sexta-feira, dezembro 02, 2022

No desespero, Carla Zambelli pede aos generais que não permitam posse de Lula

Publicado em 2 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

 grava vídeo em que incita generais a não reconhecerem  governo Lula | Brasil | O Dia

Carla Zambelli defende abertamente a intervenção militar

José Carlos Werneck

A deputada federal Carla Zambelli do PL de São Paulo gravou um vídeo nesta terça-feira, em que pede aos oficiais-generais das Forças Armadas a não reconhecerem o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. No vídeo, a parlamentar bolsonarista questiona os militares sobre a posse de Lula.

“Dia 1º de janeiro, senhores generais quatro estrelas, vão querer prestar continência a um bandido ou à nação brasileira? Não é hora de responder com carta se dizendo apartidário. É hora de se posicionar. De que lado da história vocês vão ficar?”, ressaltou.

A deputada lembrou uma nota divulgada pelo Exército Brasileiro, em que o órgão se disse apartidário. O texto divulgado pelo Exército responde alegações de que haveria generais que se posicionaram contra uma ação das Forças Armadas.

NOTA DO EXÉRCITO – “Os militares da ativa, por definição legal e por compromisso com a Nação Brasileira, são apartidários em suas condutas, preservando os valores pertinentes à carreira das Armas”, diz a nota publicada nesta segunda-feira, dia 28.

O Comando do Exército se referia ao fato de militares da ativa das três Forças Armadas estarem se engajaram em manifestações de inconformidade com a eleição de Lula. Oficiais e praças do Exército, da Marinha e da Aeronáutica se incorporaram à vigília diante nos quartéis e têm sido vistos em atos presenciais , bem como em publicações contra a posse de Lula, nas redes sociais.

Zambelli solicita que os militares escutem os pedidos dos manifestantes que ocupam as portas de quartéis em diversas cidades do Brasil e pedem que as Forças Armadas “salvem o Brasil”.

Militares conspiram acintosamente, mas Lula acha que está no melhor dos mundos

Publicado em 2 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do JCaesar | VEJA

Charge do JCaesar (Veja)

Carlos Newton

Com a aproximação da data de diplomação de Lula da Silva e Geraldo Alckmin, como presidente e vice eleitos, aumentou muito a movimentação a favor da intervenção militar. A evidência mais grave é a informação extraoficial de que os três comandantes militares se afastarão dos cargos na segunda quinzena de dezembro, em protesto pela eleição de Lula, por ser um ex-presidiário que ganhou a liberdade e recuperou os direitos políticos através de manobras jurídicas no Supremo Tribunal Federal.

Este fato é gravíssimo. Não se trata de simples insubordinação, mas de uma verdadeira conspiração, porque a exoneração coletiva – de Marco Antônio Freire Gomes, Exército, Carlos de Almeida Baptista Junior, Força Aérea, e Almir Garnier, Marinha – está sendo decidida com apoio do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e do presidente Jair Bolsonaro, mas o PT e o próprio Lula estão levando na brincadeira.

OMISSÃO GERAL – Até agora, Lula não tomou nenhuma providência. Limitou-se a sinalizar a indicação de um civil para o Ministério da Defesa, como se isso fosse agradar aos militares. No mínimo, imediatamente deveria ter enviado Geraldo Alckmin para uma conversa com o ministro Paulo Sérgio Nogueira, mas essa hipótese sequer foi aventada.

A imprensa petista, tão ignorante quanto o próprio Lula, acha que não haverá problema algum, porque o presidente eleito vai indicar os novos comandantes militares, e fim de papo. Como se vê, a imbecilidade reina no petismo. Ninguém percebe que Lula ainda nem foi diplomado. Só tem condições de fazer nomeação após tomar posse.

Se realmente acontecer essa exoneração coletiva e simultânea, na forma da lei cabe ao ainda presidente Bolsonaro nomear seus substitutos. Enquanto isso não ocorrer, assumem interinamente os chefes dos Altos-Comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

INSUBORDINAÇÃO – Os petistas não entendem que os comandantes militares e o próprio ministro da Defesa estão sinalizando para a tropa que não aceitam a autoridade de Lula. Essa insubordinação não representa um golpe, mas evidencia que as Forças Armadas estão prontas para fazer a tal intervenção federal, como os bolsonaristas apelidaram uma nova ditadura.

Em 1964, o golpe estava armado, mas ninguém sabia quando ocorreria. Acabou sendo deflagrado por um general de segunda linha, Olympio Mourão Filho, que comandava a pequena unidade de Juiz de Fora e decidiu avançar para o Rio de Janeiro. Se a FAB enviasse alguns aviões para metralhar os soldados de Mourão, a brincadeira acabaria rapidamente.

