Por: Carlos Chagas
BRASÍLIA - Em sã consciência, não haverá um só brasileiro que concorde com os excessos praticados durante o regime militar, com ênfase para a tortura e a censura. E se houver, deve ser imediatamente recolhido a um hospital psiquiátrico. O problema é que, em pleno 7 de Setembro, desde que o presidente Lula assumiu o poder, jamais estiveram tão tensas as relações entre o poder civil e os militares. Importa menos saber quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha.
Sequer verificar que os generais, almirantes e brigadeiros no serviço ativo de hoje eram aspirantes ou, no máximo, tenentes quando da eclosão do movimento de 1964. Mas seria absurdo pretender que eles renegassem o passado e condenassem os antigos chefes por conta de muita coisa ruim acontecida. Até porque, muitas coisas boas também aconteceram.
Para contornar esse impasse é que veio a anistia, fazendo-se justiça ao injustiçado presidente João Figueiredo, responsável por ela. Anistia significa superação do passado, de um lado e de outro. Ou vamos esquecer que terroristas também praticaram horrores, em nome da substituição de uma ditadura por outra?
Fazer História é obrigação de toda civilização. Registrar os excessos de um lado e de outro, e até suas justificativas, fazem bem à memória nacional. Montes de livros têm sido escritos dos dois lados, enriquecendo até com amargura as lembranças do passado, quando nada para deixarem de se repetir no futuro.
Agora, Lula não tinha nada que realizar no Palácio do Planalto o lançamento do livro preparado por um dos lados. Menos ainda o ministro da Defesa, Nelson Jobim, deveria ter desafiado quantos não concordaram com a versão impressa, prometendo o que foi depois incapaz de realizar, ou seja, a resposta a quem reagisse. O alto comando do Exército reagiu, ainda que em nota mais ou menos amena, que ele precisou engolir.
Os comandantes das três forças também reagiram, não indo à solenidade de lançamento do livro, mesmo convidados. Um ato inamistoso, no mínimo, de subordinados para com o chefe. Em suma, senão uma crise, ao menos um mal-estar profundo que não precisaria estar acontecendo. Claro que não acontecerá mais nada, torcemos todos.
O day after
Menos importantes terão sido e serão a condenação, hoje, do senador Renan Calheiros pelo Conselho de Ética, e a absolvição, semana que vem, pelo plenário do Senado. Mais grave será atentar para o fato de estar manchada a imagem da casa. Afinal, mesmo não provadas, as acusações contra Renan levaram a opinião pública, tanto quanto a opinião publicada, a posicionarem-se contra a instituição legislativa.
Esse o grande mal do episódio: transformar uma questão individual num caso coletivo. Quanto mais se engalfinham os partidários e os adversários do presidente do Senado, mais difícil fica a recuperação do Poder Legislativo no imaginário popular. O day after suplantará o que vem acontecendo antes dele. Ainda bem que as próximas eleições para o Congresso só acontecerão em 2010.
Não formalizaram
Ainda bem que o PT não formalizou a proposta de José Dirceu no sentido de ser votado um regulamento para a imprensa, eufemismo para controle dos meios de comunicação. Novas investidas virão, mas por enquanto a sombra da volta da censura parece afastada. Já tentaram, desde que Lula assumiu. As tentativas não colaram, mas os companheiros não desistem. São partidários da verdade única, que não admite contestações. Pelas informações que circulam no Congresso, foi o presidente que vetou a discussão. A compensação veio em elogios aos mensaleiros.
Chapa forte
Dois dias após especularmos a hipótese de chapa com Aécio Neves na cabeça e Ciro Gomes de vice, não é que o deputado referiu-se a ela, em encontro com o governador? Ciro disse que ficaria muito honrado com uma aliança assim. Premissas necessárias: que Aécio deixe o PSDB, volte para o PMDB, seja lançado candidato, que Ciro aceite ser candidato a vice e Lula apóie a chapa e convença o PT a fazer o mesmo.
Impossível? Quase, mas teoricamente factível. Mas não dá para fugir à tentação: bem mais fácil será esses personagens evitarem os percalços inerentes à especulação e pedirem tempo para decidirem o futuro - quatro ou cinco anos do terceiro mandato para Lula.
Fonte: Tribuna da Imprensa
sexta-feira, setembro 07, 2007
Cerca de 160 municípios ficam sem merenda escolar
BRASÍLIA - Cerca de 160 municípios deixarão de receber, a partir deste mês, os recursos para a merenda escolar enviados pelo governo federal. Segundo informações da Agência Brasil, a suspensão ocorre depois que as Prefeituras deixam de prestar contas por três meses ao Ministério da Educação sobre a aplicação dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Outros 395 municípios também poderão deixar de receber os recursos pois estão com as prestações atrasadas. O MEC repassa diretamente a estados e municípios R$ 0,22 por dia para cada aluno de creches públicas e filantrópicas, para estudantes do ensino fundamental e da pré-escola. Repassa também R$ 0,44 para cada aluno das escolas indígenas e de comunidades quilombolas. O dinheiro se destina à compra de alimentos que compõem a merenda escolar.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Outros 395 municípios também poderão deixar de receber os recursos pois estão com as prestações atrasadas. O MEC repassa diretamente a estados e municípios R$ 0,22 por dia para cada aluno de creches públicas e filantrópicas, para estudantes do ensino fundamental e da pré-escola. Repassa também R$ 0,44 para cada aluno das escolas indígenas e de comunidades quilombolas. O dinheiro se destina à compra de alimentos que compõem a merenda escolar.
Fonte: Tribuna da Imprensa
quinta-feira, setembro 06, 2007
CERCO A PREFEITURA DE JEREMOABO.(2@ Ediçao ampliada)

Observaçao do Blog:
Este hoje ultrapassou a barreira de mais de 54.000 (cinqüenta mil) visitas, embora registrando um marco histórico e negro para Jeremaobo/Bahia, resolvemos mandar imprimir três mil exemplares da segunda edição ampliada e revista da matéria abaixo mencionada, aqual estamos distribuindo gratuitamente para que a população leia e medite o perigo ou abismo que iríamos ingressar caso o chefe desse bando conseguisse ser eleito prefeito do nosso município.
Há acontecimentos que o homem não pode nem deve esquecer. Este é um deles.
o que aconteceu deve ser recordado em todos os dias das nossas vidas para que não se volte a repetir
Há acontecimentos que o homem não pode nem deve esquecer. Este é um deles.
o que aconteceu deve ser recordado em todos os dias das nossas vidas para que não se volte a repetir
CERCO A PREFEITURA DE JEREMOABO.
Estamos no Ano de 2007, pois é há mais de 70 anos da década de 30 do Século passado e a história que vou contar é verdadeira. Trata-se do cerco e invasão da Prefeitura de Jeremoabo pela nova era do cangaço. Conta-se nos livros especializados que Lampião nunca entrou na cidade de Jeremoabo, por dois fatores: a) era sede das Volantes que o combatia; b) Jeremoabo tinha como chefe político o Cel. João Sá, político de prestígio em Salvador. Lampião não invadiu, porém, João Ferreira invadiu a Prefeitura, desta feita com reforço da Polícia Militar local, que antes era a Volante e agora virou cangaço.
Tudo começou quando o Juiz de Direito da Comarca afastou preventivamente o Prefeito eleito em 03.10.2004 para um mandato de 04 (quatro), em ação de improbidade Administrativa, de iniciativa do Ministério Público, de nº. 003/2007, por supostos danos causados ao erário público em convênio entre o Município e CEF. A finalidade era preservar o interesse público, manter a paz e o equilíbrio social. Acontece que a coisa embolou o meio de campo e houve o cerco e invasão da Prefeitura, já no sábado, dia 01.09.2007, por volta do meio dia.
Intimado o advogado de Spencer, o autor da narrativa, a cópia dos autos foi despachada para a capital do Estado, onde ali é estabelecido o advogado que assiste o Prefeito nas causas que tem curso em Salvador. A partir da intimação, começou a fluir o prazo para oferecimento de embargos de declaração, o que suspende a execução do julgado provisório e de nome meio estranho para o povo, decisão interlocutória mista. Bem, isso não importa o que importa é o cerco da Prefeitura e sua invasão, estória que vou contar.
