domingo, agosto 31, 2025

Alto Comissariado e servidores da ONU comprovam genocídio em Gaza


Israel retoma fornecimento de tendas de campanha para Gaza — DNOTICIAS.PT

Refugiados ficam em tendas ao longo da Faixa de Gaza

Jamil Chade
do UOL

Em uma espécie de rebelião interna, centenas de funcionários das Nações Unidas escreveram uma carta para a direção da entidade fazendo um apelo para que a situação de Gaza seja oficialmente classificada como um genocídio por parte de Israel contra os palestinos. Quase dois anos após o início da crise e com 63 mil palestinos mortos, a ONU ainda não tomou uma posição oficial para como qualificar o que está ocorrendo em Gaza.

No documento, o grupo de mais de 500 funcionários pede que o alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Turk, mude de postura e alerta que o silêncio pode ser considerado como cumplicidade. A iniciativa ocorre num momento em que a ONU declarou oficialmente o estabelecimento da fome em Gaza e quando o número oficial de mortes chega a 63 mil palestinos.

ATO INÉDITO – A postura dos funcionários da ONU é inédita, ainda que, nos primeiros meses da ofensiva de Israel contra Gaza, um dos diretores da entidade tenha publicado uma carta no dia de sua aposentadoria alertando para o fracasso da instituição em qualificar a situação dos palestinos como um genocídio.

Na carta desta semana, os funcionários apontaram como os critérios legais para definir gaza como genocídio tinham sido preenchidos.

Em um dos trechos, os especialistas “expressam profunda frustração com a escala, o alcance e a natureza das violações relatadas e seu impacto sobre os civis, especialmente mulheres e crianças, e muitos estão preocupados com o fato de que a abordagem do Escritório da ONU corre o risco de minar a credibilidade da entidade como autoridade líder em direitos humanos para todos em todos os lugares”.

BASE EM RELATÓRIOS – Os funcionários consideram –com base em relatórios extensos dos mecanismos da ONU e de especialistas independentes — que a situação em Gaza “atende aos elementos da Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio e acreditam que o Escritório da ONU deveria refletir essa avaliação de forma mais explícita em suas comunicações públicas”.

Segundo a carta, os relatórios humanitários da ONU continuam a documentar as baixas civis em massa diárias, a destruição generalizada e as interrupções na assistência humanitária, resultando em fome forçada, morte e deslocamento.

2Os funcionários enfatizam que, com base nas evidências disponíveis e nas avaliações autorizadas dos especialistas nomeados pela ONU, bem como de profissionais jurídicos, o limiar jurídico previsto na Convenção sobre Genocídio foi atingido. Portanto, instam o Escritório da ONU a avaliar essas conclusões e a declarar publicamente a caracterização jurídica.

ATRASO – Reconhecimento do atraso. A equipe solicita que o Escritório da ONU reconheça as preocupações com o atraso em assumir uma posição clara e pública sobre a situação em Gaza e seu impacto na confiança na liderança da instituição.

Os funcionários solicitam que a ONU pressione publicamente os estados e outras entidades a suspenderem a venda e transferência de armas, bem como o apoio logístico ou financeiro relacionado às autoridades israelenses, o que constitui uma clara violação do direito internacional.

Segundo eles, o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos tem uma “forte responsabilidade legal e moral de denunciar atos de genocídio”. “A ONU foi fundada após a Segunda Guerra Mundial, incluindo o Holocausto, com o objetivo de impedir que tais atrocidades se repetissem”, alertam. “Deixar de denunciar um genocídio em andamento compromete a credibilidade da ONU e do próprio sistema de direitos humanos”, disseram.

FALHAS DA ONU – “Notavelmente, o silêncio durante o genocídio de Ruanda é frequentemente citado como uma das maiores falhas morais da ONU”, alertam.

