domingo, fevereiro 02, 2025

Gestão Barroso no STF entra na reta final à espera de caso Bolsonaro e evitando pauta de costumes

 

Gestão Barroso no STF entra na reta final à espera de caso Bolsonaro e evitando pauta de costumes
Foto: Gustavo Moreno / STF

O STF (Supremo Tribunal Federal) reabre nesta segunda-feira (3) os trabalhos do Poder Judiciário na expectativa de receber a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela trama golpista de 2022 e julgar casos com potencial de repercussão.
 

Pautas de costumes, porém, devem ser evitadas na reta final da gestão do ministro Luís Roberto Barroso como presidente da corte. Ele presidirá nesta segunda (3) a cerimônia de abertura do Ano Judiciário. Edson Fachin assumirá o comando do tribunal em setembro.
 

O caso de Bolsonaro é um dos mais aguardados na corte para 2025. O chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República), Paulo Gonet, trabalha desde novembro com as provas apresentadas pela Polícia Federal no relatório da investigação sobre as articulações por um golpe de Estado.
 

Mesmo com o recesso do Judiciário, o procurador-geral se afastou por somente cinco dias do trabalho e, segundo auxiliares, focou esforços na análise das provas colhidas pela PF.
 

Ministros do Supremo e pessoas próximas a Gonet afirmaram à Folha, sob reserva, que a expectativa é que a PGR divida a denúncia. A primeira parte deve ser entregue ao STF neste mês.
 

Não está descartada a possibilidade de a Procuradoria pedir novas diligências à Polícia Federal para complementar a apuração. Gonet pediu mais provas à PF nos dois principais casos que envolvem Bolsonaro: a venda de presentes de Estado para benefício do ex-presidente e a falsificação do cartão de vacina contra Covid-19.
 

O consenso no STF é que o julgamento deve ocorrer em 2025, para minimizar os impactos do caso nas eleições de 2026. Nada garante, porém, que o caso será fechado este ano, já que há a possibilidade de pedidos de vista (mais tempo para análise) e de recursos das defesas ou do Ministério Público.
 

A presidência do Supremo prevê 2025 como um ano de pautas espinhosas, com possível impacto na relação com o Congresso Nacional. A lista de temas complexos é composta por ações que Barroso quer encerrar em seu mandato e processos considerados prioritários por outros ministros.
 

O presidente da corte já sinalizou aos colegas que pretende concluir o julgamento sobre o Marco Civil na Internet, que pode mudar o paradigma da regulação das redes sociais. As ações sobre o tema começaram a ser julgadas em novembro, com voto do ministro Dias Toffoli.
 

O Supremo caminha para estipular o dever de cuidado para as big techs, segundo o qual as plataformas poderiam ser responsabilizadas por falhas sistêmicas na moderação —com possível punição às empresas por publicações de terceiros.
 

A abrangência do dever de cuidado é motivo de divergências. Luiz Fux acompanhou Toffoli na defesa de uma ampla responsabilização, e Barroso sugeriu um escopo menor para monitoramento ativo das big techs. Com o pedido de vista de André Mendonça, o caso só deve voltar ao plenário entre abril e junho.
 

Edson Fachin quer julgar a ADPF das Favelas, ação que deve definir novas diretrizes para as operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro.
 

O governador do estado, Cláudio Castro (PL), se opõe às mudanças discutidas no Supremo. Ele chegou a jogar para o STF a culpa pelo avanço das facções no Rio de Janeiro, dizendo que as restrições às operações em favelas permitiram o fortalecimento do crime organizado.
 

Ministros do Supremo ouvidos pela Folha sinalizam que há divergências sobre o rigor das novas regras para operações policiais, e uma posição mais branda que a tomada por Fachin pode ser majoritária.
 

Fachin também é responsável pelo processo que questiona o tipo de vínculo entre motoristas de aplicativo e as empresas. A ação é considerada como crucial para o setor, porque a repercussão geral do tema pode encerrar mais de 10 mil processos similares na Justiça.
 

