sexta-feira, outubro 10, 2025

Moraes afasta defesa de réus na trama golpista, e advogado acusa arbitrariedade

 Foto: Ton Molina/STF/Arquivo

Alexandre de Moraes10 de outubro de 2025 | 11:09

Moraes afasta defesa de réus na trama golpista, e advogado acusa arbitrariedade

brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afastou os advogados de Filipe Martins e Marcelo Câmara, réus na trama golpista, e nomeou defensores públicos no lugar.

Em nota e vídeo, o advogado Jeffrey Chiquini, que defende Martins, protestou contra o que chamou de arbitrariedade de Moraes. Também foi afastado Eduardo Kuntz, que defende Câmara.

Ex-assessor internacional da Presidência no governo Jair Bolsonaro, Martins enviou um pedido escrito à mão a Moraes protestando contra a decisão de afastar seu advogado e recusando a nomeação do defensor público.

“A destituição, realizada sem minha oitiva e sem prévio contraditório, é abusiva e viola frontalmente meus direitos inalienáveis, em especial o direito de escolher livremente o defensor de minha confiança, garantia elementar em um regime democrático”, afirma o ex-assessor.

A razão apontada por Moraes para o afastamento foi a perda de prazo para as alegações finais no processo, em que Martins e Câmara são réus.

Os advogados haviam pedido mais prazo para as alegações, justificando que a Procuradoria-Geral da República acrescentou novos elementos à acusação. Moraes entendeu que se tratou de uma manobra protelatória e determinou o afastamento.

Além de recorrer da decisão e buscar apoio da OAB, Chiquini avalia denunciar o caso a cortes internacionais.

Fábio Zanini/Folhapress

Carla Zambelli anuncia greve de fome após Justiça italiana negar recurso


Justiça do país determinou que a bolsonarista permanecerá presa

Luis Felipe Azevedo
O Globo

Em carta endereçada ao Ministério da Justiça da Itália, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirma que iniciará uma greve de fome em protesto após a Justiça do país negar recurso apresentado pela defesa na quarta-feira. Com a decisão, foi determinado que a bolsonarista permanecerá presa em regime fechado enquanto espera o processo de extradição.

Zambelli afirma ao ministro Carlo Nordio que ele acolheu “a decisão injusta e sem provas de um juiz brasileiro, que foi recentemente sancionado pelo presidente (Donald) Trump”, em referência a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“PERSEGUIÇÃO” – Zambelli afirma ser “vítima de uma perseguição política” e diz que uma “pressão” do governo brasileiro contra o ministro italiano provocou a decisão desfavorável a ela.

“O senhor está do lado que apoia Hamas, tráfico de drogas, terrorismo, irã, regimes narcoditadores como na Venezuela, ditadura de Cuba, entre outros pela América do Sul e África. De mãos dadas com o presidente que disse não à extradição de Cesare Battisti, mesmo ele não sendo cidadão brasileiro”, disse a deputada sobre Nordio. Na carta divulgada pela defesa da parlamentar nas redes, Zambelli alega que “se o governo fez pressão” ao ministro italiano, a “greve de fome também fará”.

FIM DE LICENÇA –  A licença de 127 dias do mandato de Zambelli terminou na semana passada. A deputada federal deixou o Brasil depois de ser condenada a dez anos de prisão, em maio, pelo STF, e pediu afastamento por 120 dias e mais sete dias para “tratar da saúde”.

No mês seguinte, a Câmara confirmou o afastamento da função e o bloqueio de seus vencimentos, conforme ordenou a Corte. Zambelli acabou presa em julho, na Itália, após ser incluída na lista da Interpol. Atualmente, aguarda a deliberação das autoridades italianas sobre a extradição. Com o fim da licença, Zambelli teria de retomar o cargo no lugar do suplente, Coronel Tadeu. Mas, como está presa na Itália, passará a acumular faltas.

PERDA DO MANDATO – O regimento da Casa prevê a perda sumária do mandato caso as ausências injustificadas ultrapassem mais de um terço das sessões em um ano, como no caso do correligionário Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos desde março, em um autoexílio. No entanto, Zambelli já enfrenta um pedido de cassação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, mesmo entre seus pares do PL, há pouca expectativa de que ela escape da punição.