A carta vem depois que relatores da ONU e entidades como a Anistia Internacional já optaram por chamar Gaza de genocídio. A ONU, porém, vem optando por apenas citar crimes contra a humanidade e crimes de guerra.

A posição oficial da entidade é que apenas um tribunal pode chegar a essa constatação, já que a definição do genocídio envolve uma investigação para determinar que existe a motivação da morte de um grupo étnico.

DAR O ALARME – Em nota, o escritório de Direitos Humanos da ONU afirma que tem trabalhado “em circunstâncias muito difíceis — e enfrentando difamações e acusações de parcialidade, cumplicidade, antissemitismo, duplo padrão e muito mais — para tentar documentar os fatos no terreno e dar o alarme”.

O órgão garante que “tem havido e continuará a haver discussões internas sobre como avançar”.

“Sobre a questão da qualificação dos crimes, o Alto Comissário tem alertado –desde o início do conflito– para o risco elevado e crescente de que estejam a ser cometidos crimes atrozes no Território Palestino Ocupado, incluindo ao Conselho de Segurança da ONU”, afirma.

CRIMES DE ISRAEL – “Os crimes atrozes incluem crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio”, insiste.

De acordo com a nota, Turk também apontou repetidamente para as ordens da Corte Internacional de Justiça sobre os riscos de violações da Convenção sobre Genocídio e a necessidade urgente de cumprimento integral dessas ordens vinculativas e das obrigações da Convenção. “Ele tem chamado a atenção para a necessidade de prevenir o genocídio”, destaca.

Para eles, Gaza tem sido uma “mancha na consciência coletiva da humanidade”. “A comunidade internacional precisa se unir para pôr fim a esse horror insuportável”, completam.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Negar o genocídio em Gaza significa a mesma coisa que negar o Holocausto na Segunda Guerra. O governo de Israel precisa parar as atrocidades, que já foram longe demais. (C.N.)

Moraes ordena vistoria em carros para impedir a fuga de Bolsonaro


Saiba o que a PF encontrou na casa de Bolsonaro

Até os porta-malas dos veículos têm de ser vistoriados

Thaís Barcellos
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste sábado que os carros que deixarem a casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, terão de ser revistados. Moraes também determinou monitoramento presencial da área externa da residência.

Segundo o ministro, as novas medidas são necessárias para impedir “qualquer possibilidade de fuga” do ex-presidente. Na semana que vem, Bolsonaro começará a ser julgado pelo STF pela tentativa de golpe de Estado.

ORDEM À PF – “Determino que a Polícia Penal do Distrito Federal, em complementação às medidas de monitoramento em curso, realize ‘vistorias nos habitáculos e porta-malas de todos os veículos que saírem da residência do réu, para fins de incremento nas atividades de monitoramento'”, disse, na decisão.

O magistrado afirmou que as vistorias deverão ser devidamente documentadas, com a indicação dos veículos, motoristas e passageiros e que os autos das vistorias deverão ser enviados à juízo diariamente.

Quanto ao monitoramento da área externa da casa, Moraes explicou que se refere à parte descoberta da propriedade, na área que faz divisa com outros imóveis devido a existência de “pontos cegos”.

LEI PENAL – Na decisão, o ministro do STF afirmou que a efetividade do monitoramento integral de Bolsonaro, determinada pelo próprio Moraes, exige a adoção de novas medidas “que conciliem a privacidade dos demais residentes do local e a necessária garantia da lei penal, impedindo qualquer possibilidade de fuga.”

A decisão ocorre após um relatório da Polícia Federal apontar que, em caso de intenção de fuga de Jair Bolsonaro, seria necessário o “acompanhamento in loco e em tempo integral das atividades do custodiado, e do fluxo de veículos na residência e de vizinhos próximos, únicas medidas hábeis a minimizar, de forma razoavelmente satisfatória, tais riscos”.