Luiz Fux é o relator de ações que questionam a constitucionalidade da lei que criou regras para as apostas esportivas no país.
 

Outra legislação do Congresso que pode sofrer reviravolta é o Marco Temporal das terras indígenas, que tem Gilmar Mendes à frente.
 

Há ainda expectativa de avanços nos casos relatados pelo ministro Flávio Dino sobre as emendas parlamentares, também alvo de investigações da Polícia Federal.
 

Em outro caso de destaque, o STF deve analisar mais um recurso do ex-presidente Fernando Collor, condenado em 2023 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Se for negado, o político pode ir à prisão ainda este ano.
 

Apesar dos temas complexos e com potencial de estressar a relação entre os Poderes, Barroso não pretende levar questões de costumes para o plenário do Supremo.
 

Ele indicou, por exemplo, que não deve pautar a discussão sobre a descriminalização do aborto até 12 semanas de gravidez. "Acho que o debate não está amadurecido, e as pessoas ainda não têm a exata consciência do que está sendo discutido", disse Barroso a jornalistas em dezembro.
 

O presidente do STF tem dito, nos bastidores, que o caso de uma costureira de Santa Catarina vítima de discriminação —cujo recurso foi negado no Supremo— o fez concluir que a ala progressista da corte é pequena. Por isso, em sua avaliação, não seria o momento adequado para pautar temas do tipo.

Recém-eleitos, Alcolumbre e Hugo Motta devem discutir impasse sobre MPs em fevereiro

 

Recém-eleitos, Alcolumbre e Hugo Motta devem discutir impasse sobre MPs em fevereiro
Fotos: Pedro França/Agência Senado e Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Os recém-eleitos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), devem iniciar em fevereiro as tratativas para resolver pendências entre as duas Casas.

 

De acordo com líderes do Congresso Nacional, um dos principais temas a ser debatido no primeiro encontro dos parlamentares será o impasse sobre o rito de tramitação das medidas provisórias (MPs). O assunto gerou divergências nos últimos anos entre os ex-presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

 

Lideranças governistas afirmam que o Palácio do Planalto aguarda um acordo entre as duas Casas para definir o trâmite das MPs editadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2024. Entre elas, está a medida que estabelece novas regras para a fiscalização do Pix.

 

As informações são do Metrópoles.

MEC lança guias sobre uso de celulares em ambiente escolar

 em 1 fev, 2025 17:45


MEC lança guias sobre uso de celulares em ambiente escolar (Foto: Tânia Rego/ Agência Brasil)

O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta sexta-feira, 31, dois guias que tratam do uso consciente de celulares na escola: um voltado às escolas de todo o país, e o outro, às redes de educação.

As publicações incentivam as conversas com as equipes dos profissionais de educação e a definição de estratégias para colocar o celular e tablets como parte do processo de aprendizagem. Além disso, os documentos dão orientações práticas sobre os desafios, as oportunidades e as estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. De acordo com o Ministério da Educação, o foco é o uso pedagógico.

As publicações do MEC chegam após a sanção da Lei nº 15.100/2025 em janeiro deste ano. A nova legislação regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais – celulares smartphones e tablets – durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A proibição não se aplica ao uso pedagógico dos dispositivos.

O ministro da Educação, Camilo Santana, alerta para os danos causados pelo uso excessivo desses equipamentos eletrônicos à aprendizagem e à qualidade de vida dos estudantes. Camilo incentiva o uso consciente da tecnologia para fins pedagógicos. “Não queremos proibir o uso, mas sim proteger nossas crianças, contribuindo para que a escola seja um ambiente de aprendizagem e interação”, explicou o ministro em webinário (videoconferência) transmitido pelo canal do MEC no Youtube, nesta sexta-feira.

Onde encontrar 

Os novos materiais foram publicados na plataforma MEC RED de recursos educacionais digitais.

O primeiro guia chamado “Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso?” destinado às escolas, pode ser baixado neste link.