O vice-Prefeito, João da Silva Varjão, conhecido por João Ferreira, tabaréu tinhoso e muito sabido que já fora Vereador, vice-Prefeito e Prefeito, com o peso da idade e com deficiência auditiva, já não demonstrava disposição para o cerco, bem, isso, aparentemente, porém tinha consigo o ex-Pe. Moura, é sempre assim, é da tradição de Jeremoabo a presença de um padre para atrapalhar ou jogar pragas, Pedrinho e Manu, filhos de João, ambos na mocidade e doidos pela coisa pública, Tista, ex-Prefeito e acusado em ações de improbidade administrativa e criminal na Comarca. Toureiro, paraibano, não sei se destemido, sei que conversa como um danando. É inimigo do atual Prefeito e segundo dizem, também de Tista, ex-prefeito. Desta feita tinha Tista como aliado.
Declarado o afastamento provisório do Prefeito eleito pelo povo, pendentes medidas judiciais na Comarca e na Capital, o cheiro do dinheiro público começou a atrair e atrair, até encher a paciência. Não importa que o dinheiro seja um bem público a ser revertido para o povo. O importante é botar a mão nele sob o discurso do resgate da moralidade. Pasmem, é isso mesmo, moralidade pregada por João, condenando pelo TCU a devolver dinheiro aos cofres Federais, e Tista, que responde a mais de 12 ações na Comarca e condenando a restituir dinheiro aos cofres do Município, por decisões do TCM-BA, em ações de improbidade, e em execução promovida pelo INSS, por apropriação indébita.
Depois da publicação do afastamento do Prefeito na 2ª feira, dia 27, os destemidos de uma suposta moralidade pública começaram o cerco a Prefeitura. Inicialmente o cerco foi feito sobre o juiz e o Promotor. O último veio a dizer que publicado o afastamento, o Vice poderia assumir. A partir daí o caldo engrossou. Na 3ª feira, a cidadela, leia-se, Prefeitura, estava de pé e o desafio era sua invasão e tomada. Vira e mexe os ânimos se exaltavam embora o povo não se importasse e nem se importa com isso, o interesse é particular.
O cerco efetivo começou na 4ª feira e na primeira arremetida os jagunços tiveram êxito. Chegaram até a sala de espera do primeiro pavimento. Os pobres barnabés da Prefeitura esbugalharam os olhos com receio das conseqüências. Dessa parada seu criado participou. Tudo ficou no bate boca. A jagunçada recuou, desceu as escadas e seus líderes discursaram na porta da Prefeitura com microfone e tudo. Moral da estória, 50 ou 60 pessoas assistiam do lado de fora. Eu que não sou besta, mandei trancar as portas das salas e a porta de entrada e fomos embora.
Como em Canudos, a primeira Coluna falhou e feio. Na 5ª feira, já no dia 30, a tentativa ficou no boca a boca. A 2ª Coluna fez nova tentativa na sexta-feira. Esbarrou em Dr. Adelmo, advogado da Prefeitura, e em Márcia, que rodou a baiana, destemperada, peitou revoltosos. A Guarda Municipal foi chamada e os ânimos foram acalmados. No sábado a estória seria outra.
Um morador me deu o seu testemunho.
Segundo ele, a invasão foi marcada para o sábado, por volta das 12:00. O comando do ataque era coordenado por João Ferreira, o vice-Prefeito, do PMDB, ligado ao Ministro Gedel Vieira, Tista, do DEM (demo), ligado ao Dep. Antonio Carlos Neto, e Toureiro, comerciante que brigava com todo Prefeito que não lhe compasse combustível. Tudo foi bem estudado. A Prefeitura fica na Rua José Gonçalves, em prédio colado, tendo uma porta de frente e outra de fundos. Pelo lado direito, depois de duas casas, tem um beco que vai para a Câmara de Vereadores. De frente, a rua é de duas pistas e mais adiante tem o beco que vai para os antigos banheiros públicos, a antiga lavanderia pública e os cajueiros. O problema era á tática a ser empregada. Poderia haver resistência feroz.
Como parte do estratagema de guerra foi estudada o seguinte. No fim de semana o Juiz da Comarca estaria em Feira de Santana – BA acompanhando familiares, por necessidade. O Promotor Público também ali não estaria, já que substitui em outra Comarca. Se bem que não seja juiz para mandar fazer ou deixar de fazer, ele poderia atrapalhar a invasão na defesa do patrimônio público, chamando a Polícia Militar que com ele seria a Volante e sem ele faria parte da jagunçada, e foi o que aconteceu.
João Ferreira partiria do Brejo Grande, seu povoado de nascimento, distante 40 km da sede municipal, com alguns companheiros, cartucheira passada, chapéu tipo lampião, capanga e punhal. Manu e Pedrinho e mais dois sairiam da rua onde moram, José Lourenço de Carvalho e cercaria pela Rua Duque de Caxias, fundos da Prefeitura. Esses além da indumentária de João tinham algumas fitas coladas aos chapéus de diversas cores.
Tista viria do Bonfim, bairro onde reside, chefiando a Cavalaria com um chapéu prateado pregado de moedas opacas para não refletir a luz do sol. As fitas dele seriam vermelhas, sangue do povo sugado por oito anos de administração. Toda tropa tem um Capelão, esse seria o Pe. Moura, ex-padre, rapaz afrontado, piauiense morador de Jeremoabo e sua grande obra era chamar João Ferreira de ladrão quando esse foi Prefeito. O nezinho do jegue. Outra parte do exército de brancaleone viria do Posto Pé de Serra, de Toureiro.
Pronto. Chegou à hora. A concentração se daria por voltas das oito horas da manhã. Pelas esquinas espreitaram o prédio da Prefeitura. Nada podia falhar. A resistência que se anunciava seria terrível. Ali a Guarda Municipal poderia se aquartelar por dias. O Secretariado poderia fazer parte da defesa, uma vez que o Prefeito não voltara de Salvador.
Tudo parado em frente da Prefeitura.
De fora não dava para enxergar o que se passava na parte de dentro. Observadores foram designados para espreitar do alto das casas em frente. O primeiro subiu na casa de Zé de Manelinho. A tropa revoltosa contava com dois reforços vindos de Salvador, dois moços de calça e culote. Tudo dando certo contaria para seus colegas dotores que foram em Jeremoabo, arrombaram a Prefeitura e entregaram o Governo a República do Brejo Grande. A Bandeira da República já fincada com os brasões, tremulava. O armamento era de bacamartes e um velho canhão, usados na Guerra de Canudos, espingarda de socar (de tempero), punhais, cartucheiras e espadas para os comandantes militares.
O tempo passava e o suor cobria a testa de cada um. A adrenalina subia cada vez mais e vinha aquele amargozinho na boca. O medo era da resistência. A Prefeitura de Jeremoabo, na frente, tem vária pequena janelas de vidro e dali viriam os disparos da resistência. A coisa piorava. Quando disseram que das janelas do pavimento superior da Prefeitura viriam os tiros, o negócio ficou feio, exalava mau cheiro de todo canto, todo mundo tremia e veio o inesperado, a dor de barriga que afligia a todos. Caganeira para todo lado.
Bino, que de besta não tem nada, vereador astuto e bicheiro, logo armou sua banca divulgando que na tarde o bicho seria o veado. Os bestas jogaram e o bicho que deu foi à zebra. Deu um bode danado.
O cerco já ia por mais de duas horas e todos estavam de pé desde as três horas da manhã, exceto os comandantes militares que não dormiram. Traçavam os planos. Todos já cobravam de João uma decisão, enfim, ele era o vice-prefeito, o comandante geral das tropas e ele mal escutando, perguntava: Cuma? Ah! Esqueci. O total da tropa revoltosa era de 19 pessoas e mais os policiais militares. Se eles participaram, oh meus Deus, vejam a filmagem e as fotos que Márcia tem. O importante é saber como ficará o Comandante Geral da Polícia Militar em Salvador, uma vez que a briosa participou da invasão.
Tinha com eles um vereador fogoso e já testado. Certa feita trocou tapas com um correligionário do Prefeito, em dia de festa e muita cachaça. Trajado a rigor, riscava a peixeira na pedra e gritava agora eu vou. O nome dele é peça de abrir fechadura e se chama Antonio Chaves.