Depois, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal destacou, em ofício, que a existência de outras casas ao lado e nos fundos da residência do ex-presidente causa a existência de “pontos cegos” no monitoramento já realizado na frente da propriedade, também determinado por Moraes.

SINAL DA TORNOZELEIRA – A secretaria também apontou que, a depender da localização de Bolsonaro, o sinal da tornozeleira eletrônica pode ser interrompido ou ficar mais lento.

Já a Procuradoria-Geral da República não objetou a vigilância da área externa da casa, embora tenha se manifestado contra a presença de agentes na área interna da residência.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Sinceramente, o ministro Moraes é muito exagerado e criativo. A perseguição a que submete Bolsonaro é totalmente dispensável, parece uma forma de tortura psicológica para premiar um admirador de Brilhante Ustra, vejam como os peixes continuam morrendo pela boca. (C.N.)

Será que Lula e PT entendem que o PCC é um gravíssimo problema?


Foto preto e banco de homem branco, cabelo curto, camiseta branca e com quatro silhuetas de pessoas atrás dele - Metrópoles

Este é Marcola, um dos líderes do PCC que estão presos

Mario Sabino
Metrópoles

O PCC parecia ser apenas problema de periferia em 15 de maio de 2006, quando saí de um restaurante da Faria Lima, onde havia almoçado com colegas de trabalho, e me deparei com a avenida em polvorosa.

O trânsito estava completamente parado, como se fosse a hora do rush, as buzinas soavam nervosas, os pedestres corriam de lá para cá. Perguntei ao manobrista do restaurante o que estava acontecendo. “O PCC está atacando São Paulo”, disse ele.

SEGURANÇA MÁXIMA – A facção respondia com uma ação de escala inédita à transferência de integrantes seus para presídios de segurança máxima, às vésperas do Dia das Mães.

Quase 20 anos depois, o PCC está na Faria Lima outra vez, mas dentro das suas torres, lavando bilhões de reais com fintechs. Tornou-se uma das organizações criminosas mais poderosas do mundo, associada a máfias europeias no negócio das drogas, com tentáculos no transporte público de São Paulo, no mercado de combustíveis e, como não poderia deixar ser, no mercado financeiro, um segredo de Polichinelo até a operação policial de sexta-feira.

A história de sucesso do PCC é a história do fracasso de um país. Assim como as facções adversárias, ele foi impulsionado pela ausência, pela incompetência e pela cumplicidade do Estado brasileiro, nas suas diferentes instâncias — cumplicidade ideológica, inclusive, porque a esquerda, que se mantém à frente do governo federal há quase duas décadas, com os breves interregnos de Michel Temer e de Jair Bolsonaro, vê bandido como vítima da sociedade capitalista.

CONTROLE TOTAL – O resultado está aí: depois de dominar os presídios do país, as organizações criminosas expandiram-se incontrolavelmente.

A coisa chegou a tal ponto, que, de acordo com um estudo conduzido por quatro pesquisadores de universidades americanas, publicado recentemente pela inglesa Cambridge University Press, 26% dos brasileiros vivem sob o domínio das facções, o maior índice da América Latina. São 50,6 milhões de cidadãos obrigados a se submeter cotidianamente às ordens dos facínoras.

Entre todas as organizações criminosas brasileiras, o PCC, além de ser a maior, é a mais profissionalizada. Altamente hierarquizada, funciona como um relógio e é a que mais está infiltrada na política, seguindo o caminho das máfias italianas.

VALOR DE MERCADO – Como os bilhões de reais que o PCC movimenta variam de fonte para fonte, perguntei ao Grok, a IA da rede X, qual seria o valor de mercado da facção, se ela fosse uma empresa, a partir das diferentes estimativas publicadas pela imprensa. É um exercício fantasioso, evidentemente, mas que serve para dar a sua dimensão.

