segunda-feira, setembro 02, 2019

Gostaria de saber o que passa pela cabeça dos militares que assessoram Bolsonaro


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Charge do Aroeira (jornal O Dia/RJ)
Carlos Newton  
Não adianta alegar que Jair Bolsonaro sempre foi assim, que já era esperado esse procedimento exótico adotado pelo presidente desde que assumiu o poder, em janeiro, e também não adianta dizer que ele jamais vai mudar. O fato concreto é que o ministro mais próximo responde pela Secretaria-Geral da Presidência, chama-se Jorge Antônio de Oliveira Francisco e na semana passada deu entrevista a Bela Megale, de O Globo, com declarações estranhíssimas.
Muitos amigos falam: ‘Cara, como você trabalha com aquele maluco? Deve ser chato pra caramba’. Pelo contrário, a gente morre de rir o dia todo. Ontem, estava despachando com ele um assunto seríssimo. Uma pessoa entrou, e ele começou a dar risada, brincar…”, revelou o bem-humorado ministro.
DEU MUITA SORTE – Na verdade, Jorge de Oliveira tem bons motivos para “morrer de rir o dia todo”, pois sempre deu sorte na vida. Especialmente a partir de 1998, quando seu pai, que era capitão do Exército, tornou-se chefe de gabinete do então deputado Jair Bolsonaro, que passou a ajudar a carreira do filho do amigo.
Em 2003, o jovem Jorge de Oliveira concluiu o ensino médio no Colégio Militar de Brasília e entrou para a PM do Distrito Federal. Apadrinhado por Bolsonaro, desde então foi requisitado para trabalhar no Congresso Nacional, Ou seja, jamais prestou serviços nas ruas e nunca trocou tiros com criminosos.
Nessa boa vida, formou-se em Direito e passou para a reserva em 2013, na patente de major e com apenas 20 anos de serviços. Protegido da família, desde sempre recebeu dupla remuneração – na Câmara e na PM – e em 2015 Oliveira já era chefe de gabinete do filho 03, deputado Eduardo Bolsonaro.
FALSO “JURISTA” – Apesar da inexistente experiência como advogado, em janeiro deste ano o presidente nomeou o amigo para a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Foi um fracasso. No caso da posse de armas, quando era necessário mudar a lei com uma medida provisória, ele apresentou um decreto. No caso da imposto sindical obrigatório, bastava um decreto, mas ele redigiu uma medida provisória, que perdeu a validade sem ir à votação. Qualquer outro teria sido demitido, mas Jorge de Oliveira é um homem de sorte.
A grande surpresa ocorreu em 21 de junho, quando Bolsonaro decidiu nomeá-lo para a Secretaria-Geral da Presidência, no lugar do general Floriano Peixoto Neto. O mais incrível é que, na primeira entrevista, o major se intitulou “jurista” e anunciou que continuaria a acumular a subchefia de Assuntos Jurídicos do Planalto. Portanto, além de não ter aptidão profissional, falta-lhe também discernimento.
E OS MILITARES? – Em meio a essa esculhambação institucional, com a vigência desse pacto sinistro que une os três Poderes contra a Lava Jato, o Coaf, a Receita e a Polícia Federal, é claro que todos os brasileiros gostariam de saber a opinião dos chefes militares que integram o primeiro escalão do governo.  O que realmente estão achando de tudo isso? E por que não dizem nada?
É uma omissão intrigante, inquietante e decepcionante. Mas tem semelhança com o silêncio que vagueia pelos corredores do Supremo, nessa espera do julgamento da blindagem dos corruptos e da decisão de imobilizar os patrióticos auditores do Coaf, da Receita e do Banco Central.
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P.S. 1 
– Sou otimista e acredito que a maioria dos ministros do Supremo vá dizer não a essas indignidades.
P.S. 2 – Quanto aos chefes militares, é possível que eles também venham a dizer não… Ou talvez já tenham se acostumado à mordomia do Planalto, ao salário duplo e ao cartão corporativo(C.N.)

