NICOLA PAMPLONA - Agencia Estado
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RIO - Apesar do otimismo com a descoberta de reservas gigantescas de petróleo e gás, o País não conseguirá resolver no curto prazo a crise de abastecimento de gás natural. O Brasil não é prioridade número 1 da Bolívia, principal fornecedor do País, e o aquecimento do mercado de gás natural liquefeito (GNL), que deve perdurar pelos próximos anos, vai dificultar as compras do produto.?Não existe crise. Não uso a expressão crise de gás porque não existe?, repete a diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Foster. Ela assumiu o cargo há pouco mais de um mês, substituindo Ildo Sauer, que saiu atirando contra a política energética do governo. Especialistas alertam, porém, para a repetição de sustos como o da semana passada, quando a Petrobrás reduziu as entregas de gás às distribuidoras do Rio e São Paulo.A tendência é que a situação se normalize só na virada da década, com a entrada em operação de campos de gás como Mexilhão, na Bacia de Santos, e os complexos Peroá-Cangoá e Golfinho, no Espírito Santo, que dependem da conclusão de gasodutos para abastecer o mercado.Térmicas podem ser acionadas?Até 2011, teremos de viver como equilibristas de circo?, compara o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE). Ele alerta para o risco de repetição da crise de abastecimento de gás já em abril de 2008, caso as chuvas de verão não sejam suficientes para elevar substancialmente o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Se não chover bem, o preço da energia sobe e as térmicas voltam a ser acionadas.A Petrobrás corre para inaugurar o primeiro terminal de GNL, com capacidade de 7 milhões de metros cúbicos por dia, ainda no primeiro semestre de 2008, o que contribuiria para aliviar a escassez de gás. Mas há ceticismo no mercado quanto à possibilidade de se encontrar o combustível por bons preços no mercado mundial, uma vez que a demanda por energia é crescente.
(As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo).
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