Enquanto o cerco acontecia, nenhuma iniciativa, alguém lembrou a João: vamos João para a janelinha de Romário que agora era a cadeira do Prefeito, com pena, bico, mata borrão e até talonário para mexer no FPM e no FUNDEB.
Nesse momento ele se ouriçou e deu ordem de comando a tropa rumando para a cidadela. Não se ouviu nenhum disparo ou refrega. Nenhuma resistência. Caminho livre. Cadeado quebrado com turquesa, polícia militar, porta aberta e ninguém no prédio, apenas eles saíram com papeis debaixo dos braços. O que somente um levantamento posterior iria saber. Tudo em silêncio, nenhum disparo defensivo e nenhuma resistência. Pronto, agora era somente proclamar a República do Brejo Grande e nomear os capitães de guerra e os guarda-livros. Finalmente foi tomada a Prefeitura.
Conta à história que se tinha até secretariado previamente nomeado. Até Controlador de fé, de nome Teté, que na segunda não atou e nem desatou, foi exonerado da Câmara de vereadores onde exercia o cargo, e olhem que as férias eram boas.
Depois de tomada da Prefeitura alguns servidores, não se sabem se destemidos ou curiosos, compareceram ao Prédio e de lá foram retirados, já pela Polícia Militar. Até o Chefe da Guarda Municipal, Zezé de Pessoa, foi retirado pela Polícia devidamente fardada que tinha no comando de Jeremoabo o Capitão do São João, da taca para todo lado e naquela hora, sob novo comando. Nos anos 30 do Século passado a Polícia Militar era a Volante e os jagunços bandidos. Na invasão da Prefeitura de Jeremoabo eram todos farinha do mesmo saco. Ou Capitão danado! No São João se omitiu e deixou a pancadaria correr frouxa.
Essa é a estória da tomada da Prefeitura de Jeremoabo por João Ferreira.
Quem me contou essa história jurou que era verdade e afirmou que a tudo assistiu com os olhos que a terra há de comer. Ele mesmo me disse que chegou perto de João e dos seus comandantes militares de empreitada e perguntou: E agora, vão também invadir o banco do Brasil? O interesse não é o dinheiro do povo? Resposta: Ai nós não pode. Aqui, na Polícia Militar quem manda é nós e já com a Polícia Federal eles algemam e nos mostra TV Globo, bem em frente do povo. A refrega é maior e o buraco é mais embaixo.
Depois da narrativa do cidadão procurei saber a verdade do entrevelo e do cerco feroz da Prefeitura no sábado. Soube que ele a tudo assistiu bem acocorado, na casa de Darci, vizinha da Prefeitura.
Dedé e Jovino, os jornalistas do local, me mandaram foto e filme onde eu ainda vi mais pessoas que do cerco participaram, alguns até afamados, vaso sanitário e vidros quebrados, o telhado arrebentado, digitador de luvas, para não ser reconhecido que dormiu no ponto e terminou filmado.
Paulo Afonso, 01 de setembro de 2007. Fernando Montalvão.
Montalvão, Fernando. CERCO A PREFEITURA DE JEREMOABO. Inserido em 21.05.2007. Paulo Afonso – BA. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Estamos no Ano de 2007, pois é há mais de 70 anos da década de 30 do Século passado e a história que vou contar é verdadeira. Trata-se do cerco e invasão da Prefeitura de Jeremoabo pela nova era do cangaço. Conta-se nos livros especializados que Lampião nunca entrou na cidade de Jeremoabo, por dois fatores: a) era sede das Volantes que o combatia; b) Jeremoabo tinha como chefe político o Cel. João Sá, político de prestígio em Salvador. Lampião não invadiu, porém, João Ferreira invadiu a Prefeitura, desta feita com reforço da Polícia Militar local, que antes era a Volante e agora virou cangaço.
Tudo começou quando o Juiz de Direito da Comarca afastou preventivamente o Prefeito eleito em 03.10.2004 para um mandato de 04 (quatro), em ação de improbidade Administrativa, de iniciativa do Ministério Público, de nº. 003/2007, por supostos danos causados ao erário público em convênio entre o Município e CEF. A finalidade era preservar o interesse público, manter a paz e o equilíbrio social. Acontece que a coisa embolou o meio de campo e houve o cerco e invasão da Prefeitura, já no sábado, dia 01.09.2007, por volta do meio dia.
Intimado o advogado de Spencer, o autor da narrativa, a cópia dos autos foi despachada para a capital do Estado, onde ali é estabelecido o advogado que assiste o Prefeito nas causas que tem curso em Salvador. A partir da intimação, começou a fluir o prazo para oferecimento de embargos de declaração, o que suspende a execução do julgado provisório e de nome meio estranho para o povo, decisão interlocutória mista. Bem, isso não importa o que importa é o cerco da Prefeitura e sua invasão, estória que vou contar.
O vice-Prefeito, João da Silva Varjão, conhecido por João Ferreira, tabaréu tinhoso e muito sabido que já fora Vereador, vice-Prefeito e Prefeito, com o peso da idade e com deficiência auditiva, já não demonstrava disposição para o cerco, bem, isso, aparentemente, porém tinha consigo o ex-Pe. Moura, é sempre assim, é da tradição de Jeremoabo a presença de um padre para atrapalhar ou jogar pragas, Pedrinho e Manu, filhos de João, ambos na mocidade e doidos pela coisa pública, Tista, ex-Prefeito e acusado em ações de improbidade administrativa e criminal na Comarca. Toureiro, paraibano, não sei se destemido, sei que conversa como um danando. É inimigo do atual Prefeito e segundo dizem, também de Tista, ex-prefeito. Desta feita tinha Tista como aliado.
Declarado o afastamento provisório do Prefeito eleito pelo povo, pendentes medidas judiciais na Comarca e na Capital, o cheiro do dinheiro público começou a atrair e atrair, até encher a paciência. Não importa que o dinheiro seja um bem público a ser revertido para o povo. O importante é botar a mão nele sob o discurso do resgate da moralidade. Pasmem, é isso mesmo, moralidade pregada por João, condenando pelo TCU a devolver dinheiro aos cofres Federais, e Tista, que responde a mais de 12 ações na Comarca e condenando a restituir dinheiro aos cofres do Município, por decisões do TCM-BA, em ações de improbidade, e em execução promovida pelo INSS, por apropriação indébita.
Depois da publicação do afastamento do Prefeito na 2ª feira, dia 27, os destemidos de uma suposta moralidade pública começaram o cerco a Prefeitura. Inicialmente o cerco foi feito sobre o juiz e o Promotor. O último veio a dizer que publicado o afastamento, o Vice poderia assumir. A partir daí o caldo engrossou. Na 3ª feira, a cidadela, leia-se, Prefeitura, estava de pé e o desafio era sua invasão e tomada. Vira e mexe os ânimos se exaltavam embora o povo não se importasse e nem se importa com isso, o interesse é particular.
O cerco efetivo começou na 4ª feira e na primeira arremetida os jagunços tiveram êxito. Chegaram até a sala de espera do primeiro pavimento. Os pobres barnabés da Prefeitura esbugalharam os olhos com receio das conseqüências. Dessa parada seu criado participou. Tudo ficou no bate boca. A jagunçada recuou, desceu as escadas e seus líderes discursaram na porta da Prefeitura com microfone e tudo. Moral da estória, 50 ou 60 pessoas assistiam do lado de fora. Eu que não sou besta, mandei trancar as portas das salas e a porta de entrada e fomos embora.
Como em Canudos, a primeira Coluna falhou e feio. Na 5ª feira, já no dia 30, a tentativa ficou no boca a boca. A 2ª Coluna fez nova tentativa na sexta-feira. Esbarrou em Dr. Adelmo, advogado da Prefeitura, e em Márcia, que rodou a baiana, destemperada, peitou revoltosos. A Guarda Municipal foi chamada e os ânimos foram acalmados. No sábado a estória seria outra.
Um morador me deu o seu testemunho.
