Família, o qual ainda guarda uma série de formalidades e atos indispensáveis na sua realização, estando disposto no Código Civil, no livro IV (direito de família), título I (do direito pessoal), no subtítulo I (do casamento), especialmente a partir do art. 1.511.
Evidentemente que o casamento tem perdido espaço e importância frente à indispensável e correta valorização da união estável, que recebeu o mesmo status daquele instituto.
Em artigo anterior (“Casamento por procuração: procurador deve ser do sexo distinto do procurador do nubente presente na celebração do matrimônio?”), já esclarecemos que a regra geral é que o casamento venha a se celebrar na presença de ambos os nubentes.
Entrementes, é sabido que o ordenamento jurídico faculta aos nubentes fazerem-se representar por procurador, por expressa previsão do art. 1542 do Código Civil em vigor.
Sobre o assunto, nunca demais lembrar as pertinentes de Silvio de Salvo Venosa, especialmente que “não se coaduna com o espírito personalista da realização do matrimônio e a convivência dos cônjuges que lhe segue e é inerente” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 110).
A maior exigência que se verifica é apenas que a procuração seja constituída por instrumento público, com poderes especiais, conforme dispõe o já citado art. 1.542 do Código Civil.
Os poderes especiais aqui noticiados referem-se especificamente a designação da pessoa que o mandante deseja casar, sob pena de restar prejudicado o livre consentimento, exigido no casamento.
SOLUÇÃO AO QUESTIONAMENTO
Traçadas as primeiras linhas sobre a noção do casamento por procuração, neste artigo objetivo discutir se ambos os procuradores podem estar por procurador e, neste caso, se o procurador poderia ser o mesmo.
Oportuna a transcrição preliminarmente a transcrição do art. 1.542 do Código Civil, tão comentado anteriormente:
“Art. 1542. O casamento poderá celebrar-se mediante procuração, por instrumento público, com poderes especiais.
§ 1º A revogação do mandato não necessita chegar ao conhecimento do mandatário; mas, celebrado o casamento sem que o mandatário ou o outro contraente tivesse ciência da revogação, responderá o mandante por perdas e danos.
§ 2º O nubente que não estiver em iminente risco de vida poderá fazer-se representar no casamento nuncupativo.
§ 3º A eficácia do mandato não ultrapassará noventa dias.
§ 4º Só por instrumento público se poderá revogar o mandato.”
Percebe-se, assim, claramente que o Código Civil, ao dispor sobre a hipótese do casamento por procuração, nada dispôs a respeito da necessidade de presença de um dos nubentes ou, pela via transversa oblíqua e transversa, da possibilidade de apenas um procurador na celebração do matrimônio.
A resolução da questão começa a nos parecer bastante simples. Há de se aplicar o princípio constitucional de que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer senão em virtude de lei”, inscrito no art. 5º, II da Carta Magna brasileira.
Nesse sentido, podemos afirmar, desde logo, que ambos os nubentes podem estar ausentes na celebração do seu próprio casamento e, assim, devidamente representados por procuradores devidamente constituídos.
Devemos ter cuidado, entretanto, no que se refere a procurador único para ambos nubentes, pois certamente seria colocada em xeque a natureza do consentimento, tão peculiar do instituto do casamento.
Ademais, bom observar que o legislador, ao falar sobre a revogação do mandato (art. 1.542, § 1º do CC/2002), teve o cuidado de colocar a expressão o procurador ou “o outro contraente”, em nítida impressão de que vedação a figura do mandatário único.
Nesse sentido, trilha a lição de Sílvio de Salvo Venosa, senão vejamos:
“... não deve ser admitido que os dois nubentes confiram poderes à mesma pessoa, porque desvirtuaria a natureza do consentimento. A lei não o diz expressamente, mas dela se infere quando menciona no texto ‘o outro contraente’ (...), expressão que é mantida no § 1º do artigo vigente do Código. Se os dois nubentes casarem por procuração, deverão ser dois procuradores.” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 111).
Na outra ponta de entendimento, entretanto, o posicionamento de Pontes de Miranda, entretanto, não vê qualquer óbice no procurador único (in MIRANDA, Pontes de. Tratados de direito privado. 3. e. Rio de Janeiro: Borsoi, 1971. p. 306)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Assim, concluo o presente artigo, posicionando-me no sentido de que: 1) ambos nubentes podem estar ausentes na celebração do matrimônio, desde que estejam representados por procuradores, devidamente constituídos por instrumento público com poderes especiais; 2) é indispensável, nessa situação, que cada nubente seja representado por procurador distinto do outro, não se permitindo a figura do mandatário único.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: direito de família. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. v. 5.
FIUZA, Ricardo. Novo código civil comentado. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
MIRANDA, Pontes de. Tratados de direito privado. 3. ed. Rio de Janeiro: Borsoi, 1971.
MONTEIRO, Washignton de Barros. Curso de direito civil: direito de família. 33. ed.
RODRIGUES, Sílvio. Direito civil. Direito de família. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 1996.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito civil: direito de família. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6.
WALD, Arnoldo. Direito de família. 10. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995.
Revista Jus Vigilantibus,
Este artigo objetiva trazer breve reflexão a respeito do casamento por procuração, especialmente com o intuito de saber se ambos nubentes podem estar ausentes no momento da cerimônia do matrimônio e fazendo-se representar por procurador, bem como se este pode ser único, isto, comum aos nubentes.
PALAVRAS-CHAVE
Casamento por procuração. Ambos nubentes ausentes. Procurador único.
SUMÁRIO
1. Introdução; 2. Solução ao questionamento; 3. Considerações finais. 4. Referências bibliográficas.
INTRODUÇÃO
O casamento, em nosso entender, é o contrato que objetiva regular a união civil entre o homem e mulher, firmando assim instituição familiar, com destaque especial para o regramento das relações sexuais, do zelo com a prole comum e a assistência recíproca entre os pactuantes.
Nas palavras de Maria Helena Diniz, o casamento é “o vínculo jurídico entre o homem e a mulher que visa o auxílio mútuo material e espiritual, de modo que haja uma integração fisiopsíquica e a constituição de uma família” (in Curso de direito civil brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2004. v. 5. 19 e. p. 39)
Sílvio de Salvo Venosa, por sua vez, citando conceito Sílvio Rodrigues, esclarece que o casamento “é o contrato de direito de família que tem por fim promover a união do homem e da mulher, de conformidade com a lei, a fim de regularem suas relações sexuais, cuidarem da prole comum e se prestarem mútua assistência” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 43).
É sabido que o casamento é, possivelmente, o instituto mais célebre do Direito da Família, o qual ainda guarda uma série de formalidades e atos indispensáveis na sua realização, estando disposto no Código Civil, no livro IV (direito de família), título I (do direito pessoal), no subtítulo I (do casamento), especialmente a partir do art. 1.511.
Evidentemente que o casamento tem perdido espaço e importância frente à indispensável e correta valorização da união estável, que recebeu o mesmo status daquele instituto.
Em artigo anterior (“Casamento por procuração: procurador deve ser do sexo distinto do procurador do nubente presente na celebração do matrimônio?”), já esclarecemos que a regra geral é que o casamento venha a se celebrar na presença de ambos os nubentes.
Entrementes, é sabido que o ordenamento jurídico faculta aos nubentes fazerem-se representar por procurador, por expressa previsão do art. 1542 do Código Civil em vigor.
Sobre o assunto, nunca demais lembrar as pertinentes de Silvio de Salvo Venosa, especialmente que “não se coaduna com o espírito personalista da realização do matrimônio e a convivência dos cônjuges que lhe segue e é inerente” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 110).
A maior exigência que se verifica é apenas que a procuração seja constituída por instrumento público, com poderes especiais, conforme dispõe o já citado art. 1.542 do Código Civil.
Os poderes especiais aqui noticiados referem-se especificamente a designação da pessoa que o mandante deseja casar, sob pena de restar prejudicado o livre consentimento, exigido no casamento.
SOLUÇÃO AO QUESTIONAMENTO
Traçadas as primeiras linhas sobre a noção do casamento por procuração, neste artigo objetivo discutir se ambos os procuradores podem estar por procurador e, neste caso, se o procurador poderia ser o mesmo.
Oportuna a transcrição preliminarmente a transcrição do art. 1.542 do Código Civil, tão comentado anteriormente:
“Art. 1542. O casamento poderá celebrar-se mediante procuração, por instrumento público, com poderes especiais.
§ 1º A revogação do mandato não necessita chegar ao conhecimento do mandatário; mas, celebrado o casamento sem que o mandatário ou o outro contraente tivesse ciência da revogação, responderá o mandante por perdas e danos.
§ 2º O nubente que não estiver em iminente risco de vida poderá fazer-se representar no casamento nuncupativo.
§ 3º A eficácia do mandato não ultrapassará noventa dias.
§ 4º Só por instrumento público se poderá revogar o mandato.”
Percebe-se, assim, claramente que o Código Civil, ao dispor sobre a hipótese do casamento por procuração, nada dispôs a respeito da necessidade de presença de um dos nubentes ou, pela via transversa oblíqua e transversa, da possibilidade de apenas um procurador na celebração do matrimônio.