Agora, o golpe é diferente, tem Dia D e Hora H, como diria o general-deputado Eduardo Pazuello. Será antes do Natal, porque a Aeronáutica já teria marcado a posse do novo comandante para o dia 23. Mas como estabelecer data, se não houve nomeação publicada no Diário Oficial?

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P.S. 1
 – Como lembrou Augusto Tomazini aqui na Tribuna, não se pratica golpe militar no Brasil sem as bênçãos do Comando Sul dos Estados Unidos (USSouthCom) e da Otan. Os recados enviados pela Casa Branca foram vários e bem claros contra esta hipótese. Lula poderia ligar para Joe Biden e pedir o apoio dele. Mas será que adiantaria? No governo paramilitar de Bolsonaro a Casa Branca foi esnobada sem a menor cerimônia.

P.S 2 – Nas Forças Armadas, o exemplo sempre vem de cima, a noção de hierarquia pesa muito, é obrigatório obedecer aos superiores. Portanto, se os oficiais-generais em comando se comportam dessa forma insubordinada e claramente conspiratória, o que pode impedir que os oficiais subalternos adotem o mesmo procedimento? Nada, rigorosamente nada. Por tudo isso, o quadro político deveria ser considerado gravíssimo e altamente preocupante. Mas quem se interessa? (C.N.)

Desmatamento na Amazônia é um problema urgentíssimo a ser enfrentado


Reflexos estendem-se a uma questão realmente mundial

Pedro do Couto

Nas edições de ontem, quinta-feira, a Folha de S. Paulo e O Globo, publicaram reportagens de extraordinária importância sobre o desmatamento verificado na Amazônia nos últimos 12 meses, que no período de novembro de 2021 a novembro de 2022 abrangeu mais de dez mil quilômetros quadrados, e esses números atemorizante representam 11% a menos do que foi desmatado e incendiado de 2020 para 2021.

No governo Bolsonaro o desmatamento soma uma extensão dez vezes maior do que a Cidade do Rio de Janeiro. Na Folha de S. Paulo, a reportagem é de Ana Carolina Amaral, Felipe Watanabe e Lucas Lacerda. No O Globo, é de Rafael Garcia.

REFLEXOS –  O destaque com que as duas matérias foram publicadas está na razão direta da importância do problema, sobretudo no Brasil, mas cujos reflexos estendem-se a uma questão realmente mundial, que é o problema do clima e o combate ao aquecimento global. Esse último ameaça principalmente as áreas geladas sujeitas à uma catástrofe com o derretimento das superfícies congeladas. Mas o problema não é apenas esse.

O desmatamento representa também a violação sistemática da legislação brasileira numa região de fundamental importância, tanto na oxigenação do mundo, quanto numa barreira do aquecimento que coloca em risco a vida humana em um futuro não muito remoto. Os desmatadores e os criminosos vendedores da madeira, sem encontrar um freio, vêm acrescentando a dimensão do problema.

A facção criminosa da motosserra, vê-se agora, não para de avançar nas reservas ambientais que são propriedades do Brasil e que também influem decisivamente no relacionamento internacional que já fixou metas e métodos de combate ao descalabro. Os dados sobre o desmatamento de 2021 a 2022 são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). As pesquisas são acompanhadas por amplo material fotográfico, e os registros não dão margem à dúvida.

CRIME ORGANIZADO – O ataque sistemático às florestas verdes da Amazônia foi comentado também pelo jornalista André Trigueiro, especializado no assunto, no programa Em pauta, da Globo News. É incrível como a realidade predominante não sensibilizou o governo Jair Bolsonaro.

Pelo contrário, Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, não tomou qualquer providência e terminou sendo afastado do cargo, mas se elegeu deputado federal. Agora, o problema do desmatamento será enfrentado pelo governo Lula a partir de janeiro de 2023.

BALANÇO GERAL –  Os grupos de transição que estão se reunindo em Brasília, no Centro Cultural do Banco do Brasil, na minha opinião, independentemente dos relatórios setoriais, devem fornecer ao presidente eleito, Lula da Silva, um relato geral sobre a situação em que o novo governo vai encontrar o país.

O desmatamento está incluído nas prioridades, ao lado da fome, do congelamento salarial, do desemprego, do emprego informal através do qual não há contribuições para o INSS e para o FGTS, e a formação do novo comando militar que, ao que tudo indica, será preenchido pelo Exército, pela Marinha e pela Aeronáutica junto ao futuro ministro da Defesa Múcio Monteiro.

MANIFESTAÇÕES –  Há também a questão das manifestações nas portas dos quartéis, que inclusive deu margem a um desentendimento entre o presidente Bolsonaro e a deputado Carla Zambelli. Bolsonaro e Zambelli participaram de um jantar na terça-feira em Brasília, promovido pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto.