O documento relata estudos que apontam que a simples presença do celular próximo ao estudante pode impactar negativamente a aprendizagem e o desenvolvimento de crianças e adolescentes e causar transtornos mentais e dependência. “Na escola, o uso prolongado de celular diminui as oportunidades de interação social entre os estudantes, prejudicando o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais”, diz o guia. Além de considerar que crianças e adolescentes podem ficar mais expostos a conteúdos inadequados e situações de risco.

O segundo guia – voltado às redes de ensino de todo o país – está disponível no link.

Nas páginas, o leitor encontra exemplos de em escolas públicas e particulares brasileiras e de outros países que restringiram o uso de celulares nas dependências das unidades de ensino, incluindo os momentos do recreio e de intervalos entre as aulas.

O material digital ainda explica que, com planejamento pedagógico, de forma intencional, o celular pode servir como uma ferramenta relevante para ampliar o acesso à educação e enriquecer as práticas de ensino, especialmente em contextos de desigualdade. “A educação digital e midiática são abordagens estratégicas para garantir que o uso dessas tecnologias não apenas apoie o acesso à educação, mas também desenvolva habilidades críticas, éticas e cidadãs no uso da informação e dos meios digitas”, defende o guia do MEC.

*Com informações da Agência Brasil 

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Descontrolado, Trump inicia sua guerra econômica contra o mundo inteiro


COLOQUE TARIFAS EM PAÍSES E PESSOAS ESTRANGEIRAS QUE REALMENTE NOS QUEREM  MAL” Donald Trump voltou a mencionar o Brasil na segunda (27), ao acusar o  país de adotar tarifas elevadas contra produtosCarlos Newton

Quando Donald Trump tomou posse no dia 20 de janeiro e imediatamente começou a tomar decisões ilegais ou inconvenientes, descumprindo a Constituição ou tratados internacionais assinados pelo governo dos Estados Unidos e ratificados pelo Parlamento, comentamos aqui na Tribuna da Internet que ele estaria agindo como o ator que sempre sonhou ser ou realmente apresentaria sinais de perturbação mental.

Uma semana depois, pode-se dizer, com toda certeza, que não se trata de um ator em cena, mas de um governante claramente perturbado, que compra briga contra adversários poderosos, como China e Rússia, ao mesmo em que pune países historicamente aliados, como Canadá, México, Colômbia e Panamá.

DONO DO MUNDO – Na sexta-feira, dia 31, o governo americano anunciou que Trump determinaria uma tarifa de 25% sobre os produtos do México e do Canadá, juntamente com uma tarifa de 10% sobre os produtos chineses.

Neste sábado, dia 1º, o novo dono do mundo mandou a Casa Branca fazer hora extra para avisar que entram em vigor a partir de terça-feira, dia 4, as tarifas prometidas por Trump a países que o desobedecem.

Assim, o governo canadense foi notificado de que os produtos que exporta para os EUA serão taxados em 25%, com exceção de petróleo e energia, que serão atingidos por tarifa de 10%.

REAÇÃO CAUTELOSA – Os três países vêm reagindo com cautela às insanidades de Trump, que está agindo como se não existisse na América do Norte o Nafta, bloco econômico que integra Estados Unidos, Canadá e México. O fato concreto é que o presidente americano está rasgando os acordos celebrados pelos três países, como se não mantivessem relações diplomáticas e comerciais.

Segundo a agência Reuters, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau (Partido Liberal, centro-esquerda), disse na sexta-feira, dia 31, que o país responderá imediatamente e com firmeza se os Estados Unidos prosseguirem com as ameaças de impor tarifas.

“Estamos prontos com uma resposta – uma resposta proposital, enérgica, mas razoável, imediata. Não é o que queremos, mas se ele seguir em frente, também agiremos”, disse Trudeau durante reunião do conselho consultivo sobre as relações Canadá-EUA, convocada às pressas. 

CHINA SOBRETAXADA – No ano passado, o então presidente americano Joe Biden determinou um aumento de tarifas sobre uma ampla gama de importações chinesas — incluindo semicondutores, baterias, painéis solares e minerais estratégicos — em uma tentativa de fortalecer a indústria americana em plena corrida eleitoral.