A resolução da questão começa a nos parecer bastante simples. Há de se aplicar o princípio constitucional de que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer senão em virtude de lei”, inscrito no art. 5º, II da Carta Magna brasileira.
Nesse sentido, podemos afirmar, desde logo, que ambos os nubentes podem estar ausentes na celebração do seu próprio casamento e, assim, devidamente representados por procuradores devidamente constituídos.
Devemos ter cuidado, entretanto, no que se refere a procurador único para ambos nubentes, pois certamente seria colocada em xeque a natureza do consentimento, tão peculiar do instituto do casamento.
Ademais, bom observar que o legislador, ao falar sobre a revogação do mandato (art. 1.542, § 1º do CC/2002), teve o cuidado de colocar a expressão o procurador ou “o outro contraente”, em nítida impressão de que vedação a figura do mandatário único.
Nesse sentido, trilha a lição de Sílvio de Salvo Venosa, senão vejamos:
“... não deve ser admitido que os dois nubentes confiram poderes à mesma pessoa, porque desvirtuaria a natureza do consentimento. A lei não o diz expressamente, mas dela se infere quando menciona no texto ‘o outro contraente’ (...), expressão que é mantida no § 1º do artigo vigente do Código. Se os dois nubentes casarem por procuração, deverão ser dois procuradores.” (in Direito Civil. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6. 5. e. p. 111).
Na outra ponta de entendimento, entretanto, o posicionamento de Pontes de Miranda, entretanto, não vê qualquer óbice no procurador único (in MIRANDA, Pontes de. Tratados de direito privado. 3. e. Rio de Janeiro: Borsoi, 1971. p. 306)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Assim, concluo o presente artigo, posicionando-me no sentido de que: 1) ambos nubentes podem estar ausentes na celebração do matrimônio, desde que estejam representados por procuradores, devidamente constituídos por instrumento público com poderes especiais; 2) é indispensável, nessa situação, que cada nubente seja representado por procurador distinto do outro, não se permitindo a figura do mandatário único.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: direito de família. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. v. 5.
FIUZA, Ricardo. Novo código civil comentado. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
MIRANDA, Pontes de. Tratados de direito privado. 3. ed. Rio de Janeiro: Borsoi, 1971.
MONTEIRO, Washignton de Barros. Curso de direito civil: direito de família. 33. ed.
RODRIGUES, Sílvio. Direito civil. Direito de família. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 1996.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito civil: direito de família. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005. v. 6.
WALD, Arnoldo. Direito de família. 10. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995.
Revista Jus Vigilantibus,
Debates políticos. Uma retórica oca
por Kiyoshi Harada
Incrível a falta de vontade de nossos políticos em resolver questões sérias que comprometem o Estado Democrático de Direito e as instituições deste país.
Nas proximidades das eleições, os candidatos apresentam sempre os mesmos discursos teóricos sobre assuntos ligados à educação, transporte, saúde, segurança, diminuição da carga tributária. Se tivessem agido com competência e eficiência enquanto governantes nem precisariam estar abordando essas questões tomando espaço na mídia. Nem se diga que estão apreendendo com os erros do passado. Diz o velho ditado: “árvore que nasce torta não se endireita”.
Mas, todos eles vêm se omitindo na abordagem da questão essencial, fundamental e atual, que aflige milhares de cidadãos. Refiro-me ao pagamento de precatórios judiciais, cuja dívida, em termos nacionais, supera a casa dos R$ 100 bilhões. E não é por falta de recursos financeiros. Essa dívida monstruosa decorre da decisão política de desviar sistematicamente as verbas consignadas ao Judiciário, para pagamento desses precatórios. E essa decisão política, por sua vez, resulta da leniência de órgãos e instituições responsáveis do país, que não aplicam as severas leis punitivas contra os que descumprem determinação judicial e violentam preceitos de natureza orçamentária.
Afinal, não poderia haver prioridade maior do que cumprir a ordem judicial. A aplicação da lei, em último caso, cabe ao Judiciário. E, se não se cumpre sua decisão, então, pergunta-se, para que existem as leis? Para que todo esse aparato judiciário e legislativo, que consome parte substancial da renda nacional?
Só que nenhum candidato, até agora, se dispôs a esboçar um pequenino plano que seja, para quitação desses precatórios, cujos calotes já extrapolam as fronteiras do país, denegrindo a imagem do Judiciário aqui e lá fora. Também a mídia, por desconhecimento ou conveniência, não tem tocado no assunto. Seria o caso de se cobrar do candidato uma posição a respeito.
A única jornalista que se insurgiu contra essa vergonha nacional foi Sandra Cavalcanti em artigo intitulado “A raposa e o galinheiro” denunciando o abominável “crime” perpetrado por governantes e ex-governantes, agora, candidatos, contra milhares de cidadãos” (O Estado de São Paulo, de 29-7-2008, p. A2).
A indiferença da sociedade em geral com a desgraça de parcela ponderável dela integrante, principalmente com as vítimas de credores por precatórios alimentares, tem encorajado os governantes na sua caminhada em direção à política do endividamento irresponsável não admitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Só para citar, São Paulo devia de precatórios alimentares apenas R$ 30,979 milhões em 1998. Em 2006 esse valor, como que por um passe de mágica, subiu para R$ 2.590 bilhões. Quem foi o responsável por esse desgoverno? O certo seria ter diminuído, quer por quitação do débito, quer por cumprimento voluntário de leis salariais, afastando as condenações judiciais.
Hoje, a Prefeitura de São Paulo deve mais de R$ 12 bilhões computando-se os precatórios alimentares e não alimentares, isto é, quase a metade do valor do orçamento, que é de pouco mais de R$ 28 bilhões.
Candidato que não dispõe de um plano para equacionar esse quadro, que evoluirá para um beco sem saída em futuro não muito remoto, não merece o voto do ordeiro cidadão paulistano.
Revista Jus Vigilantibus,
Incrível a falta de vontade de nossos políticos em resolver questões sérias que comprometem o Estado Democrático de Direito e as instituições deste país.
Nas proximidades das eleições, os candidatos apresentam sempre os mesmos discursos teóricos sobre assuntos ligados à educação, transporte, saúde, segurança, diminuição da carga tributária. Se tivessem agido com competência e eficiência enquanto governantes nem precisariam estar abordando essas questões tomando espaço na mídia. Nem se diga que estão apreendendo com os erros do passado. Diz o velho ditado: “árvore que nasce torta não se endireita”.
Mas, todos eles vêm se omitindo na abordagem da questão essencial, fundamental e atual, que aflige milhares de cidadãos. Refiro-me ao pagamento de precatórios judiciais, cuja dívida, em termos nacionais, supera a casa dos R$ 100 bilhões. E não é por falta de recursos financeiros. Essa dívida monstruosa decorre da decisão política de desviar sistematicamente as verbas consignadas ao Judiciário, para pagamento desses precatórios. E essa decisão política, por sua vez, resulta da leniência de órgãos e instituições responsáveis do país, que não aplicam as severas leis punitivas contra os que descumprem determinação judicial e violentam preceitos de natureza orçamentária.
Afinal, não poderia haver prioridade maior do que cumprir a ordem judicial. A aplicação da lei, em último caso, cabe ao Judiciário. E, se não se cumpre sua decisão, então, pergunta-se, para que existem as leis? Para que todo esse aparato judiciário e legislativo, que consome parte substancial da renda nacional?
Só que nenhum candidato, até agora, se dispôs a esboçar um pequenino plano que seja, para quitação desses precatórios, cujos calotes já extrapolam as fronteiras do país, denegrindo a imagem do Judiciário aqui e lá fora. Também a mídia, por desconhecimento ou conveniência, não tem tocado no assunto. Seria o caso de se cobrar do candidato uma posição a respeito.
A única jornalista que se insurgiu contra essa vergonha nacional foi Sandra Cavalcanti em artigo intitulado “A raposa e o galinheiro” denunciando o abominável “crime” perpetrado por governantes e ex-governantes, agora, candidatos, contra milhares de cidadãos” (O Estado de São Paulo, de 29-7-2008, p. A2).
A indiferença da sociedade em geral com a desgraça de parcela ponderável dela integrante, principalmente com as vítimas de credores por precatórios alimentares, tem encorajado os governantes na sua caminhada em direção à política do endividamento irresponsável não admitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Só para citar, São Paulo devia de precatórios alimentares apenas R$ 30,979 milhões em 1998. Em 2006 esse valor, como que por um passe de mágica, subiu para R$ 2.590 bilhões. Quem foi o responsável por esse desgoverno? O certo seria ter diminuído, quer por quitação do débito, quer por cumprimento voluntário de leis salariais, afastando as condenações judiciais.
Hoje, a Prefeitura de São Paulo deve mais de R$ 12 bilhões computando-se os precatórios alimentares e não alimentares, isto é, quase a metade do valor do orçamento, que é de pouco mais de R$ 28 bilhões.