Zambelli também foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal no episódio em que a deputada perseguiu um homem com uma arma em punho na véspera do segundo turno da eleição de 2022 em São Paulo.

As imagens viralizaram à época e, após o pleito, Jair Bolsonaro passou a atribuir sua derrota nas urnas à antiga aliada, de quem se afastou. Os ministros do STF, por sua vez, rejeitaram a tese de legítima defesa por parte da parlamentar, uma vez que o agredido, o jornalista Luan Araújo, estava desarmado e tentou fugir da deputada.

Para não perder os bens nos EUA, Barroso decidiu se afastar do STF

Publicado em 10 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Barroso: imóvel em Miami custou R$ 22 mi e foi comprado à vista

Imóvel em Miami custou R$ 22 milhões, comprado à vista

Carlos Newton

Conforme explicamos aqui na Tribuna da Internet com absoluta exclusividade, o motivo de o ministro Luís Roberto Barroso ter anunciado sua aposentadoria antecipada do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira foi o temor de perder os vultosos bens que ele e sua família possuem nos Estados Unidos.

Barroso foi aconselhado por especialistas americanos, que lhe explicaram o que significaria seu enquadramento na Lei Magnitsky. Ele e a mulher já foram atingidos com a perda do visto diplomático e o próximo passo, caso o governo dos EUA os incriminasse na Lei Magnistky, como pode acontecer, seria o confisco de bens que possuem em território norte-americano.

ANTECIPAÇÃO – Assim, sua aposentadoria foi antecipada em oito anos, por recomendação dos juristas americanos. Barroso está com apenas 67 anos e poderia ficar no Supremo até 2033, quando completará 75 anos.

A família do ex-presidente do STF possui um apartamento de altíssimo luxo em Miami, avaliado em US$ 5 milhões com a sofisticada mobília. Com 158 metros quadrados, e cercado por enorme varanda em toda a sua extensão, o apartamento está registrado em nome de uma empresa offshore, atualmente pertencente ao filho do ministro, Bernardo Barroso, que era diretor do banco BTG em Miami e já voltou a morar no Brasil.

ALTO VALOR – Somente os dois imóveis estão avaliados em quase R$ 50 milhões, sem contar os automóveis blindados de luxo.

Também possui um luxuoso escritório em Miami e outros bens e investimentos, que estão em nome de uma empresa offshore.

Filho de Barroso evita retorno aos EUA após sanções de Trump - BN Brasil

Barroso e o filho Bernardo, que é diretor do banco BTG

Por recomendação dos especialistas, Barroso  já retirou os investimentos da offshore e está vendendo todo o pacote, inclusive móveis e veículos, para evitar prejuízo total, caso o governo Trump o inclua na Lei Magnitsky.

###
P.S. – A pergunta que não quer: por que um advogado tão bem sucedido lutou tanto para entrar no Supremo e se tornar funcionário público? A melhor resposta ganha um autógrafo do ministro Alexandre de Moraes, que já foi atingindo pela Lei Magnitsky, mas ainda não atingiu esse nível de riqueza. (C.N.)


Ninguém consegue dizer a Bolsonaro a verdade sobre a anistia


Charge do Miguel Paiva (247)Bela Megale
O Globo

Parlamentares e lideranças políticas que visitam Jair Bolsonaro na prisão domiciliar veem o ex-presidente confiante de que pode ser beneficiado por uma anistia ampla.

Apesar de haver consenso entre a maioria de seus aliados de que uma proposta que perdoe seus crimes não irá prosperar, ninguém tem coragem de ser o portador da má notícia.

PRISÃO DOMICILIAR – A avaliação é que, hoje, o foco precisa ser a mitigação de danos para o capitão reformado, e que a prioridade do momento seria a tentativa de garantir que ele não vá para a prisão comum, como a Papuda. A maior preocupação é com o estado de saúde do ex-presidente.