Somente através do salário é possível redistribuir melhor a renda no país

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Charge do Pelicano (Arquivo Google)
Pedro do Coutto
Reportagem de Marcelo Correia em O Globo de domingo, revela que o governo Bolsonaro está planejando alterar os programas de desenvolvimento social para com isso redistribuir a renda no país. São citados programas como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e o BPC (benefício de um salário para carentes). Na minha opinião são paliativos legítimos, que jamasi serão capazes de assegurar que se alcance uma transferência de renda, ou seja, do capital para o trabalho.
Por isso, sustento que somente por intermédio dos salários poderão ser alcançadas as metas de desenvolvimento social efetivas.
OS FATORES – A questão é muito simples. Existem três fatores em jogo. O pagamento pelo trabalho, a remuneração do capital e a taxa inflacionária. No entanto, o problema central e básico está na corrida entre o valor do trabalho e o índice inflacionário. Isso porque qualquer reajuste na escala social tem de levar em conta que, enquanto perdurar a escala de vencimentos ficando abaixo da correção monetária real, nenhum avanço poderá se concretizar no esforço para transferir a renda.
O projeto encontra-se em elaboração no IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e, tão logo seja concluído, o governo Bolsonaro pretende enviá-lo ao Congresso.
DIFICULDADE – Para se ter uma ideia da dificuldade a reportagem destaca que o programa Bolsa Família abrange hoje 13,8 milhões de famílias, correspondendo assim em números absolutos a um universo superior a 50 milhões de pessoas.
Um dos pontos focalizados pelo IPEA refere-se à redução do Imposto de Renda. Mas tal prática refletirá pouco, uma vez que as pessoas do Bolsa Família encontram-se isentas desse tributo.
Francamente, tem que se considerar também que, como é inegável, nenhuma transferência de renda ´poderá ter êxito enquanto o desemprego permanecer no nível em que está. Um bloco maciço de 13 milhões de pessoas não poderá ser descongelado somente com intenções.
SEM EFEITO – Marcelo Correia focalizou um ponto importante. Mesmo com a reforma da Previdência entrando em vigor, ela não surtirá efeito na transferência de renda. Pelo contrário: a reforma da Previdência, no fundo da questão aplica-se a um outro tipo de transferência de rendimento. O da passagem de receitas previdenciárias do fator trabalho para um alvo de capital estatal.
A estrutura social embutida na reforma do sistema previdenciário prevê, isso sim, uma outra transferência efetiva, a do universo salarial para a receita do universo estatal. Sobre este aspecto, a solução do problema é mais difícil enquanto permanecer baixo o crescimento econômico brasileiro.
BAIXO CONSUMO – Este aspecto é o ponto central da reportagem de Marina Dias, Folha de São Paulo na qual acentua que o baixo crescimento do consumo é que deixa o Brasil menos atraente para os investidores estrangeiros.
Porque as aplicações de capital têm de se basear num alvo que condiciona, como é natural, a capacidade de consumo.
Além disso, Marina Dias acentua a instabilidade política como um outro fator capaz de assustar os investidores nos programas, especialmente de longo prazo.