Candidato que não dispõe de um plano para equacionar esse quadro, que evoluirá para um beco sem saída em futuro não muito remoto, não merece o voto do ordeiro cidadão paulistano.
Revista Jus Vigilantibus,
Pesquisa mostra que Crivella perdeu a ponta
Pesquisa divulgada ontem pelo IBPS (Instituto Brasileiro de Pesquisa Social) mostra que o candidato do PRB à prefeitura do Rio, senador Marcelo Crivella, perdeu a liderança das intenções de voto. Dos entrevistados, 25% responderam que votariam em Eduardo Paes (PMDB). Em segundo lugar, com 19% aparece Crivella. Na última pesquisa de agosto, Crivella ainda aparecia como líder e Paes em segundo.
Em terceiro, na pesquisa divulgada ontem, está Jandira Feghali (PC do B), com 12% das preferências. Em quarto, o deputado Fernando Gabeira (PPS-PSDB-PV), com 8%, seguido de Solange Amaral (DEM), com 5%, de Alessandro Molon (PT), com 4%, e de Chico Alencar (PSOL), com 4%. O deputado Paulo Ramos (PDT) tem 1%.
Os candidatos Filipe Pereira (PSC), Antonio Carlos (PCO), Eduardo Serra (PCB) e Vinícius Cordeiro (PTdoB) não atingiram individualmente 1% das citações. Votos nulos e brancos somaram 9% e 12% não souberam ou não quiseram responder.
Voto espontâneo
Quarenta e nove por cento dos entrevistados disseram que ainda não têm candidato a prefeito para as próximas eleições. Entre os prefeitáveis citados aparecem: Eduardo Paes (15%), Crivella (10%), Jandira (7%), Gabeira (5%), Chico Alencar (2%), Solange Amaral 3%, Alessandro Molon 2% , Paulo Ramos (1%) .
Rejeição
Em primeiro lugar no quesito rejeição, encontra-se o candidato Marcelo Crivella, com 32%, seguido de Solange Amaral, com 15%, Fernando Gabeira, com 11% ,de Jandira Feghali, com 8% Alessandro Molon com 7%, Eduardo Paes (6%) Chico Alencar (4%), Paulo Ramos (4%), e Felipe Pereira 4% . Para 17% nenhum dos candidatos em especial deve ser rejeitado.
Cenários de 2º turno
Confronto direto entre Marcelo Crivella e Jandira Feghali. Jandira teria 46% dos votos contra 32% de Crivella com 13% de votos nulos, 1% de votos em branco, 8% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto entre Marcelo Crivella e Fernando Gabeira. Crivella teria 39% dos votos contra 36% de Gabeira, com 14% de votos nulos, 1% de votos em branco, 10% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto Marcelo Crivella e Eduardo Paes. Eduardo Paes teria 53% dos votos contra 28% de Crivella, com 10% de votos nulos, 1% de votos em branco, 8% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto Eduardo Paes e Jandira Feghali. Eduardo Paes teria 47% dos votos contra 34% de Jandira, com 9% de votos nulos, 1% de votos em branco, 9% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
De acordo com o IBPS, a pesquisa, que tem margem de erro de 3%, foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE)De acordo com o IBPS, a pesquisa, que tem margem de erro de 3%, foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Fonte: Tribuna da Imprensa
Em terceiro, na pesquisa divulgada ontem, está Jandira Feghali (PC do B), com 12% das preferências. Em quarto, o deputado Fernando Gabeira (PPS-PSDB-PV), com 8%, seguido de Solange Amaral (DEM), com 5%, de Alessandro Molon (PT), com 4%, e de Chico Alencar (PSOL), com 4%. O deputado Paulo Ramos (PDT) tem 1%.
Os candidatos Filipe Pereira (PSC), Antonio Carlos (PCO), Eduardo Serra (PCB) e Vinícius Cordeiro (PTdoB) não atingiram individualmente 1% das citações. Votos nulos e brancos somaram 9% e 12% não souberam ou não quiseram responder.
Voto espontâneo
Quarenta e nove por cento dos entrevistados disseram que ainda não têm candidato a prefeito para as próximas eleições. Entre os prefeitáveis citados aparecem: Eduardo Paes (15%), Crivella (10%), Jandira (7%), Gabeira (5%), Chico Alencar (2%), Solange Amaral 3%, Alessandro Molon 2% , Paulo Ramos (1%) .
Rejeição
Em primeiro lugar no quesito rejeição, encontra-se o candidato Marcelo Crivella, com 32%, seguido de Solange Amaral, com 15%, Fernando Gabeira, com 11% ,de Jandira Feghali, com 8% Alessandro Molon com 7%, Eduardo Paes (6%) Chico Alencar (4%), Paulo Ramos (4%), e Felipe Pereira 4% . Para 17% nenhum dos candidatos em especial deve ser rejeitado.
Cenários de 2º turno
Confronto direto entre Marcelo Crivella e Jandira Feghali. Jandira teria 46% dos votos contra 32% de Crivella com 13% de votos nulos, 1% de votos em branco, 8% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto entre Marcelo Crivella e Fernando Gabeira. Crivella teria 39% dos votos contra 36% de Gabeira, com 14% de votos nulos, 1% de votos em branco, 10% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto Marcelo Crivella e Eduardo Paes. Eduardo Paes teria 53% dos votos contra 28% de Crivella, com 10% de votos nulos, 1% de votos em branco, 8% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
Confronto direto Eduardo Paes e Jandira Feghali. Eduardo Paes teria 47% dos votos contra 34% de Jandira, com 9% de votos nulos, 1% de votos em branco, 9% responderam não saber ou não quiseram responder a essa questão.
De acordo com o IBPS, a pesquisa, que tem margem de erro de 3%, foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE)De acordo com o IBPS, a pesquisa, que tem margem de erro de 3%, foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Fonte: Tribuna da Imprensa
Ignorância, burrice ou má-fe?
por: Carlos Chagas
BRASÍLIA - Certas coisas, só no Brasil. Como dizia mestre Gilberto Freire, neste país das impossibilidades possíveis, o carnaval ainda acabaria caindo na Sexta-Feira Santa. Será possível a existência de órgãos de informação, segurança, inteligência, espionagem ou que outro nome se lhes dê, proibidos de vigiarem prováveis, possíveis ou hipotéticos inimigos?
Faz parte do jogo acompanhar as atividades dos adversários. Em muitos casos, trata-se de questão de sobrevivência das nações a que servem. Como ficaria a CIA, o FBI, o MI-6, o KGB, o Mossad e penduricalhos, se impedidos de colher informações, mesmo censurando telefones e sucedâneos? Autorizados pela Justiça, sem dúvida. Quando imprescindível, por certo. Essas e outras instituições não raro praticam horrores, quebram a privacidade de quem não deveriam, para dizer o mínimo. Que sejam policiadas, mas extintas, como sobreviveriam os respectivos países.
É claro que horrores acontecem, por conta dessas necessidades. Nem precisamos lembrar os tempos do monstro que o general Golbery do Couto e Silva confessou haver criado o SNI. E os antigos serviços dos ministérios militares. Apesar dos exageros, o princípio é válido: quem detém maior número de informações ganha a guerra.
Impedir a Abin de promover escutas telefônicas representa asneira tão grande quanto tentar dirigir um carro sem gasolina no tanque. É claro que devem ser não apenas proibidos, mas punidos, quaisquer excessos praticados à sombra dessa necessidade. Repousa aqui a diferença entre democracias e ditaduras, coisa que o PT acabará aprendendo.
A Abin nasceu em berço nada esplêndido, podre, como sucessora do famigerado SNI. Ninguém discutiu, no entanto, a necessidade de sua existência, organismo imprescindível para o presidente da República saber o que se passa nos obscuros porões e até nos horizontes ensolarados do País. Se o chefe do governo não lê os relatórios, o problema é dele. Ignora-se, como de Direito, investigações e métodos da Abin, porque se tornados públicos revelariam aos inimigos estratégias de defesa da soberania, do território, da economia, da ciência e demais valores essenciais à nossa sobrevivência como nação.
Por conta do passado abominável que vivemos certos ingênuos alguns tolos e muitos malandros tentam neutralizar a Abin. Fica evidente que se alguns de seus integrantes extrapolam, servem a interesses escusos e tentam reviver o passado, só merecem o repúdio nacional. E a cadeia. Mas algemar a instituição sob o pretexto de defender a democracia, mais do que ignorância, é burrice. Ou má-fé.
A estrela sobe
A ida do presidente Lula a Belo Horizonte, na noite de quarta-feira, teve como pretexto a entrega de uns tantos carrinhos movidos à eletricidade, para os garis limparem as ruas.
Na verdade, muito mais importante foi à conversa entre o presidente e Aécio Neves, no Aerolula, na viagem da capital federal à capital mineira, já que o governador foi obrigado a vir a Brasília para pouco depois seguir de volta a Belo Horizonte, na imperial companhia. O Lula ficou feliz com o mais recente pronunciamento do Aecinho, que reconheceu a evidência do lançamento de um candidato, ou candidata, saído do PT, para disputar a presidência da República em 2010.