Biden criou sobretaxa ainda sobre carros elétricos, aço e alumínio, produtos médicos e guindastes portuários. No conjunto, as medidas devem afetar cerca de US$ 18 bilhões em importações anuais da China, segundo a Casa Branca.

Biden perdeu a eleição e agora Trump impõe mais 10% sobre importações chinesas, indistintamente, e ataca também países aliados. É evidente que isso causará uma reviravolta no comércio mundial.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É só o início. Enquanto Trump não for submetido a rigoroso tratamento, a esculhambação reinará nesse mundo cão. Se Lula ficar calado e Trump esquecer o Brasil, já será um grande negócio para nós, porque poderemos aumentar nossas exportações para os Estados Unidos, que têm superávit conosco, e também para a China, que compra muitas commodities norte-americanas. Todo cuidado é pouco (C.N.)


sábado, fevereiro 01, 2025

Governo não deve ser entregue a um CEO porque país não é empresa

 


Tecnologia e Educação | PPTJoão Pereira Coutinho
Folha

Quem precisa de políticos? Não seria melhor ter um CEO dirigindo o país? Alguém com espírito analítico e prático, em busca do bem comum? A pergunta é frequente entre as almas desiludidas com a fauna política. Mas agora há um “filósofo” disposto a defender esse tipo de regime. O nome é Curtis Yarvin e, segundo o New York Times, é influente no movimento Maga e no Vale do Silício.

Fácil entender por quê. A democracia não serve, diz ele em entrevista ao jornal. É demasiado lenta com seus freios e contrapesos. Melhor entregar o governo a um rei-ditador-CEO (ele vai mudando os nomes) capaz de atuar sem esses obstáculos. Donald Trump, logicamente, é esse rei-ditador-CEO, espera Yarvin.

LENTIDÃO SALVADORA – Não vale a pena perder tempo com coisas óbvias. A lentidão da democracia não é um defeito de fábrica. É uma salvaguarda necessária para evitar, precisamente, a emergência de um rei absoluto. Os tais Pais Fundadores dos Estados Unidos sabiam o que faziam.

Além disso, a afirmação de Yarvin de que os reis, no passado, conseguiram construir a civilização de forma pacífica deve ser novidade para os historiadores das Cruzadas, da Guerra dos Cem Anos, da Guerra das Rosas, da Guerra dos 30 Anos, da Guerra Civil Inglesa et cetera.

Curtis Yarvin delira. Mas, apenas como hipótese, vamos levar a sério o delírio: por que não entregar o governo a um CEO?

AMEAÇA À LIBERDADE – A resposta é mais simples do que parece: porque um país não é uma empresa. A ambição de confundir os dois é uma ameaça direta à liberdade dos indivíduos.

Foi Michael Oakeshott (1901-1990) quem, há precisamente 50 anos, lidou com essa confusão no seu “On Human Conduct” (1975). Raros foram os livros que tiveram uma tão grande influência na minha cabeça. Existem dois tipos ideais de associação humana, lembrava ele. Existe a “associação de empreendimento” (“enterprise association”,no original) e a associação civil.

A primeira não descreve apenas uma empresa. Pode ser uma universidade, um sindicato, um clube —no fundo, o que define a associação de empreendimento é o fato de procurar um fim determinado— o lucro, o conhecimento, melhores salários, vitórias esportivas etc. Todos os membros da associação de empreendimento contribuem para esse fim.

QUESTÃO DE LIBERDADE – A associação civil é outra coisa: um tipo de associação onde os membros, respeitando regras e leis gerais, procuram os seus próprios fins. Idealmente, o Estado democrático deveria ser uma associação civil, não uma associação de empreendimento, defende Oakeshott. E por quê?

Por uma questão de liberdade. Numa associação de empreendimento, a liberdade dos indivíduos está sempre preservada porque eles podem entrar e sair da empresa, da universidade ou do clube. Ou seja, não são prisioneiros dela.