Segundo ele, a invasão foi marcada para o sábado, por volta das 12:00. O comando do ataque era coordenado por João Ferreira, o vice-Prefeito, do PMDB, ligado ao Ministro Gedel Vieira, Tista, do DEM (demo), ligado ao Dep. Antonio Carlos Neto, e Toureiro, comerciante que brigava com todo Prefeito que não lhe compasse combustível. Tudo foi bem estudado. A Prefeitura fica na Rua José Gonçalves, em prédio colado, tendo uma porta de frente e outra de fundos. Pelo lado direito, depois de duas casas, tem um beco que vai para a Câmara de Vereadores. De frente, a rua é de duas pistas e mais adiante tem o beco que vai para os antigos banheiros públicos, a antiga lavanderia pública e os cajueiros. O problema era á tática a ser empregada. Poderia haver resistência feroz.
Como parte do estratagema de guerra foi estudada o seguinte. No fim de semana o Juiz da Comarca estaria em Feira de Santana – BA acompanhando familiares, por necessidade. O Promotor Público também ali não estaria, já que substitui em outra Comarca. Se bem que não seja juiz para mandar fazer ou deixar de fazer, ele poderia atrapalhar a invasão na defesa do patrimônio público, chamando a Polícia Militar que com ele seria a Volante e sem ele faria parte da jagunçada, e foi o que aconteceu.
João Ferreira partiria do Brejo Grande, seu povoado de nascimento, distante 40 km da sede municipal, com alguns companheiros, cartucheira passada, chapéu tipo lampião, capanga e punhal. Manu e Pedrinho e mais dois sairiam da rua onde moram, José Lourenço de Carvalho e cercaria pela Rua Duque de Caxias, fundos da Prefeitura. Esses além da indumentária de João tinham algumas fitas coladas aos chapéus de diversas cores.
Tista viria do Bonfim, bairro onde reside, chefiando a Cavalaria com um chapéu prateado pregado de moedas opacas para não refletir a luz do sol. As fitas dele seriam vermelhas, sangue do povo sugado por oito anos de administração. Toda tropa tem um Capelão, esse seria o Pe. Moura, ex-padre, rapaz afrontado, piauiense morador de Jeremoabo e sua grande obra era chamar João Ferreira de ladrão quando esse foi Prefeito. O nezinho do jegue. Outra parte do exército de brancaleone viria do Posto Pé de Serra, de Toureiro.
Pronto. Chegou à hora. A concentração se daria por voltas das oito horas da manhã. Pelas esquinas espreitaram o prédio da Prefeitura. Nada podia falhar. A resistência que se anunciava seria terrível. Ali a Guarda Municipal poderia se aquartelar por dias. O Secretariado poderia fazer parte da defesa, uma vez que o Prefeito não voltara de Salvador.
Tudo parado em frente da Prefeitura.
De fora não dava para enxergar o que se passava na parte de dentro. Observadores foram designados para espreitar do alto das casas em frente. O primeiro subiu na casa de Zé de Manelinho. A tropa revoltosa contava com dois reforços vindos de Salvador, dois moços de calça e culote. Tudo dando certo contaria para seus colegas dotores que foram em Jeremoabo, arrombaram a Prefeitura e entregaram o Governo a República do Brejo Grande. A Bandeira da República já fincada com os brasões, tremulava. O armamento era de bacamartes e um velho canhão, usados na Guerra de Canudos, espingarda de socar (de tempero), punhais, cartucheiras e espadas para os comandantes militares.
O tempo passava e o suor cobria a testa de cada um. A adrenalina subia cada vez mais e vinha aquele amargozinho na boca. O medo era da resistência. A Prefeitura de Jeremoabo, na frente, tem vária pequena janelas de vidro e dali viriam os disparos da resistência. A coisa piorava. Quando disseram que das janelas do pavimento superior da Prefeitura viriam os tiros, o negócio ficou feio, exalava mau cheiro de todo canto, todo mundo tremia e veio o inesperado, a dor de barriga que afligia a todos. Caganeira para todo lado.
Bino, que de besta não tem nada, vereador astuto e bicheiro, logo armou sua banca divulgando que na tarde o bicho seria o veado. Os bestas jogaram e o bicho que deu foi à zebra. Deu um bode danado.
O cerco já ia por mais de duas horas e todos estavam de pé desde as três horas da manhã, exceto os comandantes militares que não dormiram. Traçavam os planos. Todos já cobravam de João uma decisão, enfim, ele era o vice-prefeito, o comandante geral das tropas e ele mal escutando, perguntava: Cuma? Ah! Esqueci. O total da tropa revoltosa era de 19 pessoas e mais os policiais militares. Se eles participaram, oh meus Deus, vejam a filmagem e as fotos que Márcia tem. O importante é saber como ficará o Comandante Geral da Polícia Militar em Salvador, uma vez que a briosa participou da invasão.
Tinha com eles um vereador fogoso e já testado. Certa feita trocou tapas com um correligionário do Prefeito, em dia de festa e muita cachaça. Trajado a rigor, riscava a peixeira na pedra e gritava agora eu vou. O nome dele é peça de abrir fechadura e se chama Antonio Chaves.
Enquanto o cerco acontecia, nenhuma iniciativa, alguém lembrou a João: vamos João para a janelinha de Romário que agora era a cadeira do Prefeito, com pena, bico, mata borrão e até talonário para mexer no FPM e no FUNDEB.
Nesse momento ele se ouriçou e deu ordem de comando a tropa rumando para a cidadela. Não se ouviu nenhum disparo ou refrega. Nenhuma resistência. Caminho livre. Cadeado quebrado com turquesa, polícia militar, porta aberta e ninguém no prédio, apenas eles saíram com papeis debaixo dos braços. O que somente um levantamento posterior iria saber. Tudo em silêncio, nenhum disparo defensivo e nenhuma resistência. Pronto, agora era somente proclamar a República do Brejo Grande e nomear os capitães de guerra e os guarda-livros. Finalmente foi tomada a Prefeitura.
Conta à história que se tinha até secretariado previamente nomeado. Até Controlador de fé, de nome Teté, que na segunda não atou e nem desatou, foi exonerado da Câmara de vereadores onde exercia o cargo, e olhem que as férias eram boas.
Depois de tomada da Prefeitura alguns servidores, não se sabem se destemidos ou curiosos, compareceram ao Prédio e de lá foram retirados, já pela Polícia Militar. Até o Chefe da Guarda Municipal, Zezé de Pessoa, foi retirado pela Polícia devidamente fardada que tinha no comando de Jeremoabo o Capitão do São João, da taca para todo lado e naquela hora, sob novo comando. Nos anos 30 do Século passado a Polícia Militar era a Volante e os jagunços bandidos. Na invasão da Prefeitura de Jeremoabo eram todos farinha do mesmo saco. Ou Capitão danado! No São João se omitiu e deixou a pancadaria correr frouxa.
Essa é a estória da tomada da Prefeitura de Jeremoabo por João Ferreira.
Quem me contou essa história jurou que era verdade e afirmou que a tudo assistiu com os olhos que a terra há de comer. Ele mesmo me disse que chegou perto de João e dos seus comandantes militares de empreitada e perguntou: E agora, vão também invadir o banco do Brasil? O interesse não é o dinheiro do povo? Resposta: Ai nós não pode. Aqui, na Polícia Militar quem manda é nós e já com a Polícia Federal eles algemam e nos mostra TV Globo, bem em frente do povo. A refrega é maior e o buraco é mais embaixo.
Depois da narrativa do cidadão procurei saber a verdade do entrevelo e do cerco feroz da Prefeitura no sábado. Soube que ele a tudo assistiu bem acocorado, na casa de Darci, vizinha da Prefeitura.
Dedé e Jovino, os jornalistas do local, me mandaram foto e filme onde eu ainda vi mais pessoas que do cerco participaram, alguns até afamados, vaso sanitário e vidros quebrados, o telhado arrebentado, digitador de luvas, para não ser reconhecido que dormiu no ponto e terminou filmado.
Paulo Afonso, 01 de setembro de 2007. Fernando Montalvão.
Montalvão, Fernando. CERCO A PREFEITURA DE JEREMOABO. Inserido em 21.05.2007. Paulo Afonso – BA. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Golpistas imcompetentes!








Golpistas imcompetentes!