Seja Dilma Rousseff, seja outro, se a chefe da Casa Civil não emplacar, o raciocínio do governador mineiro é de que PSDB e PT têm tudo para se aliar, em futuro não tão remoto assim. Qualquer que venha a ser o futuro presidente, alguém do PT ou alguém do PSDB, os dois partidos dispõem de todas as condições para superar as divergências atuais e partir para a elaboração de um modelo comum para governar o País. Porque, segundo Aécio Neves, as identidades doutrinárias entre tucanos e petistas suplantam quaisquer divergências pessoais.
Até agora a gente não sabe se o governador mineiro disputará ou não a convenção partidária, contra José Serra. Outras alternativas existem como a dele, Aécio, ser o vice-presidente na chapa do governador de São Paulo, ou eixar o PSDB, candidatando-se pelo PMDB. De qualquer forma, a tese é de busca da unidade, coisa que hoje parece quase impossível, mas, amanhã, ninguém garante...
Mudou a agenda
Caso o presidente George W. Bush venha mesmo ao Brasil, antes de deixar a Casa Branca, precisarão os cerimoniais de lá e de cá mudar a agenda das conversas. Porque até pouco o chefe do governo americano parecia inclinado a vir para reforçar a campanha dos combustíveis alternativos ao petróleo, etanol na frente. Possivelmente visitaria uma das regiões onde mais se planta cana e até receberia uma cantada do Lula para ir trocando o álcool de milho, que os Estados Unidos produzem, pelo sucedâneo cultivado aqui.
Agora, já se imagina que Bush será convidado a um sobrevôo no mar alto, olhando lá de cima a imensa riqueza que o Brasil pretende aproveitar. O risco é de o presidente Lula, no helicóptero junto com o ilustre passageiro americano, ser convidado a olhar pela janelinha e identificar, ao longe, navios da Quarta Frota da Marinha dos Estados Unidos.
A volta do bom filho
Faltou às autoridades pernambucanas sensibilidade para, ontem e anteontem, em Petrolina e Recife, durante a visita do presidente Lula, identificarem com mais entusiasmo a origem do visitante. Afinal, o chefe do governo nasceu em Garanhuns, Pernambuco, estado que nunca lhe faltou eleitoralmente.
Na ânsia de aproveitarem a presença no estado do presidente mais popular das últimas décadas, os aliados lá de cima empenharam-se muito mais em tirar dele dividendos para as eleições de outubro. Mil fotografias foram tiradas, consentidas ou eventuais, que a massa de candidatos a vereador e a prefeito aproveitará já na próxima semana, no horário de propaganda gratuita.
Em vez de perguntarem a Lula o que Pernambuco pode fazer por ele, concentraram-se em inverter a indagação, ou seja, o que ele pode fazer por Pernambuco. Terá o presidente saído meio desapontado de suas origens?
Fonte: Tribuna da Imprensa
BRASÍLIA - Certas coisas, só no Brasil. Como dizia mestre Gilberto Freire, neste país das impossibilidades possíveis, o carnaval ainda acabaria caindo na Sexta-Feira Santa. Será possível a existência de órgãos de informação, segurança, inteligência, espionagem ou que outro nome se lhes dê, proibidos de vigiarem prováveis, possíveis ou hipotéticos inimigos?
Faz parte do jogo acompanhar as atividades dos adversários. Em muitos casos, trata-se de questão de sobrevivência das nações a que servem. Como ficaria a CIA, o FBI, o MI-6, o KGB, o Mossad e penduricalhos, se impedidos de colher informações, mesmo censurando telefones e sucedâneos? Autorizados pela Justiça, sem dúvida. Quando imprescindível, por certo. Essas e outras instituições não raro praticam horrores, quebram a privacidade de quem não deveriam, para dizer o mínimo. Que sejam policiadas, mas extintas, como sobreviveriam os respectivos países.
É claro que horrores acontecem, por conta dessas necessidades. Nem precisamos lembrar os tempos do monstro que o general Golbery do Couto e Silva confessou haver criado o SNI. E os antigos serviços dos ministérios militares. Apesar dos exageros, o princípio é válido: quem detém maior número de informações ganha a guerra.
Impedir a Abin de promover escutas telefônicas representa asneira tão grande quanto tentar dirigir um carro sem gasolina no tanque. É claro que devem ser não apenas proibidos, mas punidos, quaisquer excessos praticados à sombra dessa necessidade. Repousa aqui a diferença entre democracias e ditaduras, coisa que o PT acabará aprendendo.
A Abin nasceu em berço nada esplêndido, podre, como sucessora do famigerado SNI. Ninguém discutiu, no entanto, a necessidade de sua existência, organismo imprescindível para o presidente da República saber o que se passa nos obscuros porões e até nos horizontes ensolarados do País. Se o chefe do governo não lê os relatórios, o problema é dele. Ignora-se, como de Direito, investigações e métodos da Abin, porque se tornados públicos revelariam aos inimigos estratégias de defesa da soberania, do território, da economia, da ciência e demais valores essenciais à nossa sobrevivência como nação.
Por conta do passado abominável que vivemos certos ingênuos alguns tolos e muitos malandros tentam neutralizar a Abin. Fica evidente que se alguns de seus integrantes extrapolam, servem a interesses escusos e tentam reviver o passado, só merecem o repúdio nacional. E a cadeia. Mas algemar a instituição sob o pretexto de defender a democracia, mais do que ignorância, é burrice. Ou má-fé.
A estrela sobe
A ida do presidente Lula a Belo Horizonte, na noite de quarta-feira, teve como pretexto a entrega de uns tantos carrinhos movidos à eletricidade, para os garis limparem as ruas.
Na verdade, muito mais importante foi à conversa entre o presidente e Aécio Neves, no Aerolula, na viagem da capital federal à capital mineira, já que o governador foi obrigado a vir a Brasília para pouco depois seguir de volta a Belo Horizonte, na imperial companhia. O Lula ficou feliz com o mais recente pronunciamento do Aecinho, que reconheceu a evidência do lançamento de um candidato, ou candidata, saído do PT, para disputar a presidência da República em 2010.
Seja Dilma Rousseff, seja outro, se a chefe da Casa Civil não emplacar, o raciocínio do governador mineiro é de que PSDB e PT têm tudo para se aliar, em futuro não tão remoto assim. Qualquer que venha a ser o futuro presidente, alguém do PT ou alguém do PSDB, os dois partidos dispõem de todas as condições para superar as divergências atuais e partir para a elaboração de um modelo comum para governar o País. Porque, segundo Aécio Neves, as identidades doutrinárias entre tucanos e petistas suplantam quaisquer divergências pessoais.
Até agora a gente não sabe se o governador mineiro disputará ou não a convenção partidária, contra José Serra. Outras alternativas existem como a dele, Aécio, ser o vice-presidente na chapa do governador de São Paulo, ou eixar o PSDB, candidatando-se pelo PMDB. De qualquer forma, a tese é de busca da unidade, coisa que hoje parece quase impossível, mas, amanhã, ninguém garante...
Mudou a agenda
Caso o presidente George W. Bush venha mesmo ao Brasil, antes de deixar a Casa Branca, precisarão os cerimoniais de lá e de cá mudar a agenda das conversas. Porque até pouco o chefe do governo americano parecia inclinado a vir para reforçar a campanha dos combustíveis alternativos ao petróleo, etanol na frente. Possivelmente visitaria uma das regiões onde mais se planta cana e até receberia uma cantada do Lula para ir trocando o álcool de milho, que os Estados Unidos produzem, pelo sucedâneo cultivado aqui.
Agora, já se imagina que Bush será convidado a um sobrevôo no mar alto, olhando lá de cima a imensa riqueza que o Brasil pretende aproveitar. O risco é de o presidente Lula, no helicóptero junto com o ilustre passageiro americano, ser convidado a olhar pela janelinha e identificar, ao longe, navios da Quarta Frota da Marinha dos Estados Unidos.
A volta do bom filho
Faltou às autoridades pernambucanas sensibilidade para, ontem e anteontem, em Petrolina e Recife, durante a visita do presidente Lula, identificarem com mais entusiasmo a origem do visitante. Afinal, o chefe do governo nasceu em Garanhuns, Pernambuco, estado que nunca lhe faltou eleitoralmente.
Na ânsia de aproveitarem a presença no estado do presidente mais popular das últimas décadas, os aliados lá de cima empenharam-se muito mais em tirar dele dividendos para as eleições de outubro. Mil fotografias foram tiradas, consentidas ou eventuais, que a massa de candidatos a vereador e a prefeito aproveitará já na próxima semana, no horário de propaganda gratuita.
Em vez de perguntarem a Lula o que Pernambuco pode fazer por ele, concentraram-se em inverter a indagação, ou seja, o que ele pode fazer por Pernambuco. Terá o presidente saído meio desapontado de suas origens?