Jussara Soares e Daniel Gullino, O Globo de ontem, revelaram o desentendimento ocorrido que levou Bolsonaro a interromper o jantar e se retirar do restaurante. A deputada paulista, bolsonarista exaltada, perguntou a Bolsonaro qual a orientação que ele deve dar aos adeptos radicais que organizam e participam das manifestações.

Bolsonaro não deu resposta e deixou imediatamente o local contrariado. Logo, Bolsonaro não tinha resposta, demonstrando que os empresários que financiam as movimentações e os que se movimentam para impedir a vontade das urnas, também estão no ar. Mas os ventos que sopram em Brasília não os incentiva.

Lula quer convidar Maduro para posse, mas Bolsonaro proibiu a entrada dele no Brasil

Publicado em 2 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

Maduro afirma que Lula é "preso político" que sofreu "julgamento falso" |  Exame

Se Maduro vier, será que Bolsonaro mandará barrá-lo?

Janaína Figueiredo
O Globo

O modelo de convite que será enviado a líderes estrangeiros para participarem da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva está pronto e aprovado, confirmaram fontes do governo de transição. A lista será longa, e um dos presidentes que Lula pretende incluir está atualmente impedido de entrar no Brasil por uma portaria de 2019, assinada pelos então ministros da Justiça, Sergio Moro, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo: o venezuelano Nicolás Maduro.

A relação com a Venezuela vai mudar drasticamente com a volta de Lula ao poder. O autoproclamado governo interino de Juan Guaidó deixará de ser reconhecido como legítimo e, ciente disso, sua embaixadora no Brasil, Maria Teresa Belandria, já informou ao corpo diplomático estrangeiro em Brasília sua decisão de encerrar sua missão no país em 26 de dezembro.

ANTES DA POSSE – Belandria, reconhecida como embaixadora legítima da Venezuela em 2019, decidiu sair antes da posse de Lula, ainda como embaixadora, seguindo as regras do protocolo diplomático e por sua própria decisão, sem esperar uma ação do governo eleito.

Segundo O Globo apurou, a lista de venezuelanos proibidos de entrar no país pelo governo Bolsonaro inclui mais de 100 nomes, entre eles o de Maduro. Ela foi elaborada com base numa portaria ainda vigente: a Portaria Interministerial Número 7, de 19 de agosto de 2019, baseada, entre outros, em artigos da Constituição brasileira, resoluções da Organização dos Estados Americanos (OEA), do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e em declarações do extinto Grupo de Lima (criado em 2017 por 14 países para monitorar a crise em Caracas e, na prática, respaldar a oposição venezuelana).

O artigo 1º da portaria estabelece “o regramento para efetivação de impedimento de ingresso no país de altos funcionários do regime venezuelano, que, por seus atos, contrariam princípios e objetivos da Constituição Federal, atentando contra a democracia, a dignidade da pessoa humana e a prevalência dos direitos humanos”.

“ROL TAXATIVO” – A portaria informa, ainda, que ficaria a cargo do Itamaraty elaborar um “rol taxativo” das pessoas impedidas de entrar e encaminhá-la ao Ministério da Justiça. “As pessoas listadas no rol não poderão ingressar no território nacional”, diz o texto.

O assunto ainda não foi discutido em contatos entre o governo de transição e o Itamaraty, mas a decisão de convidar Maduro está tomada e o conflito deve surgir nos próximos dias. Fontes do governo de Jair Bolsonaro afirmaram que “a lista tem seus fundamentos e, para o atual governo, esses fundamentos não mudaram”.

A bom entendedor, poucas palavras. Se o governo Bolsonaro não retirar o nome de Maduro da lista — o que parece altamente improvável — o presidente venezuelano não poderá estar presente na posse de Lula. Poderia vir depois, se o governo eleito, uma vez no poder, anular a portaria.

HÁ PENETRAS – A famosa lista de 2019 já foi driblada por dirigentes chavistas recentemente, o que causou um profundo mal-estar no Itamaraty.

Em maio passado, María Iris Varela Rangel, vice-presidente da Assembleia Nacional e ex-ministra de Assuntos Penitenciários, acusada no âmbito da OEA de crimes de corrupção e violações dos direitos humanos — com base num relatório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos — não só entrou no Brasil como foi recebida por altas autoridades do Congresso Nacional, além de ter mantido encontros com integrantes de partidos políticos como PT e PSOL.

Varela Rangel está na lista elaborada em 2019, mas conseguiu entrar no Brasil com um passaporte diplomático, num voo com escala no Panamá. Dias depois, a dirigente chavista foi barrada no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Lula deve convidar as pessoas que lhe são chegadas e com as quais tem um histórico de bons relacionamentos. Se vai chamar Maduro, certamente não esquecerá de também convidar Rosemary Noronha, que durante mais de 20 anos foi bastante próxima ao futuro presidente e lhe prestou inestimáveis serviços. Como dizia Ibrahim Sued, em sociedade tudo se sabe.  (C.N.)