Ambientalista britânico ridiculariza a postura do presidente francês Macron


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Schellenberger conhece bem a questão amazônica
Pedro Meira
Saiu uma entrevista interessante e esclarecedora do escritor e ambientalista americano Michael Schellenberger na revista eletrônica britânica “Spiked”, sobre a tema da Amazônia, e as atitudes inaceitáveis dos presidentes Jair Bolsonaro e Emmanuel Macron. Na entrevista, Shellenberger comenta sobre os incêndios na Amazônia e o colonialismo por trás das mudanças climáticas., Fundador e presidente da Environmental Progress, e listado como um “herói do meio ambiente” pela revista Time, Michael Shellenberger diz que entendemos tudo errado. E a revista “Spiked” o alcançou para descobrir os motivos.
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O QUE TODO MUNDO ERRA NA AMAZÔNIA
Deu na “Spiked”
Os incêndios na Amazônia causaram protestos internacionais – de políticos, mídia, celebridades e grupos ambientais. A conversa é sobre níveis recordes de incêndios e desmatamento, de maldade humana destruindo o ambiente natural. Aparentemente, estamos até nos destruindo no processo – as florestas tropicais da Amazônia são os “pulmões da palavra”, nas quais confiamos para nosso suprimento de oxigênio, é frequentemente reivindicado.
O que todos erraram sobre a Amazônia?Principalmente tudo. A primeira coisa que as pessoas precisam entender é que houve um grande declínio no desmatamento desde seu pico no início dos anos 2000. O desmatamento ainda é 75 a 80% menor do que neste pico. O desmatamento tem aumentado nos últimos anos, mas esse aumento não começou sob o atual governo brasileiro. Claramente, grande parte da resposta da mídia ocidental é uma reação a Bolsonaro – não é apenas o que está acontecendo no terreno. A outra grande questão é que a Amazônia não é “os pulmões do mundo”. Não produz 20% do oxigênio do mundo. A ideia de que precisamos para a produção de oxigênio é um mito. É apenas uma ciência básica das plantas: a Amazônia usa tanto oxigênio quanto produz, através de um processo chamado respiração, que puxa nutrientes do solo para as plantas. Esse processo acompanha a fotossíntese.
Isso não é importante?Não precisamos dele para oxigênio, e aqueles de nós que se preocupam com o ambiente natural – que é basicamente a maioria das pessoas – têm muitas razões melhores para querer protegê-lo. Mas a partir das décadas de 1950 e 1960, os conservacionistas perceberam que poderiam obter muito mais atenção da mídia dizendo às pessoas que os problemas ambientais não eram apenas problemas com os quais as pessoas deveriam se preocupar porque amam o meio ambiente. Em vez disso, começaram a dizer que realmente eram problemas que ameaçavam um apocalipse ou o fim do mundo. Eles têm feito isso com basicamente todos os problemas ambientais. É manipulador. É um triste comentário sobre o cinismo de muitos ambientalistas e cientistas ambientais, que pensam que não podem levar as pessoas a se importarem com a natureza e que nós apenas nos importamos.
Por que é perigoso exagerar os riscos dos incêndios na Amazônia?Bem, o grande está acontecendo agora. O presidente Bolsonaro, por necessidades de relações públicas, sentiu a necessidade de enviar os militares para a Amazônia. O problema disso é que ele descreve os problemas da Amazônia como atividade “ilegal”. A imagem que é apresentada é que esses incêndios estão sendo criados por criminosos e vândalos de fora das florestas. Trinta milhões de pessoas vivem na Amazônia. Mas sempre que a mídia e ambientalistas ocidentais apontam para as pessoas que vivem na Amazônia, elas apenas apontam para os povos indígenas. Mas os povos indígenas são apenas um milhão dos 30 milhões. Existem muitos brasileiros normais lá. Estes tendem a ser descendentes de escravos ou pessoas de raça mista que estão tentando ganhar a vida. Eles não são todos ‘bons’ ou todos ‘ruins’. São pessoas que desenvolvem a área da mesma maneira que europeus desenvolveram a Europa e americanos desenvolveram os Estados Unidos. E se quisermos proteger mais o meio ambiente natural, teremos que trabalhar com essas pessoas, não para difamar e demonizá-las.