Fonte: Tribuna da Imprensa
Democracia torta
Mauro Braga e Redação
A verdade desenhada pelos gestores a cada discurso parece se chocar com a realidade vivenciada pela sociedade. Na conta final, nem sempre dois mais dois somam quatro. Em plena época de campanha eleitoral, o Rio se apronta para receber as tropas federais. Segundo os administradores, o eleitor terá paz e sossego para escolher seus candidatos. Ontem, porém, uma operação policial deu provas de que o buraco é bem mais embaixo do que foi pontuado.
Segundo a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), durante ações realizadas na Favela do Foice, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, foi apreendido um caderno com cadastro de moradores da localidade, com nome completo, assinaturas e título eleitoral de uma galera. A suspeita é de que a comunidade seja dominada por milicianos comandados pelo deputado estadual Jorge Babu (PT).
A desconfiança ganhou tom mais sólido com a apreensão de farto material eleitoral do candidato a verador Elton Babu, irmão do parlamentar. Mais uma vez, a teoria de que de fora e com muita maquiagem se resolve o problema caiu por terra. Aqueles que habitam comunidades submetidas ao poder de traficantes e grupos paramilitares continuam rendidos.
O labirinto no qual foram colocados, apesar das várias vielas, apontam sempre para o domínio do crime. E não vai ser tão fácil evitar ou dar cabo da coação que se instaurou. Afirmar que todos os eleitores poderão exercer seu legítimo e democrático direito de escolha nas urnas soa como balela. Nem direito a viver em paz os coitados têm. Não seria em outubro que isso iria mudar. Reféns sem expectativas de salvação.
Seguro
Apesar do pedido de condenação do prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), feito pelo procurador regional eleitoral Rogério Nascimento ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), acusando o gestor de divulgação de pesquisa eleitoral não registrada e por fazer propaganda institucional em período proibido em seu blog, o democrata está certo de que não será atingido.
Só inscritos
Em entrevista a esta coluna, Maia afirmou que não será a primeira vez que atitude semelhante é tomada contra ele e que só tem acesso aos seus escritos que previamente os aceita. "Um mês atrás houve coisa semelhante e o TRE arquivou. Não há pesquisa eleitoral divulgada e o ex-blog é newsletter fechada onde só recebem os inscritos", disse.
Panelaço
O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio (Muspe) realizará no próximo dia 10, uma assembléia geral unificada do funcionalismo. No encontro, as categorias discutirão o indicativo de greve geral no serviço público estadual no dia 16 deste mês, dia em que, além da paralisação, haverá uma passeata e um panelaço da Candelária até a Cinelândia, no Centro do Rio, a partir das 14h.
Denúncia
O objetivo da manifestação é denunciar para a população o que o Muspe julga ser "mentiras do governador Sérgio Cabral e as suas falsas promessas" para os servidores públicos estaduais que lutam para que as perdas salariais dos últimos anos sejam cobertas integralmente, com um reajuste de 66%.
"Cala-boca"
Cabral concedeu apenas 8% e somente para algumas categorias mais mobilizadas, como Saúde, Educação e Segurança. Para o movimento tal ação não passou de uma tentativa de segurar a mobilização do funcionalismo, um "cala-boca".
Negado
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) negou, por unanimidade, o pedido de variação nominal da candidata a prefeita de Campos Rosângela Rosinha Garotinho (PMDB), que queria alterar o nome na urna eletrônica para somente "Rosinha". Vai ter que carregar o "Garotinho". Na altura do campeonato, isso só desfavorece.
Dança
O projeto "Interdanças no Forte", apresentará hoje, o espetáculo "Dança de Salão - Novas Tendências", com a participação da Companhia Sindicato da Dança e convidados. Uma noite emoldurada pela vista privilegiada que se descortina para quem sobe até o Forte de Copacabana. O evento será no Hall da Fortificação, na Praça Coronel Eugênio Franco, 01, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, a partir das 19h. Entrada franca.
Contraditório
Ontem, a Rede Record emitiu um comunicado em que, nas entrelinhas, criticou a concorrente Rede Globo por sua participação no International Emmy Awards. A emissora diz que ainda não sabe se vai concorrer, uma vez que a Vênus Platinada não só concorre em duas categorias, mas também é uma das patrocinadoras da premiação. "A direção da emissora entende que não é interessante para a Record participar da premiação cujo partner seja a TV Globo". Aí cai no descrédito, né?
Frase do dia
"Renuncie e vá morar na Argentina". (Do goleiro Júlio César a Lula, revoltado com as críticas que o presidente fez aos jogadores da seleção)
Fonte: Tribuna da Imprensa
A verdade desenhada pelos gestores a cada discurso parece se chocar com a realidade vivenciada pela sociedade. Na conta final, nem sempre dois mais dois somam quatro. Em plena época de campanha eleitoral, o Rio se apronta para receber as tropas federais. Segundo os administradores, o eleitor terá paz e sossego para escolher seus candidatos. Ontem, porém, uma operação policial deu provas de que o buraco é bem mais embaixo do que foi pontuado.
Segundo a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), durante ações realizadas na Favela do Foice, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, foi apreendido um caderno com cadastro de moradores da localidade, com nome completo, assinaturas e título eleitoral de uma galera. A suspeita é de que a comunidade seja dominada por milicianos comandados pelo deputado estadual Jorge Babu (PT).
A desconfiança ganhou tom mais sólido com a apreensão de farto material eleitoral do candidato a verador Elton Babu, irmão do parlamentar. Mais uma vez, a teoria de que de fora e com muita maquiagem se resolve o problema caiu por terra. Aqueles que habitam comunidades submetidas ao poder de traficantes e grupos paramilitares continuam rendidos.
O labirinto no qual foram colocados, apesar das várias vielas, apontam sempre para o domínio do crime. E não vai ser tão fácil evitar ou dar cabo da coação que se instaurou. Afirmar que todos os eleitores poderão exercer seu legítimo e democrático direito de escolha nas urnas soa como balela. Nem direito a viver em paz os coitados têm. Não seria em outubro que isso iria mudar. Reféns sem expectativas de salvação.
Seguro
Apesar do pedido de condenação do prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), feito pelo procurador regional eleitoral Rogério Nascimento ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), acusando o gestor de divulgação de pesquisa eleitoral não registrada e por fazer propaganda institucional em período proibido em seu blog, o democrata está certo de que não será atingido.
Só inscritos
Em entrevista a esta coluna, Maia afirmou que não será a primeira vez que atitude semelhante é tomada contra ele e que só tem acesso aos seus escritos que previamente os aceita. "Um mês atrás houve coisa semelhante e o TRE arquivou. Não há pesquisa eleitoral divulgada e o ex-blog é newsletter fechada onde só recebem os inscritos", disse.
Panelaço
O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio (Muspe) realizará no próximo dia 10, uma assembléia geral unificada do funcionalismo. No encontro, as categorias discutirão o indicativo de greve geral no serviço público estadual no dia 16 deste mês, dia em que, além da paralisação, haverá uma passeata e um panelaço da Candelária até a Cinelândia, no Centro do Rio, a partir das 14h.
Denúncia
O objetivo da manifestação é denunciar para a população o que o Muspe julga ser "mentiras do governador Sérgio Cabral e as suas falsas promessas" para os servidores públicos estaduais que lutam para que as perdas salariais dos últimos anos sejam cobertas integralmente, com um reajuste de 66%.
"Cala-boca"
Cabral concedeu apenas 8% e somente para algumas categorias mais mobilizadas, como Saúde, Educação e Segurança. Para o movimento tal ação não passou de uma tentativa de segurar a mobilização do funcionalismo, um "cala-boca".
Negado
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) negou, por unanimidade, o pedido de variação nominal da candidata a prefeita de Campos Rosângela Rosinha Garotinho (PMDB), que queria alterar o nome na urna eletrônica para somente "Rosinha". Vai ter que carregar o "Garotinho". Na altura do campeonato, isso só desfavorece.
Dança
O projeto "Interdanças no Forte", apresentará hoje, o espetáculo "Dança de Salão - Novas Tendências", com a participação da Companhia Sindicato da Dança e convidados. Uma noite emoldurada pela vista privilegiada que se descortina para quem sobe até o Forte de Copacabana. O evento será no Hall da Fortificação, na Praça Coronel Eugênio Franco, 01, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, a partir das 19h. Entrada franca.
Contraditório
Ontem, a Rede Record emitiu um comunicado em que, nas entrelinhas, criticou a concorrente Rede Globo por sua participação no International Emmy Awards. A emissora diz que ainda não sabe se vai concorrer, uma vez que a Vênus Platinada não só concorre em duas categorias, mas também é uma das patrocinadoras da premiação. "A direção da emissora entende que não é interessante para a Record participar da premiação cujo partner seja a TV Globo". Aí cai no descrédito, né?
Frase do dia
"Renuncie e vá morar na Argentina". (Do goleiro Júlio César a Lula, revoltado com as críticas que o presidente fez aos jogadores da seleção)
Fonte: Tribuna da Imprensa
Juiz gera polêmica ao mandar soltar motoqueiro bêbado
GOIÂNIA - A decisão do juiz Ricardo Teixeira Lemos, da 1ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, em Goiás, de mandar soltar o motoqueiro Genivaldo de Almeida, preso após ser reprovado num teste de bafômetro, ainda gera polêmica no estado. O promotor Maurício Gonçalves de Camargos, do Ministério Público de Aparecida, decidirá na próxima semana se vai recorrer da decisão.