Por: J. Montalvão.
Meus amigos, devido ao trabalho que tive durante essa semana negra que maculou nossa Jeremoabo/Bahia, não tive tempo de abrir o Portal do Jovino, o qual colocamos um branner no nosso site.
Vi as imagens do arrombamento e invasão do prédio sede da Prefeitura Municipal de Jeremoabo, é revoltante. Esses elementos, não sei se o termo certo é vândalos, jagunços, assaltantes ou outro adjetivo qualquer, sei que constrange qualquer cidadão de bem.
Hoje eu me sinto culpado por passar mais de uma década tentando o retorno de João Ferreira para gerir o destino de todos nós jeremoabenses, só agora notei que eu estava enganado e cego, não estava no meu normal, pois pelas fotos os senhores já discernem em que inferno iríamos nos meter, ainda bem que Deus colocou sua mão atalhando a desgraça que iria atingir a todos.
As imagens não mentem. Esse elemento querer fazer todos de idiotas e imbecis, falando de corrupção, oh meu Deus, que cara de pau, será que somos merecedores de tamanha humilhação e castigo.
Quando assisto tamanha irracionalidade, irresponsabilidade como a que terminei de vê, fico até sem assunto para escrever, pois nem no tempo da ditadura assisti aqui em Jeremoabo tamanha violência, truculência, falta de princípios éticos e morais, despreparo; aliás, o bando que ali estava era de se esperar disso para pior, nós que éramos os cegos, que nunca procuramos enxergar.
E não adianta contestar, porque contra fatos não há argumentos, nada justificaria tamanha violência, a não ser vingança ou inveja.
Ontem quando estávamos esperando o Dr. Spencer, prefeito de Jeremoabo eleito pelo povo, chegou um velhinho perto de mim um tanto emocionado e disse: a árvore só dá fruto no tempo certo, e essa podridão que assistimos em Jeremoabo, serviu de alerta para todos, pois estávamos caminhando para o inferno com esses homens como nossos dirigentes.
O que assistimos foi uma tentativa de golpe sem o apoio do povo, e sim e meia dúzia de gatos pintados, de elementos querendo pregar a moralidade que eles próprios desconhecem, e cujo benefício seria em proveito próprio.
Mas como Deus escreve certo em linhas tortas, aí ficou um alerta para o próximo pleito eleitoral, para que esse sábado negro fique gravado na memória de cada um de nós como o dia em que a Prefeitura de Jeremoabo durante toda sua existência foi pela primeira vez, arrombada e invadida.
Ainda bem que as imagens degradantes, imorais e impróprias, não foram colocadas por mim, onde o bando poderia até alegar montagem.
Ao final de tudo, os únicos prejudicados foi o povo que passou quase uma semana com um prefeito golpista e sem nenhum respaldo legitimo, o funcionalismo com vencimentos atrasados, sem falar o custo que o cidadão contribuinte por certo bancará esses dias parados, além dos juros e multa agora sim, da Caixa Econômica, sendo que o maior prejuízo foi o moral de gente sem princípios éticos e cristãos, embora no meio estivesse até um ex-padre.
Quero aqui parabenizar a maioria esmagadora do funcionalismo municipal que num ato democrático, responsável e pacifico mantiveram os órgãos essenciais em funcionamento, porém, sem aderir nem tão pouco aceitar determinação do governo golpista e ilegal, que fez (in) justiça com as próprias mãos!
Seria uma injustiça se não registrássemos também, a firmeza, determinação, competência e sobre tudo respeito a todos os cidadãos de bem que residem em Jeremoabo/Bahia, pela Câmara de Vereadores e toda a Mesa, que em resistência ao golpismo, baixou at, não reconheceu o desgoverno.
Aos vereadores Antonio Chaves, Bino e Manu de João Ferreira que debandaram da legalidade, aderindo ao golpismo, arrombamento e invasão do Prédio do Povo, a Prefeitura Municipal de Jeremoabo, nossos pêsames e repúdio.
Por: J. Montalvão.
Meus amigos, devido ao trabalho que tive durante essa semana negra que maculou nossa Jeremoabo/Bahia, não tive tempo de abrir o Portal do Jovino, o qual colocamos um branner no nosso site.
Vi as imagens do arrombamento e invasão do prédio sede da Prefeitura Municipal de Jeremoabo, é revoltante. Esses elementos, não sei se o termo certo é vândalos, jagunços, assaltantes ou outro adjetivo qualquer, sei que constrange qualquer cidadão de bem.
Hoje eu me sinto culpado por passar mais de uma década tentando o retorno de João Ferreira para gerir o destino de todos nós jeremoabenses, só agora notei que eu estava enganado e cego, não estava no meu normal, pois pelas fotos os senhores já discernem em que inferno iríamos nos meter, ainda bem que Deus colocou sua mão atalhando a desgraça que iria atingir a todos.
As imagens não mentem. Esse elemento querer fazer todos de idiotas e imbecis, falando de corrupção, oh meu Deus, que cara de pau, será que somos merecedores de tamanha humilhação e castigo.
Quando assisto tamanha irracionalidade, irresponsabilidade como a que terminei de vê, fico até sem assunto para escrever, pois nem no tempo da ditadura assisti aqui em Jeremoabo tamanha violência, truculência, falta de princípios éticos e morais, despreparo; aliás, o bando que ali estava era de se esperar disso para pior, nós que éramos os cegos, que nunca procuramos enxergar.
E não adianta contestar, porque contra fatos não há argumentos, nada justificaria tamanha violência, a não ser vingança ou inveja.
Ontem quando estávamos esperando o Dr. Spencer, prefeito de Jeremoabo eleito pelo povo, chegou um velhinho perto de mim um tanto emocionado e disse: a árvore só dá fruto no tempo certo, e essa podridão que assistimos em Jeremoabo, serviu de alerta para todos, pois estávamos caminhando para o inferno com esses homens como nossos dirigentes.
O que assistimos foi uma tentativa de golpe sem o apoio do povo, e sim e meia dúzia de gatos pintados, de elementos querendo pregar a moralidade que eles próprios desconhecem, e cujo benefício seria em proveito próprio.
Mas como Deus escreve certo em linhas tortas, aí ficou um alerta para o próximo pleito eleitoral, para que esse sábado negro fique gravado na memória de cada um de nós como o dia em que a Prefeitura de Jeremoabo durante toda sua existência foi pela primeira vez, arrombada e invadida.
Ainda bem que as imagens degradantes, imorais e impróprias, não foram colocadas por mim, onde o bando poderia até alegar montagem.
Ao final de tudo, os únicos prejudicados foi o povo que passou quase uma semana com um prefeito golpista e sem nenhum respaldo legitimo, o funcionalismo com vencimentos atrasados, sem falar o custo que o cidadão contribuinte por certo bancará esses dias parados, além dos juros e multa agora sim, da Caixa Econômica, sendo que o maior prejuízo foi o moral de gente sem princípios éticos e cristãos, embora no meio estivesse até um ex-padre.
Quero aqui parabenizar a maioria esmagadora do funcionalismo municipal que num ato democrático, responsável e pacifico mantiveram os órgãos essenciais em funcionamento, porém, sem aderir nem tão pouco aceitar determinação do governo golpista e ilegal, que fez (in) justiça com as próprias mãos!
Seria uma injustiça se não registrássemos também, a firmeza, determinação, competência e sobre tudo respeito a todos os cidadãos de bem que residem em Jeremoabo/Bahia, pela Câmara de Vereadores e toda a Mesa, que em resistência ao golpismo, baixou at, não reconheceu o desgoverno.
Aos vereadores Antonio Chaves, Bino e Manu de João Ferreira que debandaram da legalidade, aderindo ao golpismo, arrombamento e invasão do Prédio do Povo, a Prefeitura Municipal de Jeremoabo, nossos pêsames e repúdio.
Observação:
Ao encerrar esta matéria, me desloquei até a Prefeitura de Jeremoabo/Bahia, lá chegando quase não consigo entrar devido a fedentina, tudo indica que quem lá permanecia desconhecia a palavra higiêne, mas quando vi o estrago no patrimônionio patrimônio construído e reparado com o dinheiro do cidadão-eleitor-contribuinte, fiquei sem saber se a Prefeitura foi invadida por gângster, jagunços ou vândalos, um coisa afirmo e garanto, por gente responsável e educada é que não foi.