A articulação do PL, seu partido, em defesa da anistia ampla é considerada um “dever a ser cumprido”, mas sem chance de trazer resultados efetivos para Bolsonaro, até por não ter chance de avançar no Senado.

Depois de aprovar a urgência da proposta na Câmara, as dificuldades de consolidar um texto que beneficie o ex-presidente se impuseram, e hoje o projeto que prospera em alguma medida é aquele que prevê a redução de penas aos condenados do 8 de janeiro.

SEMANA QUE VEM – A expectativa era a de que o tema pudesse ser votado na Casa nesta semana. Agora, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, admite que a proposta deve ser apreciada na semana que vem.

Como informou a coluna, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é um dos aliados de Bolsonaro que não crê no avanço da anistia ampla e defende a redução de danos para o ex-presidente.

Ele avalia para interlocutores que, no momento, o foco deve ser a redução da pena e a manutenção da prisão domiciliar do capitão reformado.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Tarcísio está agindo acertadamente. No Congresso, a maioria dos parlamentares acha que Bolsonaro, quando cair na real sobre a limitação da anistia, acabará apoiar Tarcísio entusiasticamente, porque a pressão do Centrão é muito forte e isso vai gerar uma briga feia na família Bolsonaro, porque Eduardo está totalmente fora de controle, à beira de um ataque de nervoso. Bolsonaro sabe que o filho Zero Três é meio frouxo das ideias e quer chegar ao Planalto sem escalas, porque sonhar ainda não é proibido. O Plano B de Bolsonaro é eleger quatro senadores: Flávio (RJ), Eduardo (SP), Carlos (Santa Catarina) e Michelle (DF). Pode ser que consiga. Afinal, se elegeu Damares, que subia numa goiabeira para conversar com Jesus, tudo é possível. (C.N.)

Lula afirma que ‘problema com os EUA será resolvido’ e reforça defesa do multilateralismo

Publicado em 10 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet


Editorial: Tista de Deda e a Recuperação da História Através do Esporte


Editorial: Tista de Deda e a Recuperação da História Através do Esporte

O prefeito Tista de Deda vem mostrando, com ações concretas, que governar também é respeitar a história e preservar as raízes de um povo. Depois de investir em áreas como educação, cultura e infraestrutura, o gestor volta agora sua atenção para o esporte, reconhecendo que ele é mais que lazer — é saúde, inclusão social e identidade comunitária.

A requalificação do Estádio João Isaías Montalvão representa um passo importante nesse processo de resgate da memória e valorização do patrimônio de Jeremoabo. Trata-se de uma obra que vai muito além de simples reparos: é uma modernização estrutural e funcional, voltada à segurança, ao conforto e à sustentabilidade do espaço esportivo, garantindo que ele atenda às necessidades do presente e se mantenha como símbolo de orgulho por muitos anos.

Vale lembrar que o estádio foi erguido com muito sacrifício e determinação, em condições extremamente desafiadoras. Construído sobre um verdadeiro areal, o barro que o sustentou foi transportado no lombo de burros, com o esforço e a dedicação de pessoas que acreditavam no sonho de ver Jeremoabo com um espaço digno para o esporte. Cada muro, cada arquibancada e cada palmo daquele chão carrega o suor e a história de uma geração.

Hoje, ao promover sua requalificação, Tista de Deda demonstra respeito pela memória de quem construiu esse símbolo e, ao mesmo tempo, visão de futuro. Ele entende que preservar a história não é olhar para trás, mas garantir que as próximas gerações tenham de onde partir.

Jeremoabo ganha, com isso, não apenas um estádio renovado, mas um exemplo de gestão comprometida com o patrimônio, o esporte e o bem-estar social. Afinal, investir no esporte é investir em saúde, cidadania e esperança — e é isso que o prefeito está fazendo: resgatando o passado para fortalecer o futuro de Jeremoabo.


