Há dias atrás devido aos desmandos existentes na Câmara de Vereadores de Jeremoabo/Bahia, fatos públicos e notórios de toda população, citei em certa matéria deste site, que não iria chamar aquela casa legislativa de “brega”, para não menosprezar ou ofender os bregas.
Por desconhecerem a “liberdade de expressão” , tanto os nobres edis quanto os fofoqueiros de plantão não me crucificaram porque não puderam, porém, os comentários foram muitos.
Então, para que esse pessoal tenha o mínimo de noção do que seja “liberdade de expressão”, estou transcrevendo a presente matéria do site prosa&política, com palavras até mais explícitas concernente ao Senado da República:
Parece Tudo, Menos Senado
Por Giulio Sanmartini
A coisa começou com uma ameaça do senador Almeida Lima (PMDB-SE) lançada contra o colega Agripino Maia (DEM-RN):
"Recebi uma provocação do senador José Agripino e afirmei que não vejo em sua Excelência nenhuma condição moral ou ética superior à minha para contestar a minha indicação como relator. Eu não vejo apenas dele, mas em nenhum dos membros deste Conselho de Ética, superior à minha. Portanto, cuidado. Muito cuidado a se referir à minha condição ética e moral.”
Maia deu a resposta de bate pronto: “Que questão moral e ética o senhor se refere? Temos o direito de saber. A minha biografia é limpa, eu não preciso falar por ela."
Ora, o que Almeida Lima quis dizer é que tem fatos desabonadores contra os senadores. Sua condição política, o briga a denunciar quem esteja infringindo a ética, pois se continuar calado será conivente com os fatos delituosos.
O boquirotismo do senador sergipano causou revolta seja no senado seja na opinião pública, já que caradurismo tem limite, por isso o presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha PMDB-TO (foto), causador da confusão, ao unificar os dois últimos processos contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), botou o seu na seringa e o dito ficou pelo não dito. Passadas menos de 24 horas a brincadeira de empacotar dois processos em um, submetido à relatoria do pizzaiolo Almeida Lima, jagunço do cangaceiro Renan no comando do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha viu-se compelido ontem a desfazer tudo o que fizera na véspera. Não haverá mais nem unificação de processos nem relator único.
Cada vez mais o Senado se parece com um bordel de putas escrachadas.
Fonte: prosa&politica
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