A estranha convocação de Guedes na Câmara sob acusação de nepotismo


Abra Link e leia.

https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/a-estranha-convocacao-de-guedes-na-camara-sob-acusacao-de-nepotismo/


Nota da redação deste Blog A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara convocou o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, para explicar a razão pela qual indicou sua irmã, Elizabeth Guedes, para o Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão colegiado do Ministério da Educação. 

Enquanto isso, o todo poderoso, o intocável prefeito de Jeremoa nomeia toda família, para através do NEPOTISMO se beneficiar dos cargos mais importantes da administração Municiapal  e nada acontece.

Jeremoabo além de ser a cidade da impunidade, é também a cidade onde a lei existe, porém não é aplicada.

Não tomem como surpresa se daqui até o final do (des)governo Deri do Paloma o cidadão prefeito,  não emita o título de posse e a legitimação de posse como forma de aquisição de Jeremoabo como sua propriedade.


Prefeita de Murici dos Portelas tem mandato cassado após 7 meses eleita

 

A prefeita Chaguinha teve o mandato cassado após acusação de não pagar reajustes de servidores do município e não atender a convocações de comparecimento feitas pela Câmara.


Por g1 PI

 


                               Chaguinha da Saúde (PSB), prefeita de Murici dos Portelas - PI — Foto: Divulgação


A Câmara de Vereadores de Murici dos Portelas decidiu, na noite dessa quarta-feira (30), pela cassação do mandato da prefeita da cidade, Francisca das Chagas Correia de Sousa, conhecida como Chaguinha da Saúde (PSD), por improbidade administrativa. Ela foi eleita há apenas sete meses. O g1 entrou em contato com a prefeita e a defesa, mas não obteve resposta.

Dos nove vereadores da cidade, seis compareceram e votaram a favor da cassação. A prefeita tinha o apoio de três vereadores na Casa, que não compareceram à sessão.

A decisão aconteceu por volta das 21h, após adiamento no julgamento, que ocorreria no dia 24 de outubro.


A gestora respondeu pela acusação de não pagar reajustes de servidores do município e não atender a convocações de comparecimento feitas pela Câmara.

A decisão será comunicada à Justiça Eleitoral, além da vacância do cargo.

Sete meses de mandato

A cidade teve a segunda cassação em menos de um ano. Em novembro de 2021, a ex-prefeita Ana Lina Cunha (PSD) teve sua chapa cassada porque, no mandato anterior (2016-2020) ela era casada com o então prefeito, Ricardo Sales

Em março de 2022, Chaguinha da Saúde, do mesmo grupo político que a prefeita cassada, foi eleita em eleições suplementar, com 55,35% dos votos.

Entenda o caso

O processo de julgamento foi aberto no dia 5 de setembro de 2022, pelo presidente da Câmara Municipal de Murici dos Portelas, Raimundo Nonato de Sousa Pereira.

A Casa legislativa fez denúncia por supostas infrações político-administrativas da gestora, que impediriam o funcionamento regular da Câmara, bem como o impedimento do exame de documentos que constam no arquivo da Prefeitura e a verificação de obras e serviços municipais, por comissão de investigação da Câmara ou auditoria regularmente instituída.

Além disso, segundo a denúncia, a prefeita teria desatendido convocações ou pedidos de informações da Câmara, sem justificativa, e retardado a publicação ou deixado de publicar leis e atos sujeitos a essa formalidade.

A primeira sessão, prevista para outubro, foi suspensa e a cassação não foi julgada. Isso porque a Justiça concedeu um mandado de segurança determinando a suspensão da sessão, porque o presidente da Câmara, Raimundo Pereira, não havia colocado a pauta para votação.


Nota da redação deste Blog - A pergunta que não cala.

Quantos anos luz serão necessários para a Câmara de Vereadores de Jeremoabo atingir esse estágio de autoriade e evolução?

Em Jeremoabo o prefeito não atende  as convocações de comparecimento feitas pela Câmara, não paga reajustes de servidores do município a exemplo pagamento em atraso de salários ainda do tempo do ex-prefeito Antônio Chaves; não paga o INSS, zomba dos vereadores e tudo termina em samba; ninguém toma uma providência.

Caso fosse apenas o prefeito que desrespeita a Câmara ainda explicava mesmo não justificando; o pior é a SECRETARIA DE EDUCAÇÃO que se recusa até a receber CORRESPONDÊNCIA OFICIAL ORIUNDA DA MESA DA CÂMARA.

A Câmara de vereador de Jeremoabo fica esperando ação da Justiça e esquece de fazer sua parte.

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