*José Montalvão _ Funcionário Federal Aposentado Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Gestão Pública, proprietário do Blog-DedeMontalvao - MATRÍCULA   ABI - C-002025

Mercado já crê em inflação no teto

 Publicado em 09/10/2025 às 15:55

Alterado em 09/10/2025 às 15:57

                                      Foto: Pixabay





O IPCA avançou 0,48% em setembro, abaixo do esperado pelo mercado (0,52% era a mediana do mercado, de 0,50% era o índice esperado pelo Bradesco e a LCA4Intelligence; o Itaú, mais pessimista, previa +0,57%). Por isso, apesar da quarta queda seguida na alimentação, as altas da energia elétrica (10,31%) e dos combustíveis (devido à alta de 2,25% no etanol, que entra em 30% na gasolina comum, esta subiu 0,75%) trouxeram pequena resistência no índice de 12 meses, que subiu de 5,13% em agosto para 5,17%.

A leitura geral mostrou desaceleração em itens importantes e reforçou a crença de que o IPCA possa encerrar o ano no teto da meta (3,00%+1,50% de tolerância=4,50%, como prevê o Bradesco). O Itaú previa 5% e indicou viés de baixa. As apostas de alcance do teto geraram baixa nos juros futuros, refletindo também o alívio do mercado pela não taxação dos ativos de renda fixa.

O índice de preços em alta caiu de 57% em agosto para 52%, sendo maior a redução dos itens não alimentícios (de 65% para 56%). O Bradesco assinalou que o preço dos alimentos consumidos no domicílio caiu 0,41% no mês, com recuo nos produtos in natura, cereais e carnes. Em 12 meses, os alimentos acumulam alta de 6,0%, abaixo dos cerca de 8% registrados no início do ano.

No churrasco, alta só na cerveja

A volta do churrasco prometido pelo presidente Lula está se materializando este ano, segundo os dados do IBGE. As carnes estão com queda acumulada de 1,50% de janeiro a setembro. A picanha ficou 0,28% mais barata, o contrafilé caiu 2,84%, a alcatra -1,76% e a costela -2,82%. O frango inteiro ficou 1,23% mais em conta.

Subiram, porém, os preços da linguiça (+1,58%) do sal (+1,40%) e, sobretudo a cerveja (+2,65%), ainda que abaixo da inflação acumulada de 3m64% no ano. Em compensação, o arroz que acompanha o churrasco ficou 20,85% mais barato este ano e o feijão preto caiu 31,9%, contra -6,05% do feijão carioca.

O golpe da 'black friday'

Os bens industriais tiveram alta de 0,06%, desacelerando em relação ao resultado de agosto. Em 12 meses, o grupo acumula elevação de 3,3%. Destaca-se a deflação mais intensa que o esperado nos bens duráveis, puxada por fogões, televisores e celulares (malandragem para criar margem nas baixas da “black friday”). A inflação dos bens semi e não duráveis também desacelerou em relação ao mês anterior.

As aberturas seguem com dinâmica baixista, influenciada pelos repasses da apreciação cambial observada nos últimos meses. A inflação de serviços apresentou alta de 0,13% em setembro, também abaixo das estimativas. Em 12 meses, a alta é de 6,1%. Os serviços subjacentes subiram apenas 0,03% no mês, influenciados pela menor elevação da alimentação fora do domicílio. Nos 12 meses até setembro, os serviços subjacentes subiram 6,8%, enquanto a variação trimestral anualizada está em 4,6%.

Para o Bradesco, “o resultado qualitativo foi positivo, com menor pressão de serviços subjacentes e industriais. Os núcleos relevantes para a política monetária mantiveram a dinâmica favorável das últimas divulgações. Assim, reforçamos a trajetória mais benigna da inflação em direção à nossa projeção de 4,5%, no limite superior do intervalo da meta para o ano”.

Já o Itaú cita que o “item gasolina veio acima das expectativas”, mas os “núcleos, tanto serviços como industriais subjacentes vieram abaixo das expectativas”. Na média móvel de três meses, com dados dessazonalizados e anualizados, os serviços subjacentes desaceleraram para 4,6% (de 5,7%), enquanto o núcleo de industriais subjacentes acelerou para 3,4% (de 3,1%). Na mesma métrica, a média dos núcleos desacelerou para 4,4% (de 4,5%).