O que está motivando o alarmismo no Ocidente?É como uma cebola que você precisa descascar – há muitas razões para isso. A primeira é, obviamente, que você recebe mais atenção da mídia por meio do alarmismo, e a atenção da mídia é importante para sustentar e arrecadar dinheiro para as organizações. Minha própria organização, o Progresso Ambiental, teria mais dinheiro se eu fosse mais alarmista. Também é muito perceptível para mim que as pessoas que se envolvem em alarmismo ambiental tendem a ser seculares e à esquerda. Se você está na direita política, em grande parte do mundo ocidental, tende a ter uma religião tradicional, com seus próprios deuses e sua própria visão do apocalipse. Você não precisa de uma ideologia política para cumprir isso. Após a queda do comunismo e o fracasso do marxismo de maneira mais ampla, a esquerda precisou de uma nova religião apocalíptica e que se tornou ambientalismo.
O que está motivando aqueles que não são ativistas ambientais, como o presidente Macron?Há algo mais acontecendo lá. Há um esforço para representar interesses econômicos europeus sobre interesses brasileiros. Acho que uma das coisas mais interessantes que descobri durante minha reportagem na Amazônia é que os próprios agricultores de Macron estão oferecendo muita resistência ao acordo comercial entre a UE e o Brasil, pois envolve a importação de muita comida brasileira. Isso faz sentido quando você pensa sobre isso. Então Macron parece estar fazendo algo que pode permitir que ele não se envolva nesse acordo de livre comércio com o Brasil. Eu acho que o comércio tem sido ótimo para o Brasil de várias maneiras, e obviamente também teve algumas consequências negativas. Mas – e é isso que costuma ser bom em apontar – a moralização de Macron está a serviço de uma agenda de interesse próprio. Isso é antiético. É uma estratégia para esconder o interesse próprio por trás do altruísmo.
Existem outras causas ambientais que são usadas dessa maneira?Nas duas grandes questões ambientais de nosso tempo – mudança climática e desmatamento -, o mundo rico diz ao mundo em desenvolvimento: ‘Oh, você sabe como desenvolvemos através do desmatamento e do consumo de combustíveis fósseis? Você não será capaz de fazer nenhum deles. E acontece que temos a ciência para mostrar por que você precisa permanecer pobre. Quero dizer, é uma fraude, certo? Acho que somos semelhantes aos pós-marxistas, o que significa que ainda mantemos a hermenêutica da suspeita. Então, quando alguém está falando sobre como ‘tornar o mundo um lugar melhor’, vale a pena se perguntar se eles realmente estão defendendo um tipo de controle, se estão fazendo um movimento de poder ou se há uma agenda sendo disfarçada de altruísmo .
E as mudanças climáticas?O verdadeiro embuste climático não é que as mudanças climáticas não estejam acontecendo. Isso é ridículo – é claro, há mudanças climáticas. A verdadeira farsa é como a mudança climática tem sido usada para avançar uma agenda das nações ricas para manter os países em desenvolvimento baixo, privá-los de recursos e impedir sua competitividade internacionalmente. Não é uma conspiração, apenas um resultado natural de países poderosos agindo por interesse próprio – mas eles podem falar de maneira educada sem parecer colonialistas opressivos.