"Na verdade, o juiz relaxou o flagrante de prisão do Genivaldo, e esta foi uma decisão de ofício", avaliou o promotor. "Ele relaxou a prisão mas não livrou o Genivaldo do processo criminal, ao qual terá de responder e, se condenado, pode pegar até três anos de prisão como prevê a Lei Seca", disse. "E eu pedirei a condenação máxima", garantiu.
O promotor afirmou que as discussões sobre a constitucionalidade da Lei são inócuas. A questão, entende ele, é que o juiz ficou na obrigação de tomar decisões idênticas em processos semelhantes. Já Lemos, que substitui na 1ª Vara Criminal o juiz titular, Silvio José Rabuske, que está de férias, voltou a insistir, ontem, na tese da inconstitucionalidade da Lei Seca.
Repercussão
O centro da questão, indicou ele, é que a lei obriga o cidadão a produzir prova contra si mesmo, ao se submeter ao teste de bafômetro: "É inegavelmente um absurdo, e está em total desacordo com a Constituição Federal", disse o juiz. A decisão do juiz repercutiu em Aparecida de Goiânia, a cidade que concentra o maior número de motéis por metro quadrado na América Latina.
"Em Goiás, beber é uma festa", afirmou Teodoro Motta, do movimentado Bairro Garavelo. "Mas se um bêbado for atropelado na rua por um motorista sóbrio, quem será preso?", questionou. Em Cristianópolis, o pecuarista João Pires defendeu o juiz Lemos porque acredita que a Lei Seca é uma dessas leis que não pegam: "Todo mundo bebe, fazer o quê?", questionou.
Fonte: Tribuna da Imprensa
"Na verdade, o juiz relaxou o flagrante de prisão do Genivaldo, e esta foi uma decisão de ofício", avaliou o promotor. "Ele relaxou a prisão mas não livrou o Genivaldo do processo criminal, ao qual terá de responder e, se condenado, pode pegar até três anos de prisão como prevê a Lei Seca", disse. "E eu pedirei a condenação máxima", garantiu.
O promotor afirmou que as discussões sobre a constitucionalidade da Lei são inócuas. A questão, entende ele, é que o juiz ficou na obrigação de tomar decisões idênticas em processos semelhantes. Já Lemos, que substitui na 1ª Vara Criminal o juiz titular, Silvio José Rabuske, que está de férias, voltou a insistir, ontem, na tese da inconstitucionalidade da Lei Seca.
Repercussão
O centro da questão, indicou ele, é que a lei obriga o cidadão a produzir prova contra si mesmo, ao se submeter ao teste de bafômetro: "É inegavelmente um absurdo, e está em total desacordo com a Constituição Federal", disse o juiz. A decisão do juiz repercutiu em Aparecida de Goiânia, a cidade que concentra o maior número de motéis por metro quadrado na América Latina.
"Em Goiás, beber é uma festa", afirmou Teodoro Motta, do movimentado Bairro Garavelo. "Mas se um bêbado for atropelado na rua por um motorista sóbrio, quem será preso?", questionou. Em Cristianópolis, o pecuarista João Pires defendeu o juiz Lemos porque acredita que a Lei Seca é uma dessas leis que não pegam: "Todo mundo bebe, fazer o quê?", questionou.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Bahia terá cento e quarenta unidades de produção agroecológica sustentável
A agricultura familiar no interior do estado será fortalecida com a implantação de 140 unidades de produção agroecológica sustentável. A ação vai ser viabilizada por meio de um projeto da Sedes, aprovado em seleção pública do governo federal, de onde virá a maior parte dos recursos financeiros. O investimento previsto é de R$ 834 mil, valor que inclui contrapartida do estado. Os municípios contemplados integram os Consórcios de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Local de Brumado e Jiquiriçá. Os Consads são associações formadas por representantes do poder público e da sociedade civil. Juntos, eles agrupam 31 municípios, abrangendo aproximadamente 730 mil habitantes. Nas unidades de produção, os agricultores vão trabalhar com a técnica da Produção Agroecológica Integrada e Sustentável, onde há o aproveitamento dos espaços para atividades de policultura. A tecnologia estimula o processo produtivo sem o uso de agrotóxicos. O projeto também vai possibilitar a formação de 20 agentes locais e 140 pequenos produtores, que participarão de capacitação sobre agricultura familiar e agroecologia. Os beneficiários deverão multiplicar o conhecimento adquirido com as famílias vizinhas. O secretário Valmir Assunção explicou que a iniciativa pretende promover a segurança alimentar e o aumento da renda das famílias em situação de vulnerabilidade social. “Chegamos a assinar um protocolo de intenções com os Consads na intenção de executar ações conjuntas que levem o desenvolvimento aos municípios”, afirmou. A gestão do projeto ficará a cargo de um comitê composto pela equipe técnica da Sedes, representantes dos Consads e membros do Consea/BA. Na Bahia, entre as ações de segurança alimentar e geração de renda a serem desenvolvidas nos próximos meses também está o incentivo à comercialização de produtos da agricultura. Com apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, os municípios de Barra da Estiva, Bom Jesus da Lapa, Mansidão e Muquém de São Francisco, receberão R$ 100 mil, cada um, para investimento na implantação e modernização de feiras livres, mercados populares e apoio a pequenos agricultores familiares de áreas urbanas.
Fonte: Tribuna da Bahia
Fonte: Tribuna da Bahia
Justiça adverte para prestação de contas de candidatos
Os candidatos e comitês financeiros dos partidos têm até amanhã, para apresentarem a segunda parcial das prestações de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o órgão, devem ser divulgados os recursos recebidos para o financiamento de campanhas, assim como os gastos realizados, sem obrigação de indicar ainda os nomes dos doadores. A primeira prestação parcial de contas foi feita até o dia 6 de agosto. A prestação de contas definitiva deve ser feita até 30 dias após as eleições - 4 de novembro em relação ao primeiro turno e 25 de novembro, ao segundo. Na primeira parcial, os prefeituráveis da capital baiana declararam despesas de quase R$ 3 milhões e arrecadação de quase R$ 1,5 milhão (R$ 1,345 milhão). Pela prestação, o candidato Antônio Imbassahy (PSDB) foi o que menos arrecadou, no entanto, o que também mais gastou. Declarou R$ 88 mil em doações de todos os tipos, mas gastou 1 milhão quatrocentos e oitenta reais. Walter Pinheiro (PT), arrecadou R$ 216.162,00 e já havia gasto mais de 60% deste montante (R$ 141.273,95). O Democratas ACM Neto declarou como receita R$ 500 mil, oriundos de transferências bancárias e depósitos em espécie e o total de despesas ficou na casa dos R$ 230 mil (R$ 238.182,48). O prefeito João Henrique (PMDB) arrecadou pouco mais de R$ 500 mil (R$ 503.275,00) e tinha saldo R$ 6.016,128. A menor despesa, como já era de se esperar foi de Hilton Coelho (PSOL). Hilton arrecadou R$ 2.860,00 de doações de pessoas físicas, mas só gastou R$ 600,00 com locação de bens móveis, o que lhe garantia uma economia de R$ 2.260,00. (Por Fernanda Chagas)
Fonte: Tribuna da Bahia
Fonte: Tribuna da Bahia
Planeje o Réveillon, para não ficar sem a festa
Por Alessandra Nascimento
TRIBUNA DA BAHIA Notícias
Com a queda do dólar, muitos baianos já estão programando as férias de final de ano. Para se ter uma idéia, os cruzeiros marítimos estão praticamente esgotados no período do Reveillon. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem, ABAV, seção Bahia, Pedro Costa, mais de 2 milhões de brasileiros viajaram no ano passado para fora do país. “Acreditamos que este ano haja um incremento. O mercado está aquecido e já começa a aceitar reservas para viagens. No mês de outubro as pessoas devem iniciar os pagamentos das reservas que fizeram e somente então teremos uma noção de fato da procura, mas posso afirmar que o mercado está bastante aquecido”, diz. Costa revela que o incremento é fruto da volta do brasileiro a planejar suas férias. “Em 2006 vivemos a pior crise da aviação e isso se refletiu no turismo. Felizmente as coisas estão voltando ao normal”, cita. Um Réveillon com cinco noites em Buenos Aires, incluindo parte aérea, city tour e transfer na capital argentina com direito a ceia de ano novo regada a tango sai por pessoa a R$ 2.297 podendo ser parcelada em até cinco vezes. Já o Réveillon em Costa do Sauípe, all inclusive, sem aéreo, sai a R$ 3 mil. Para a microempresária Rosangela Lopes, 31 anos, sai mais em conta viajar para o exterior do que ficar no país. “Vai ser um Réveillon diferente. A família toda junta dançando tango”, brinca. O Natal na Serra Gaúcha, por exemplo, sai a R$ 2 mil por pessoa, o pacote com cinco noites. Já o Natal na cidade de Fátima, em Portugal, por 11 dias, custa R$ 7,4 mil e inclui visita à Lisboa, além do Santuário de Nossa Senhora, em Fátima, Coimbra e Santiago de Compostella. Na lista dos finais de ano internacionais, uma das cidades mais procuradas pelos baianos é Nova Iorque, que está custando para cinco noites o pacote com aéreo, city tour e transfer R$ 7,8 mil por pessoa. Já o mesmo período para Miami e nas mesmas opções sai mais em conta R$ 3,2 mil.
