Publicado em 10 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Imóvel em Miami custou R$ 22 milhões, comprado à vista
Carlos Newton
Conforme explicamos aqui na Tribuna da Internet com absoluta exclusividade, o motivo de o ministro Luís Roberto Barroso ter anunciado sua aposentadoria antecipada do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira foi o temor de perder os vultosos bens que ele e sua família possuem nos Estados Unidos.
Barroso foi aconselhado por especialistas americanos, que lhe explicaram o que significaria seu enquadramento na Lei Magnitsky. Ele e a mulher já foram atingidos com a perda do visto diplomático e o próximo passo, caso o governo dos EUA os incriminasse na Lei Magnistky, como pode acontecer, seria o confisco de bens que possuem em território norte-americano.
ANTECIPAÇÃO – Assim, sua aposentadoria foi antecipada em oito anos, por recomendação dos juristas americanos. Barroso está com apenas 67 anos e poderia ficar no Supremo até 2033, quando completará 75 anos.
A família do ex-presidente do STF possui um apartamento de altíssimo luxo em Miami, avaliado em US$ 5 milhões com a sofisticada mobília. Com 158 metros quadrados, e cercado por enorme varanda em toda a sua extensão, o apartamento está registrado em nome de uma empresa offshore, atualmente pertencente ao filho do ministro, Bernardo Barroso, que era diretor do banco BTG em Miami e já voltou a morar no Brasil.
ALTO VALOR – Somente os dois imóveis estão avaliados em quase R$ 50 milhões, sem contar os automóveis blindados de luxo.
Também possui um luxuoso escritório em Miami e outros bens e investimentos, que estão em nome de uma empresa offshore.

Barroso e o filho Bernardo, que é diretor do banco BTG
Por recomendação dos especialistas, Barroso já retirou os investimentos da offshore e está vendendo todo o pacote, inclusive móveis e veículos, para evitar prejuízo total, caso o governo Trump o inclua na Lei Magnitsky.
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P.S. – A pergunta que não quer: por que um advogado tão bem sucedido lutou tanto para entrar no Supremo e se tornar funcionário público? A melhor resposta ganha um autógrafo do ministro Alexandre de Moraes, que já foi atingindo pela Lei Magnitsky, mas ainda não atingiu esse nível de riqueza. (C.N.)