A resposta foi a seguinte: Se o PCC fosse avaliado como uma empresa, o seu valor de mercado estimado, com base em seu faturamento anual e ativos, estaria na faixa de R$ 16 bilhões a R$ 24 bilhões, com um limite superior próximo aos R$ 30 bilhões, considerando o seu patrimônio.

ALTA CAPACIDADE – Esse valor reflete a sua capacidade de gerar receitas significativas (principalmente via tráfico de drogas e lavagem de dinheiro) e sua infiltração em setores econômicos formais, como combustíveis e mercado financeiro.

Não existe questão mais urgente no Brasil do que as organizações criminosas. A operação de anteontem deveria servir como o início do bom combate, não à exploração política.

Fica a pergunta: será que o PT e as suas linhas auxiliares entenderam mesmo que o PCC e as demais fações são um problema?

Tarcísio só disputará contra Lula se Bolsonaro lhe pedir pessoalmente


Tarcísio de Freitas não aceita sequer discutir o assuntoCaio Junqueira
da CNN

Interlocutores diretos do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, admitem o crescimento da pressão para que ele seja candidato à Presidência em 2026. Porém, nenhum cronograma do governo do estado foi alterado em razão do aumento dessa pressão. Assim, o planejamento segue sendo realizar as entregas previstas para 2026, independentemente do prazo de desincompatibilização que Tarcísio teria em 1º de abril, caso quisesse se candidatar ao Planalto.

A CNN conversou durante a semana com aliados próximos ao governador, que dizem que o plano de Tarcísio para o próximo ano continua sendo tentar a reeleição.

DOIS PONTOS – A pressão no Bandeirantes foi detectada a partir de dois pontos principais:

O primeiro, de partidos do Centrão, como PSD, MDB, União Brasil e PP, que ou não veem outro candidato competitivo para disputar contra Lula — caso de União e PP — ou desejam ver a vaga de governador aberta para ser ocupada por eles — caso de PSD e MDB.

O segundo, dos agentes econômicos, em especial da chamada “Faria Lima”, o centro financeiro do país, tradicionalmente avesso ao petismo e à agenda econômica de Lula.

CONSENSO ABSOLUTO – Os interlocutores diretos de Tarcísio dizem que ele só seria candidato se houvesse um consenso absoluto das forças políticas à direita em torno do seu nome — em especial, o aval e apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e de sua família. E que não há nenhum sinal de que isso ocorrerá. Muito pelo contrário, todos os sinais lidos até agora no Bandeirantes são de que os Bolsonaro não desejam Tarcísio como candidato à Presidência.

Consultores próximos ao governador apontam que, sem esse apoio fechado do bolsonarismo, suas chances diminuiriam muito e ele correria o risco de perder uma reeleição praticamente garantida por uma aventura incerta rumo ao Planalto — ainda mais em um momento em que Lula começa a recuperar parte da popularidade perdida.

Comprei pipoca para ver Bolsonaro condenado, mas continuar influindo…

Publicado em 30 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet

Gonet é contra colocar agentes da PF dentro da casa de Bolsonaro | Política  | Valor Econômico

Bolsonaro começa a ser julgado na semana que vem

Hélio Schwartsman
Folha

Já comprei pipoca para assistir, a partir da semana que vem, ao julgamento de Jair Bolsonaro e de militares que o apoiavam por tentativa de golpe de Estado. Não há muita dúvida nem sobre o veredicto que será dado à maioria dos réus nem sobre a importância histórica desse juízo.

 Julgamento de golpistas no STF é avanço institucional, marca decadência política do ex-presidente, mas não zera sua influência eleitoral

SEM PUNIÇÃO – Um dos erros em série cometidos pelo Brasil foi o de nunca responsabilizar plenamente os militares pelas várias rupturas e viradas de mesa que promoveram ao longo de nossa não tão longa história democrática. Impunidade nessas situações é praticamente um convite à próxima intervenção.

Espera-se que a condenação agora eleve substancialmente o custo de ignorar as regras fundamentais da democracia e ponha fim ao ciclo de golpismo barato.