Para o banco, “o dado de hoje apresentou uma leitura qualitativa melhor do que esperávamos. Além da surpresa baixista em energia elétrica, os núcleos também vieram abaixo da nossa projeção. Nos serviços subjacentes, a surpresa veio disseminada em itens como conserto de automóveis, alimentação fora do domicílio e serviços de estética. A leitura trouxe viés de baixa para nossa projeção de inflação do ano”.

Tarcísio colhe o que plantou

Depois de apoiar, com boné do MAGA e tudo, as sanções do tarifaço de Trump ao Brasil (que atingiram mais a economia paulista), investir contra o STF e trabalhar contra a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil em 2026, devido à compensação de maior imposto sobre os super ricos e trabalhar contra a MP 1.303, afirmando que “a população não aguenta mais impostos” – a população, quem cara pálida, pois a classe média e os pobres estão sendo aliviados no IR e nos impostos sobre o consumo – o governador Tarcísio de Freitas viu sua rejeição crescer para 41% na última pesquisa Genial/Quaest.

Em janeiro a rejeição era de 32%. Mas a pesquisa não captou suas últimas declarações nem a mudança da biruta no relacionamento entre o governo Lula e o governo Trump, que teve seguimento hoje com a conversa telefônica entre o secretário de Estado Marco Rúbio (interlocutor indicado por Trump) com o chanceler mauro Vieira. Novos encontros presenciais, em Washington podem destravar a agenda dos tarifaços com a revogação da taxa extra de 40%.

Mercado comemora fim da MP 1.303

O mercado financeiro comemorou a derrubada da proposta, enviada em junho, que buscava unificar as alíquotas do Imposto de Renda sobre investimentos e rever benefícios tributários. Com a queda, o governo perde quase R$ 46 bilhões de arrecadação este ano e em 2026, e vai precisar de novas fontes de recursos para manter programas sociais sem cortes no ano eleitoral.

O texto original previa: Alíquota única de 17,5% sobre rendimentos de aplicações financeiras, substituindo o modelo regressivo atual (22,5% a 15%); Tributação de 5% sobre títulos hoje isentos, como LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas; Fim da isenção de dividendos pagos por FIIs e Fiagros; Imposto de 17,5% sobre qualquer ganho com criptomoedas e ativos digitais, com fim da isenção para vendas de até R$ 35 mil por mês; Aumento da CSLL de fintechs, de 9% para 15%, e das grandes instituições financeiras, para 20%; Alta do IR sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP) de 15% para 20%.

O que vale agora para 2026

A tributação de investimentos foi mantida para pessoas físicas e jurídicas.
Renda Fixa (CDBs, Tesouro Direto, Debêntures): IR regressivo, conforme o prazo da aplicação: 22,5% até 180 dias; 20% de 181 a 360 dias; 17,5% de 361 a 720 dias; 15% acima de 720 dias; Fundos de renda fixa e multimercado seguem com come-cotas semestral.

Títulos incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA, Debêntures incentivadas): Isenção total de IR para pessoa física, mantida; Empresas continuam pagando IR e CSLL sobre rendimentos.

Ações: 15% de IR sobre ganhos em operações comuns; 20% para day trade, com 1% retido na fonte (dedo-duro); Isenção para vendas mensais até R$ 20 mil; JCP segue com retenção na fonte de 15%.

Criptomoedas e ativos virtuais: Isenção para vendas de até R$ 35 mil por mês; Acima desse limite, o IR progressivo é de 15% a 22,5%;

FIIs e Fiagros: Dividendos isentos para cotistas pessoas físicas, desde que o fundo tenha mais de 50 cotistas e cotas negociadas em bolsa; 20% de IR sobre ganho de capital na venda de cotas.

https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-da-moeda/2025/10/1057180-mercado-ja-cre-em-inflacao-no-teto.html

Em destaque

Políticos na marcha de Nikolas são acusados por 10 crimes e podem pegar mais de 40 anos de prisão

  . Publicado por   Vinicius Segalla  -  Atualizado em  21 de janeiro de 2026 às 20:41 A marcha de Minas Gerais a Brasília organizada pelo d...

Mais visitadas