400 mil empresas podem ser excluídas do Supersimples
A Receita Federal informou ontem que 400 mil micro e pequenas empresas que fazem parte do Supersimples, regime tributário que permite a unificação de vários tributos em um único pagamento mensal, podem ser excluídas do regime até o final deste ano caso não regularizem suas dívidas junto ao Fisco. Essa será a 1ª exclusão do programa, que teve início em julho de 2007. Segundo o secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples, Silas Santiago, o programa conta, atualmente, com cerca de 3 milhões de micro e pequenas empresas. Deste modo, caso todas as 400 mil empresas sejam excluídas, ele perderá 13,3% de seu número de pessoas jurídicas. A Receita Federal não informou o valor das dívidas destas empresas. Segundo Santiago, seus débitos foram contraídos antes da adesão ao Supersimples, mas acabaram não sendo quitados - apesar de essa ser uma exigência da Receita Federal para permanência no programa. “Essas são as empresas que não fizeram nada para pagar suas dívidas antigas”, disse ele ao G1. O secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples explicou que as micro e pequenas empresas terão até o fim do ano para pagarem seus débitos. Caso ainda permaneçam endividadas, elas serão excluídas do programa. Mas, segundo Santiago, no início de 2009 poderão pedir nova inclusão. Para isso, porém, terão de quitar seus débitos e acertar as contas com o Leão.
Fonte: Tribuna da Bahia
TRIBUNA DA BAHIA Notícias
Com a queda do dólar, muitos baianos já estão programando as férias de final de ano. Para se ter uma idéia, os cruzeiros marítimos estão praticamente esgotados no período do Reveillon. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem, ABAV, seção Bahia, Pedro Costa, mais de 2 milhões de brasileiros viajaram no ano passado para fora do país. “Acreditamos que este ano haja um incremento. O mercado está aquecido e já começa a aceitar reservas para viagens. No mês de outubro as pessoas devem iniciar os pagamentos das reservas que fizeram e somente então teremos uma noção de fato da procura, mas posso afirmar que o mercado está bastante aquecido”, diz. Costa revela que o incremento é fruto da volta do brasileiro a planejar suas férias. “Em 2006 vivemos a pior crise da aviação e isso se refletiu no turismo. Felizmente as coisas estão voltando ao normal”, cita. Um Réveillon com cinco noites em Buenos Aires, incluindo parte aérea, city tour e transfer na capital argentina com direito a ceia de ano novo regada a tango sai por pessoa a R$ 2.297 podendo ser parcelada em até cinco vezes. Já o Réveillon em Costa do Sauípe, all inclusive, sem aéreo, sai a R$ 3 mil. Para a microempresária Rosangela Lopes, 31 anos, sai mais em conta viajar para o exterior do que ficar no país. “Vai ser um Réveillon diferente. A família toda junta dançando tango”, brinca. O Natal na Serra Gaúcha, por exemplo, sai a R$ 2 mil por pessoa, o pacote com cinco noites. Já o Natal na cidade de Fátima, em Portugal, por 11 dias, custa R$ 7,4 mil e inclui visita à Lisboa, além do Santuário de Nossa Senhora, em Fátima, Coimbra e Santiago de Compostella. Na lista dos finais de ano internacionais, uma das cidades mais procuradas pelos baianos é Nova Iorque, que está custando para cinco noites o pacote com aéreo, city tour e transfer R$ 7,8 mil por pessoa. Já o mesmo período para Miami e nas mesmas opções sai mais em conta R$ 3,2 mil.
400 mil empresas podem ser excluídas do Supersimples
A Receita Federal informou ontem que 400 mil micro e pequenas empresas que fazem parte do Supersimples, regime tributário que permite a unificação de vários tributos em um único pagamento mensal, podem ser excluídas do regime até o final deste ano caso não regularizem suas dívidas junto ao Fisco. Essa será a 1ª exclusão do programa, que teve início em julho de 2007. Segundo o secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples, Silas Santiago, o programa conta, atualmente, com cerca de 3 milhões de micro e pequenas empresas. Deste modo, caso todas as 400 mil empresas sejam excluídas, ele perderá 13,3% de seu número de pessoas jurídicas. A Receita Federal não informou o valor das dívidas destas empresas. Segundo Santiago, seus débitos foram contraídos antes da adesão ao Supersimples, mas acabaram não sendo quitados - apesar de essa ser uma exigência da Receita Federal para permanência no programa. “Essas são as empresas que não fizeram nada para pagar suas dívidas antigas”, disse ele ao G1. O secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples explicou que as micro e pequenas empresas terão até o fim do ano para pagarem seus débitos. Caso ainda permaneçam endividadas, elas serão excluídas do programa. Mas, segundo Santiago, no início de 2009 poderão pedir nova inclusão. Para isso, porém, terão de quitar seus débitos e acertar as contas com o Leão.
Fonte: Tribuna da Bahia
Nando Reis se apresenta em Ilhéus na noite deste sábado
Redação CORREIO
O cantor e compositor Nando Reis, ex-Titãs, se apresenta na cidade de Ilhéus, a 530 km de Salvador, na noite deste sábado (6). Nando é uma das atrações do projeto Bahia Musical, que também contará com a presença da cantora local Náy Oliveira. Nando promete um show recheado com seus grandes sucessos, muitos deles famosos na voz de outros intérpretes.
Os ingressos para o show custam R$ 25 (pista) e R$ 35 (área vip) e ainda podem ser comprados nas lojas TIM de Ilhéus e Itabuna. A operadora é quem promove o evento, que já passou por Feira de Santana e Salvador e ainda devem ocorrer em Juazeiro e Vitória da Conquista.
Fonte: Correio da Bahia
O cantor e compositor Nando Reis, ex-Titãs, se apresenta na cidade de Ilhéus, a 530 km de Salvador, na noite deste sábado (6). Nando é uma das atrações do projeto Bahia Musical, que também contará com a presença da cantora local Náy Oliveira. Nando promete um show recheado com seus grandes sucessos, muitos deles famosos na voz de outros intérpretes.
Os ingressos para o show custam R$ 25 (pista) e R$ 35 (área vip) e ainda podem ser comprados nas lojas TIM de Ilhéus e Itabuna. A operadora é quem promove o evento, que já passou por Feira de Santana e Salvador e ainda devem ocorrer em Juazeiro e Vitória da Conquista.
Fonte: Correio da Bahia
O amor está no ar: estudante confirma o namoro com Ivete
Redação CORREIO
O romance entre Ivete Sangalo e o estudante baiano de nutrição Daniel Cady, de 23 anos, está rendendo. O rapaz acompanhou de perto o show que ela fez nesta terça na concha acústica de Salvador. Ele assistiu o show atrás do palco e depois foi para o camarim da musa. A maior artista do show business brasileiro agora está mais discreta, não trocou nenhum carinho publicamente com o rapaz.
Segundo a revista Quem desta semana, o namoro está firme. A confirmação veio do próprio Daniel Cady. A mãe do garoto, que é médica, já até cuidou de um resfriado da nora famosa. Sobre o namoro ele falou para a revista, 'Posso falar por mim. Eu estou muito feliz. Lá em casa todos gostam dela. Afinal, quem não gosta?'.
Fonte: Correio da Bahia
O romance entre Ivete Sangalo e o estudante baiano de nutrição Daniel Cady, de 23 anos, está rendendo. O rapaz acompanhou de perto o show que ela fez nesta terça na concha acústica de Salvador. Ele assistiu o show atrás do palco e depois foi para o camarim da musa. A maior artista do show business brasileiro agora está mais discreta, não trocou nenhum carinho publicamente com o rapaz.
Segundo a revista Quem desta semana, o namoro está firme. A confirmação veio do próprio Daniel Cady. A mãe do garoto, que é médica, já até cuidou de um resfriado da nora famosa. Sobre o namoro ele falou para a revista, 'Posso falar por mim. Eu estou muito feliz. Lá em casa todos gostam dela. Afinal, quem não gosta?'.
Fonte: Correio da Bahia
Mais de 4,5 mil já pediram mudança de operada nesta semana
Redação CORREIO
A portabilidade, que é a troca de operadora podendo manter o número, está em vigência desde o dia 1º de setembro. Nesse período, foram 4.575 solicitações de troca de prestadora, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Deste total, 3.080 foram feitos por usuários de serviços móveis e 1.495 de telefonia fixa, de acordo com a empresa que administra o sistema, ABR Telecom.