Bolsonaro aprova início de campanha internacional para reverter imagem de devastação da Amazônia


Governo tentará convencer que não “quer acabar com a floresta”
Jussara Soares,
Eliane Oliveira e
Daniel Gullino
O Globo
Depois de ter contestado dados oficiais de desmatamento, criticado a política de demarcação de terras indígenas e recusado ajuda financeira internacional, o presidente Jair Bolsonaro acabou recuando após pressão de setores que temiam boicote a seus produtos no exterior, como o agronegócio. Ele deu sua chancela para que seja colocada em marcha uma campanha internacional de contenção de danos, antes da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, onde fará seu primeiro discurso de abertura, no dia 22 de setembro. A ação, que será feita por meio das redes sociais e de conversas com formadores de opinião, tem o objetivo de melhorar a percepção, sobretudo de países europeus, sobre as ações do governo voltadas para o meio ambiente.
A expectativa é que a campanha consiga passar a ideia que o governo não “quer acabar com a floresta amazônica” e que “objetivo da preservação é de todos”, dizem interlocutores. Bolsonaro também vai reforçar o discurso de que a crise envolvendo a Amazônia foi usada politicamente pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e fará defesa enfática da soberania nacional, em resposta à proposta de “internacionalização” da floresta levantada pelo líder francês. A meta, segundo relatou um interlocutor do Planalto, é “tirar o debate do campo político e emocional” e apresentar a formadores de opinião no exterior, bem como nas redes sociais, “dados técnicos do governo” que indiquem que “as queimadas, embora mereçam atenção, não estão além do que ocorre anualmente.” Monitoramentos nas redes sociais feitos pelo governo indicam que a percepção para estrangeiros é de destruição total da floresta.
EIXOS DE ATUAÇÃO – O plano de ação para a Amazônia Legal, que ainda está sendo elaborado sob coordenação da Casa Civil, deverá ser utilizado na campanha internacional como uma prova de que a gestão de Bolsonaro não está inerte. Nesta segunda e terça-feira, uma comitiva de nove ministros viaja a Belém e Manaus para acompanhar a situação do combate às queimadas, que conta com o apoio das Forças Armadas. Na ocasião, eles devem conversar com os governadores dos nove estados que integram a região. O Planalto informou que Bolsonaro vai aguardar o retorno da equipe para só depois estabelecer os eixos de atuação.
Segundo auxiliares do presidente, a tendência não é haver uma mudança no conteúdo das propostas defendidas por Bolsonaro desde o período eleitoral, mas torná-lo mais “palatável” à opinião pública. O governo pretende levantar as ações previstas nos ministérios e reuni-las em um pacote de “desenvolvimento sustentável” para a Amazônia, deixando de lado o discurso de criminalização da fiscalização. Projetos como a não demarcação de novas terras indígenas e a regulamentação de extração mineral em áreas de reserva, que vinham sendo estudados, devem constar do plano. A ideia, segundo um técnico envolvido na discussão, é adotar o discurso de que o desenvolvimento da região gera renda para a população e a afasta de atividades ilegais, como o garimpo e a extração de madeira.
Para interlocutores, a crise que teve o auge de discussão nas redes sociais e na imprensa internacional nos dias 22 e 23 deste mês, segundo monitoramento do próprio governo, foi resultado de uma sequência de declarações “duras” de Bolsonaro. Eles consideram que, sem elas, as queimadas teriam sido tratadas como as dos anos anteriores. No auge das críticas internacionais, o presidente chegou a telefonar para líderes de 12 países, como Portugal, Espanha e Colômbia, para dizer que havia um exagero e que a situação não era tão ruim.
NOVA ALIANÇA –  O próximo passo é fazer um esforço diplomático para convencer parceiros internacionais a elaborar uma nova agenda ambiental global. Seria uma alternativa ao Acordo de Paris, assinado em 2015 por mais de 190 países comprometidos em adotar medidas para mitigar os efeitos do aquecimento global. Segundo interlocutores do Planalto, o plano abrangeria outros itens, como qualidade do ar, da água, florestas e acesso a saneamento básico. A proposta já contaria com a simpatia de Estados Unidos, Israel, Reino Unido e o chamado Grupo de Visegrado, formado por Polônia, Hungria, República Tcheca e Eslováquia. Essa nova política teria sido o principal assunto tratado, na última sexta-feira, em uma reunião na Casa Branca, entre o presidente dos EUA, Donald Trump, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Filho de Jair Bolsonaro, Eduardo recebeu o sinal verde de Trump para assumir a embaixada brasileira em Washington. Porém, seu nome terá de ser aprovado primeiro pelo Senado.

Somos seres itinerantes na trajetória da vida e estamos aqui para aprender, para evoluir, portanto, meu ciclo na política de Jeremoabo terminou.

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"Quando a vida nos sinaliza que um ciclo está se fechando, aceite o fato e aproveite para renovar suas esperanças, oportunizando-se a gestar novos propósitos e projetos de vida. Uma readaptação nem sempre é um processo fácil, visto que dispensemos muita energia emocional na reorganização do “caos” interno. Por outro lado, esse é também um momento rico para iniciarmos o precioso movimento de auto avaliação e para revalidar o lugar que ocupamos ou que desejamos ocupar no mundo.
Quando um ciclo se fecha, é porque necessitamos realizar algum aprendizado naquele contexto, para passarmos para a etapa seguinte. Os processos transitórios da vida não são exatamente efêmeros, mas são etapas potencialmente criativas." Por Soraya Rodrigues de Aragão).
Ao iniciar esse mês de setembro de 2019, estou tomando uma iniciativa pessoal, onde a partir desse momento pretendo abster-me de publicar de minha autoria qualquer matéria concernente a politicagem e ao desgoverno de Jeremoabo.
Durante todos esses anos, cumprir minha missão com independência e sem medo, só restando agora agradecer a todos que apoiaram, confiaram e acreditaram nesse meu trabalho cívico.  

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