Todas as fechaduras estão quebradas ou arrombadas, o telhado para chegar a antena da Internet arrombaram e deixaram em aberto, o gabinete do prefeito, porta arrombada e a maior depredação, o sanitário quebrada, esse se justifica, nem todo sanitário suporta o peso do Pedrinho de João Ferreira, quem duvidar vá in loco e confira.
Todas as fechaduras estão quebradas ou arrombadas, o telhado para chegar a antena da Internet arrombaram e deixaram em aberto, o gabinete do prefeito, porta arrombada e a maior depredação, o sanitário quebrada, esse se justifica, nem todo sanitário suporta o peso do Pedrinho de João Ferreira, quem duvidar vá in loco e confira.
quarta-feira, setembro 05, 2007
PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO
AVISO
Spencer José de Sá Andrade Prefeito Municipal de Jeremoabo, no uso de suas atribuições, vem comunicar aos PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO, que os seus vencimentos já foram enviados para o banco hoje, dia 05 de setembro de 2007.
Aproveitando o ensejo, comunica ainda que a partir de amanhã, dia 06 de setembro de 2007, a prefeitura estará funcionando em seu EXPEDIENTE NORMAL, sendo que os funcionários deverão estar trabalhando em seus devidos setores.
Jeremoabo, 05 de setembro de 2007
Spencer José de Sá Andrade
Prefeito Municial
Spencer José de Sá Andrade Prefeito Municipal de Jeremoabo, no uso de suas atribuições, vem comunicar aos PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO, que os seus vencimentos já foram enviados para o banco hoje, dia 05 de setembro de 2007.
Aproveitando o ensejo, comunica ainda que a partir de amanhã, dia 06 de setembro de 2007, a prefeitura estará funcionando em seu EXPEDIENTE NORMAL, sendo que os funcionários deverão estar trabalhando em seus devidos setores.
Jeremoabo, 05 de setembro de 2007
Spencer José de Sá Andrade
Prefeito Municial
O novo Juruna de Jeremoabo
Por; J. Montalvão
O Vereador Manu de João Ferreira achou pouco ajudar a arrombar e invadir o prédio da Prefeitura, agora anda fazendo perguntas capciosas as pessoas, com um gravador escondido, já imitou o jagunços não deu certo, agora quer imitar também os nazistas.
Manu vai se cuidar para se defender em um dos vários processos que você irá responder, improbidade administrativa, os advogados da Prefeitura já estão amaciando a bola para todos vocês.
Jeremoabo não cão sem dono, e todos você irão responder pelo crime que cometeram, contar o patrimônio público, e também pelo desrespeito a todos os jeremoabenses.
Portanto Manu reze muito para olhar se consegue se livrar de perder seu mandato e ficar inelegível, você foi eleito para defender os interesses da coletividade, e não arrombar e invadir prédio de órgão público.
Segundo consta nos anais da Câmara e de acordo com acusação de Carlos Dentista, você é bom para fraudar documentos, a exemplo da Lei Orgânica do Município.
O Vereador Manu de João Ferreira achou pouco ajudar a arrombar e invadir o prédio da Prefeitura, agora anda fazendo perguntas capciosas as pessoas, com um gravador escondido, já imitou o jagunços não deu certo, agora quer imitar também os nazistas.
Manu vai se cuidar para se defender em um dos vários processos que você irá responder, improbidade administrativa, os advogados da Prefeitura já estão amaciando a bola para todos vocês.
Jeremoabo não cão sem dono, e todos você irão responder pelo crime que cometeram, contar o patrimônio público, e também pelo desrespeito a todos os jeremoabenses.
Portanto Manu reze muito para olhar se consegue se livrar de perder seu mandato e ficar inelegível, você foi eleito para defender os interesses da coletividade, e não arrombar e invadir prédio de órgão público.
Segundo consta nos anais da Câmara e de acordo com acusação de Carlos Dentista, você é bom para fraudar documentos, a exemplo da Lei Orgânica do Município.
ESSE NÃO É O JOÃO QUE EU CONHECI.
Por certo, muitos acharão que fui muito duro com João Ferreira, inclusive, pela sátira que eu fiz sobre o Cerco da Prefeitura de Jeremoabo e o caracterizei como um cangaceiro. Mera criação representativa de um ato que Jeremoabo deve esquecer. Não sou daqueles que a mão que afaga é a mesma que apedreja. Não é isso. Apenas fui surpreendido com um João que eu não conhecia e prefiro não conhecer.
Na campanha de Waldir Pires para o governo do Estado, em Jeremoabo, na linha de frente, estava eu, Dedé, Josadilson e tantos outros que o tempo me fez esquecê-los. No curso dela, João Ferreira, já despontando como a maior liderança política local, aderiu. No comício de Waldir em Jeremoabo, prognostiquei que daquele palanque sairia o candidato a Prefeito. Dois anos depois, João foi eleito Prefeito.
A campanha de João foi magnífica. Todos quereriam a mudança depois das mesmices políticas de Jeremoabo. Já na minha maturidade vivi momentos inesquecíveis que foram à campanha de Zé Ivaldo em Paulo Afonso, Waldir para o Estado e João para Prefeito de Jeremoabo. Toda minha família, a iniciar de minha mãe, Marita Montalvão, hoje já enferma e no limiar da vida, eu, Dedé, Lú, Tita e mais tantos outros.
Terminada a gestão de João Ferreira, caminhamos junto na campanha de Lula de Dalvinho, por ele indicado para concorrer ao cargo de Prefeito. Desta feita, Dedé trilou em caminho distinto do meu. Finda a gestão de Lula, João concorreu no pleito com o ..............., sendo derrotado. Na madrugada quer terminou a apuração, uma multidão na porta do Fórum aguarda João na saída. Como eu também participei da jornada com ele, também me senti derrotado. Ainda no fórum, senti João refugar. O chamei, saímos juntos debaixo de uma vaia. Houve tentativa de agressão a João. Nada a nos abalar.
João voltou a concorrer ao cargo de Prefeito na reeleição do ........... Nova derrota e nós juntos. Já nas eleições de 2004, duas pessoas bem ligadas a mim formaram a chapa, Spencer e João. Era tudo o que se queria. A mim, particularmente. Uma vitória triunfal, sepultando 08 anos de desmandos que não devemos esquecer.
A par de nossas ligações políticas, por herança, mantivemos estreita relação de amizade e paralelamente, João se tornou o meu cliente e o defendo em ações que alcançaram todo o seu patrimônio. Todo o meu patrocínio foi gratuito, sem nenhum ônus para João, o que perdura desde quando João era o Prefeito.
Em razão do histórico acima, na 4ª feira, dia 29, quando João já estava no Prédio da Prefeitura, a ele me dirigi e quando Pedrinho disse que ele não me ouvisse, eu disse que tinha força moral bastante para falar com João e ser ouvido.
Havia algo no ar que João estava mudando. Spencer me noticiou que tinha enviado um Projeto de Lei a Câmara de Vereadores, pedindo autorização para realizar uma operação para aquisição de duas caçambas e um retroescavadeira para o Município, com baixa taxa de juros e em prazo razoável de pagamento. Uma conquista, a proporcionar melhoria substancial para os moradores da zona rural com a recuperação das estradas.
O Projeto para sua aprovação, depende dos votos de 2/3 dos Vereadores, 06, dentre os 09. Pela importância da matéria, telefonei para Manu e para João para conversar com eles e, se possível, obter o voto de manu. O resultado não foi o esperado. Uma decepção não esperada. João é um homem da roça, deveria pensar no interesse do povo. Sabedor das ações contra Spencer, esperava ele o caminho mais curto para o poder. Jogou por terra todo o nosso convívio, de parceria, lealdade e amizade. Os interesses pessoais se sobrepuseram aos interesses da comunidade.
Por fim, veio a invasão da Prefeitura. Um capítulo negro de nossa história política. O João respeitador sucumbiu a interesses menores. Em algum momento esperei que João me procurasse para tratar sobre uma possível transição de cargo, caso o afastamento de Spencer fosse mantido pela Corte de Justiça da Bahia. Nada disso aconteceu. Era o mínimo do esperado.