A mudança é possível para os usuários com telefones com apenas oito DDDs, cerca de 17 milhões de pessoas; os planos é de que seja liberado para todo país em março de 2009. Até agora, a maioria dos pedidos veio de Goiás (1.474 pedidos), seguindo por Mato Grosso do Sul (822) e pelo Paraná (871 solicitações).
Fonte: Correio da Bahia
A portabilidade, que é a troca de operadora podendo manter o número, está em vigência desde o dia 1º de setembro. Nesse período, foram 4.575 solicitações de troca de prestadora, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Deste total, 3.080 foram feitos por usuários de serviços móveis e 1.495 de telefonia fixa, de acordo com a empresa que administra o sistema, ABR Telecom.
A mudança é possível para os usuários com telefones com apenas oito DDDs, cerca de 17 milhões de pessoas; os planos é de que seja liberado para todo país em março de 2009. Até agora, a maioria dos pedidos veio de Goiás (1.474 pedidos), seguindo por Mato Grosso do Sul (822) e pelo Paraná (871 solicitações).
Fonte: Correio da Bahia
Comerciante vendia carne do sol e maconha em Vilas do Atlântico
Redação CORREIO
O comerciante Antônio Carlos Del Rey Crusoé, 52 anos, foi autuado em flagrante hoje (5) por tráfico de drogas quando se preparava para fazer a entrega de 650 gramas de maconha em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. A ação fez parte da 'Operação Clareira', realizada pela Polícia Militar no período de 26 de agosto a 4 de setembro.
Os agentes da 23ª Delegacia encontraram com 'Toinho', como Del Rey é conhecido, mais de sete quilos de maconha prensada e embalada em pacotes. Durante a diligência, os policiais foram até a casa do traficante, na localidade de Pitangueiras, onde apreenderam mais sete quilos da droga.
Proprietário de uma loja especializada em produtos de fazenda situada em Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, 'Toinho' comercializava maconha, queijos, requeijão, carne do sol e farinha. Tudo a quilo. A droga era vendida apenas para usuários selecionados da região. Cada pacote de um quilo saía a R$ 1.000. 'Toinho', que já esteve preso na Polícia Federal, é usuário de droga há 30 anos.
Realizada através da Companhia de Polícia de Ações em Caatinga e pela Polícia Federal na região do Vale do São Francisco, a Operação Clareira erradicou, nos últimos dez dias, 141.938 pés de maconha, com 39.364 covas e 6.620 mudas, além de apreender três quilos de semente e 160,2 quilos de maconha prensada pronta para consumo. A operação contou com o apoio de 60 policiais federais de vários estados.
Fonte: Correio da Bahia
O comerciante Antônio Carlos Del Rey Crusoé, 52 anos, foi autuado em flagrante hoje (5) por tráfico de drogas quando se preparava para fazer a entrega de 650 gramas de maconha em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. A ação fez parte da 'Operação Clareira', realizada pela Polícia Militar no período de 26 de agosto a 4 de setembro.
Os agentes da 23ª Delegacia encontraram com 'Toinho', como Del Rey é conhecido, mais de sete quilos de maconha prensada e embalada em pacotes. Durante a diligência, os policiais foram até a casa do traficante, na localidade de Pitangueiras, onde apreenderam mais sete quilos da droga.
Proprietário de uma loja especializada em produtos de fazenda situada em Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, 'Toinho' comercializava maconha, queijos, requeijão, carne do sol e farinha. Tudo a quilo. A droga era vendida apenas para usuários selecionados da região. Cada pacote de um quilo saía a R$ 1.000. 'Toinho', que já esteve preso na Polícia Federal, é usuário de droga há 30 anos.
Realizada através da Companhia de Polícia de Ações em Caatinga e pela Polícia Federal na região do Vale do São Francisco, a Operação Clareira erradicou, nos últimos dez dias, 141.938 pés de maconha, com 39.364 covas e 6.620 mudas, além de apreender três quilos de semente e 160,2 quilos de maconha prensada pronta para consumo. A operação contou com o apoio de 60 policiais federais de vários estados.
Fonte: Correio da Bahia
Meirelles diz que Brasil está à frente de outros países emergentes
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira (5) que o Brasil está à frente dos demais países emergentes quando o assunto é o controle do sistema financeiro nacional. De acordo com ele, o fato de o país já ter uma moeda estável o torna o mais competivo no cenário internacional. 'Institucionalmente, o mercado brasileiro funciona melhor que os demais e está é uma das nossas vantagens', afirmou Meirelles, durante o encerramento do evento II Boa Governança no Sistema Financeiro Nacional.
Mesmo tendo uma economia em que a propriedade e o controle de capital não são administrados de formas distintas, o país tem avançado em questões de abertura de capital. Meirelles destacou que o Banco Central tem incentivado a expansão do mercado de capitais por meio do crédito. 'Só este ano o crédito cresceu 30%. Quer incentivo melhor que esse?'
Meirelles afirmou ainda que para garantir a boa administração é necessário ter, entre outros elementos, a transparência das contas não só para os acionistas, como também para a sociedade, baseado em informações. 'As empresas têm que informar melhor a todos. Aquele que informar com mais qualidade merece ser premiado', disse.
Segundo Meirelles, o maior desafio para uma administração eficaz é criar e manter uma boa relação entre os acionistas, fornecedores e os demais interessados da sociedade. 'O Banco Central está à disposição para oferecer os princípios de uma boa relação', completou.
O presidente do BC também diz que a responsabilidade dos conselheiros e acionistas deve ser fundamental para uma boa governança e defendeu também uma penalização financeira para aqueles que prestarem uma má administração. 'A partir do momento que existe recurso de poder público envolvido, os acionistas precisam ser penalizados.'
Para Meirelles, além dessas preocupações, acionistas também devem estar preparados para se comprometer com áreas além das que administrem, como o meio ambiente. 'O meio ambiente está em pauta em todo mundo. Hoje é importante que uma empresa seja comprometida com o meio ambiente, assim como a responsabilidade social.'
(Com informações da Agência Brasil)','').
Fonte: Correio da Bahia
Mesmo tendo uma economia em que a propriedade e o controle de capital não são administrados de formas distintas, o país tem avançado em questões de abertura de capital. Meirelles destacou que o Banco Central tem incentivado a expansão do mercado de capitais por meio do crédito. 'Só este ano o crédito cresceu 30%. Quer incentivo melhor que esse?'
Meirelles afirmou ainda que para garantir a boa administração é necessário ter, entre outros elementos, a transparência das contas não só para os acionistas, como também para a sociedade, baseado em informações. 'As empresas têm que informar melhor a todos. Aquele que informar com mais qualidade merece ser premiado', disse.
Segundo Meirelles, o maior desafio para uma administração eficaz é criar e manter uma boa relação entre os acionistas, fornecedores e os demais interessados da sociedade. 'O Banco Central está à disposição para oferecer os princípios de uma boa relação', completou.
O presidente do BC também diz que a responsabilidade dos conselheiros e acionistas deve ser fundamental para uma boa governança e defendeu também uma penalização financeira para aqueles que prestarem uma má administração. 'A partir do momento que existe recurso de poder público envolvido, os acionistas precisam ser penalizados.'
Para Meirelles, além dessas preocupações, acionistas também devem estar preparados para se comprometer com áreas além das que administrem, como o meio ambiente. 'O meio ambiente está em pauta em todo mundo. Hoje é importante que uma empresa seja comprometida com o meio ambiente, assim como a responsabilidade social.'
(Com informações da Agência Brasil)','').
Fonte: Correio da Bahia
Assinar:
Comentários (Atom)
Em destaque
TJ-BA institui Sistema de Integridade para reforçar ética, transparência e controle interno
TJ-BA institui Sistema de Integridade para reforçar ética, transparência e controle interno Por Política Livre 29/01/2026 às 10:18 Foto: ...
Mais visitadas
-
É com profundo pesar que tomo conhecimento do falecimento de José Aureliano Barbosa , conhecido carinhosamente pelos amigos como “Zé de Or...
-
Compartilhar (Foto: Assessoria parlamentar) Os desembargadores do Grupo I, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Sergip...
-
. Nota da redação deste Blog - Que Deus dê todo conforto, força e serenidade para enfrentar este luto.
-
Tiro no pé : É de se notar que nem os Estados Unidos fizeram barulho sobre o assunto pelo qual se entranhou a mídia tupiniquim
-
O problema econômico do nosso vizinho vai requerer um bom caldeirão de feijão e uma panela generosa de arroz. Voltar ao básico Por Felipe Sa...
-
O mundo perdeu uma pessoa que só andava alegre, cuja sua ação habitual era o riso, um pessoa humilde que demonstrava viver bem com a vida...
-
Por`ESTADÃO O País assistiu, estarrecido, ao sequestro das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado por parlamentares bolsonaristas que decidir...
-
Foto Divulgação - Francisco(Xico)Melo É com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do ...
-
É com profunda indignação, tristeza e dor que registro o falecimento do meu amigo, o farmacêutico Pablo Vinicius Dias de Freitas , aos 46...