Politicamente, a situação é mais ambígua. É certo que o processo contra o ex-presidente, encimado pela assombrosa campanha de Eduardo Bolsonaro por sanções dos Estados Unidos contra o Brasil, marca uma redução da influência da família.

AINDA COM INFLUÊNCIA – Receio, porém, que os Bolsonaros, apesar da trajetória descendente, ainda conservem força suficiente para vetar candidaturas de direita, o que significa que não voltarão imediatamente para o campo da irrelevância política de onde não deveriam ter saído.

Em relação ao pleito de 2026, as coisas são ainda mais fluidas. A polarização transforma a disputa naquilo que meus colegas das páginas de esporte chamam de jogo de seis pontos. Perdas de um lado são ganhos para o outro e vice-versa.

No início do ano, o governo Lula parecia caminhar resolutamente para as cordas, mas as reinações de Dudu combinadas com preços de comida um pouco mais comportados recolocam o petista no jogo com boas chances.

LULA SEM GARANTIAS – Nada garante, contudo, que Lula não cometerá nenhuma tolice digna de Bolsonaros ou verá sua proverbial sorte revertida.

O que quer que aconteça na eleição, no plano institucional a condenação de golpistas representa inequívoco avanço, o que já faz valer a pipoca.


Apertem os cintos! A Lava Jato está renascendo em plena Av. Faria Lima


Reag acerta a compra da Bom Pra Crédito | Finanças | Valor Econômico

Mansur é um dos líderes dos bastidores da Faria Lima

Carlos Newton

A Faria Lima anda em polvorosa. No centro desse turbilhão está agora João Carlos Mansur, figura conhecida e respeitada nos bastidores do mercado, que há anos atua como verdadeiro maestro de grandes fortunas.

A Reag, gestora de fundos criada por Mansur, tornou-se referência para empresários e banqueiros que buscam alternativas de blindagem patrimonial em tempos de incerteza. O problema é que, quando o rastro do dinheiro começa a ser seguido, passam a surgir conexões incômodas.

SEM LIMITES – Não se trata apenas das ligações já noticiadas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Marques, que continua buscando uma saída. O alcance de Mansur vai muito além, envolvendo banqueiros e bilionários da elite financeira paulista.

A cada fio puxado, revela-se um novelo que compromete não só indivíduos, mas práticas estruturais que caracterizam o próprio modus operandi da Faria Lima.

É o típico caso em que um único personagem pode funcionar como “bomba atômica” no sistema, não pela sua queda, mas pelo que expõe sobre os mecanismos ocultos de poder e riqueza.

E O GOVERNO? – Nesse tabuleiro, o governo Lula pode ganhar inesperado protagonismo. À frente do Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski tem nas mãos uma oportunidade rara de retomar o combate aos crimes do colarinho branco, área em que o país vinha colecionando frustrações.

Se o ministro apostar em investigações consistentes, com eventual cooperação penal internacional, a repercussão será inevitável. Afinal, as engrenagens da blindagem patrimonial são globais, e só podem ser compreendidas quando se conecta São Paulo a Nova York, Miami ou Luxemburgo.

Política, economia e justiça se encontram nesse ponto nevrálgico.

NOVA IMAGEM – O Brasil pode surpreender ao reverter a imagem de complacência com a corrupção, criando um contraponto direto ao estilo de Donald Trump, que não esconde a tolerância com desvios na elite empresarial.

Os desdobramentos são imprevisíveis, mas a simples perspectiva de vasculhar essas engrenagens já é suficiente para fazer a Faria Lima tremer.

È por isso que já afirmamos aqui na Tribuna da Internet, sempre com absoluta exclusividade, que o desdobramento dos casos do Banco Marques e do PCC pode funcionar como uma nova operação Lava Jato, centrada no mercado financeiro. Comprem pipocas, muitas pipocas.

 


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