Infelizmente, João, por interesses curtos, resolveu ignorar uma longa amizade e abarcar amizades recentes e que tão recentemente lhe imputavam adjetivos que não merece ser repetidos.
Eu e Spencer temos uma amizade que vem desde a infância. A minha com João teve início na minha adolescência, solidificada quando comecei a exercer a advocacia. Entre um e outro, prefiro a vítima, Spencer, que vem sofrendo uma perseguição sem quartel, onde sequer sua família é poupada. Prefiro amparar uma mão amiga dependente de Solidariedade, a permanecer ao lado dos verdugos, no cadafalso.
Esse João não é o que eu conheci. Ainda é tempo de mudar, meu cliente, ou ex-cliente.
Paulo Afonso – BA, 04 de setembro de 2007.
MONTALVÃO. Fernando. ESSE NÃO É O JOÃO QUE EU CONHECI. MONTALVÃO ADVOGADOS ASSOCIADOS. Paulo Afonso, 04 de setembro de 2007. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Na campanha de Waldir Pires para o governo do Estado, em Jeremoabo, na linha de frente, estava eu, Dedé, Josadilson e tantos outros que o tempo me fez esquecê-los. No curso dela, João Ferreira, já despontando como a maior liderança política local, aderiu. No comício de Waldir em Jeremoabo, prognostiquei que daquele palanque sairia o candidato a Prefeito. Dois anos depois, João foi eleito Prefeito.
A campanha de João foi magnífica. Todos quereriam a mudança depois das mesmices políticas de Jeremoabo. Já na minha maturidade vivi momentos inesquecíveis que foram à campanha de Zé Ivaldo em Paulo Afonso, Waldir para o Estado e João para Prefeito de Jeremoabo. Toda minha família, a iniciar de minha mãe, Marita Montalvão, hoje já enferma e no limiar da vida, eu, Dedé, Lú, Tita e mais tantos outros.
Terminada a gestão de João Ferreira, caminhamos junto na campanha de Lula de Dalvinho, por ele indicado para concorrer ao cargo de Prefeito. Desta feita, Dedé trilou em caminho distinto do meu. Finda a gestão de Lula, João concorreu no pleito com o ..............., sendo derrotado. Na madrugada quer terminou a apuração, uma multidão na porta do Fórum aguarda João na saída. Como eu também participei da jornada com ele, também me senti derrotado. Ainda no fórum, senti João refugar. O chamei, saímos juntos debaixo de uma vaia. Houve tentativa de agressão a João. Nada a nos abalar.
João voltou a concorrer ao cargo de Prefeito na reeleição do ........... Nova derrota e nós juntos. Já nas eleições de 2004, duas pessoas bem ligadas a mim formaram a chapa, Spencer e João. Era tudo o que se queria. A mim, particularmente. Uma vitória triunfal, sepultando 08 anos de desmandos que não devemos esquecer.
A par de nossas ligações políticas, por herança, mantivemos estreita relação de amizade e paralelamente, João se tornou o meu cliente e o defendo em ações que alcançaram todo o seu patrimônio. Todo o meu patrocínio foi gratuito, sem nenhum ônus para João, o que perdura desde quando João era o Prefeito.
Em razão do histórico acima, na 4ª feira, dia 29, quando João já estava no Prédio da Prefeitura, a ele me dirigi e quando Pedrinho disse que ele não me ouvisse, eu disse que tinha força moral bastante para falar com João e ser ouvido.
Havia algo no ar que João estava mudando. Spencer me noticiou que tinha enviado um Projeto de Lei a Câmara de Vereadores, pedindo autorização para realizar uma operação para aquisição de duas caçambas e um retroescavadeira para o Município, com baixa taxa de juros e em prazo razoável de pagamento. Uma conquista, a proporcionar melhoria substancial para os moradores da zona rural com a recuperação das estradas.
O Projeto para sua aprovação, depende dos votos de 2/3 dos Vereadores, 06, dentre os 09. Pela importância da matéria, telefonei para Manu e para João para conversar com eles e, se possível, obter o voto de manu. O resultado não foi o esperado. Uma decepção não esperada. João é um homem da roça, deveria pensar no interesse do povo. Sabedor das ações contra Spencer, esperava ele o caminho mais curto para o poder. Jogou por terra todo o nosso convívio, de parceria, lealdade e amizade. Os interesses pessoais se sobrepuseram aos interesses da comunidade.
Por fim, veio a invasão da Prefeitura. Um capítulo negro de nossa história política. O João respeitador sucumbiu a interesses menores. Em algum momento esperei que João me procurasse para tratar sobre uma possível transição de cargo, caso o afastamento de Spencer fosse mantido pela Corte de Justiça da Bahia. Nada disso aconteceu. Era o mínimo do esperado.
Infelizmente, João, por interesses curtos, resolveu ignorar uma longa amizade e abarcar amizades recentes e que tão recentemente lhe imputavam adjetivos que não merece ser repetidos.
Eu e Spencer temos uma amizade que vem desde a infância. A minha com João teve início na minha adolescência, solidificada quando comecei a exercer a advocacia. Entre um e outro, prefiro a vítima, Spencer, que vem sofrendo uma perseguição sem quartel, onde sequer sua família é poupada. Prefiro amparar uma mão amiga dependente de Solidariedade, a permanecer ao lado dos verdugos, no cadafalso.
Esse João não é o que eu conheci. Ainda é tempo de mudar, meu cliente, ou ex-cliente.
Paulo Afonso – BA, 04 de setembro de 2007.
MONTALVÃO. Fernando. ESSE NÃO É O JOÃO QUE EU CONHECI. MONTALVÃO ADVOGADOS ASSOCIADOS. Paulo Afonso, 04 de setembro de 2007. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
terça-feira, setembro 04, 2007
A festa continua





Por: J. Montalvão
Enquanto João Ferreira e seu bando de arrombadores de porta de prefeitura desapareceram, o povo numa demonstração de força, agardecimento, apoio e carinho, abraçam o Dr Spencer prefeito de Jeremoabo/Bahia, colocado por eles para gerir o destino da nossa cidade.
Hoje é tudo festa e alegria.
Festa em Jeremoabo
Por: J.Montalvão
Hoje a partir das 18:oo horas carreata do Posto Paloma até o centro da cidade.Por iniciativa própria todos irão vestido de camisas com os seguintes dizeres:
SOU + O DR. (isso na parte da frente)
INDO E VOLTANDO (nas costas)
João Ferreira, você é acostumado a pular, porém dessa vez você dançou e sobrou!!!
Hoje a partir das 18:oo horas carreata do Posto Paloma até o centro da cidade.Por iniciativa própria todos irão vestido de camisas com os seguintes dizeres:
SOU + O DR. (isso na parte da frente)
INDO E VOLTANDO (nas costas)
João Ferreira, você é acostumado a pular, porém dessa vez você dançou e sobrou!!!
Até o céu chorou de alegria!
Por: J. Montalvão
Esclarecimento aos nossos leitores:
O combustível deste site é a verdade, colocar a notícia como ela aconteceu com toda a sua veracidade, pois temos credibilidade e respeito aos senhores que confiam no nosso trabalho voluntário.
Quando o senhor João Ferreira e seu bando ainda tentavam arrombar e invadir o prédio da Prefeitura, perdemos o controle do pessoal que defendiam a legalidade, e, a partir daquele momento, sentimos que iria haver derramamento de sangue entre conterrâneos e irmãos, então me veio a idéia de por um balde de água fria naquela irresponsabilidade, e como última tentativa antes da tragédia, informamos que já havia naquele momento saído a liminar com o retorno do Prefeito de fato e de direito.
Graças a Deus a idéia funcionou, e evitamos mais uma página negra para nossa história.
Com os devidos esclarecimentos e justificativas queremos dizer que o povo, as famílias se manifestaram, com demonstração de alegria, ao tomar conhecimento do retorno do Dr. Spencer nosso prefeito, não por arrombamento de prédio público, mas por determinação da Justiça, no caso o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.
O povo saiu em carreata,e carros de som, muitos fogos, a expectativa é grande para receber o prefeito eleito, acredita-se que hoje Jeremoabo vai tremer, não de medo, mas alegria.
