da Folha Online
A primeira-dama da Argentina, a senadora Cristina Fernandéz de Kirchner, 54, será a primeira mulher eleita para a Presidência do país, segundo resultados das pesquisas boca-de-urna. A candidata da Frente para a Vitória concorre com mais 13 rivais para obter o cargo de presidente.
Ivan Alvarado/Reuters
Candidata favorita, Cristina Kirchner entra em carro após votar na cidade de Río Gallegos
Apesar da candidata Elisa Carrió, da Coalizão Cívica, e do ex-ministro da Economia e agora candidato Roberto Lavagna, 65, da Uma Nação Avançada, lutarem para tentar fazer com que haja um segundo turno no dia 25 de novembro, todas os maiores institutos de pesquisa eleitoral na Argentina apontam para uma intenção de voto de 40% ou mais para a primeira-dama, segundo a Associated Press.
Para conquistar a vitória no primeiro turno, Cristina Kirchner necessita de pelo menos 40% dos votos com mais de 10 pontos percentuais à frente de seu rival mais próximo ou de ao menos 45% dos votos. A intenção de votos para Carrió está na casa dos 20%, segundo a Reuters.
O próximo mandato presidencial na Argentina começa no dia 10 de dezembro e entre os maiores desafios para quem conseguir o cargo será lidar com a inflação, a crise energética e o aumento da violência.
Andres Stapff/Reuters
Elisa Carrió deposita seu voto na urna; ela é a segunda colocada, segundo pesquisas
Cristina Kirchner se recusou a ir a debates e viajou em sua campanha para outros países, onde tirou fotos com líderes locais. Ela esteve no Brasil com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os vestidos da senadora e suas bolsas provocaram comparações com Evita Perón, outra primeira-dama argentina com influência política e na moda.
A única presidente mulher da Argentina foi Isabela Perón, que que era vice-presidente de Juan Perón quando ele morreu em 1974. Ela governou por 20 meses antes de que um golpe militar a derrubasse.
Cristina Kirchner também foi comparada à senadora americana Hillary Rodham Clinton.
A senadora rejeita tais comparações. "Eu não quero ser comparada com Hillary Clinton, com Evita Perón ou com ninguém mais", disse Cristina Kirchner.
Com Associated Press e Reuters
Fonte: Folha ONline
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