Mas como sair da condição civil? Como sair da sociedade política organizada? Romantismos à parte, não é possível.

ENTRAR OU SAIR – Na associação civil, a minha liberdade só pode ser preservada se essa associação não se transformar numa associação de empreendimento. Precisamente porque eu não escolhi entrar e não posso escolher sair.

Dito de outra forma, eu só serei livre se o governo não transformar a sociedade numa empresa onde todos têm de se submeter ao mesmo fim, quer queiram, quer não.

Na sua cabeça pueril, Yarvin argumenta: as melhores coisas da vida foram feitas por empresas. Basta olhar ao redor para os objetos do cotidiano. Como duvidar da excelência e da benevolência de um governante-CEO? Mais uma vez, o “filósofo” delira.

IMPERFEIÇÃO – O progresso material é valioso e insubstituível, ninguém nega. Mas esse progresso também é feito de erros, fracassos e abusos porque nem todos os empresários correspondem à imagem platônica que Yarvin tem deles.

De resto, “as melhores coisas da vida” não se resumem à evidência material. Só uma criança, fascinada pelos seus brinquedos, seria capaz de acreditar no contrário.

Agora que Donald Trump inaugura o seu segundo mandato com um poder quase absoluto, a esperança derradeira é que ele não tente transformar os Estados Unidos numa empresa, submetendo os americanos (e não só) a um único fim.

QUE SEJA LENTA – Para que essa esperança se cumpra, é bom que a democracia liberal funcione. Que seja lenta. Que seja pausada. Que os freios e contrapesos da Constituição funcionem.

Que a descentralização administrativa que tanto encantou Tocqueville —a teia de governos estaduais, locais, regionais, distritais— possa atrasar ou suspender os piores caprichos do novo César.

E, claro, que o novo César seja mais inteligente do que a corte de “filósofos” que o rodeia.


Senado aprova, em votação simbólica, chapa para mesa diretora do Senado

 Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Votação aconteceu nesta tarde de sábado01 de fevereiro de 2025 | 16:32

Senado aprova, em votação simbólica, chapa para mesa diretora do Senado

brasil

O Senado aprovou, em votação simbólica, a chapa única para formar a mesa diretora da Casa pelos próximos dois anos. A composição será a seguinte:

Presidente: Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)

1ª Vice-Presidência: Eduardo Gomes (PL-TO)

2ª Vice-Presidência: Humberto Costa (PT-PE)

1ª Secretaria: Daniella Ribeiro (PSD-PB)

2ª Secretaria: Confúcio Moura (MDB-RO)

3ª Secretaria: Ana Paula Lobato (PDT-MA)

4ª Secretaria: Laércio Oliveira (PP-SE)

Gabriel Hirabahasi e Amanda Pupo / Estadão Conteúdo

Elmar Nascimento é eleito 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados; veja como ficou Mesa

 Foto: Reprodução

Hugo Motta e Elmar Nascimento01 de fevereiro de 2025 | 19:45

Elmar Nascimento é eleito 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados; veja como ficou Mesa

exclusivas

Antigo postulante à Presidência da Câmara, o deputado federal Elmar Nascimento (União) acabou sendo eleito o 2º vice-presidente da Casa, em votação realizada no início da noite deste sábado (1º). Elmar teve 427 votos no total e não teve concorrentes para a vaga. Ao todo, 72 deputados votaram em branco. O resultado foi proclamado pelo presidente eleito da Casa, Hugo Motta (Republicanos).

Veja como ficou a Mesa da Câmara:

Presidente: Hugo Motta (Republicanos – PB)
1º Vice: Altineu Côrtes (PL-RJ)
2º Vice: Elmar Nascimento (União-BA)
Primeiro secretário: Carlos Veras (PT-PE)
Segundo secretário: Lula da Fonte (PP-PE)
Terceiro secretário: Delegada Katarina (PSD-SE)
Quarto secretário: Sérgio Souza (MDB-PR)

Política Livre

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