O Prefeito arrombador de porta de prefeitura, já havia baixado “PORCARIA” nomeando SECRETÁRIOS DE MENTIRINHA.
A sede era muito grande, pobre Jeremoabo se esses elementos permanecem na viúva
Esclarecimento aos nossos leitores:
O combustível deste site é a verdade, colocar a notícia como ela aconteceu com toda a sua veracidade, pois temos credibilidade e respeito aos senhores que confiam no nosso trabalho voluntário.
Quando o senhor João Ferreira e seu bando ainda tentavam arrombar e invadir o prédio da Prefeitura, perdemos o controle do pessoal que defendiam a legalidade, e, a partir daquele momento, sentimos que iria haver derramamento de sangue entre conterrâneos e irmãos, então me veio a idéia de por um balde de água fria naquela irresponsabilidade, e como última tentativa antes da tragédia, informamos que já havia naquele momento saído a liminar com o retorno do Prefeito de fato e de direito.
Graças a Deus a idéia funcionou, e evitamos mais uma página negra para nossa história.
Com os devidos esclarecimentos e justificativas queremos dizer que o povo, as famílias se manifestaram, com demonstração de alegria, ao tomar conhecimento do retorno do Dr. Spencer nosso prefeito, não por arrombamento de prédio público, mas por determinação da Justiça, no caso o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.
O povo saiu em carreata,e carros de som, muitos fogos, a expectativa é grande para receber o prefeito eleito, acredita-se que hoje Jeremoabo vai tremer, não de medo, mas alegria.
O Prefeito arrombador de porta de prefeitura, já havia baixado “PORCARIA” nomeando SECRETÁRIOS DE MENTIRINHA.
A sede era muito grande, pobre Jeremoabo se esses elementos permanecem na viúva
A luta pelo poder!
Por: J. Montalvão
O ano de 2007 não foi bom para o povo de Jeremoabo/Bahia, senão vejamos:
Luta pelo poder e pela legalidade:
Vamos iniciar pela Câmara de Vereadores: um Presidente legitimo e outro clandestino;
Existe vereadores legítimos defensores do povo, e outros que apóiam a ilegalidade, inclusive afazendo parte do arrombamento da Prefeitura;
SECRETARIADO:
Uns de verdade de acordo com a legalidade, e outros de mentirinha.
Prefeito:
Um eleito pelo povo, o outro arrombador de Prefeitura num dia de sábado fora de expediente.
Eu só quero saber onde foi que erramos tanto para ser tão castigado e humilhado assim.
O João Ferreira e seu bando, tanto que nadou para morrer na areia da praia, ainda bem que o ex-padre deve ainda saber de alguma oração para tentar amenizar seus pecados contra a população de Jeremoabo.
João Ferreira, Pedrinho, Manu e outro quem nasceu para fazer cocada, só morre ralando coco, então vão cuidar da tua rocinha que politicagem está se extinguindo aqui no Brasil, vai cuidar dos seus bois se é que ainda tem, pois gente não é boi!
O nosso legítimo Prefeito tá chegando, e o povo devido a irresponsabilidade do bando, foi prejudicado, pois a pagamento de todos trabalhadores da Prefeitura, começou a não sair.
Culpa de quem? João Ferreira, Pedrinho, Manu, ex-padre Moura e Cia. Ltda.
O ano de 2007 não foi bom para o povo de Jeremoabo/Bahia, senão vejamos:
Luta pelo poder e pela legalidade:
Vamos iniciar pela Câmara de Vereadores: um Presidente legitimo e outro clandestino;
Existe vereadores legítimos defensores do povo, e outros que apóiam a ilegalidade, inclusive afazendo parte do arrombamento da Prefeitura;
SECRETARIADO:
Uns de verdade de acordo com a legalidade, e outros de mentirinha.
Prefeito:
Um eleito pelo povo, o outro arrombador de Prefeitura num dia de sábado fora de expediente.
Eu só quero saber onde foi que erramos tanto para ser tão castigado e humilhado assim.
O João Ferreira e seu bando, tanto que nadou para morrer na areia da praia, ainda bem que o ex-padre deve ainda saber de alguma oração para tentar amenizar seus pecados contra a população de Jeremoabo.
João Ferreira, Pedrinho, Manu e outro quem nasceu para fazer cocada, só morre ralando coco, então vão cuidar da tua rocinha que politicagem está se extinguindo aqui no Brasil, vai cuidar dos seus bois se é que ainda tem, pois gente não é boi!
O nosso legítimo Prefeito tá chegando, e o povo devido a irresponsabilidade do bando, foi prejudicado, pois a pagamento de todos trabalhadores da Prefeitura, começou a não sair.
Culpa de quem? João Ferreira, Pedrinho, Manu, ex-padre Moura e Cia. Ltda.
Spencer retornou como legitimo prefeito de Jeremoabo
Por: J. Montalvão
Dr. Spencer voltou a cadeira de prefeito que o povo confiou e colocou.
Dessa vez João Ferreira, nem você nem tão pouco seu bando conseguiu sequestrar, o dinheiro da prefeitura; vocês arrombaram a Prefeitura, mas na hora de partirem para o "dim-dim"que estava no Banco do Brasil, as orações do ex-padre-Moura, não surtiu efeito
.Você e seu bando aprendam a respeitar o povo, e as Leis do nosso País, não queira fazer Justiça a seu modo, povo não é boi que você prende, vende ou mata!
Viva a nossa democracia, viva a Justiça e viva o povo de Jeremoabo/Bahia
Dr. Spencer voltou a cadeira de prefeito que o povo confiou e colocou.
Dessa vez João Ferreira, nem você nem tão pouco seu bando conseguiu sequestrar, o dinheiro da prefeitura; vocês arrombaram a Prefeitura, mas na hora de partirem para o "dim-dim"que estava no Banco do Brasil, as orações do ex-padre-Moura, não surtiu efeito
.Você e seu bando aprendam a respeitar o povo, e as Leis do nosso País, não queira fazer Justiça a seu modo, povo não é boi que você prende, vende ou mata!
Viva a nossa democracia, viva a Justiça e viva o povo de Jeremoabo/Bahia
Acorda João Ferreira
J. Montalvão
Nós estamos num estado de direito, estamos vivendo num pais democrático, então não é você e seu bando, com o auxilio do ex-padre, que irão desmoralizar e humilhar o povo de Jeremoabo; mesmo você sendo um aculturado despreparado ninguém aceitará.
A Lei está acima de tudo, você foi na onda do ex-padre Moura porque quis, porém, experiência teve muita quando se condidatou contra Tista de Deda, hoje seu parceiro, e colega.r
O povo votou, elegeu o Dr. Spencer como prefeito, e não é um João Ferreira da vida e seu banco de superados que irão cassar esse direito dos eleitores.
No grito e fora da Lei nem você e nem o seu bando levará.
O sol voltou a brilhar em Jeremoabo/Bahia, Dr. SPENCER retornou para o lugar que o povo colocou, é o nosso prefeito, você João Ferreira e seu bando são contraventores, irão ser responsabilizados, porarrombar um órgão público.
Nós estamos num estado de direito, estamos vivendo num pais democrático, então não é você e seu bando, com o auxilio do ex-padre, que irão desmoralizar e humilhar o povo de Jeremoabo; mesmo você sendo um aculturado despreparado ninguém aceitará.
A Lei está acima de tudo, você foi na onda do ex-padre Moura porque quis, porém, experiência teve muita quando se condidatou contra Tista de Deda, hoje seu parceiro, e colega.r
O povo votou, elegeu o Dr. Spencer como prefeito, e não é um João Ferreira da vida e seu banco de superados que irão cassar esse direito dos eleitores.
No grito e fora da Lei nem você e nem o seu bando levará.
O sol voltou a brilhar em Jeremoabo/Bahia, Dr. SPENCER retornou para o lugar que o povo colocou, é o nosso prefeito, você João Ferreira e seu bando são contraventores, irão ser responsabilizados, porarrombar um órgão público.
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Por`ESTADÃO O País assistiu, estarrecido, ao sequestro das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado por parlamentares bolsonaristas que decidir...
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